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Para lembrar também as viagens na adolescência, entre Santo Amaro e Salvador, quando o Motriz passava por Maracangalha e, da janela, o garoto procurava Anália no rosto e no andar de todas as mulheres do lugar, no Recôncavo. Só a encontrei, de fato, muitos anos mais tarde, quando ela já morava em Candeias, e a entrevistei para o Jornal do Brasil, pouco antes da musa partir. As fotos foram feitas pela colega e compadre, Gildo Lima, mestre do fotojornalismo , que não sei se guarda ainda em seus arquivos fotográficos, os registros daquele dia feliz.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

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Comentários

luís augusto on 28 agosto, 2016 at 7:17 #

Caro Vitor, um desafio para o velho Gildo. Espero que, encontradas as fotos, o BP as publique.

Por acaso, foi a primeira música que aprendi a cantar, lá pelos quatro anos, porque tocava muito no rádio de Tia Flávia, minha segunda mãe.

Ainda faz parte do meu repertório nas incursões de banheiro e mesas coletivas, hoje distantes.


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