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Lochte em entrevista a TV Globo.
HANDOUT REUTERS


DO EL PAÍS

São Paulo

O nadador americano Ryan Lochte foi indiciado por falsa comunicação de crime pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. O inquérito policial, concluído nesta quinta-feira, foi encaminhado ao Juizado do Torcedor e dos Grandes Eventos, que decidirá se abre ou não processo. O inquérito também será encaminhado, a pedido da polícia, à Comissão de Ética do Comitê Olímpico Internacional. Durante os Jogos Olímpicos, o atleta disse que sofreu um roubo com arma de fogo após sair de uma festa, mas logo foi desmentido pelo vídeo de uma câmera de segurança que o mostrou bêbado, urinando em público e causando danos em um posto de gasolina carioca.

De acordo com a polícia do Rio, Lochte deve ser notificado do inquérito e se decidir não vir ao Brasil, pode ser julgado à revelia. Tendo em conta os delitos em que está indiciado, Lochte poderia ser condenado a seis meses de prisão, mas o mais comum é que o juiz decida transformar a pena em uma multa ou em prestação de serviços à comunidade.

A controvérsia custou a Lochte a perda de seus quatro patrocinadores e o colocou de cheio em um furacão midiático, onde várias manchetes o acusam de ter desprezado as consequências de seus atos. Na entrevista que concedeu há poucos dias para a NBC, chorou ao admitir que tinha falhado com sua equipe e que sua história foi um pouco exagerada.

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