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Posted on 22-08-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-08-2016

Postagem feita no domingo, 21, pelo leitor, ouvinte e amigo do peito do BP, que assina Vangelis, em sua página no Facebook. A propósito do artigo da semana, “Imprensa e verdade: do canoeiro Isaquias ao nadador Ryan”, publicado neste BP.

“NESSE DOMINGO, A MARABÁ PUBLICIDADE (extinto serviço de auto falantes de Juazeiro) SAÚDA O BOM ARTIGO IMPRENSA E VERDADE DO RIBEIRINHO VHS COM ESSE BELO BLUE SONG.”

O ribeirinho, com emoção, agradece. E compartilha com os ouvintes e leitores do BP, a maravilhosa escolha musical. Bom gosto é isso! Obrigado, juazeirense.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)


Me rendo a Neymar Jr.!

Laura Dourado

O que foi aquele jogo? Título olímpico, ouro no futebol! Maracanã lotado. 70 mil pessoas. Contra a Alemanha, fantasma do 7×1 assombrando. Bolt no camarote da família do camisa 10. 26 minutos do primeiro tempo golaço do craque. Bola impossível de pegar, como diz Galvão. Comemoração a “La Bolt”, plateia enlouquecida. Gigante reverenciando craque. Neymar bate no peito e diz “eu tô aqui, eu tô aqui”. Chama a responsabilidade.
Intervalo. Seleção abraçada, craque fala para o time, capitão, motivação, novamente a responsabilidade. Segundo tempo. Levamos um gol. 1×1. Medo. Vão ser imaturos, vão se desestabilizar, a Alemanha vai crescer. Não, nós crescemos. o Brasil vai para o ataque. Joga muito. Câimbras. Continuamos jogando. Fim do tempo normal.
Seleção abraçada vai começar a prorrogação. O craque, novamente, motivação, chama o time. Fim da prorrogação.
Seleção abraçada, pênaltis, Neymar, novamente, palavras de incentivo. Apreensivos, gol a gol acompanhamos. Pegamos um pênalti. Weverton faz história. Vai terminar. Neymar, tinha que ser ele, responsabilidade, último pênalti, decisão, corridinha, paradinha, chute colocado. Gooooooooooooooooooooolll. É nosso, o título é nosso!!!! Orgulho do nosso camisa 10. Orgulho do Brasil.
Está bom para você? Ainda não terminou.
Corre para plateia vai abraçar “alguém especial”, assim ele disse na entrevista para a TV Globo, a mesma entrevista onde ele mandou recadinho para os críticos, Galvão e Cia, “vão ter que me engolir”. Voltamos ao abraço. Sabe quem é? O “alguém especial”? Esta no vídeo mais visto no Brasil hoje. Bruna Marquezine. Ex-namorada, namoradinha do Brasil. #Brumar, a hashteg do casal, pipoca nas redes sociais, fãs e famosos pedem a volta do casal. Fofo. A cena é digna de final de romance americano. Marketing, você diria.
Pode ser. Mas, hoje eu acordei animada. O título é nosso. Olimpíadas Rio 2016 sucesso total! Thiago Bráz, o que foi aquilo? Isaquias, você é o cara! Rafaela, que exemplo de superação. Robson Conceição arrasou! Que orgulho dos atletas do Brasil, todos!
Parabéns Bernardinho, Lucarelli, Lucão, Bruninho, Mauricio, Lipe, Serginho. Waaaaalace!!! É nosso o OURO no vôlei masculino também!! Na plateia, nosso craque, camisa 10, pé quente! Valeu Neymar! Hoje somos todos Brasil!

Laura Dourado, publicitária. Criadora do projeto original do site blog Bahia em Pauta.

Fabulosa canção (música e letra). Maravilhosa escolha para a festa
de encerramento da olimpíada no Rio, de não esquecer.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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Carro alegórico no encerramento da Rio 2016.
MICHAEL REYNOLDS EFE

DO EL PAIS

María Martín

Rio de Janeiro

Sob uma cortina constante de chuva, a chama que trouxe os Jogos Olímpicos ao Rio de Janeiro apagou-se às 22h30 da noite carioca. A Olimpíada na Cidade Maravilhosa, questionada até o último momento pelo zika, o terrorismo ou o transporte, deu certo, e comemorou-se seu sucesso com uma cerimônia modesta e muito menos surpreendente que a da abertura, num Maracanã convertido em um sambódromo, com o gari Sorriso, figura popular do carnaval carioca, e a supermodelo Izabel Goulart, sambando como se não houvesse amanhã.
Carro alegórico no encerramento da Rio 2016.

A festa, idealizada pela carnavalesca Rosa Magalhães, que foi responsável pela cerimônia de abertura dos Jogos Pan-Americanos de 2007, ficou longe da criatividade da cerimônia com que se inauguraram os Jogos, e caiu em repetições como a homenagem ao aviador Santos Dumont. A festa, porém, recorreu a homenagens à cultura brasileira menos conhecida pelo estrangeiro e esquecida, em muitos casos, pelo próprio brasileiro.

Embora Carmen Miranda e o carnaval carioca tenham ajudado a internacionalizar a cerimônia, houve lembranças às pinturas rupestres da Serra da Capivara no Estado de Piauí, Patrimônio Mundial da UNESCO, à cultura indígena, e aos fazeres brasileiros, como a renda de bilros ou a modelagem com barro, o material com o qual ainda são construídas muitas casas no interior do Brasil. Duplamente homenageados foram os 50.000 voluntários, que trabalharam de graça durante os 16 dias do evento, e em alguns casos fazendo muitas horas-extras – e com refeições insuficientes.

A primeira homenagem a eles foi com uma versão exclusiva do cantor brasileiro Lenine, e depois nos discursos oficiais das autoridades olímpicas.“Valeu, voluntários!”, disse o presidente do COI, Thomas Bach, imitando o jargão carioca. A pesar dos seus elogios à cidade anfitriã, Bach evitou afirmar que estes foram os “melhores Jogos da história”, um ditado repetido pelos representantes do COI desde os Jogos de Barcelona em 1992. Bach limitou-se a falar dos “Jogos maravilhosos na Cidade Maravilhosa”.

“Fazer os Jogos no Rio foi um grande desafio. Um desfio que foi um êxito. Tenho orgulho de meu país, da minha cidade e do povo”, disse o presidente do comitê organizador, Arthur Nuzman, em um discurso muito similar ao da inauguração. Como é tradicional, os vencedores da maratona masculina, a última e mais clássica prova dos Jogos, a que recupera as raízes gregas da Olimpíada, receberam suas medalhas na cerimônia. As ovações não foram só para o vencedor, o queniano Eliud Kipchoge, mas também para o vice-campeão, o etíope Feyisa Lilesa, que confessou que teme ser morto ao voltar em seu país. O corredor comemorou sua chegada na meta cruzando os punhos sobre a cabeça em protesto à repressão que sofrem os manifestantes no seu país. “O Governo etíope está matando minha gente. Meus parentes estão na prisão e, se eles falarem sobre direitos democráticos, serão assassinados”, acusou.

Na cerimônia o prefeito do Rio, Eduardo Paes, entregou a bandeira olímpica à governadora de Tóquio, Yuriko Koike, representando a passagem do desafio olímpico ao Japão. Após a Rio 2016 inaugura-se um novo conceito mais austero na concepção dos megaeventos esportivos. Tóquio apresentou sua cidade como uma anfitriã bem-humorada e moderna até o ponto em que o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, surgiu de um enorme cano verde no centro do palco, vestindo o boné do personagem Super Mario, em homenagem ao mais famoso encanador da Nintendo.

Com a ausência do presidente interino do país, Michel Temer, fortemente vaiado na cerimônia de abertura, o Rio de Janeiro apaga, por fim, a chama olímpica que alimentou seus sonhos por pelo menos duas semanas. Só voltará a brilhar em Tóquio em 2020, e até então, o Rio deverá enfrentar o enorme desafio da realidade. Uma cidade ameaçada pelo desemprego pós-Jogos, uma rede estadual de hospitais e escolas em situação precária, contas do Estado no vermelho e uma grave crise de segurança que chegará de vez na hora em que os 85.000 militares e policiais mobilizados para a Olimpíada voltem às suas funções e o foco da imprensa internacional e a última luz do Maracanã se apagar. Será só no silêncio da ressaca olímpica que o Rio deverá se mostrar verdadeiramente vitorioso.

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Posted on 22-08-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-08-2016


Jorge Braga, no jornal O Popular (GO)


DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Enfim, um trabalho para a polícia do Rio

Brincamos, no dia 15, com a notícia do anunciado assalto a nadadores americanos no Rio, considerando-o dentro da taxa “normal” da criminalidade carioca.

Agora vemos esse papelão patético e criminoso dos atletas, em que a infantilidade delinquente nem mesmo reage ao flagrante da farsa para pedir desculpa.

O fato foi produzido pela arrogância imperial, de quem acha que pode fazer tudo na colônia, cujas autoridades subalternas não têm competência para descobrir a verdade.

Num país que se dizia preparado para enfrentar o terrorismo, a guerra bacteriológica, o ataque pelo mar e outras desventuras mais, talvez essa venha a ser a única ação da segurança brasileira nestes Jogos Olímpicos.

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