O disco raro de Alcione. gravado ao vivo, vai dedicado ao maior fã da Marrom que conheço: o mano Jose Genival Soares ( famoso Chico do Bahia), no 12 de agosto do seu aniversário. Votos de longa vida, saúde, felicidade “e dinheiro no bolso”, como ele pede sempre.
TIM TIM!!!
(Hugo e Margarida

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Temer: “Foi um lamentável acidente”

Michel Temer, sobre a morte do policial da Força Nacional no Rio de Janeiro:

“Foi um lamentável acidente, mas que foi imediatamente combatido. Houve, de qualquer maneira, a presença significativa das forças federais e estaduais. Portanto, o ritmo da Olimpíada não fica paralisado por isso. Há, sim, um grande lamento, que tornou-se oficial.”

E, mais:

“Mas isso não deslustra a Olimpíada, que está transcorrendo em um ritmo normalíssimo, com muitos brasileiros ganhando medalhas”.

Postado em sua página no Facebook pelo leitor e amigo do peito do BP, que assina Vangelis. Dono de precioso garimpo musical, que vem do tempo de difusora Marabá, de Juazeiro, na margem baiana do Velho Chico, quando João Gilberto dedilhava os primeiros e revolucionários acordes da Bossa Nova, sentado ao sol quente na calçada de dona Patú.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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DEU NA COLUNA DE LAURO JARDIM, DE O GLOBO. POSTADO NA ÁREA DE COMENTÁRIOS DO SITE BLOG BAHIA EM PAUTA PELO POETA, ADVOGADO E BLOGUEIRO LUIZ FONTANA.

POR GUILHERME AMADO11/08/2016 06:05

(Lauro Jardim)

Eliana Calmon tem acompanhado cada notícia em torno das delações premiadas de executivos da Odebrecht com a Procuradoria-Geral da República. Está interessada especialmente em saber o que aparecerá sobre integrantes do Judiciário.

Embora pessoas envolvidas na negociação da delação afirmem que até agora a Odebrecht não entregou nenhum juiz, desembargador ou ministro de tribunal superior, Eliana avalia ser “impossível” fechar uma delação da maior empreiteira do país que não mencione integrantes do Judiciário.

Diz Eliana:

— Delação da Odebrecht sem pegar Judiciário não é delação. É impossível levar a sério essa delação caso não mencione um magistrado sequer.

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

O velho símbolo do sertão no litoral

É verdade! Um velho signo da política regional aparece na imprensa com foto e texto: o deputado Lúcio Vieira Lima recebendo “recursos” do ministro Helder Barbalho para abastecer Itabuna com… carros-pipa!

Dizia-se que isso era dos tempos remotos, quando o governo federal criava as “frentes de trabalho” – essas, de fato, sumiram do mapa. A história de água para todos na Bahia não deu pro gasto nem num dos maiores municípios do Estado.

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Posted on 12-08-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 12-08-2016


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online


Temer após encontro com empresários. Cadu Gomes EFE

Chamado de usurpador e golpista por parte seus opositores, o presidente


EL PAÍS

DO EL PAIS

Afonso Benites
Brasilia

Chamado de usurpador e golpista por parte seus opositores, o presidente interino Michel Temer (PMDB) fez algo que a presidente afastada, Dilma Rousseff (PT) costumava fazer em seus discursos: respondeu às críticas em evento público dentro do Palácio do Planalto lotado de apoiadores, enquanto protestos contra ele ocorrem em boa parte do país – principalmente nas arenas olímpicas.

Em sua fala, Temer cobrou mais debates de ideias do que ataques feitos por adversários. “Sem construção não há progresso. Construção da harmonia social tão desejada pelos brasileiros, construção da harmonia entre os poderes do Estado, construção da amizade fraterna entre os brasileiros, tão comum no Brasil, mas ignorado nos últimos tempos, construção da ideia de que as ideias se combatem com ideias, e não com reações físicas”, afirmou a uma plateia de empresários e trabalhadores vinculados a entidades da área de construção civil nesta quinta-feira.

O peemedebista também disse que sua intenção não é o de dividir o Brasil entre ricos e pobres. “Esse é um Governo que não tem preconceitos, esse é um Governo que quer unir as várias classes sociais para construir o país”, afirmou o interino, que assim como a petista fora vaiado na abertura de um evento de grande porte. Ela na Copa das Confederações e na Copa do Mundo. Ele, nos Jogos Olímpicos do Rio.

As similaridades com Rousseff não pararam por aí. Temer se perdeu no raciocínio em um longo discurso, esperou aplausos de seus espectadores e fez dezenas de selfies com quem o abordou ao final do encontro. Parecia um político em campanha, assim como a petista era às vésperas da admissão de seu processo de impeachment pela Câmara dos Deputados.

Em determinado momento, os olhos de Temer deixaram de se fixar nos papéis onde sua fala estava escrita e ele passou a divagar mirando a plateia. Foi quando se perdeu no que dizia, algo quase costumeiro para Rousseff. Disse que citaria dois significados de um anúncio feito pelo ministro das Cidades, Bruno Araújo. Quando se deu conta, já estava fazendo a análise de três características do programa Minha Casa Minha Vida, não de duas.

Nos últimos dias, as semelhanças entre o peemedebista e a petista também chegaram ao Congresso Nacional e começaram a desenhar sombras sobre seu futuro imediato com a base aliada, após o provável desfecho do impeachment com sua ratificação no cargo. Em quase todo o segundo mandato, o Governo Dilma Rousseff sofria defecções nas votações dos projetos de lei de seu interesse na Câmara.

Em uma de suas primeiras provas de fogo, Temer também se deparou com um grupo de deputados traidores. Eram parlamentares que se autodenominam governistas, mas, na madrugada de quarta-feira, votaram contra o projeto de lei complementar 257/2016, considerado prioritário pelo governo federal. Um levantamento feito pelo blog do Fernando Rodrigues, no portal UOL, concluiu que em algumas bancadas as traições atingiram 62,5% de seus membros. Até deputados 5 dos 66 peemedebistas votaram a proposta.

Inicialmente, o projeto previa uma série de mudanças em regras que poderiam barrar reajustes salariais a trabalhadores, impedir a realização de concursos públicos e até gerar demissão em órgãos do sistema judicial. Todas elas foram retiradas da proposta, ato que foi considerado uma derrota da equipe econômica do governo. Ainda assim, alguns membros da base aliada discordaram da proposição.

As traições – no mesmo dia em que o impeachment de Rousseff avançou no Senado e a transformou em ré pelo crime de responsabilidade – não foram capazes de impedir a aprovação da proposta, que tratava da renegociação das dívidas dos Estados. Passou por 282 a 140 votos. Porém, acenderam um sinal de alerta no Palácio do Planalto. E mostraram que, mesmo propagando aos quatro ventos que está em “integrado” com o Legislativo, Temer não terá dias fáceis no Congresso, principalmente quando houver temas polêmicos.

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