BOA TARDE!!!

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Posted on 11-08-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 11-08-2016

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

BUMLAI DE VOLTA PARA A CADEIA

Sérgio Moro mandou José Carlos Bumlai, o amigão de Lula, voltar para a prisão, informa o Estadão.

Ele estava em prisão domiciliar para cuidar da saúde.

Agora, terá de se apresentar à PF até 23 deste mês.


Neymar e Gabigol comemoram. F. D. REUTERS

DO EL PAIS

O Brasil finalmente desencantou nos Jogos do Rio. A seleção goleou a Dinamarca por 4 a 0 nesta quarta-feira e garantiu vaga nas quartas de final da Olimpíada. Depois de empatar os dois primeiros jogos por 0 a 0, contra a África do Sul na estreia e o Iraque no domingo, somente a vitória interessava. O Brasil foi o último dos 16 times do torneio masculino a marcar gol, mas, quando fez, aplicou logo uma goleada. O adversário nas quartas de final é a Colômbia, e os brasileiros ainda precisam convencer os torcedores de que podem conquistar a inédita medalha de ouro. Por enquanto, o vexame da eliminação na primeira fase foi evitado.

A classificação foi um alívio para os jogadores, que entraram em campo cientes da dificuldade que seria vencer a melhor equipe do grupo. O que se viu em campo na noite de quarta, porém, foi uma DInamarca recuada, assustada e errando muito no ataque. Os 11 jogadores tinham como função principal defender. Tentavam o contra-ataque quando estavam com a bola, o que fez com que a defesa do Brasil também fosse mais testada. Marquinhos e Rodrigo Caio, principalmente, responderam bem e desarmaram a maioria das chegadas dos rivais. Aos poucos, o Brasil dominou o jogo e começou a chegar com perigo, principalmente pela esquerda, com Neymar e Douglas Costa infernizando a vida dos rivais. Foi por ali que saiu o primeiro gol. Aos 26 minutos, Douglas cruzou na área para Gabigol, na segunda trave, completar. O chute ainda saiu ruim, mas o atacante estava com sorte e a bola entrou.

Assustada, a Dinamarca não conseguia prender a bola. Dava poucos espaços, mas não conseguia parar as boas trocas de passe do Brasil. Foi numa delas, aos 40 minutos, que Luan recebeu de Gabigol e cruzou para Gabriel Jesus finalmente marcar seu gol, depois de ter perdido pelo menos 4 chances claras nos últimos jogos.

A folga no placar levantou a torcida e os jogadores foram aplaudidos pela primeira vez na Olimpíada enquanto deixavam o gramado. O semblante era de alívio. Talvez por isso, o segundo tempo tenha sido ainda mais tranquilo do que o primeiro. Sem o peso nas costas, Luan, Gabigol, Jesus e Neymar, os quatro atacantes escolhidos pelo técnico Rogério Micale, sentiram mais confiança para tentar as jogadas. O jogo fluiu melhor para o Brasil. Logo aos 4 minutos, Neymar lançou Douglas Santos na esquerda, que cruzou para Luan completar no meio da área: 3 a 0. Neymar participou também da jogada do quarto gol, marcado por Gabigol aos 35 dos segundo tempo após rebote do goleiro em chute de Jesus.

O craque do Barcelona, capitão e camisa 10 do Brasil, era o mais pressionado. E deu para ver que, conforme ele jogava bem e o placar aumentava, subia também o número de jogadas de efeito que saíam de seus pés. Depois dos 3 a 0, Neymar deu chapéu, pedalou e tentou de todas as formas marcar um gol. Não foi possível, mas parece que a confiança voltou. “Estamos felizes porque mostramos nosso futebol e fizemos uma boa partida”, disse Neymar no fim do jogo, quando também comentou sobre a comparação com Marta, líder da vitoriosa equipe feminina no Rio. “A Marta é uma grande jogadora. Tenho orgulho de ela ser brasileira e nos representar e espero que elas consigam o ouro no feminino. Fico feliz de ser comparado com a Marta, que é a melhor do mundo”. O atacante Gabriel Jesus também falou, e ressaltou o lado emocional da goleada .”Foi um alívio grande para nós, que estávamos sendo muito cobrados. Vou dormir muito melhor essa noite”.

O próximo adversário, no sábado, é a Colômbia. A decisão está marcada para às 22h na Arena Corinthians, em São Paulo. Os colombianos estão invictos no torneio, com dois empates por 2 a 2, contra a Suécia e Japão, e vitória por 2 a 0 sobre a Nigéria. A seleção tem como destaques os atacantes Borja e Teo Gutierrez. O Brasil tem Neymar, Gabigol e Jesus. No sábado saberemos se é suficiente para o time brasileiro ficar um pouco mais perto da inédita medalha de ouro.

Valeu, Fonte Nova!!! Bola pra frente, rapaziada!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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Posted on 11-08-2016
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DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Encalhe à vista

Diz-se que a presidente afastada Dilma Rousseff escreverá um livro sobre os bastidores do impeachment. Se é para se defender, não se imagina por que não faz agora, na tentativa, em tese, de salvar o mandato, as revelações que reserva.

É uma espécie de blefe, como nas caricaturas de jogo de pôquer nos faroestes americanos. Dilma não percebeu que é passado, que até sua imagem na televisão evoca uma distorção da realidade. Ninguém acredita nas jogadas dela, nem precisa.

Não passam de pares de oito as propostas que seriam moeda de troca na batalha do Senado, como manutenção da equipe econômica e plebiscito sobre eleição presidencial. Refletem apenas desconexão política, enquanto os profissionais dão as cartas.


Meirelles e Padilha em encontro com parlamentares e empresários.
A. Cruz Ag. Brasil

DO EL PAÍS

Afonso Benites

Brasilia

Chamada de dream team da gestão interina de Michel Temer (PMDB), a equipe econômica do Governo federal teve sua primeira derrota na madrugada desta quarta-feira na Câmara dos Deputados. O projeto de renegociação de dívida, considerado prioritário dentro do pacote de ajuste fiscal elaborado pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, foi completamente desfigurado e deixou de contar com uma série de medidas que ele considerava fundamentais.

Os deputados não resistiram às pressões de sindicatos e associações de servidores públicos e de parte dos governadores que entendiam que as contrapartidas colocadas no projeto de lei complementar 257/2016 eram difíceis de serem cumpridas. Os pontos mais polêmicos eram: 1) os que alteravam a lei de responsabilidade fiscal (este poderia resultar em demissão em massa no Judiciário); 2) o que impedia a concessão de reajuste salarial a servidores por até dois anos e; 3) o que proibia as unidades da federação a realizarem concursos públicos. Todas essas medidas deixaram de existir após longas negociações entre deputados da base e o Palácio do Planalto. Um dos argumentos dos deputados era de que essas medidas ferem a autonomia dos Estados.

Henrique Meirelles, no entanto, era contrário a essas mudanças, mas foi obrigado a acatá-las. As tratativas foram feitas diretamente com o presidente Temer e com o chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. Se o projeto fosse mantido dessa maneira, ele corria sério risco de não ser aprovado, segundo quatro deputados da base governista relataram ao EL PAÍS. “Ninguém aqui é louco de votar contra trabalhador do jeito que queriam que fizéssemos”, afirmou o deputado Júlio Delgado (PSB-MG).

Uma das poucas contrapartidas que os Estados terão de cumprir para terem suas dívidas junto à União renegociadas pelo período de 20 anos é a de impedir que seus gastos previstos no orçamento não supere a inflação dos últimos 12 meses. E foi esse o argumento usado pelo ministro da Fazenda para amenizar seu revés. “O importante é que o teto foi aprovado. Essa sim é a contrapartida. Isso é o fundamental”, disse após uma reunião com empresários e parlamentares, em Brasília.

Aliado de primeira hora do Governo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, seguiu na mesma linha. “O importante foi superar as dúvidas e pressões e garantir o que há de mais importante nessa matéria, que é a garantia do congelamento de gasto global dos Estados pela inflação”.

Apesar dos discursos, economistas avaliaram que o Governo teve de ceder bem mais dos esperava nesse momento. “O processo político ainda está conturbado, enquanto o impeachment da Dilma [Rousseff, presidente afastada] não terminar de ser votado, o governo ainda fica refém para não desagradar tanto os políticos. Além disso, tem o peso político das eleições municipais deste ano também”, avaliou o professor do IBMEC e estrategista da JK Capital, José Kobori.

Na análise dele, a manutenção dos gastos iguais à inflação não significa nenhuma economia. “Os políticos vivem em outra realidade. Nenhuma empresa pode gastar mais se não tem resultado positivo. O Estado só poderia aumentar gastos se evoluísse sua receita, caso contrário, pode-se aumentar o déficit, que já é alto”, afirma Kobori.

Especialista em contas públicas, Felipe Salto lamentou a redução das contrapartidas. “Nada mais justo do que exigir mudanças estruturais que aperfeiçoem o equilíbrio fiscal. Na ausência do limite para o gasto do pessoal, quem vai pagar a conta desse ajuste são os investimentos. Os governos vão continuar sujeitos a pressão das burocracias locais”.

Salto afirmou ainda que, nos próximos meses, o Governo terá de mostrar um projeto firme que traga mudanças efetivas pois corre risco de perder apoios. “Temer tem o dream team, mas a gordura da credibilidade dessa equipe está sendo queimada e não vai demorar muito para o mercado colocar o Governo na parede”, analisou.

O próximo teste de fogo de Temer na área econômica é a PEC do Teto de Gastos. Para não se arriscar tanto, a votação só ocorrerá depois das eleições municipais de outubro. Temer já poderá, então, se expor a enfrentar rompantes de impopularidade (partindo de números frágeis uma vez que apenas 14% aprovam o Governo) sem se preocupar com a saúde eleitoral dos deputados aliados e dele próprio, que, ao que tudo indica, já terá deixado para trás o impeachnent.

Com informações de Heloísa Mendonça.

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Posted on 11-08-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 11-08-2016


Aroeira, no Jornal do Sul

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Posted on 11-08-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 11-08-2016

OAB comemora renúncia de presidente da Anatel

Claudio Lamachia, presidente da OAB, que pediu o afastamento do presidente da Anatel, recebeu com satisfação a notícia de que João Rezende renunciou ao cargo.

“Espero que o próximo presidente da Anatel seja uma pessoa comprometida com os interesses dos cidadãos e não restrinja a atuação da agência reguladora à defesa dos interesses das empresas. O amplo acesso à internet é hoje condição fundamental para a efetivação da liberdade de expressão e de informação. A Anatel tem atuado, nos últimos tempos, de forma contrária às necessidades de uma sociedade moderna, tem atuado contra os consumidores.”

Rezende alegou “motivos pessoais” para deixar a função dois anos e meio antes do término do mandato.

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