boa Noite!!!

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Posted on 02-08-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 02-08-2016

DEU NO PORTAL TERRA BRASIL

Por unanimidade, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou hoje (2) pedido de defesa para soltar os ex-deputados André Vargas, condenado em uma das ações penais da Operação Lava Jato, e Luiz Argôlo, condenado a 11 anos de prisão pelo juiz Sérgio Moro

André Vargas teve o mandato cassado em dezembro de 2014
André Vargas teve o mandato cassado em dezembro de 2014
Foto: Agência Brasil

Vargas e Argôlo estão presos desde abril do ano passado no Complexo-Médico Penal em Pinhais, região metropolitana de Curitiba.

Em relação a Vargas, seguindo voto do relator, ministro Teori Zavascki, o colegiado entendeu que, apesar do longo tempo de encarceramento, não é possível substituir a prisão preventiva por medidas cautelares, como recolhimento domiciliar e uso de tornozeleira eletrônica. Segundo o relator, há risco de Vargas voltar a cometer crimes de lavagem, sendo que os valores desviados ainda não foram recuperados.

Além de Zavascki, mantiveram a prisão de André Vargas os ministros Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Celso de Mello e o presidente da Turma, Gilmar Mendes.

Em setembro do ano passado, o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal, na capital paranaense, condenou Vargas a 14 anos e quatro meses de reclusão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Em dezembro de 2014, o mandato de André Vargas foi cassado pela Câmara dos Deputados. Os parlamentares decidiram cassá-lo por envolvimento em negócios com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal na Operação Lava Jato por participação em um esquema de lavagem de dinheiro em obras da Petrobras.

A defesa do ex-parlamentar alegou no recurso julgado que a prisão não é mais necessária porque Vargas não é mais deputado e não há como interferir nas investigações.

Argôlo

No julgamento de Argôlo, o relator da Lava Jato, ministro Teori Zavascki, disse que as investigações mostraram que o ex-parlamentar recebeu pagamentos do doleiro Alberto Yousseff até os dias que antecederam sua prisão preventiva. Dessa forma, segundo o ministro, a soltura de Argôlo traria riscos à investigação.


DO EL PAÍS

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira a 33ª fase da Operação Lava Jato, intitulada Resta Um, que tem como alvo principal a empreiteira Queiroz Galvão. Esta fase da operação cumpre 32 mandados judiciais em seis Estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Goiás, Pernambuco e Minas Gerais), sendo dois de prisão preventiva, um de prisão temporária, seis de condução coercitiva (depoimentos) e 23 de busca e apreensão. De acordo com as investigações, a construtora formou um cartel com outras empreiteiras para fraudar licitações da Petrobras, em um esquema que gerou prejuízos bilionários para a estatal petrolífera,

Os alvos da operação são dirigentes e funcionários da construtora e do consórcio Quip S/A, do qual a empreiteira mencionada era acionista líder. Foram presos preventivamente o ex-presidente Ildefonso Colares Filho e o ex-diretor Othon Zanoide de Moraes Filho. Já o mandado de prisão temporária é contra Marcos Pereira Reis, executivo da Quip, segundo informações da Folha de S.Paulo.
ova lei das estatais brasileiras abre brecha para escândalos de corrupção

O cartel supostamente liderado pela Queiroz Galvão subornou altos funcionários das diretorias de Serviços e Abastecimento da Petrobras para que as empresas firmassem contratos com a petrolífera com lucros superiores aos valores de mercado. De acordo com o Ministério Público Federal, as propinas pagas chegam a 10 milhões de reais. Em nota, a Procuradoria destaca que “esses crimes estão comprovados por farta prova documental que corroborou o depoimento de, pelo menos, cinco colaboradores, sendo três deles dirigentes de empreiteiras”.

As investigações apontam ainda que transferiu milhões de dólares em propinas que seriam destinadas a dirigentes da Petrobras para contas secretas no exterior. Nesta fase da operação, um dos objetivos é provar que as empresas agiram para atrapalhar as investigações da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, em 2009. “Há indícios, que incluem a palavra de colaboradores e um vídeo, de que 10 milhões de reais em propina foram pagos pela Queiroz Galvão com o objetivo de evitar que as apurações da CPI tivessem sucesso em descobrir os crimes que já haviam sido praticados até então”, diz a nota do Ministério Público.

O grupo Queiroz Galvão, já investigado há anos pela Polícia Federal por outros esquemas de corrupção e desvio de dinheiro nas operações Monte Carlo, Castelo de Areia e Navalha, foi identificado na Lava Jato como o terceiro com maior volume de contratos celebrados com a Petrobras, alcançando um total superior a 20 bilhões de reais.

DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

OPINIÃO
Anticandidatos somem à visão da derrota

Um conceito é rigorosamente verdadeiro no processo que culminou com a indicação da deputada Maria del Carmen (PT) para vice na chapa à Prefeitura da deputada Alice Portugal (PCdoB): a convicção da derrota gerou todo o desinteresse.

Nenhum dos convidados, sondados ou sugeridos quis sacrificar o projeto pessoal por uma suposta causa. O governador Rui Costa conseguiu a proeza democrática de ser derrotado com o nome de Olívia Santana tanto para prefeita como para vice.

Já não há mais anticandidatos dispostos a conduzir uma mensagem, como foram Ulysses Guimarães, modelarmente, em 1973, e Lídice da Mata, à frente das Três Marias, em 1990, enfrentando ninguém menos do que Antonio Carlos Magalhães.

Foi uma concepção do velho Domingos Leonelli, pioneiro na Bahia, com a Vox Propaganda, do que viria a se chamar marketing político. Se pudesse influenciar agora, poderia ter tido a ideia de colocar Lídice como vice de Alice.

A senadora tentou ser candidata a prefeita numa estratégia que lhe seria muito benéfica, garantindo vaga na chapa majoritária de 2018 e ganhando um bom tempo de exposição. Como não conseguiu, poderia ter aproveitado melhor o espaço, claro, se tirasse o PT do caminho.

Sem demérito para Del Carmen, mas a senadora é um nome nacional e de tradição de combate ao carlismo na linha de frente. Daria prova de humildade, ganharia sua cota de horário gratuito e ainda ficaria solta para o que mais interessa agora: a campanha do PSB.

Elo necessário

A candidata Alice tem um drama fundamental: a nacionalização do pleito, que assumiu, não a ajuda, e no debate municipal, ela terá pouco a dizer nas circunstâncias atuais. A menos que transmita a impressão de uma ligação muito forte com o governador.

Desculpem (ou curtam) o chiado da agulha no vinil, na gravação de 1945 , mas a beleza da canção de Trenet supera tudo. Confira!!!

BOM DIA!!!

( Vitor Hugo Soares)

DEU NA COLUNA POLÍTICA RAIO LASER, DA TRIBUNA DA BAHIA

O retorno

A convenção de Alice Portugal marcou a volta à cena política baiana do ex-governador e ex-ministro Jaques Wagner (PT), que prometeu se dedicar à campanha pela eleição da candidata à Prefeitura, apesar de estar envolvido na luta nacional contra o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff (PT).

Ele defendeu a federalização do debate à Prefeitura, argumentando que o prefeito ACM Neto (DEM) vai ter dificuldade de pedir votos à população, “tendo desconsiderado os 54 milhões de votos recebidos por Dilma Rousseff”.

“Temos que apaixonar a cidade pela causa política. É assim que se ganha uma eleição”, ensinou Wagner, que ainda dançou forró com a ex-primeira-dama, Fátima Mendonça, ao som do jingle de Alice Portugal.

O ex-governador chamou ACM Neto de “Menino Perfurmaria” e “Menino Brilhantina”.

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Posted on 02-08-2016
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DO EL PAIS

Afonso Benites

Brasilia

Correndo o risco de sofrer uma estrondosa derrota na Câmara dos Deputados, o Governo interino de Michel Temer voltou atrás e decidiu modificar o texto do projeto de lei complementar 257/2016, que trata da renegociação da dívida dos Estados e do Distrito Federal e gera uma série de restrições ao funcionalismo público. Com isso, a votação que estava prevista para ocorrer na noite desta segunda-feira acabou adiada para a terça.

A pressão que antes estava localizada em alguns dos sindicatos de trabalhadores vinculados a partidos de oposição atingiu boa parte da base de Temer no Legislativo. Deputados do PRB, do PTB, do PPS e do SD, quatro das legendas aliadas ao peemedebista ocuparam a tribuna para criticar a proposta. “Esse projeto não agrada 99% da classe trabalhadora. Dos policiais aos professores. Todos estão contra ele. Ou mudam o texto, ou ele vai ser derrotado”, afirmou o deputado Major Olímpio Gomes (SD-SP). “Nunca vi nada tão esdrúxulo quanto esse projeto que foi feito pelo governo Dilma Rousseff e é continuado pela gestão Temer. Ele tem de ser revisto”, reclamou Lincoln Portela (PRB-MG).

As negociações para as mudanças no projeto começaram cedo. Logo no primeiro dia pós-recesso parlamentar, o presidente interino reuniu parte dos líderes das bancadas aliadas em um café da manhã no Palácio do Jaburu. À tarde, o mesmo grupo voltou a debater o assunto com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). No fim do dia a conversa foi entre o relator da matéria, o deputado Esperidião Amin (PP-SC) e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Até as 20h desta segunda-feira, ainda não havia um consenso sobre a questão.

Enquanto as mudanças na proposta ocorriam, centenas de servidores públicos transitavam nos corredores da Câmara tentando convencer os parlamentares a derrubar o projeto. Entre as polêmicas medidas elencadas no projeto inicial estão uma limitação para o gasto público em todas as unidades de federação, impedindo a realização de novos concursos para a contratação de funcionários, proibindo a criação de novos cargos e reajustes de servidores pelo período de até dez anos, além do incentivo aos programas de demissão voluntária.

No quesito demissões, uma das áreas que mais sofreriam seria a do sistema judicial. Entidades de servidores da Defensoria Pública, de Tribunais de Justiça e do Ministério Público dizem que centenas de funcionários concursados perderiam os seus cargos por causa da mudança legislativa que previa a limitação de gastos com pessoal e a inclusão de outras categorias nessa rubrica. Os trabalhadores terceirizados e os aposentados, por exemplo, estariam nessa nova fatura e seriam os responsáveis por elevar os gastos com pessoal. A expectativa era de que as mudanças coordenadas pelo deputado Amin contemplassem essas categorias.

Em sua primeira sessão oficial como presidente da Câmara, Rodrigo Maia afirmou que decidiu adiar a votação para que todas as categorias que fossem afetadas pelas mudanças pudessem dar seu parecer. “Não podemos votar um projeto deste tamanho sem uma análise por todos os interessados e, principalmente, por todos os deputados”, afirmou.

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Posted on 02-08-2016
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Jarbas, no Jornal do Comércio (PE)

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Posted on 02-08-2016
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DEU NO BLOG O ANTAGONISTA
Quem vai primeiro: Dilma ou Cunha?

O governo chegou a uma conclusão sobre a melhor sequência dos fatos no Congresso Nacional.

Primeiro, Dilma; depois, Eduardo Cunha.
O receio, segundo o Estadão, é que Cunha tumultue o afastamento de Dilma e a própria vida do Planalto se for degolado primeiro.

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