DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Aliados até demais

É de comover: o PRB quer João Roma Neto, o PMDB quer Bruno Reis, o PPS quer Guilherme Bellintani, o PV quer Luiz Carreira.

E mais nomes e partidos deve haver para sair um do bolso do prefeito ACM Neto como candidato a vice na chapa à reeleição.

Está em curso, inclusive depois do apoio do PTB e da exigência dos irmãos Vieira Lima por Bruno, o maior cheiro-mole dos últimos tempos na política baiana.

Manda quem pode

Aliás, esse negócio de o PMDB “exigir” é balela das mais escancaradas. Parece combinação.

Embora muito forte, com bancada, igreja, televisão, não há como o PRB competir com Geddel e Temer nessa parada.

Um sonho de doçaria

Agora, pra ficar comprovada mesmo essa força, era para sair Lúcio como vice de Neto.

Geddel tentaria o que quisesse em 2018, menos o governo, e o irmão se aconchegaria na Prefeitura em 2020.


DO EL PAÍS

Afonso Benites
Brasilia

A crise política brasileira, a onda de ataques terroristas pelo mundo e campanhas eleitorais devem resultar em uma baixa presença de chefes de Estado e de Governo na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos no próximo dia 5 de agosto, no Rio de Janeiro.

Até a última sexta-feira, a duas semanas do início das Olimpíadas, o Palácio do Planalto tinha a confirmação de que 44 delegações seriam comandadas pelos presidentes ou primeiros-ministros dos países. Ao todo, 206 nações participam dos jogos, o primeiro na América do Sul. Na última edição do torneio, em 2012, em Londres, 95 autoridades nacionais estiveram na abertura do torneio. Em Pequim, em 2008, foram 86.

Um fator que tem pesado na decisão de presidentes virem ao Brasil, segundo diplomatas ouvidos pelo EL PAÍS, é a instabilidade gerada por um Governo interino. Atualmente, o país tem dois presidentes uma afastada, Dilma Rousseff, e um em exercício, Michel Temer. Como o impeachment dela só deve terminar de ser julgado por volta do dia 26 de agosto, após o fim dos Jogos, alguns chefes de Estado resolveram não comparecer ao torneio. Além disso, governos sul-americanos que eram identificados com a gestão petista também estão receosos de participar do evento para não enviar a mensagem de que reconhecem legitimidade na gestão Temer. Nesse grupo estão o Equador, a Bolívia e a Venezuela.

Uma consulta feita pela reportagem junto aos membros do G20 (o grupo dos 20 países mais ricos do mundo) resultou na confirmação de que apenas dois representantes do primeiro escalão de seus países, o presidente da França, François Hollande, e o governador-geral da Austrália, Peter Cosgrove. Parte dos outros deverão ser representados por ministros de Esportes, secretários de Estado ou membros dos comitês olímpicos.

Os Estados Unidos, por exemplo, ainda não informaram oficialmente quem representará o país. Já é dada como certa a ausência do presidente Barack Obama ou de seu vice, Joe Biden. A expectativa é que o secretário de Estado, John Kerry, esteja no Rio. Ainda dentro do campo do G20, alguns importantes parceiros comerciais brasileiros como Rússia, Japão, China, Turquia e Alemanha, afirmaram que não decidiram quem virá ao país. No caso dos russos, um fator que deve contar na decisão é a exclusão de todos os seus competidores do atletismo por conta de falhas no sistema de controle de doping do país. Outros países, como México e Arábia Saudita informaram que serão representados por autoridades com cargos equivalentes ao de ministro dos Esportes. No caso da Argentina, não existe confirmação oficial da viagem, mas a visita ao Rio está na agenda do presidente Mauricio Macri.

Países como o Canadá e a Espanha também estão para definir quem serão os enviados ao Rio. No caso dos espanhóis, as eleições internas pesaram na decisão de não enviar nem um membro da família real ou do Governo, que ainda está sendo formado. Nem países pequenos, como Finlândia, Macedônia e Suriname, confirmaram a participação na solenidade.

O chefe da Casa Civil brasileiro, Eliseu Padilha, afirmou que ainda é cedo para dizer que haverá uma baixa participação de chefes de Estado na solenidade de abertura do torneio. Alegando questões de segurança, o Planalto ainda não divulgou a lista dos presentes. No Ministério das Relações Exteriores a expectativa é que no máximo 60 chefes de Estado estejam no Brasil. Os que estiverem presentes participarão de uma recepção promovida pelo Governo brasileiro no Palácio do Itamaraty, no Rio. Na ocasião, o anfitrião será o presidente interino Michel Temer.

Em eventos como esse, é comum ocorrerem encontros bilaterais entre o país sede e alguns dos visitantes. Nenhum foi confirmado por enquanto. A presidenta afastada, Dilma Rousseff, foi convidada para participara da cerimônia de abertura, mas também não decidiu se irá.

jul
24
Posted on 24-07-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 24-07-2016


Miguel, no Jornal do Comércio (PE)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Dilma ganha um mês no TCU

A Folha informa que Dilma Rousseff ganhou mais 30 dias para se defender da série de irregularidades apontadas pelo TCU nas contas de 2015. O novo prazo vencerá na segunda quinzena de agosto.

Tudo dentro do script para que a análise do tribunal ocorra após o impeachment definitivo no Senado.

BOA TARDE!!!

DO PORTAL G1/ O GLOBO

Morreu no Rio de Janeiro de Janeiro, na noite desta sexta-feira (22), a cantora Lidoka Matuscelli, aos 66 anos, ex-integrante das Frenéticas, informou seu filho, Igor, em rede social. As Frenéticas fizeram sucesso entre os anos 1970 e 1980, incendiando as danceterias com músicas como “Dancin’ days”, “Perigosa” e “Feijão maravilha”.

Lidoka enfrentou um câncer durante 10 anos.

“Ela estava em casa. A cortina se fechou em seu quarto, com muita paz e tranquilidade. Foi por volta das 22h (desta sexta-feira)”, afirmou o filho de Lidoka, Igor Machado, ao jornal “O Globo”.

O filho Igor Bandoca anunciou a morte da mãe no Facebook. “Informo a todos que minha mãe, a eterna Frenética, voou há duas horas. Agora irá curtir as energias do céu! Que sorte tive em poder me despedir, aceitar e entender sua ida. Agradeço muito a todos, vocês ajudaram muito a seu espírito subir com paz. Foi supertranquilo, em paz. Como um passarinho, palavras do enfermeiro que estava acompanhando ela. Grande bj a todos!”, postou no perfil da cantora.

Durante a madrugada deste sábado (23), o filho Igor postou um longo texto para homenagear a mãe. “Inesquecível ela brincando comigo”, escreveu.

Leiloca

A ex-cantora Leiloca, que também integrou as Frenéticas, homenageou Lidoka no Instagram e também no Twitter. “Taurina, guerreira, divertida, sua luta não foi em vão. Agora acabaram-se as limitações e você pode voar”, escreveu.


Rosental Calmon Alves: mérito na conquista do Cabot 2016


Juarez Bahia:”cole com ele”, um conselho no Jornal do Brasil

ARTIGO DA SEMANA

Rosental, Cabot 2016: Viva o jornalismo brasileiro

Vitor Hugo Soares

Navego águas intranquilas da Internet, destes dias no Brasil de olhos vidrados no terrorismo, às vésperas dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, enquanto, em Curitiba, o juiz Sérgio Moro segue inabalável expondo, à luz do sol e ao conhecimento da sociedade, o perigo maior: as contaminadas entranhas de um País moralmente doente, mas ainda em busca esperançosa de uma saída para a salvação. Desta vez, na quinta-feira, 21, quando o publicitário João Santana e sua mulher, Mônica Moura, diante do magistrado, revelaram de viva voz a disposição de colaborar com a Justiça, no crucial andamento da Operação Lava Jato.

Trafego, com atenção e cuidado, pelas paginas dos sites dos principais jornais nacionais e estrangeiros e outras mídias informativas. Ando à cata de notícias “quentes” (ou menos manjadas, digamos assim), para abastecer e atualizar o site blog que edito há anos na Bahia. De repente, o sopapo formidável de um fato inesperado para o distraído jornalista que assina este artigo, apesar da justiça cristalina do conteúdo. Confira a notícia – já transcrita em O Globo e no blog de Fernando Rodrigues (UOL-Folha –Twitter). Isso talvez ajude a entender melhor o enorme alvoroço que, em seguida, me assalta a memória e vai pousar no coração do veterano repórter, temperado há décadas para receber fortes impactos, que mexem fundo na emoção.

“O professor e jornalista Rosental Calmon Alves, fundador do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, foi escolhido para receber o Prêmio Maria Moors Cabot 2016, da Universidade de Columbia, em Nova York. O prêmio, que reconhece coberturas jornalísticas excepcionais nas Américas, e que tenham contribuído para o entendimento interamericano, destacou que Rosental é “um verdadeiro líder inovador em cenário de mudanças na mídia”.

Confiro o calendário do PC, depois de ler a informação original: Quarta-Feira, 20 de julho de 2016. Data destinada a representar uma marca histórica de reconhecimento internacional da inteligência, inovação e qualidade do jornalismo brasileiro. Isso, apesar do ralo destaque e parca repercussão do fato, até aqui, em nossos maiores jornais impressos, principais redes de televisão ou emissoras de rádio e outras mídias, incluindo o jornalismo que se pratica na Internet, universo de inovação tecnológica e profissional onde o vencedor do Prêmio Cabot deste ano é um notável pioneiro no Brasil.

Em Salvador, de onde escrevo estas linhas semanais de informação e opinião, a desatenção das pautas e o silêncio nas redações e nas principais entidades de representação profissional são de mexer com os nervos. Isso, apesar da estreita relação e contribuição de Rosental com o jornalismo baiano – especialmente no rádio e na web.

O que não esqueço nunca é do meu primeiro encontro com o agora vencedor do mais antigo e relevante prêmio mundial do jornalismo livre e independente, que teve, ano passado, outro ganhador brasileiro: o jornalista Lucas Mendes, âncora do programa Manhattan Connection, da Globo News. A memória me reconduz ao começo dos anos 70, quando nos vimos pela primeira vez, no Rio de Janeiro. O encontro foi em frente à porta de vidro que separava o “aquário” da Editoria Nacional, do monumental e vibrante espaço onde funcionava a Redação do Jornal do Brasil, na nova sede do então indispensável diário, na Avenida Brasil. Chefe da Redação, da Sucursal de Salvador, acabara de desembarcar no Rio, para fazer um treinamento preparatório, para implantação da Rádio Jornal do Brasil FM- Salvador que, na época, representaria uma inovação expressiva de conteúdo e qualidade no rádio-jornalismo baiano.

Conversava com Juarez Bahia, editor Nacional, uma das legendas do jornalismo brasileiro que povoavam o grande diário. Seis prêmios Esso no currículo, autor de livros clássicos do ensino da Comunicação, mestre de Teoria e Prática, de várias gerações de acadêmicos e profissionais de imprensa, ponte competente, generosa e segura na ligação Rio-Salvador no JB. Um jovem repórter, a caminho do trabalho na redação da Rádio JB-AM, aparentemente tão tímido quanto eu, pára para cumprimentar o editor, professor e amigo comum.

Bahia, ao seu estilo tranqüilo, mas incisivo, surpreende aos dois, dirigindo-se a mim: “deixe eu lhe apresentar aqui ao Rosental. Para mim, ótimo repórter e excelente redator, além de uma das melhores jovens promessas, entre os profissionais de sua geração. Cole nele, estou certo de que lhe será muito útil neste seu atual aprendizado de rádio- jornalismo. Antevejo, ainda, uma rica e produtiva amizade cultural e profissional entre vocês dois”. Na mosca! Profético, Juarez Bahia. Foi química positiva à primeira vista. Ali nascia a amizade que atravessaria décadas, até o amargo fim do Jornal do Brasil. Lembro que um dos últimos e mais agradáveis encontros foi em seu apartamento, em Buenos Aires, quando Rosental iniciava na Argentina sua destacada atuação de correspondente internacional.

Agora olho a foto que ilustra a notícia do Cabot 2016. O senhor de barbas, ar sempre reflexivo, fala da honra com o reconhecimento pelo seu quase meio século de carreira dedicada ao jornalismo. Vibra, ainda, com a mesma intensidade do jovem que conheci no JB. Ou o garoto que começou aos 16 anos, como estagiário nas redações do Rio.

Diz ter pensado que suas chances de ganhar o Cabot tinham terminado quando ele deixou o Jornal do Brasil, após 27 anos no jornalismo brasileiro. Mas a verdade é: ainda assim,desde que mudou da redação carioca para a sala de aula em Austin, no Texas, seguiu fazendo tudo para contribuir e poder melhorar o jornalismo no Hemisfério Ocidental. Um exemplo, de verdade.

Valeu, Rosental! O jornalismo brasileiro lhe agradece. E o Prêmio Maria Moors Cabot 2016 lhe cai como luva. Abraço da Bahia para você. O saudoso “Bahia”, estou certo, vibra também com a sua conquista, onde ele estiver agora. Minhas palmas e meu melhor e mais forte abraço.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

A Palestina acima dos Jogos Olímpicos

A “inteligência” brasileira já teve seus 15 minutos de fama – ou seriam 15 segundos? – previstos por Andy Wharol para todo ente vivente do planeta.

Agora deve repousar nos louros da vitória da prisão de “dez terroristas” e aguardar que os Jogos Olímpicos passem sem mais patacoadas, embora sempre atenta.

A questão palestina é o embrião de toda e qualquer luta envolvendo o sentimento islamita, porque é uma causa nacional, que, sem o radicalismo, teria sido resolvida na década de 90 pelos acordos de Oslo.

Em segundo plano, mas não menos importantes, vêm, nos diversos países da região, os problemas econômicos e sociais que milenarmente submetem populações à pobreza.

O Brasil tem uma história de apoio ao Estado da Palestina, e somente os adversários e agressores dessa ideia podem temer o ódio que provocam: Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Rússia…

Assaltos com barreiras

Os “riscos” detectados na periferia dos Jogos não trariam consequência que não tenhamos visto amiúde como “crime comum”, mas que igualmente leva vidas, praticamente todo dia, embora o público só tome conhecimento das armações telefônicas dos bandidos, pela TV, depois que elas se consumaram.

Desta vez, foi ao contrário. Grampearam muita gente, em Estados distintos do país, quando a barbárie estava ainda em fase de “planejamento”.

O mundo se curva ante o Brasil, sem atentar para o fato de que milhares de nacionais que desembarcam no Rio com o espírito esportivo no coração passarão por outro tipo de prova nas esquinas.


BOM DIA!!!

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Coletiva de Moraes surpreendeu investigadores

O Antagonista apurou com fontes da investigação da Operação Hashtag que a coletiva do ministro Alexandre de Moraes pegou todos de surpresa. Diante das informações truncadas de Moraes, o juiz Marcos Josegrei da Silva foi obrigado a convocar a imprensa para dar explicações.

Não é comum que juízes federais convoquem a imprensa para falar de inquéritos em andamento. O próprio Sérgio Moro nunca deu entrevistas para falar especificamente sobre investigações da Lava Jato.

“Não era para ter coletiva, nem era para que a investigação vazasse. Tudo deveria ter ficado em sigilo, inclusive as prisões”, diz um dos investigadores.

Ficou claro que Moraes quis explorar politicamente o caso às vésperas das Olimpíadas.

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