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Postado em 30-07-2016
Arquivado em (Artigos) por vitor em 30-07-2016 01:03

DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

A cassação improvável da chapa Dilma-Temer

Como de bobinha não se pode tachar a ex-senadora Marina Silva, o pedido que faz da cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer, o que determinaria novas eleições presidenciais, tem apenas o objetivo de colocá-la na linha de frente do debate, visando às eleições de 2018.

Primeiro, porque é muito difícil que o Tribunal Superior Eleitoral, uma espécie de filial do Supremo, tenha interesse em cassar Temer, presidente de fato da República, a quem uma decisão dessa natureza atingiria, já que Dilma, embora seu retrato seja conservado nas salas nobres do Planalto, é passado.

Depois, porque, mesmo se chegando a esse extremo radicalismo, é improvável que haja tempo de fazer eleição direta ainda este ano, o que beneficiaria Marina. Só o novo presidente, em tese Rodrigo Maia, teria 90 dias para convocar o pleito. Com impeachment e Jogos Olímpicos na fita, o processo seria retardado.

Vale lembrar que, a partir de 1º de janeiro de 2017, em caso de vacância da presidência, o sucessor seria eleito indiretamente pelo Congresso. O que significa que, pelo andar da carruagem e pelos esquemas pré-montados, o presidente biônico poderá ser novamente… Michel Temer.

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 30 julho, 2016 at 8:42 #

Marina ainda sonha, deseja e suspira, ser “Dilma” de Lula.

Nada mais insustentável que cotovelo de preterida!

Perdeu o trem, agora descobre-se nua do condutor!

Só resta tecer redes em busca do peixe dourado!


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