Frank preso e levado para ser medicado e interrogado. Foto Divulgação.

Da Redação

Após cerca de quatro horas de negociação, o suspeito de carregar explosivos durante a realização do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) se entregou à polícia. A ação ocorreu neste domingo (24), em uma sala da Unijorge, na Avenida Paralela. Ninguém ficou ferido.

Depois de passar por atendimento médico, ele foi encaminhado ao Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), na Pituba, onde será ouvido.

De acordo com o Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Militar, Frank Oliveira da Costa, se rendeu por volta das 16h20. Segundo o comandante do Bope, tenente coronel Paulo Coutinho, não foram encontrados explosivos ou armas de fogo com Frank. “Informações preliminares dão conta de que o caso se trata de um fato isolado, sem conexões com terrorismo”, diz nota da Secretaria da Segurança Pública (SSP).

A corporação informou ainda que Frank apresentava transtornos mentais e fez uma série de reivindicações contra a OAB durante a negociação. De acordo com a SSP, Frank movia um processo contra a OAB.

DO JORNAL A TARDE

Um homem, ainda não identificado, ameaça explodir o Centro Universitário Jorge Amado, na tarde deste domingo, 24. No local, está sendo realizada a primeira fase do Exame da OAB.

De acordo com informações da Superintendência de Telecomunicações das Polícias (Stelecom), a ocorrência foi confirmada e viaturas foram enviadas para o local. Ainda segundo a Stelecom, o homem está cercado no 7 andar do prédio da instituição. A prova que estava prevista para hoje foi cancelada.

Nota da Secretaria de Segurança Pública sobre a ameaça de bomba na UniJorge:

Bope negocia rendição de homem na Unijorge

O Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) negocia rendição do homem que na tarde deste domingo (24), durante a realização da prova da Ordem dos Advogados do Brasil, alegou portar uma bomba.

Ainda não há informações sobre a motivação das ameaças. O acusado está isolado em uma sala.

O caso também é acompanhado por equipes especializadas no Centro Integrado de Comando e Controle, instalado no Centro de Operações e Inteligência.


Rui e Pelegrino:ruídos no governo petista


DO CORREIO24HORAS

Da Redação

O secretário de Turismo do Estado da Bahia (Seltur), Nelson Pelegrino (PT), foi exonerado do cargo pelo governador da Bahia, Rui Costa (PT). A informação foi divulgada no Diário Oficial do Estado no sábado (23) e já havia sido adianta pelo CORREIO na sexta-feira (22).

Não foi informada a motivação da exoneração. No lugar de Pelegrino, assume o cargo José Alves Peixoto Júnior. Peixoto é o atual presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens da Bahia (Abav-BA).

O novo secretário do Turismo foi um dos três indicados pelo PR para a pasta, como divulgado aqui, após uma série de idas e vindas.

CRÔNICA
Operação Cumpade Washington

Janio Ferreira Soares

Eu sei que o fato se deu há dias e talvez soe ultrapassado descrevê-lo neste espaço que requer certo frescor diário, mas ao saber que uma das etapas da Lava Jato fora denominada Boca Livre tomei um baita susto e comecei a imaginar que diabos Zé Renato, Claudio Nucci e companhia poderiam ter aprontando depois de tantas toadas maneiras executadas em rodas de viola e novelas globais. Teriam sido os sexagenários músicos flagrados naquela estrada que os levavam a Maceió contando dólares em vez de estrelas, ou estariam envolvidos em algum escândalo de superfaturamento nos vagões do trem de ferro alegre a cantar, na reta da chegada pra descansar?
Apreensivo, fui atrás dos detalhes e só relaxei quando soube tratar-se de uma ação contra empresários que desviavam recursos da Lei Rouanet para aplicá-los em festas particulares. Esclarecido o imbróglio, aproveito os sinais de motim da rataiada do Congresso Nacional contra Capitão Cunha e viajo numa Hellmann’s sabor limão, só para sugerir ao pessoal de Curitiba que batize a operação que o fará ver o sol nascer quadrado com um nome em tributo às feições de sua cara-metade. Devaneio, pois.
Manhã de uma segunda-feira qualquer, Chico Pinheiro, com uma ressaca daquelas, abre o Bom Dia Brasil anunciando a deflagração de mais uma fase da Lava Jato, dessa vez intitulada Operação Aquellos Ojos Verdes.
Sem conter a satisfação e tendo o Buena Vista Social Clube cantando o referido bolero ao fundo, ele anuncia as prisões de Cunha e de sua esposa Claudia Cruz, que nessa hora surge na telinha com os olhos mais arregalados do que os de um caburé diante de um farol de milha. A propósito, se eu fosse um desses políticos baianos já denunciados ao Supremo – ou que possuem rabos presos com a OAS ou a Odebrecht – seguraria legal o tchan, pois, pelo toque do agogô, a qualquer momento pode estourar uma Operação Cumpade Washington, cuja mensagem subliminar é a de que pau que nasce torto nunca se endireita e que, inocente, nem mainha, seu ordinário!

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura de Paulo Afonso, na margem baiana do Rio São Francisco.



BOM DIA!!!

DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Aliados até demais

É de comover: o PRB quer João Roma Neto, o PMDB quer Bruno Reis, o PPS quer Guilherme Bellintani, o PV quer Luiz Carreira.

E mais nomes e partidos deve haver para sair um do bolso do prefeito ACM Neto como candidato a vice na chapa à reeleição.

Está em curso, inclusive depois do apoio do PTB e da exigência dos irmãos Vieira Lima por Bruno, o maior cheiro-mole dos últimos tempos na política baiana.

Manda quem pode

Aliás, esse negócio de o PMDB “exigir” é balela das mais escancaradas. Parece combinação.

Embora muito forte, com bancada, igreja, televisão, não há como o PRB competir com Geddel e Temer nessa parada.

Um sonho de doçaria

Agora, pra ficar comprovada mesmo essa força, era para sair Lúcio como vice de Neto.

Geddel tentaria o que quisesse em 2018, menos o governo, e o irmão se aconchegaria na Prefeitura em 2020.


DO EL PAÍS

Afonso Benites
Brasilia

A crise política brasileira, a onda de ataques terroristas pelo mundo e campanhas eleitorais devem resultar em uma baixa presença de chefes de Estado e de Governo na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos no próximo dia 5 de agosto, no Rio de Janeiro.

Até a última sexta-feira, a duas semanas do início das Olimpíadas, o Palácio do Planalto tinha a confirmação de que 44 delegações seriam comandadas pelos presidentes ou primeiros-ministros dos países. Ao todo, 206 nações participam dos jogos, o primeiro na América do Sul. Na última edição do torneio, em 2012, em Londres, 95 autoridades nacionais estiveram na abertura do torneio. Em Pequim, em 2008, foram 86.

Um fator que tem pesado na decisão de presidentes virem ao Brasil, segundo diplomatas ouvidos pelo EL PAÍS, é a instabilidade gerada por um Governo interino. Atualmente, o país tem dois presidentes uma afastada, Dilma Rousseff, e um em exercício, Michel Temer. Como o impeachment dela só deve terminar de ser julgado por volta do dia 26 de agosto, após o fim dos Jogos, alguns chefes de Estado resolveram não comparecer ao torneio. Além disso, governos sul-americanos que eram identificados com a gestão petista também estão receosos de participar do evento para não enviar a mensagem de que reconhecem legitimidade na gestão Temer. Nesse grupo estão o Equador, a Bolívia e a Venezuela.

Uma consulta feita pela reportagem junto aos membros do G20 (o grupo dos 20 países mais ricos do mundo) resultou na confirmação de que apenas dois representantes do primeiro escalão de seus países, o presidente da França, François Hollande, e o governador-geral da Austrália, Peter Cosgrove. Parte dos outros deverão ser representados por ministros de Esportes, secretários de Estado ou membros dos comitês olímpicos.

Os Estados Unidos, por exemplo, ainda não informaram oficialmente quem representará o país. Já é dada como certa a ausência do presidente Barack Obama ou de seu vice, Joe Biden. A expectativa é que o secretário de Estado, John Kerry, esteja no Rio. Ainda dentro do campo do G20, alguns importantes parceiros comerciais brasileiros como Rússia, Japão, China, Turquia e Alemanha, afirmaram que não decidiram quem virá ao país. No caso dos russos, um fator que deve contar na decisão é a exclusão de todos os seus competidores do atletismo por conta de falhas no sistema de controle de doping do país. Outros países, como México e Arábia Saudita informaram que serão representados por autoridades com cargos equivalentes ao de ministro dos Esportes. No caso da Argentina, não existe confirmação oficial da viagem, mas a visita ao Rio está na agenda do presidente Mauricio Macri.

Países como o Canadá e a Espanha também estão para definir quem serão os enviados ao Rio. No caso dos espanhóis, as eleições internas pesaram na decisão de não enviar nem um membro da família real ou do Governo, que ainda está sendo formado. Nem países pequenos, como Finlândia, Macedônia e Suriname, confirmaram a participação na solenidade.

O chefe da Casa Civil brasileiro, Eliseu Padilha, afirmou que ainda é cedo para dizer que haverá uma baixa participação de chefes de Estado na solenidade de abertura do torneio. Alegando questões de segurança, o Planalto ainda não divulgou a lista dos presentes. No Ministério das Relações Exteriores a expectativa é que no máximo 60 chefes de Estado estejam no Brasil. Os que estiverem presentes participarão de uma recepção promovida pelo Governo brasileiro no Palácio do Itamaraty, no Rio. Na ocasião, o anfitrião será o presidente interino Michel Temer.

Em eventos como esse, é comum ocorrerem encontros bilaterais entre o país sede e alguns dos visitantes. Nenhum foi confirmado por enquanto. A presidenta afastada, Dilma Rousseff, foi convidada para participara da cerimônia de abertura, mas também não decidiu se irá.

jul
24
Posted on 24-07-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 24-07-2016


Miguel, no Jornal do Comércio (PE)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Dilma ganha um mês no TCU

A Folha informa que Dilma Rousseff ganhou mais 30 dias para se defender da série de irregularidades apontadas pelo TCU nas contas de 2015. O novo prazo vencerá na segunda quinzena de agosto.

Tudo dentro do script para que a análise do tribunal ocorra após o impeachment definitivo no Senado.

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