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Postado em 19-07-2016
Arquivado em (Artigos) por vitor em 19-07-2016 00:21


DEU NO BLOG POR ESCRTO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

OPINIÃO
Um olhar sobre Renan (é necessário)

Na eterna luta entre o Bem e o Mal, embora nenhum dos dois seja tão firmes assim em suas convicções, o Brasil tem se livrado, de uma forma ou de outra, de personalidades prejudiciais à sua melhor História.

A mais recente delas é o deputado Eduardo Cunha, zumbi senil ao qual se aconselha até a antes desonrosa renúncia. É inacreditável, portanto, que o senador Renan Calheiros permaneça presidindo o Senado.

Renan não é melhor do que Cunha em seus subterrâneos. Engoli-lo agora, no auge da luta de setores da nação por limpeza institucional, seria uma cessão vulgar à política – no mau sentido – que desmereceria qualquer avanço.

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O Judiciário contra a “reforma”

É nesse cenário que o novo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, articula com Renan uma comissão mista especial para agilizar o que denominam “a tramitação de reformas no sistema partidário e eleitoral”.

Independentemente do conteúdo da proposta, não será o senador a figura mais legítima a encabeçar esse processo, e poderá fazê-lo de fato se os juízes que restam em Brasília não se debruçarem sobre material que têm em mãos.

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A República sucumbe ao protocolo vulgar

“Maia tem de conversar com Renan”, diz a imprensa, supostamente refletindo a realidade do quadro. A questão é saber como ele se sentirá no convívio estreito do gabinete, na foto que todos mandarão para todo mundo e todos os jornais no segundo seguinte.

Uma reunião desse nível para definir matérias tão importantes, com a cláusula de barreira que ameaçaria os pequenos partidos e a proibição de coligação para eleições parlamentares é, no mínimo, apressada, nas condições atuais.

O protocolo que reúne os presidentes da Câmara e do Senado é típico do republicanismo vigente, que constrange. É um dilema, é um drama, é uma desgraça, para ficar só na letra d.

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A antiguidade da música popular brasileira

“Há sinceridade nisso?” – perguntava o cantor no antológico samba-choro de Carvalhinho, Dozinho e Manezinho Araújo. E o coro: “Não há, não há”. Uma boa para a criançada daquela década de 50.

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 19 julho, 2016 at 7:31 #

Enquanto o STF garantir Renan o cinismo irá imperar!


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