BP SAUDAÇÕES!!!

BOA TARDE!

(Gilson Nogueira)

DO BLOG O ANTAGONISTA

O marca-passo de FHC será colocado amanhã

O G1 confirmou o que publicamos mais cedo: Fernando Henrique Cardoso “será internado no sábado para colocar marca-passo em um hospital em São Paulo”.

O portal conversou com Xico Graziano, que disse:

“Ele fez exames em casa. Eu estava preocupado com as notícias divulgadas e fui checar. Falei com ele mesmo, está bem. Vai colocar marca-passo”.


Boneco de Lewandowski inflado em protesto na Paulista

DEU NO G1/ O GLOBO

O Supremo Tribunal Federal (STF) pediu quarta-feira (6) à Polícia Federal investigação e responsabilização de manifestantes que inflaram bonecos alusivos ao presidente da Corte, Ricardo Lewandowski, e ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de forma crítica, durante ato na Avenida Paulista, no último dia 19 de junho.

O ofício é assinado pelo secretário de segurança do STF, Murilo Maia Herz – subordinado a Lewandowski – e endereçado ao diretor-geral da PF, Leandro Daiello.

No documento, Herz pede, “em caráter de urgência”, medidas para que os responsáveis por inflarem os bonecos sejam “chamados à responsabilidade” e que a PF empenhe “todos os esforços” para interromper “nefasta campanha difamatória contra o Chefe do Poder Judiciário, de maneira a que esses constrangimentos não mais se repitam”.

O secretário ainda pede atuação da PF nas redes sociais, argumentando que o endereço da casa de Lewandowski “foi amplamente divulgado”.

O ofício identifica como responsável pelo ato o grupo NasRuas e como sua suposta líder, a “senhora” Carla Zambelli Salgado. Ao G1, ela confirmou ser a responsável pelos bonecos e que está à disposição da Justiça.

No protesto do dia 19 de junho, realizado em frente ao Masp, o boneco de Lewandowski aparece com uma estrela do PT afixada no paletó e segurando uma balança da Justiça: num dos lados, o símbolo do partido pesa mais que o outro, com a bandeira do Brasil. Aos seus pés, ratos viram-se em sua direção.

O boneco de Janot, por sua vez, também com a estrela do PT, tem sobre si a inscrição “petralhas” e coloca o procurador-geral atrás um arquivo.

No ofício à PF, o STF considera que as condutas “representaram grave ameaça à ordem pública e inaceitável atentado à credibilidade de uma das principais instituições que dão suporte ao Estado Democrático de Direito”, em referência ao Poder Judiciário, com “potencial de colocar em risco – sobretudo se foram reiteradas – o seu regular funcionamento”.

“Configuram, ademais, intolerável atentado à honra do Chefe desse Poder e, em consequência, à própria dignidade da Justiça Brasileira, extrapolando, em muito, a liberdade de expressão que o texto constitucional garante a todos os cidadãos, quando mais não seja, por consubstanciarem, em tese, incitação à prática de crimes e à insubordinação em face de duas das mais altas autoridades do País”, diz Herz.

O Código Penal brasileiro estabelece que, em caso de difamação contra autoridade pública, cabe ao Ministério da Justiça, vinculado ao Poder Executivo e que comanda a PF, processar os responsáveis. O crime de difamação, quando se imputando fato ofensivo à sua reputação de alguém, prevê pena de detenção, de três meses a um ano, além de multa.

Procurada pelo G1, Zambelli, que é gerente de projetos e porta-voz do NasRuas, afirmou que além dos bonecos de Lewandowski e Janot, também levou às ruas bonecos dos ministros Teori Zavascki e Dias Toffoli, além de um representando a presidente afastada Dilma Rousseff.

“Não tenho receio algum de responder pelas minhas atitudes, garantidas pela liberdade de expressão. Os bonecos têm amplo apoio popular, representam boa parte da população. Não vejo ato de fazer o boneco como grave ameaça ao Judiciário, mas sim os atos do próprio Lewandowski e de outros ministros que têm suas atitudes pautadas por dois pesos e duas medidas. Os bonecos são reflexo das atitudes deles anteriores e da própria falta de credibilidade que já existia”, afirmou.

Ela informou que também é alvo de processos por parte do ex-ministro Gilberto Carvalho. “Isso só mostra que a gente está no caminho certo. Quando a gente mexe com pessoas que estão no poder e a população está contra, fico muito tranquila. Isso não vai me fazer parar”, completou.

Manifestações

Desde o ano passado, grupos contrários ao PT utilizaram bonecos infláveis do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente afastada Dilma Rousseff em manifestações por todo o país.

Os bonecos provocaram conflitos entre grupos pró e contra o governo petista. Em alguns casos, simpatizantes da presidente afastada chegaram a furar e esvaziar os bonecos.

BOM DIA!!!


Cunha desce a rampa do Congresso após renunciar à presidência da Câmara. J. CRUZ AFP

DO EL PAIS

Afonso Benites
BrasÍia

O fantasma do deputado federal afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ainda paira sobre a Câmara . Apesar de ele renunciar ao cargo de presidente da Casa nesta quinta-feira, sua opinião será fundamental para escolher o seu sucessor, que conduzirá a cassação do mandato dele e os projetos de interesse do Governo interino de Michel Temer (PMDB). A eleição foi antecipada para a próxima terça-feira, dia 12 de julho.

Menos de meia hora após a renúncia, quando o demissionário havia acabado de descer a rampa do Congresso Nacional, lideranças partidárias já negociavam os nomes que iriam sucedê-lo. Com a vacância do cargo, uma nova eleição deveria ser convocada em até cinco sessões. Até o fim da tarde desta quinta-feira, ao menos 15 nomes estavam entre os potenciais concorrentes para comandar a Câmara em um mandato-tampão entre julho de 2016 e fevereiro de 2017. Só dois não são da base do Governo: Alessandro Molon (REDE-RJ) e Chico Alencar (PSOL-RJ), dois dos principais adversários de Cunha e que são dos partidos que assinaram as representações que pediam a cassação do peemedebista. As chances deles são reduzidíssimas.

O agora ex-presidente da Casa trabalha para emplacar pelo menos quatro candidatos: Jovair Arantes, que foi relator da Comissão do impeachment da Câmara, Espiridião Amin, Aguinaldo Ribeiro, ambos do PP, e Fernando Giacobo, do PR. Arantes e Amin, porém, já se mostraram resistentes à ideia. Suas indicações provocaram um racha na base governista, já que alguns dos nomes preferidos de Cunha não agradam tanto a outros parlamentares que votam com Temer, e muito menos a oposição. “Cunha renuncia para, em acordo com Temer, continuar preservando o seu mandato. Cunha não pode definir a sucessão do parlamento brasileiro”, reclamou o vice-líder do PT, Henrique Fontana. Seu partido não deverá lançar candidatura.

O Governo interino acompanha atentamente os movimentos da Casa por motivos óbvios. Com 55 dias no poder, Temer tem conseguido apoio no Congresso para projetos difíceis, como a aprovação da meta fiscal deste ano.

A queda de Cunha, aliás – comemorada até por um grupo de servidores do Legislativo que fez uma pequena festa com bolo e salgadinhos encomendados de última hora em homenagem à renúncia – foi acordada com o presidente interino. Nas últimas conversas que tiveram, na semana passada, Temer disse ao deputado afastado que era fundamental que ele deixasse o Legislativo trabalhar, reforçou que ele já teve seu momento de protagonismo histórico ao comandar a abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT) e que ele deveria se concentrar na defesa dos processos que responde juntamente com sua mulher e sua filha no âmbito da operação Lava Jato. O apelo de Temer não fora o primeiro feito por seus apoiadores, como o próprio Cunha os denominou. Ao menos 15 deputados já haviam sugerido a renúncia.

Um outro fator que pesou na decisão foi ver o seu processo de cassação se aproximar do plenário da Câmara e com chances reduzidas de se salvar. Por isso, renunciou nesta semana, para que um novo presidente da Casa fosse eleito e o seu processo de cassação não fosse conduzido pelo primeiro vice-presidente, Waldir Maranhão (PP-MA), um atrapalhado parlamentar que já foi seu aliado e muitas vezes se perde na condução dos trabalhos do Legislativo. Ao ler sua carta de renúncia, Cunha afirmou que a Câmara estava “acéfala” e sendo conduzida de uma maneira “bizarra”. A expectativa do agora ex-presidente é emplacar um membro do centrão, seu grupo político, na presidência.

Apesar de dizer oficialmente que não vai interferir no processo eleitoral da Câmara, a gestão Temer já deixou claro que tem dois favoritos: Rogério Rosso (PSD-DF) e Osmar Serraglio (PMDB-PR). Mas ambos enfrentariam resistências de parte do Legislativo. O que poderia pesar contra Rosso seria o fato de ele estar em seu primeiro mandato na Câmara e por ser muito próximo a Cunha. Já contra Serraglio, o problema poderia partir de alguns dos partidos aliados, que entendem que o poder deveria ser compartilhado, entre as siglas, pois o PMDB já preside o Executivo (ainda que interinamente) e o Senado. “Precisamos de um nome de consenso. O ideal é encontrar o perfil desse deputado ou deputada neste momento”, afirmou Rosso, que não admite que concorrerá ao cargo.

Ainda entre a base governista, há dois candidatos do PSB, Júlio Delgado e Heráclito Fortes; dois do PSDB, Jutahy Júnior e Antônio Imbassahy, dois do DEM, Rodrigo Maia e José Carlos Aleluia e um do PPS, Rubens Bueno.

Vários nomes que estão sendo considerados resistem à ideia por não querer ser presidentes por um período tão curto. Um presidente da Câmara não pode concorrer à reeleição dentro de uma mesma legislatura, ou seja, na eleição de fevereiro, o presidente-tampão não poderá se candidata.
A repercussão entre deputados

Pauderney Avelino (DEM-AM): “Renúncia de Cunha encerra um período de agonia a que foi submetida a Câmara”.

Ivan Valente (PSOL-RJ): “Obtivemos uma primeira vitória, que é arrancar Eduardo Cunha da presidência da Casa. A segunda está para acontecer, que é a cassação do mandato e a sua prisão e condenação por vários crimes.”

Henrique Fontana (PT-RS): “É uma renúncia em causa própria em que ele tenta salvar o seu mandato, num acordo com o governo interino de Michel Temer”.

Alessandro Molon (REDE-RJ): “Cunha tenta usar os seus tropeços, suas derrotas em possibilidade de reverter resultados ruins que ele mesmo prevê. É uma manobra para influenciar no seu processo de cassação”.

Beto Mansur (PRB-SP): “Não acredito que haja a influência de A ou B na escolha da presidência da Câmara, nem mesmo do Cunha”.

Carlos Marun (PMDB-MS): “Cunha renunciou para poder se dedicar à sua defesa no STF e na própria Câmara”.

Antônio Imbassahy (PSDB-BA): “Ao ser afastado pelo STF, sua situação ficou muito delicada e ele perdeu as condições de presidir a Câmara. Dessa forma, a vacância do cargo era esperada, uma questão de tempo”.

jul
08

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

A colcha de retalhos da oposição em Salvador

Rui Costa (PT) apoiaria uma candidata do PCdoB à Prefeitura, mas só se fosse Olívia Santana. Como o partido definiu o nome da deputada Alice Portugal, instalou-se o impasse.

Assim, Rui preferiria a senadora Lídice da Mata (PSB), que só topa se tiver garantida a presença na chapa majoritária do governo em 2018, buscando renovar o mandato.

O problema é que uma das vagas ao Senado está reservada para Jaques Wagner (PT) e a outra, salvo por um caso de miopia coletiva, é do secretário Walter Pinheiro, senador licenciado, de partido desconhecido.

Alice e Lídice, na inviabilidade de um acordo com o poder concreto do Estado, pois o delas é relativo, querem meter a cara na tela do horário “gratuito”, espaço dos mais valiosos na falta de dinheiro.

Reemerge, portanto, a tese do governador da “pulverização”, na esperança talvez infundada de levar a eleição para o segundo turno. Nisso, o deputado Sargento Isidório (PDT) está aí para colaborar.

Assim eu também quero

É antiga a fama do PT de “não apoiar, só receber apoio”, nas palavras do vulgo político que dispensa exemplos aos magotes ao longo dos anos.

Fê-lo, porém, quando estava por cima da carne seca. Agora, perdeu pressão sem que se tenha tocado da compulsoriedade de mudar de postura.

Em vez de negociar conforme o que tem no alforje, o partido se debate. Quer um “chapão” – coligação proporcional com os pretensos aliados que os aniquilaria na Câmara Municipal, permitindo ao PT manter ou ampliar a bancada.

Muita honra para um só homem

Duas vezes ex-governador e cinco vezes ex-ministro, fora outros penduricalhos, bem que Jaques Wagner, já que não quer arriscar-se à Prefeitura, poderia sair para vereador.

Entre as vantagens, seria eleito com certeza e compensaria a eventual inexistência do “chapão”, pois seus votos produziriam mais alguns vereadores.

O caminho estaria aberto para o entendimento entre as legendas de “esquerda” e ele ainda seria colega de Waldir Pires na próxima legislatura.

jul
08
Posted on 08-07-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 08-07-2016


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

CPI da UNE é com a Câmara

Ricardo Lewandowski negou seguimento ao mandado de segurança impetrado por um grupo de 15 deputados contra a decisão de Waldir Maranhão de instalar a CPI da UNE.

O tema, segundo ele, é interna corporis. Ou seja, é assunto da Câmara.

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