DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Inútil contestação

A presidente afastada Dilma Rousseff contestar revelações de Marcelo Odebrecht – logo de quem – é mais um exercício de inutilidade, especialmente se o motivo for “defender-se” para reassumir a presidência da República.

No máximo, ante declarações tão minuciosas e importantes, das quais não há por que duvidar, inclusive pela insignificância política atual da destinatária das acusações, ela quer apenas livrar-se da cadeia quando cessar o foro privilegiado.

Entrando pelo cano

Dilma ainda se queixa de “vazamento seletivo”, que há muito tempo deixou de ser seletivo, porque atinge todo mundo: seus ex-aliados e hoje algozes e seus algozes de sempre.

Está claro que essa turma não se preocupou em usar Tigre, quem sabe Amanco, quando tratou de fazer instalações de risco em tantos dutos.

Tá tudo no mapa

Sinceramente, a ninguém é dado duvidar de que o então ministro Jaques Wagner ofereceu votos do PT para salvar Eduardo Cunha no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, como disse o deputado em sua exposição de hoje.

Depois que a operação foi inviabilizada é que o ex-governador “pegou ar” para contestar, com direito a participação da ex-primeira-dama, Srª Fatinha, elogiando José Carlos Araújo na distante Andaraí.

jun
22
Posted on 22-06-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-06-2016


Myrria, no jornal A Crítica (AM)

Postado em sua página no Facebook pelo leitor, ouvinte e amigo do peito do BP que assina Vangelis. Vale meditação nestes dias juninos e pré-olímpicos no Rio de Janeiro, em dias de intolerância no Brasil e no mundo.
(Vitor Hugo Soares)

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Sonia Blota

A jornalista brasileira, Sônia Blota e o cinegrafista Fernando Henrique de Oliveira, ambos contratados da TV Band, estavam em Paris, na França, para fazerem a cobertura da Eurocopa quando foram surpreendidos pelo comportamento violento de alguns torcedores alemães.

Durante a cobertura do jogo Alemanha x Polônia, que acontecia na capital francesa, alguns torcedores chutaram a perna da repórter e deram um tapa no rosto de Fernando. O grupo ainda disse‘Fora daqui, negros’. Sônia é branca e Fernando é negro.

Como tudo aconteceu

Pouco antes de começar a partida, Sônia entrevistava alguns torcedores para saber as expectativas em relação a atuação de Alemanha e Polônia nos próximos 90 minutos. Quando a jornalista abordou um grupo de torcedores alemães, eles já começaram a empurrá-la e agredi-la verbalmente.

O cinegrafista levou um tapa no rosto de um dos torcedores e como a confusão estava tomando grandes proporções o grupo tentou ‘sair de fininho’, mas antes chutaram a perna de Sônia. Segundo um canal esportivo, os profissionais brasileiros ficaram estarrecidos não só pela violência sofrida,mas também por saberem que a polícia estava por perto, mas não fez nada. A dupla pediu ajuda, mas os policiais disseram que não podiam fazer nada e que se desejassem que prestassem queixa em uma delegacia.

Os dois então registraram um boletim de ocorrência, mas ao invés de se sentirem mais confortáveis, ouviram das autoridades policiais que certamente ninguém seria preso pela agressão. A agressão gerou repúdio de meios de comunicação nacionais e internacionais.

Dias conturbados para o futebol europeu

A imprensa ainda não tinha se recuperado da confusão envolvendo torcedores da Rússia e a polícia local que ocorreu no último final de semana. Como consequência, o líder da torcida russa e outros dezenove torcedores foram expulsos da França. Três russos foram condenados pela justiça francesa e podem pegar até dois anos de prisão.

Além desse caso lamentável, torcedores ingleses também entraram em um confronto com a polícia nessa semana, ocasionando em 36 prisões e mais 50 pessoas feridas. Os dados das confusões com pessoas que vão ao jogos com todas as intenções, menos vibrar com a seleção, é assustador: 320 prisões desde o início da Eurocopa. Os presos são de várias partes do mundo.

Nota zero para esses torcedores e para a polícia local. Respeito é bom em qualquer lugar, pena que nem todos entendem isso!

jun
22
Posted on 22-06-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 22-06-2016

DO G1/O GLOBO

Renan Ramalho

Do G1, em Brasília

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (21) abrir duas ações penais contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Com a decisão, o deputado se torna réu na Corte pela suposta prática de apologia ao crime e por injúria.

Em 2014, Bolsonaro afirmou, na Câmara e em entrevista a jornal, que a deputada Maria do Rosário (PT-RS) não merecia ser estuprada porque ele a considera “muito feia” e porque ela “não faz” seu “tipo”.

Ao analisar denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) e queixa da própria deputada, a Primeira Turma da Corte entendeu, por quatro votos a um, que além de incitar a prática do estupro, Bolsonaro ofendeu a honra da colega. Somente o ministro Marco Aurélio Mello foi contra a abertura das ações penais. Os ministros Luiz Fux, Edson Fachin, Rosa Weber e Luiz Roberto Barroso votaram favor de que Bolsonaro se torne réu.

Ela não merece [ser estuprada] porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia, não faz meu gênero, jamais a estupraria. Eu não sou estuprador, mas, se fosse, não iria estuprar, porque não merece”
Deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ),
em entrevista a jornal em 2014

A declaração de Bolsonaro que motivou a denúncia foi feita após discurso de Maria do Rosário em defesa das vítimas da ditadura militar (1964-1985). Bolsonaro, que é militar da reserva, subiu à tribuna da Câmara para criticar a fala da deputada.

Quando Maria do Rosário deixava o plenário, Bolsonaro falou: “Fica aí, Maria do Rosário, fica. Há poucos dias, tu me chamou de estuprador, […] e eu falei que não ia estuprar você porque você não merece. Fica aqui pra ouvir”, disse o parlamentar, repetindo o que havia dito a ela em 2003, em discussão na Câmara.

Defesa

Na defesa, a advogada de Bolsonaro, Lígia Regina de Oliveira Martan, invocou a chamada “imunidade parlamentar”, que protege deputados e senadores por opiniões, palavras e votos. Além disso, afirmou que ele não incentivou outras pessoas a estuprar.
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“Ele é conhecido por projetos de lei que tendem a aumentar as penas de crimes e para que condenado por crime sexual deve ser submetido a castração química para obter benefícios. É uma mentira insinuar que o deputado tenha incitado a prática de qualquer crime”, ressaltou a advogada.

Ao rebater a acusação de que Bolsonaro incentiva, com suas falas, a prática de estupro, a advogada disse que o deputado não poderia ser responsabilizado, por exemplo, pelo estupro coletivo do Rio de Janeiro, ocorrido recentemente. “Ele não participou do crime. Não há como dizer que o número de estupros no Brasil aumentou após as declarações”, afirmou.

A decisão desta terça-feira de abrir a ação penal não significa uma condenação pelos crimes, mas sim que Bolsonaro passa a ser considerado formalmente acusado no caso. Só ao final do processo, e após novas chances de defesa, a Primeira Turma poderá ou não considerá-lo culpado.

Voto do relator

Relator do caso, o ministro Luiz Fux argumentou que as falas de Bolsonaro representam desprezo pelas vítimas de estupro, no sentido de que teriam sido violentadas porque mereceriam. Em seu voto, ele também citou frases de apoiadores do deputado publicadas em redes sociais afirmando que estuprariam a deputada.

“A manifestação teve o potencial de incitar homens a vulnerar a fragilidade de outras mulheres […]. ‘Se ela merecesse, eu estupraria’. É o que está dito em suas palavras implicitamente. Então, deve haver merecimento para ser vítima de estupro. As palavras do parlamentar podem ser interpretadas no sentido de que uma mulher não merece ser estuprada se é feia. Estaria em posição de avaliar quando a mulher mereceria ser estuprada. Atribui às vítimas merecimento do sofrimento que lhe seja infligido”, afirmou.

Acompanharam Fux os ministros Edson Fachin, Rosa Weber e Luís Roberto Barroso.
Único ministro a divergir, Marco Aurélio Mello lembrou que a fala de Bolsonaro foi dada em resposta a Maria do Rosário, que o chamou de estuprador, quando ele defendia penas maiores para condenados por violência sexual.

“Precisamos considerar o contexto, que inicialmente se apontou que Bolsonaro seria um estuprador. E ele tão somente se defendeu. Se defendeu estarrecido de ser enquadrado como tal e acrescentou que não a estupraria. […] O que tivemos aqui foi arroubo de retórica”, afirmou.

Denúncia

A denúncia contra Bolsonaro por suposta apologia ao crime foi apresentada em dezembro de 2014 pela vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko. A acusação faz referência a declarações em plenário (veja vídeo abaixo) e ao jornal “Zero Hora” sobre a deputada Maria do Rosário (PT-RS).

Caso condenado, Bolsonaro pode ser punido com pena de 3 a 6 meses de prisão, mais multa.

Dias depois da primeira declaração de Bolsonaro em que ele criticou Maria do Rosário, numa entrevista ao jornal “Zero Hora” ele justificou a fala. “Ela não merece porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia, não faz meu gênero, jamais a estupraria. Eu não sou estuprador, mas, se fosse, não iria estuprar, porque não merece”, disse o deputado.

Para a procuradora Ela Wiecko, “ao dizer que não estupraria a deputada porque ela não ‘merece’, o denunciado instigou, com suas palavras, que um homem pode estuprar uma mulher que escolha e que ele entenda ser merecedora do estupro”.

A vice-procuradora diz, ainda, que Bolsonaro “abalou a sensação coletiva de segurança e tranquilidade, garantida pela ordem jurídica a todas as mulheres, de que não serão vítimas de estupro porque tal prática é coibida pela legislação penal”, segundo informou a PGR.

BOA TARDE!!!

A poesia renovada do inverno que chega no hemisfério sul e a permanência insuperável da voz de Ângela Maria.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

jun
21
Posted on 21-06-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 21-06-2016


DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

À imitação de Cunha, Renan faz ameaça

O cidadão comum, que trabalha, paga impostos, honra as dívidas e respeita a lei, não deixa de estar sujeito, ainda que por grande injustiça, a um inquérito policial – ou dois, conceda-se.

Mas Renan Calheiros já emplacou o décimo segundo, sendo nove relativos à Operação Lava-Jato, o que ultrapassa de longe qualquer limite razoável para o velho conceito da presunção de inocência.

Recorde-se que há pouco menos de dez anos, para preservar o mandato, ele renunciou à presidência do Senado ao ser flagrado em recebimento de propina para custear filha nascida de relação extraconjugal.

Pois é essa pessoa, novamente eleita para o mesmo cargo, quem, por desespero ou esperançado numa tecnicalidade jurídica, quer afastar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que combate com firmeza a corrupção no país.

“Esse eu vou avaliar”, disse Renan, em clara ameaça, sobre um pedido de impeachment de Janot, usando da prerrogativa constitucional que tem para a matéria.

Chega a assemelhar-se ao ex-comparsa Eduardo Cunha, de quem agora quer distância, quando diz que negou cinco pedidos contra o procurador-geral – exatamente como Cunha disse sobre a presidente afastada Dilma Rousseff.

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Decisão de Janot não indica recuo

Data: 20/06/2016
14:04:15

Pouco depois, o procurador-geral, que antes havia pedido a prisão de Renan por obstrução da Justiça, a qual foi negada no STF, sugeriu o arquivamento de outro inquérito contra o presidente do Senado por falta de provas.

A decisão gerou suspeita, mas a verdade é que o caso de que Renan foi inocentado por Janot diz respeito a operação criminosa em que o deputado Aníbal Gomes recebeu R$ 3 milhões para minar uma disputa judicial envolvendo a Petrobras.

Aníbal comunicou o interesse de Renan no assunto às partes com que “negociou”, ,o que não ficou caracterizado a ponto de Janot incluí-lo no inquérito, e agiu com sabedoria, porque no bordel em que tornou a República qualquer um poderia usar o nome do senador como fiador da falcatrua.

Chantagem rechaçada na origem

O episódio perdeu a repercussão que teve de início, certamente pela sua impropriedade e também como fruto da realidade atual, em que fatos novos, a exemplo dos que envolvem ministro Padilha, sobrepõem-se diariamente na mídia.

A bravata de Renan tende a não ir para lugar nenhum, como demonstram reações de peso até de correligionários dele, como o senador Eunício Oliveira, e do próprio líder do governo no Senado, Aloysio Nunes Ferreira.

jun
21


Temer, ladeado por Renan e Padilha, em reunião com governadores.
Eraldo Peres AP


DO EL PAÍS

Temer troca negociação da dívida dos Estados por apoio no Congresso

Afonso Benites

De Brasilia

Em troca da suspensão do pagamento da dívida por seis meses e descontos por mais dois anos, apoio para aprovar um limite no teto dos gastos públicos no Congresso Nacional. Essa foi a proposta que o Governo interino de Michel Temer (PMDB) fez aos governadores das 27 unidades da federação e foi aceita por eles. As dívidas dos Estados com a União chegam aos 423 bilhões de reais e as condições foram comemoradas pelos governadores, que em contrapartida serão cobrados na hora de conferir votos de suas bancadas no Congresso ao politicamente indigesto plano de congelamento dos gastos públicos, a principal cartada econômica do Planalto para tentar equilibrar as contas e seguir sendo chancelado pelo mercado.

Pelo acordo firmado nesta segunda-feira, nenhum Estado precisará pagar a parcela de suas dívidas até dezembro. Quando retomar o pagamento, em janeiro, ele será parcial. Começará com 5,55% da parcela mensal, passará para 11,1% e progressivamente até o 18º mês, quando atingirá os 100% da parcela mensal. Daí até o 24º mês, ela será paga em sua integralidade. Além disso, o restante a dívida poderá ser paga em 20 anos e o indexador usado para a correção dos valores mudou do IGP-DI mais 6% ao ano (um índice oneroso) para a taxa Selic ou pelo IPCA – o que for menor – mais 4% ao ano. As dívidas com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) também foram alongadas em mais dez anos.

Até 2018, os governos deixarão de pagar cerca de 50 bilhões de reais dos débitos por causa dessas alterações. Agora, as bancadas estaduais no Congresso Nacional serão instadas a votar a favor da proposta de emenda constitucional (PEC) que criará um teto para os gastos públicos nas três esferas (União, Estados e Municípios). A proposta como foi apresentada na semana passada enfrenta resistência porque, como limita o aumento das despesas ao aumento da inflação do ano anterior, acabaria não criando um reajuste real nos gastos. Bem recebida pelo mercado, a PEC é criticada por especialistas que temem congelamento ou redução sde gastos em áreas como educação e saúde, que têm receitas protegidas pela Constituição. Na linha de frente contrária, está o neo-oposicionista Partido dos Trabalhadores.

Caso do Rio e São Paulo

O respiro aos Estados tem como objetivo, segundo o Governo, ajudar a reduzir os déficits locais assim como cumprir a uma ordem do Supremo Tribunal Federal que determinou que todos os débitos deveriam ser renegociados. Os pedidos das mudanças nos indexadores das dívidas estaduais ocorrem há cerca de 20 anos. “É um pleito antigo que finalmente foi atendido. Pagávamos juros pior do que se paga a agiotas. Agora, teremos uma taxa que podemos pagar”, afirmou o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo (PSD-SC).

O presidente interino disse que as mudanças podem ser o primeiro passo para uma reforma do pacto federativo. “Nós estamos fazendo isso em caráter emergencial para depois consolidarmos uma grande reforma administrativa no país”, disse Temer no início do encontro com os representantes dos Estados.

Com o decreto de calamidade pública emitido pelo Rio de Janeiro na sexta-feuira, havia a expectativa de que a gestão interina de Temer anunciasse ainda nesta segunda-feira qual seria o socorro dado ao Estado. O valor exato não foi divulgado, mas no Palácio do Planalto a informação extraoficial era de que ele seria de cerca de 3 bilhões de reais, um terço disso seria usado para construir a conclusão do metrô por meio de um empréstimo feito pelo BNDES.

No encontro com os governadores, Temer e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disseram que contavam com o apoio de todos para que esse socorro fosse dado ao Estado que sediará a Olimpíada deste ano. Nenhum Estado apresentou qualquer objeção. “Foram solidários”, destacou Meirelles. Os detalhes de como seriam feitos esses repasses serão acertados entre a Fazenda e o governador em exercício do Rio, Francisco Dornelles (PP).

O Estado que ficou menos contente com o acordo foi São Paulo porque havia um limite do desconto que cada unidade da federação teria: 300 milhões de reais. Como São Paulo é o maior devedor (mensalmente para quase 1 bilhão de reais), esse limite para ele foi pequeno e teve de ser alterado para os 400 milhões. “Acho que esse é o acordo possível. São Paulo foi beneficiado. Agora, foi menos que os demais”, afirmou o governador Geraldo Alckmin (PSDB).
‘Golpe’ e pragmatismo

Dos cinco Governadores do PT, apenas um compareceu ao ato político-administrativo que selou o acordo: Camilo Santana, do Ceará. Os governadores Fernando Pimentel (MG), Rui Costa (BA), Tião Viana (AC) e Wellington Dias (PI) enviaram seus vice-governadores como representantes do Estado. Ao lado do governador maranhense, Flávio Dino (PCdoB), esses chefes de Executivos estaduais são contrários ao processo de impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff (PT) que tramita no Congresso Nacional. Ao final da reunião, Dino não quis conversar com a imprensa. Ao ser questionado como ele se sentia em negociar com um governo que ele já caracterizou de “golpista”, o comunista sorriu, fez um sinal de joia com o dedão e respondeu: “Depois eu falo”.

jun
21
Posted on 21-06-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 21-06-2016


Aroeira, no jornal O Dia (RJ)

A maquiagem de Jaques Wagner

Jaques Wagner está fazendo alvoroço com uma declaração de Dilma Rousseff, que na última sexta-feira acusou o atual governo de “mesquinharia” por não ter pago o reajuste do Bolsa Família, anunciado por ela às vésperas de ser afastada.

Como bom petista, Jaques tenta maquiar os fatos. A verdade é que Dilma anunciou o aumento, mas não o concretizou. Foi uma jogada desesperada dias antes de ser derrotada no Senado.

“Mesquinharia foi ter ficado dois anos sem dar reajuste ao Bolsa Família e ter deixado 11 milhões de desempregados”, rebateu o ministro Osmar Terra, em nota enviada a O Antagonista.

O reajuste da bolsa segue previsto para julho, como antecipamos aqui.

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