jun
13

Cal Tjader,Latin Kick!E aquele abraço!

BOA TARDE !!!

(Gilson Nogueira)


Dunga: a face do novo vexame da seleção

DO PORTAL TERRA BRASIL

A lista de vexames da Seleção Brasileira cresce a cada competição disputada. A vergonha da vez é a eliminação na primeira fase da Copa América Centenário, nos Estados Unidos, que veio com a derrota deste domingo, diante do Peru, por 1 a 0, em Boston, com um erro de arbitragem, que validou gol de mão da seleção peruana. O resultado deixou a Seleção de Dunga em terceiro no Grupo B, com quatro pontos, atrás dos próprios peruanos e do Equador.

Dunga até escalou uma Seleção mais ofensiva, mas o time não correspondeu em campo e acabou eliminado da Copa América Centenário com a derrota de 1 a 0 para o Peru
Dunga até escalou uma Seleção mais ofensiva, mas o time não correspondeu em campo e acabou eliminado da Copa América Centenário com a derrota de 1 a 0 para o Peru

Para dar mais requintes de crueldade, o Brasil não perdia para o Peru desde 1985. Já uma eliminação em primeira fase de Copa América não acontecia desde 1987. A campanha de 2016 consegue ser pior que a de 2015, também sob o comando de Dunga, quando o Brasil caiu nos pênaltis para o Paraguai nas quartas de final. Nos Estados Unidos, além de perder para o Peru, o Brasil empatou com o Equador e aplicou 7 a 1 no Haiti. Em vão.

COMEÇOU BEM, MAS…

Mas antes do final negativo, o Brasil até animou. Com as alterações promovidas por Dunga – que optou por Lucas Lima no lugar do suspenso Casemiro e Gabigol no barrado Jonas -, o Brasil cresceu em qualidade do passe e dinamismo do meio para frente. Foram trocas de posições, movimentação e, principalmente, marcação pressão na hora certa. Várias jogadas de perigo nasceram com a Seleção “batendo a carteira” do Peru na intermediária. Com isso, o trabalho defensivo foi facilitado. Guerrero, por exemplo, passou mais tempo no chão pedindo falta e reclamando de trombadas do que com a bola no pé.

No entanto, o gol brasileiro não veio no primeiro tempo. Na chance mais clara, o goleiro Gallese se esticou todo para evitar o que seria mais um gol de Gabigol na Copa América.

A Seleção Brasileira quase não passou sustos nos primeiros 45 minutos, jogou muito melhor. Mas… a exceção foi em um toque de Renato Augusto em Flores que o árbitro ignorou e não deu pênalti. O Brasil já tinha reclamado de pênalti em pelo menos quatro ocasiões anteriores, mas o árbitro também não deu.

LADEIRA

Mas, a exemplo do que aconteceu contra o Equador, a “chave virou” no segundo tempo. Aquele Brasil se desfigurou na etapa final. O Peru avançou e levou perigo mais iminente nos primeiros 15 minutos.

O tempo foi passando e o Brasil não repetiu a performance inicial. A saída de bola ficou complicada, as jogadas não fluíram. E como se não bastasse… veio o erro de arbitragem. Ruidíaz escorou o cruzamento com o braço direito, a arbitragem não viu e o Peru abriu o placar.

Mas o lance não foi confirmado de forma tão rápida. O árbitro uruguaio Andrés Cunha ficou na dúvida, consultou o assistente, conversou com mais gente pelo rádio, esperou, esperou, e deu gol, de forma equivocada. É bom lembrar que a Copa América Centenário conta com tecnologia para verificar se a bola entrou ou não.

Depois do gol, o Brasil partiu para o desespero, mas os equívocos seguiram. O gol salvador do empate não veio. A eliminação foi o desfecho trágico em mais uma competição internacional do Brasil.


DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Sem as ruas, só resta o Supremo

O mesmo PRB que deu seus 22 votos na Câmara para o afastamento da presidente Dilma agora se engasga com o voto de uma única parlamentar.

Os dois candidatos do partido a prefeito, no Rio e em São Paulo, respectivamente Marcelo Crivella e Celso Russomano, não querem a legenda com o pesado fardo da absolvição de Eduardo Cunha.

Ocorre que o presidente nacional, Marcos Pereira, é ministro do governo Michel Temer, que é amigo de Cunha, principal articulador do impeachment, e o presidente não depende de popularidade para continuar à frente da, vá lá, república.

“Como um gato”, diria o apresentador de TV, Cunha defende todos os chutes desferidos contra sua meta. E demonstra estar “bem preparado física, técnica e psicologicamente” para, quem sabe, um dia ainda substituí-lo quando Temer viajar ao exterior.

Sem uma solução externa não haverá essa remoção que seria emblemática na vida brasileira – seja pela população, embora improvável pela descrença que a toma, seja pelo Poder Judiciário, esperança derradeira de alguma providência.


BOM DIA!!!


DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

MO mais humilde

Há quase um ano preso, Marcelo Odebrecht baixou a bola.

“O Marcelo que hoje frequenta a carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, é outro: aparente humildade, cabeça baixa e braços para trás são hábitos que parece ter incorporado”, registra reportagem de O Globo.

Curitiba favorece a humildade.

jun
13
Posted on 13-06-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-06-2016


Clayton, no jornal O Povo (CE)


Foto do perfil de Omar Mateen MySpace


DO EL PAÍS

Pablo Ximénez de Sandoval

Los Angeles

Um nome emerge do pior massacre a tiros da história dos Estados Unidos: Omar Siddique Mateen.

Cidadão norte-americano de 29 anos, vivia em Port Saint Lucie, uma cidade costeira a 200 quilômetros ao sul de Orlando, onde na madrugada do domingo entrou armado numa boate gay, matou 50 pessoas a tiros e feriu 53.

O nome do assassino disparou a especulação desde o primeiro minuto sobre suas motivações. Duas fontes dos serviços de segurança citadas pela CNN disseram que Mateen estava no radar do FBI como possível simpatizante do grupo terrorista Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS, na sigla em inglês).

Não há confirmação oficial até o momento de que se trate de um ato de inspiração terrorista ou ordenado diretamente pela organização. O FBI está tratando o caso como um crime de ódio, de possível caráter homofóbico, mas não exclui outras vias de investigação.

Na verdade, o pai de Mateen, Mir Siddique, foi contatado pela rede de televisão NBC e disse que o filho tinha como motivação o ódio à comunidade gay e não razões religiosas.

“Isso não tem nada a ver com religião”, disse o pai. Ele contou que recentemente Omar mostrou seu descontentamento ao ver um casal gay se abraçando no centro de Miami e, em sua opinião, isso poderia ser a origem da matança.

“Ele viu dois homens se beijando na frente da esposa e do filho e ficou enfurecido”, disse.
Omar Mateen
Omar Mateen MySpace

“Estamos pedindo perdão pelo incidente. Nós não estávamos conscientes de que ele estivesse considerando algum tipo de ação. Estamos em estado de choque, como todo o país”, acrescentou o pai do assassino.

A investigação ainda não encontrou provas, seis horas depois do massacre, de conexões diretas com grupos terroristas. O FBI está vasculhando a casa do suspeito à procura de informações no seu computador e rastreando sua atuação nas redes sociais.

O jornal The Washington Post entrou em contato com a ex-mulher de Mateen, que falou sob condição de anonimato. Ela disse que ele nasceu em Nova York. A família é originária do Afeganistão. “Ele não era uma pessoa estável”, disse ela. “Ele me batia. Chegava em casa e começava a me bater porque não tinha terminado de lavar a roupa ou coisas desse tipo”.

Na época, Mateen tinha uma pistola de pequeno calibre e trabalhava como guarda de segurança num centro de reclusão juvenil.

A mulher identificou uma conta do MySpace como sendo do assassino. Nela se podem ver fotos de um homem jovem posando frente ao espelho e outros instantâneos do próprio Mateen. Num deles usa uma camiseta com o logotipo da polícia de Nova York.

O casal se divorciou em 2011 depois que os pais dela souberam dos maus-tratos e a ajudaram a sair da casa. O casamento durou apenas alguns meses.
Semelhanças com San Bernardino

As primeiras horas da investigação sobre Omar Siddique Mateen lembram à manhã do dia 2 de dezembro passado, quando Syed Farook e sua esposa, Tashfeen Malik, mataram a tiros a 14 pessoas em um centro médico de San Bernardino, Califórnia. Farook tinha 28 anos e Malik 29. Ele era filho de imigrantes paquistaneses, nascido e educado nos Estados Unidos. Em ambos crimes, ele utilizou um rifle.

Em San Bernardino, as forças de segurança optaram pela prudência antes de considerar o massacre um ato terrorista. A família e os amigos de Farook insistiram durante horas em que não se tratava de um radical, mas sim de um homem religioso e reservado. Finalmente, o FBI encontrou uma mensagem no Facebook publicado por Malik com pseudônimo na qual ele jurava lealdade ao Estado Islâmico ou ISIS.

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