DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

O passeio noturno de Marcelo Odebrecht

O Antagonista soube que Marcelo Odebrecht, no âmbito de seu acordo de delação premiada, concordou em ser conduzido pelos investigadores da Lava Jato à sede da empreiteira para que identificasse os departamentos e arquivos ‘sensíveis’.

O passeio aconteceu de madrugada, sob sigilo, num helicóptero da própria companhia.


DEU NO G1/O GLOBO

Subiu para 18 o número de mortos no acidente envolvendo um ônibus fretado que capotou, na noite desta quarta-feira (8), na Rodovia Mogi-Bertioga, no limite entre as cidades de Mogi das Cruzes e Bertioga. De acordo com informações do Hospital Santo Amaro, que recebeu vítimas do acidente, duas garotas morreram na manhã desta quinta-feira (9). Outras quatro pessoas, sendo duas em estado grave, continuam no hospital de Guarujá.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, 15 pessoas, incluindo o motorista, morreram no local do acidente, uma no Pronto Socorro de Bertioga e, agora, duas no Hospital Santo Amaro. Além das vítimas fatais, outras 28 pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para diferentes hospitais da região da Baixada Santista e de Mogi das Cruzes. Todos os corpos estão sendo encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Guarujá para reconhecimento.

Até às 8h20, nenhum órgão havia divulgado uma lista oficial com os mortos, o que chegou a provocar confusões. O pai de um dos estudantes que estava dentro do ônibus chegou a ser avisado que o filho havia morrido em decorrência do acidente mas, ao chegar no hospital, encontrou o jovem de 21 anos vivo, apenas com ferimentos leves.

O acidente
O veículo levava estudantes de três unidades de ensino da cidade de Mogi das Cruzes para o município de São Sebastião. Antes do acidente, o ônibus seguia em comboio com outros três veículos quando, no KM 84, o motorista perdeu o controle ao bater em um rochedo na pista contrária, capotou e caiu em um barranco.
Ônibus que levava estudantes ficou completamente destruído; 16 morreram (Foto: Reprodução / TV Tribuna)
Ônibus que levava estudantes ficou completamente destruído; 16 morreram (Foto: Reprodução / TV Tribuna)

A rodovia foi totalmente interditada e todas as vítimas com vida foram resgatadas e levadas a hospitais próximos. Um guincho removeu o veículo do local no início da manhã e a pista acabou sendo totalmente liberada por volta das 6h55. Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) do litoral de São Paulo, e também de municípios próximos da região, foram deslocadas para prestar atendimento às vítimas.

As vítimas foram levadas para o Hospital Municipal de Bertioga, para o Hospital Santo Amaro, em Guarujá, e para o Hospital das Clínicas Luzia de Pinho Melo, que fica em Mogi das Cruzes. De acordo com o delegado Fábio Pierri, não chovia e não havia neblina no momento do acidente, mas a pista poderia estar escorregadia.

DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

O Brasil respira pelos vazamentos

Varia entre uma, duas e três semanas, conforme a versão, o tempo em que o pedido de prisão dos senadores Renan Calheiros e Romero Jucá, do deputado Eduardo Cunha e do ex-presidente José Sarney repousou desconhecido no gabinete do ministro do STF Teori Zavascki

Qualquer que seja o correto, trata-se de tempo longo demais para, no ambiente crítico em que o Brasil está mergulhado, uma decisão sobre tão altas autoridades, acusadas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de obstruir a mais importante investigação em curso no país.

Assim, não procede, por exemplo, a queixa do ministro Gilmar Mendes contra o vazamento de informação tão relevante. A nação não pode continuar sendo governada – e manipulada – dos subterrâneos da política podre que domina o Executivo e o Legislativo e ameaça fincar os pés no Judiciário.

Estamos sitiados. O novo governo, montado no poder congressual do qual emerge, trama agora a cobrança de um preço muito alto para sua preservação, que seria a absolvição de Cunha no dito Conselho de Ética e Decoro da Câmara.

Nesse cenário degradante e de desfecho aflitamente incerto, o que resta à cidadania é a voz da imprensa, com todas as limitações e compromissos que possa ter em suas cúpulas.

Outros vazamentos houve ao longo deste processo agônico, e foi por eles que o Brasil tomou conhecimento de fatos que, de outra forma, estariam condenados ao esquecimento, produzindo seus efeitos maléficos longe dos olhos da opinião pública.

Não há crise contra Temer

É horrível e vulgar o trocadilho, mas não há outra síntese para o atual quadro brasileiro: Temer não tem o que temer – a não ser o imponderável ou algo muito mais palpável: a espada do TSE descendo sobre sua cabeça.

Fora isso, não há problema. Temer ganhou o mandato com 55 votos. Se perder dois no julgamento de Dilma, dançou. Isso valoriza o passe dos “indecisos” e permite elucubração sobre os que não votaram na sessão da admissibilidade.

Não é questão que chegue a preocupar. Todas as variáveis, inclusive a principalmente a cassação de Eduardo Cunha, estão sendo pesadas para a travessia disto que parece um labirinto escuro onde nem a vontade própria tem valor.

Se algum dos pares der sinais de que está prestes a pular a cerca – por circunstâncias ou vaidade –, outro será convocado de pronto a substituí-lo.

Um visionário diria que, mesmo Dilma, com sua performance de “coração valente” que lhe imputaram, não valeria mais para a corja senatorial do que o porto seguro do Temer, salvo borrasca “imperceptível”.

Tempo de modernizar, antes que a casa caia!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)


Albergaria:o grande homenageado no sarau da ABI esta noite(19H)


DA ASSOCIAÇÃO BAIANA DE IMPRENSA-ABI

Da forma como está hoje constituída, a baianidade é mais que um elemento identitário. Seja no modo de agir ou falar, na obra de Jorge Amado, nas letras de Dorival Caymmi ou na representação divulgada na mídia, o jeito baiano de ser quase personifica a Bahia. A música complementa esse conceito de identidade. A Bahia é a terra do Axé Music, dos trios elétricos, do Carnaval, da negritude, dos blocos afro, da alegria e despojamento. A última edição do Sarau da Imprensa vai abordar o tema Música, Baianidade e Lugar da Fala, encontro que também fará um tributo ao saudoso antropólogo Roberto Albergaria – um dos estudiosos que mais contribuiu para a compreensão e estudo da “ontologia baiana”. O encerramento desta temporada será na quinta-feira (09), às 19h, na Associação Bahiana de Imprensa (ABI), com show especial da cantora e também jornalista Carla Visi e apresentação da Jam-Jor – banda formada por jornalistas convidados. A entrada é gratuita!

Para abordar todos esses elementos que tornam a baianidade um tema tão rico e difundido pelo mundo, quatro convidados especiais: o diretor de teatro e presidente da Fundação Gregório de Mattos, Fernando Guerreiro; a doutora em Comunicação e especialista em baianidade, Agnes Mariano; o antropólogo especializado em música e festividades baianas, Milton Moura; e o jornalista Franciel Cruz. O mediador do projeto, o jornalista Ernesto Marques, acredita que discursos que envolvem questões de identidade servem a vários usos, inclusive políticos. “Esse conceito do que é ser baiano desperta reações diversas; porém, o baiano ainda é visto na mídia de forma caricata, seja sob o aspecto da preguiça ou da sensualidade. Muitas vezes, a música, a TV, o cinema e a literatura propagam esses estereótipos”, avalia.

A autora do livro A Invenção da Baianidade, Agnes Mariano, busca nas letras de canções, hábitos, práticas e valores que reforçam esse discurso. Em entrevista a Leonardo Campos, ela destaca que a baianidade é um conjunto de ideias difundidas no ambiente cultural. “A ideia de baianidade é muito mais um modelo, uma fonte de inspiração, do que a tradução da realidade concreta. Todas as identidades culturais são apenas isso: ideias. O que não é pouco. Elas unem pessoas, facilitam o diálogo, sintetizam valores importantes. A identidade cultural não explica as nossas qualidades nem os nossos defeitos. A cada instante cada um de nós escolhe como, quando e de que modo deseja se relacionar com essa ideia. Vivemos vários papéis, várias identidades ao mesmo tempo”, pondera.

Carla Visi e Jam-Jor

A atração musical da última edição do Sarau da Imprensa será especial. A cantora baiana Carla Visi fará uma apresentação pensada para o encerramento do projeto, Carla VisiTa o samba da Bahia para o mundo, com Rudnei Monteiro (violão), Citnes Dias (percussão) e Marcos Froes (produção). A produção do evento também aposta em mais uma edição da Jam-Jor, banda formada por jornalistas, conduzida por Rita Tavarez e aberta aos participantes que quiserem cantar ou tocar algum instrumento. A ideia é permitir uma noite de improviso com a mistura de estilos musicais.

Projeto – A última edição do projeto Sarau da Imprensa finaliza neste mês de junho. Com um encontro por mês, sempre às quintas-feiras, o projeto abordou temas contemporâneos diversos, sempre com a participação de especialistas e atrações musicais que dialogaram com os temas abordados. O projeto conta com apoio financeiro do Governo do Estado, por meio do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia. Podem participar estudantes, profissionais liberais, classe artística, jornalistas, comunicólogos, intelectuais, formadores de opinião e demais interessados.

Sobre a última edição do projeto, Ernesto Marques destaca os seis meses de intensos debates, sobre temas contemporâneos diversos. “O projeto trouxe para o centro da cidade temas relevantes do cotidiano, debatidos com profundidade e de forma séria. É uma gratificante demonstração de força do pensamento e da atuação cidadã dos baianos. Agradecemos aos participantes e convidados e nos despedimos, com uma tristeza saudosa, das felizes noites mensais de quinta-feira, partilhando conhecimento, fomentando discussões, batendo papo, propiciando diversão e bons momentos àqueles que congraçavam e ocupavam um espaço tão importante para a memória da Bahia, que é a sede da Associação Bahiana de Imprensa”, finaliza.

Sobre os convidados
Agnes Mariano – Jornalista, pesquisadora e professora. É formada em jornalismo, mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas (UFBA) e doutora em Ciências da Comunicação (USP). Trabalhou como repórter na imprensa baiana (Bahia Hoje, Correio da Bahia), escreve para sites, revistas, brochuras e livros (Ministério da Cultura, Revista da Cultura, SESC-SP, Fundação Pierre Verger, entre outros). Desde 1998, tem se dedicado à pesquisa e ao ensino, atuando como professora universitária (UFBA, Unifacs, FSBA, Unijorge, Estácio-FIB). É autora dos livros A invenção da baianidade (Annablume), Gente das Águas (Plus) e Obaràyí (Barabô).

Fernando Guerreiro – Presidente da Fundação Gregório de Mattos desde 2013, Fernando Guerreiro é radialista, produtor e diretor teatral. Também é um dos responsáveis pela popularização e retomada do teatro baiano e descobridor de talentos – no teatro, na televisão e no cinema – a exemplo de Wagner Moura, Vladimir Brichta, Renato Piaba, Victor Broz e Daniel Boaventura. Guerreiro já dirigiu mais de 30 espetáculos, entre eles estão A Bofetada, Os Cafajestes, Boca de Ouro, Calígula e Vixe Maria, Deus e o Diabo na Bahia. Dirigiu também eventos como Troféu Dodô e Osmar, Prêmio Bahia Recall e Prêmio Braskem. É apresentador do programa de rádio Roda Baiana, que vai ao ar pela Rádio Metrópole.

Franciel Cruz – Jornalista de carreira, seu trabalho é voltado para imprensa e responsabilidade social. Apaixonado pelo Esporte Clube Vitória, dedica-se também à escrita de resenhas esportivas. Afiado observador da baianidade, destila, através de sua pena, pérolas do baianismo, da ontologia baiana e da “chibança” – esta última, categoria enclavada entre o folguedo e a esculhambação, e que era defendida a fórceps pelo finado Albergaria.

Milton Moura – Professor associado ao Departamento de História e membro dos programas de Pós-Graduação em História e Cultura e Sociedade, da Ufba. Sua temática de referência corresponde aos estudos sobre festas, como o Carnaval de Salvador e a Festa do Caboclo, em Itaparica. Interessa-se também pela diversidade cultural e contemporaneidade em perspectiva interdisciplinar, buscando uma interface entre Estudos Culturais, Sociologia, História, Música e Literatura. Vem se envolvendo em estudos sobre Cultura e Festa em Cartagena de Índias, no Caribe colombiano. Coordena o Grupo de Pesquisa O Som do Lugar e o Mundo.

Serviço
O Que: Sarau da Imprensa discute Música, Baianidade e Lugar da Fala e realiza tributo ao antropólogo Roberto Albergaria;
Quando: dia 09 de junho de 2016, às 19 horas;
Onde: Sede da Associação Bahiana de Imprensa – ABI (rua Guedes Brito, nº 1, edifício Ranulfo Oliveira, 8º andar, no Centro Histórico de Salvador);
Entrada gratuita!

Clube Press – Assessoria de Comunicação
Assessoria de Imprensa: Marcos Paulo Sales (Jornalista MTb 2246)
Contato: (71) 4101-8288 / 99632-6252

Site: www.clubepress.com.br
Facebook: www.facebook.com/clubepress

DO EL PAIS

Pablo Ximénez de Sandoval

Correspondente na Califórnia
Los Angeles

Hillary Rodham Clinton, de 68 anos, se tornou, na terça-feira, a primeira mulher na história a vencer um processo de eleições primárias de um dos principais partidos dos Estados Unidos e, assim, poder reivindicar a nomeação como candidata à Casa Branca. A ex-senadora, ex-primeira-dama e ex-secretária de Estado, com quatro décadas de experiência na política, conseguiu uma vantagem de centenas de delegados e cerca de três milhões de votos sobre seu rival, Bernie Sanders, que liderou uma campanha impressionante ao vencer em 22 estados apenas com o financiamento de seus simpatizantes.

Dos seis estados que votaram na terça-feira, a última Super Tuesday destas primárias, Clinton ganhou em Dakota do Sul, Novo México, Nova Jersey e em um dos grandes prêmios em jogo, na Califórnia, com cerca de 90% dos votos apurados e segundo projeções da rede de TV norte-americana CNN. Os 475 delegados da Califórnia são o maior prêmio das primárias. O senador Sanders ganhou em Dakota do Norte, enquanto a apuração em Montana lhe dava uma ligeira vantagem.

Nas últimas horas, a importância da Califórnia havia passado de vital para relativa em termos de número de delegados, uma vez que Clinton já tinha o suficiente para ser nomeada candidata desde a noite de segunda-feira. Qualquer margem de vitória ou empate nesta terça-feira serviria para solidificar os números. Mas a vitória tem uma importância moral relevante na corrida. Contra as evidências, Sanders estava apostando todas suas fichas em uma vitória na Califórnia, o estado mais populoso dos Estados Unidos, muito diversificado e com uma forte base democrata, para proclamar que é o maior mobilizador do partido e, portanto, a melhor opção para frear Donald Trump.

O esforço de Sanders para provar seu valor na Califórnia resultou em uma batalha fenomenal como não se via há anos no Estado. Ambos os candidatos lançaram mão dos últimos recursos para esta espécie de duelo final, o que engrandece ainda mais a vitória de Clinton. O registro eleitoral bateu todos os recordes do Estado, com 18 milhões de eleitores cadastrados, um milhão a mais do que há quatro anos.

Sanders não deu qualquer indicação em seu discurso de que vai jogar a toalha. Há semanas sua campanha já não tem condições de vencer Clinton, nem em número de votos nem de delegados. Nesse sentido, nada muda depois da campanha de terça. A luta de Sanders é no plano moral, para marcar a agenda do Partido Democrata. Os milhões de simpatizantes que mobilizou com sua “revolução política” receberam a promessa de que irá disputar os votos das primárias de Washington DC, na próxima terça-feira (de fato as últimas em termos de delegados), e até a convenção de Filadélfia. “A luta continua”, disse Sanders.

Clinton proclamou sua vitória uma hora antes do fechamento das urnas na Califórnia. Fez o mesmo em Nova York, seu reduto político, o Estado pelo qual serviu como senadora antes de lutar pela Presidência. “Atingimos um marco. É a primeira vez na nossa história que uma mulher será a nomeada de um grande partido”, disse diante de milhares de simpatizantes. O sucesso “pertence a gerações de mulheres que tornaram este momento possível”.

Clinton imediatamente estendeu a mão aos simpatizantes de Sanders. “Não é fácil colocar seu coração em um candidato ou em algo que você quer e não conseguir. Conheço bem essa sensação”, disse. E deixou uma primeira amostra de qual será sua mensagem nas próximas semanas. “Juntos somos mais fortes” é o lema.

Depois do discurso posterior de Sanders, que absolutamente ignorou as palavras de Clinton, não ficou claro se foi iniciado ou não o processo de cura das feridas no Partido Democrata. Quando ou como Sanders reconhecerá que a batalha foi perdida e o que fará depois serão as grandes questões do debate político nos próximos dias.

O primeiro esboço das próximas horas do Partido Democrata chegou com um comunicado da Casa Branca, quando Sanders ainda não havia falado com seus simpatizantes. O presidente Barack Obama ligou para os dois candidatos, segundo o comunicado. Felicitou Clinton por “garantir o número suficiente de delegados para obter a nomeação”. E felicitou Sanders por “revitalizar milhões de americanos com seu compromisso com questões como a desigualdade e a luta contra a influência dos grupos de interesse na política”. Sanders, que solicitou o encontro, se reunirá com Obama na quinta-feira na Casa Branca, o primeiro passo para que sua extraordinária campanha, que mobilizou uma base democrata à qual Clinton não alcançava, se ponha a serviço da campanha geral democrata.

Na terça-feira, ambas as campanhas haviam iniciado os primeiros contatos, embora o conteúdo das conversas não tenha sido revelado. O jornal The New York Times informou que a campanha de Sanders preparava a demissão em massa de colaboradores.

Na terça-feira, exatamente há oito anos, Hillary Clinton vivia um dos dias mais amargos de sua carreira, quando teve de admitir publicamente a derrota contra um senador jovem desconhecido, Barack Obama, que venceu as primárias de 2007, quando ela pensava que seu momento havia chegado. Clinton disse que iria precisar de um tempo para digerir sua conquista. Não dispõe de muito. A campanha eleitoral começou há dias. Em suas próprias palavras, “o final das primárias é apenas o começo do trabalho que temos pela frente”.

jun
09
Posted on 09-06-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 09-06-2016


Simanca, no jornal A Tarde (BA)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Gabrielli precisa de 10 mil por mês

José Sérgio Gabrielli entrou com recurso no Supremo contra decisão do TCU que renovou por mais um ano o bloqueio de seus bens, informa O Globo.

O bloqueio é decorrente do prejuízo de US$ 792 milhões na compra da usina de Pasadena.

Gabrielli quer liminar que lhe garanta o saque mensal de R$ 10 mil para o pagamento de despesas fixas.

  • Arquivos

  • junho 2016
    S T Q Q S S D
    « maio   jul »
     12345
    6789101112
    13141516171819
    20212223242526
    27282930