Samba da Benção, por Pierre Barouh

CRÔNICA/CINEMA

Amor e música no filme inesquecível

Maria Aparecida Torneros

Artigo primoroso me traz a lembrança de um filme francês de 1966. No site Bahia em Pauta leio sobre o inesquecível filme de amor dirigido por Claude Lelouch. Recordo quantas tardes fui com as colegas de escola normal todas na faixa dos 16 anos encantadas com as imagens e cenas de amor renunciado.
Atores excelentes. História comum e passível de acontecer com todos nós. Torcida para que o casal protagonista se reencontrasse um dia.

Isso aconteceu 20 anos depois. Filmaram com os mesmos atores uma continuidade do tema. Os protagonistas finalmente se amaram mas o novo filme passou desapercebido.

O mundo tinha mudado muito nos anos 80.

Amores passaram a ser descartáveis e menos sofridos.
Aventuras inundaram as telas e os romances de um homem e uma mulher perderam o glamour das nossas adolescências. .

Em 50 anos é bom saber que já se viveu amores assim. Intensos e respeitosos. Capazes de renúncias e honrados.

O artigo do Bahia em Pauta me trouxe a cena da viúva vivida por Anouk Aimée recordando seu marido cantando Samba de Bênção e falando do Brasil.

Cida Torneros é jornalista e escritora, colaboradora da primeira hora do BP, mora no Rio de janeiro, onde edita O Blog da Mulher necessária.

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Comentários

Cida Tornetos on 26 Maio, 2016 at 22:00 #

É MELHOR SER ALEGRE QUE SER TRISTE… SAMBA DA BENÇÃO. 1966. EM CINEMA FRANCÊS. BELAS RECORDAÇÕES.


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