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Ayres Britto: “Ninguém é dono da Lava Jato”

Carlos Ayres Britto falou à BBC Brasil sobre o episódio do dia. Para ele, os comentários de Romero Jucá são “bravatas” ou “delírios de imaginação”.

“Não há por que a sociedade brasileira recear, não há o que temer quanto ao amadurecimento das instituições brasileiras que não governam, mas impedem o desgoverno, que é o caso desse trio institucional composto pela Polícia Federal, pelo Ministério Público e pelo Judiciário.”

“Ninguém é dono da Lava Jato. Ela ganhou estatura, dimensão própria. E as instâncias que compõem o sistema de justiça, inclusive o Supremo, estão dando sobejas demonstrações do mais absoluto prestígio ao desenvolver a operação.”

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Comentários

Rosane Santana on 24 Maio, 2016 at 6:09 #

Então tá hein! O país de Ayres Brito e’ ficção. Estou no sul maravilha! Basta uma caminhada nos calçadões de Curitiba e um bate papo com qualquer transeunte para perceber o povo “altivo” e “bem informado” que caminha pelas calçadas! Ou, sente-se num bar, beba-se uma cerveja e verá! Vera’ a profusão de “inteligências”. Não existem instituições autônomas e livres em país com educação de quinta, comunicação monopolizada e população ignorante, literalmente, de valores muçulmanos. O país de Ayres Brito e ficção. A Justiça! O Ministério Público! O Supremo! Olhem a cara do Supremo! Salvo raríssimas exceções, uma vergonha a conduta dos seus magistrados, a começar pelo presidente. É cada uma!


Rosane Santana on 24 Maio, 2016 at 6:25 #

Quem se der ao trabalho de olhar os acontecimentos com atenção, Vera que a Lava Jato só foi possível por causa da cooperação internacional: ministérios públicos da Suíça, Estados Unidos e Portugal. Não fora assim, não teria saído do lugar. Quando dependeu da figura de Sérgio Moro, a operação foi claramente politizada. A história narrará os fatos como o são. Sem o endeusamento do juiz, que não consegue articular um discurso, fala mal é porta-se como um astro da cultura pop. Tal glamourização de uma figura do judiciário de primeira instância e’ típica de oásis tupiniquim. A lava Jato e’ um fenômeno político da globalização. O resto é folclore. Fosse Odebrecht presidente de uma empresazinha nacional não estaria na cadeia. Sua atuação em 52 países e’ que o torna vulnerável. O resto é perfumaria e circo.


Rosane Santana on 24 Maio, 2016 at 6:28 #

Corrigindo:
Quem se der ao trabalho de olhar os acontecimentos com atenção, vera’ que a Lava Jato só foi possível por causa da cooperação internacional: ministérios públicos da Suíça, Estados Unidos e Portugal. Não fora assim, não teria saído do lugar. Quando dependeu da figura de Sérgio Moro, a operação foi claramente politizada. A história narrará os fatos como o são. Sem o endeusamento do juiz que não consegue articular um discurso, fala mal e porta-se como um astro da cultura pop. Tal glamourização de uma figura do judiciário de primeira instância e’ típica de países tupiniquins. A lava Jato e’ um fenômeno político da globalização. O resto é folclore. Fosse Odebrecht presidente de uma empresazinha nacional não estaria na cadeia. Sua atuação em 52 países e’ que o torna vulnerável. O resto é perfumaria e circo.


Rosane Santana on 24 Maio, 2016 at 6:40 #

Em outras palavras: paralise-se a cooperação internacional. Ver-se-a, então, o que sobra da Lava Jato. É uma revolução totalmente de fora para dentro. O resto é delírio. A sociedade brasileira e’ brutalmente violenta e corrupta.


Rosane Santana on 24 Maio, 2016 at 7:01 #

Note-se a velocidade com que as coisas andam quando dependem do Judiciário brasileiro: o Eduardo Cunha, bandido da pior espécie, continua solto e detendo o controle de 300 congressistas do baixo clero ( maioria absoluta) na Câmara dos Deputados. Foi o principal responsável pelo impeachment Renan Calheiros idem. Respondam: em qual país civilizado estes dois bandidos não estariam em prisão de segurança máxima?


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