Baby: a menina ainda dança e canta muito!!! Provou no fim de semana no show da volta dos Novos Baianos na reinauguração da Concha Acústica do Teatro Castro Alves. E repetiu nesta segunda-feira, 16. QUEREMOS MAIS!!! Enquanto isso, o BP reproduz o clip gravado no Rio de Janeiro.

BOA TARDE

(Vitor Hugo Soares)

maio
17

DO PORTAL TERRA BRASIL

O economista Ilan Goldfjan foi escolhido para comandar Banco Central no governo Michel Temer. Goldjan é economista-chefe e sócio do banco Itaú e exerceu o cargo de diretor de Política Econômica do Banco Central de 2000 e 2003, na gestão Armínio Fraga.

Com Fraga, Goldjan fundou o Instituto de Ensino e Pesquisa em Economia da Casa das Garças e abriu a Gávea Investimentos. O economista também tem passagem pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), onde trabalhou entre 1996 e 1999. Ele tem mestrado pela PUC-Rio e doutorado pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Confira 11 frases de Goldjan:

“Em algum momento o BC deverá reduzir os juros, ratificando essa trajetória de queda da inflação, provavelmente ainda este ano.” (Artigo publicado em 5 de abril de 2016)

“Estamos vivendo uma dupla crise econômica: a nossa e a internacional.”
(Entrevista publicada em 16 de fevereiro de 2016)

“O foco do Brasil mudou quando olhamos para 10 ou 15 anos atrás e agora nós passamos a ter menor representatividade em fóruns mundiais. Essa política de isolamento acentuou as nossas dificuldades em fazer acordos comerciais.” (Entrevista publicada em 2 de dezembro de 2015)

“O investidor quer saber: quem pagará o ajuste?”
(Artigo publicado em 9 de novembro de 2015)

“Muitos são a favor do ajuste fiscal em tese, mas ninguém está disposto a pagar essa conta.”
(Artigo publicado em 7 de outubro de 2015)

“Sem a volta do investimento, dificilmente a economia se recupera. Portanto, sem equacionar o fiscal, não haverá retomada da economia.”
(Artigo publicado em 6 de outubro de 2015)

“A reforma mais importante é a da Previdência, cujo gasto cresce 0,3% do PIB ao ano, o que não é sustentável.”
(Artigo publicado em 6 de outubro de 2015)

“Na ausência de reformas, um ajuste unicamente pelo lado das despesas para ajustar 3,5% do PIB parece dramático.”
(Artigo publicado em 5 de outubro de 2015)

“A forma certa de ganhar competitividade é ganhar produtividade. Usar o câmbio para isso é a saída pela pobreza, pela queda da renda. Salários reais caem e reduz-se o custo do trabalho em moeda estrangeira e gera produtividade à custa do empobrecimento.” (Entrevista publicada em 2 de setembro de 2015)

“O alto custo de produzir no Brasil bloqueia a capacidade da economia crescer.”
(Artigo publicado em 8 de julho de 2015)

“Governo tem que ser pragmático.”
(Entrevista publicada em 27 de janeiro de 2013)

maio
17
Posted on 17-05-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-05-2016

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Temer desliza entre perguntas da Globo

Muito além de “exclusiva”, a entrevista do presidente Michel Temer à Rede Globo teve toda pinta de muito bem armada, não sendo de excluir-se que, admitida a seriedade da jornalista Sônia Bridi, ele tenha conhecido previamente o script – e mesmo assim teve dificuldade.

Temer respondeu mal à pergunta sobre mulheres no ministério, pois prometeu o segundo escalão, depois da má repercussão da unanimidade masculina, e ainda patinou quando citou uma das áreas a serem ocupadas, “a chamada igualdade racial”.

Não foi melhor ao explicar a nomeação do ministro Romero Jucá, que, embora sob inquérito no STF, “ainda não é réu”. Elogiou as artes do auxiliar com orçamento e articulação, do que ninguém duvida, e impôs-se uma limitação para o caso de piorar a situação de Jucá: “Vou examinar”.

Estranhou-se na repórter apenas a ressalva prévia de que, na citação do próprio Temer na Operação Lava-Jato, “o procurador-geral não viu razões” para indiciá-lo, levantando-lhe a bola para defender-se da pecha de indicação de diretor corrupto para a Petrobras e recebimento de propina.

Defesa da ilegalidade em causa própria

O presidente, visivelmente, aplicou o “golpe do constitucionalista” para explicar por que pleiteia a isenção no processo corrente do Tribunal Superior Eleitoral para cassar a chapa que formou com Dilma Rousseff em 2014. “A pena não passa da pessoa do acusado”, disse.

Certamente, mas a questão é que não houve uma acusação à pessoa da presidente afastada, e sim à unidade jurídica por ela encabeçada, cuja eleição beneficiou-a e também a ele, diretamente, como prova sua presença no cargo, em detrimento, diga-se, dos demais concorrentes.

Hesitou muito o presidente Temer sobre a possibilidade de candidatar-se à reeleição. Primeiro, garantiu que não. Depois, indagado se “em nenhuma hipótese”, afirmou ser essa “uma pergunta complicada”, pois, “de repente, pode acontecer”. Finalmente, negou, em explanação mais elaborada.

Compromissos a serem cobrados

Temer assumiu diante de todo o Brasil compromissos importantes, todos de muito fácil cobrança. Anunciando a preservação dos programas sociais, garantiu: “Se for necessário, cortarei de outros setores, não cortarei daqueles mais carentes no país”.

Sobre pontos já adiantados por dois ministros da pretendida reforma da Previdência, foi enfático “Eu prezo muito o texto constitucional, e direito adquirido está previsto no texto constitucional. Se vulnerar direito adquirido, não faremos”.

Após ter dito que punirá com demissão ministros que cometam “equívocos administrativos” ou “irregularidades administrativas”, afiançou: “O Executivo não tem o direito, no sentido constitucional, de interferir numa questão que está sendo levada pelo Ministério Público, pela Polícia Federal e pelo Judiciário”.

BOM DIA – BONJOUR (E VIVA CHARLES AZNAVOUR E A CANÇÃO FRANCESA DE ONTEM, DE HOJE E DE SEMPRE.)

(Vitor Hugo Soares)

maio
17
Posted on 17-05-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-05-2016


Maria Silvia Bastos Marques:primeira mulher a comandar o BNDES.
Folhapress

DO EL PAIS

Heloísa Mendonça

De São Paulo / Brasília

Após ser duramente criticado pela ausência de mulheres em seu gabinete, o presidente interino Michel Temer escolheu Maria Silvia Bastos Marques para comandar o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Maria Silvia, administradora e com mestrado e doutorado em economia, já foi diretora no próprio banco nos anos 90, atuou como secretaria de Finanças da Prefeitura do Rio de Janeiro e foi a única mulher a ocupar a presidência da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), maior empresa do setor na América Latina.

O convite para comandar o banco – uma dos maiores instituições de desenvolvimento no mundo e que financia a maioria dos investimentos das empresas no Brasil – foi aceito nesta segunda-feira, segundo assessores do presidente interino. Temer espera com a nomeação diminuir a repercussão negativa de sua escolha por escalar somente homens para os altos cargos. O anúncio oficial do nome de Maria Silvia deve ser feito nesta terça-feira, quando o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, anunciará toda a equipe econômica, inclusive o novo presidente do Banco Central (BC). Até o início deste mês, Maria Silvia era assessora especial das Olimpíadas na Prefeitura do Rio de Janeiro. Ela assumirá o comando do BNDES no lugar de Luciano Coutinho, que ocupava o cargo desde 2007.

O ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB), negou que a escolha tenha sido uma resposta às críticas pela falta de diversidade, que também ecoaram na imprensa estrangeira. É a primeira vez que um ministério exclusivamente masculino no Brasil desde o Governo Ernesto Geisel (1974-1979), na ditadura. “É um convite para colocar alguém competente, experiente, que tem toda condição de fazer um grande trabalho no BNDES, então o presidente Michel entendeu de convidá-la. E eu considero uma ótima escolha”, disse, segundo a Agência Brasil. Na sexta, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, culpou os partidos por não terem indicado nenhuma mulher e, neste domingo, Temer disse em entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo, que procurava “uma representante do mundo feminino” para a Secretaria da Cultura.
Controvérsia com Moraes

A segunda-feira, segundo dia útil do Governo interino, também foi de desencontro público em Brasília. Temer teve de lançar nota de esclarecimento em uma área em que tenta evitar controvérsias a todo custo: a da Justiça. Em uma entrevista publicada pela Folha de S.Paulo, o ministro da pasta, Alexandre de Moraes, defendeu que o procurador-geral da República, que tem como uma de suas funções investigar crimes do Governo, seja escolhido pelo presidente, como está previsto na Constituição, e não o nome mais votado pela categoria, como se tornou tradição nos Governos do PT.

“O presidente da República tem essa liberdade constitucional [de indicar o procurador-geral que não foi eleito pela categoria]”, disse Moraes. “O poder de um Ministério Público é muito grande, mas nenhum poder pode ser absoluto”, disse ele. O atual procurador, Rodrigo Janot, assumiu papel fundamental na investigação da Operação Lava Jato, denunciando, inclusive, o do ex-presidente Lula e o do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha. O mandato dele termina em setembro de 2017, quando um novo nome assumirá.

A possibilidade de que o Governo mude a regra recente de indicação causou polêmica especialmente porque opositores de Temer afirmam que uma das intenções será a de tentar barrar as investigações da Lava Jato que podem implicar seus aliados. Um ministro é alvo de inquérito da Operação e outros dois são citados na delação premiada da construtora OAS.

Depois da publicação da entrevista, Temer afirmou por meio de sua assessoria que o critério de escolha dos últimos anos será mantido, caso o impeachment de Dilma Rousseff se confirme e ele permaneça na Presidência da República. Mais tarde, o próprio Moraes afirmou, em nota, que não havia conversado com o presidente interino sobre o assunto e que apenas havia feito “uma análise da previsão constitucional”, que destaca a autonomia de escolha do presidente. A controvérsia remete a Geraldo Brindeiro, que foi procurador-geral de 1995 a 2003, nos Governos FHC e Lula. Brindeiro foi apelidado de “engavetador-geral da República”, por supostamente não levar adiante investigações contra o Governo, o que ele sempre negou.

maio
17
Posted on 17-05-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-05-2016


J. Bosco, no jornal O Liberal (PA)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Comissão de Ética?

A Folha informa que a Comissão de Ética da Presidência deferiu período de quarentena remunerada a José Eduardo Cardozo e Luiz Navarro de Brito.

Ambos receberão por seis meses o mesmo salário que tinham em seus cargos. Um ministro recebe R$ 30,9 mil. Ao todo, a Comissão de Ética recebeu 66 pedidos de quarentena, inclusive de Jaques Wagner.

Ética, que ética?

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