Clip postado na área de comentários pelo poeta, leitor, ouvinte e amigo do peito do BP, Luiz Fontana. Para audição e palmas no palco e auditório do site blog. Com agradecimentos do editor.
Em tempo: escute com atenção e sem pressa, pois entre as faixas as vezes há um espaço mais longo de silêncio.
BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

DO G1/ O GLOBO

No ar como o padre Romão da novela Velho Chico, o ator Umberto Magnani morreu nesta quarta-feira, 27/4. O ator fez 75 anos na segunda, 25/4, mesmo dia em que passou mal durante as gravações. De acordo com a Central Globo de Comunicação, ele recebeu os primeiros socorros no local e foi levado para um hospital no Rio de Janeiro.

Umberto Magnani fez várias novelas da Rede Globo, como Laços de Família (2000), como Eládio; Presença de Anita (2001), como Eugênio; Mulheres Apaixonadas (2003), como Argemiro Batista; Cabocla (2004), como Chico Bento; Alma Gêmea (2005), como o personagem Elias; e Páginas da Vida (2006), como Zé Ribeiro; além de interpretar papéis variados no teatro. Relembre abaixo fotos e vídeos do trabalho do ator.

Parceira de cena em Velho Chico, Fabiula Nascimento de despediu do amigo em suas redes sociais: “Com o coração despedaçado te digo até breve meu veio!”. Marcelo Serrado, colega de elenco na trama das 9, também manifestou sua tristeza por meio de sua página pessoal. “Descanse em paz querido amigo e talentoso Umberto!”

Ao vivo durante o Encontro, Fátima Bernardes lamentou a notícia e se solidarizou com família e amigos do artista. A apresentadora também lembrou a carreira do ator, que começou na Globo na primeira versão da novela Mulheres de Areia (1973). Assista:
Em Velho Chico, Umberto participou de cenas emocionantes que mexeram com o público, como uma que foi ao ar na última terça. Nas redes sociais, comentários homenageavam o ator que estava internado. @teodolina disse: “Tão querido como Padre Romão. Carinho imenso pelo personagem, respeito e admiração pelo ator. Estou em oração.”

DO CORREIO DA BAHIA

Redação iBahia

Estrelando o personagem padre Romão na novela ‘Velho Chico’, o ator Umberto Magnani, 75 anos, passou mal durante as gravações da trama na segunda-feira (25).

De acordo com informações do site ‘Ego’, o artista sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral) e foi internado no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, onde segue em coma profundo.

“Ele passou mal e teve uma parada cardíaca. Ele passou por uma cirurgia de seis horas. O médico deu 48 horas para ele acordar. Agora é só orar. A gente se apega a Deus, mas é muito difícil ele sair e não ter sequelas”, explicou a filha do ator, a jovem Ana Julia, contando ainda que seu irmão, Beto Magnani, está acompanhando o pai no hospital.

A TV Globo anunciou a substituição do padre Romão por conta da internação do Magnani. Um novo ator, Carlos Vereza chega à trama de Velho Chico no papel de novo padre de Grotas do São Francisco.

DEU NO POR ESCRITO( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Michel Temer: sorte no jogo e no amor

Este blog sai de seus parâmetros, em que musas, machismo e sexismo sempre foram tão duramente condenados, em homenagem ao quadro excepcional que se prenuncia no país com a posse de uma primeira-dama com charme semelhante ao de Jaqueline Kennedy ou de Maria Thereza Fontella Goulart – corrigindo grafia anterior incorreta.

Mas o faz, justamente, pela convicção da distância para esse tipo de “ideologia” que contamina a mídia e a faz propagar versões infundadas, senão fantasiosas, sobre mulheres famosas, cujas práticas estivessem ocorrendo em conflito com o que se pudesse esperar de padrão do comportamento feminino.

Essa conversa de “candinhas” (para quem está familiarizado com a gíria da década de 60) atingiu Jackie tanto quanto a Maria Thereza, que – agora para quem não se recorda – foi até personagem de humorístico de Chico Anysio no início da carreira, na TV Tupi.

O “Coronel Limoeiro”, mais uma das geniais criações de Chico, era um velho matuto nordestino casado com mulher bela e nova, que exclamava desconfiado: “Maria Teresa!”, vivida sucessivamente por atrizes várias, como Carmem Verônica e Monique Evans.

É esta a imagem que o preconceito vulgar, talvez a misoginia recôndita, produz: contra todas as evidências, o aspecto principal a ser levantado nesta quadra da vida histórica é a diferença da idade entre o vice-presidente Michel Temer, de 75 anos, e sua jovem mulher, Marcela Temer, de 31, casados há mais de dez anos, pais de Michelzinho.

Impossível se torna esquecer de meses atrás, quando o impeachment ainda estava em fogo brando e corria a ideia de que Temer conspirava contra a presidente Dilma. Coube a Geddel Vieira Lima, “amigo fraterno e pessoal” do vice, como disse em entrevista, ontem, à Tribuna da Bahia, proferir frase com que buscou, certamente sem êxito, livrar a cara do brother: “Ele só é ousado para as conquistas amorosas”.

A primeira-musa

Da imprensa: “Marta diz que vantagem de Temer sobre Dilma é que ‘ele dialoga’”.

Como diria o saudoso Moacir Japiassu, considerado. Imagine-se o quanto esse homem não dialogou com Marcela.

Livre como um táxi

Ainda levando em conta a longevidade das relações Temer-Geddel, vale ponderar: as conquistas a que se referem o ex-ministro provavelmente são do tempo de solteirice do vice.


Ray Anthony – Adios (1960)!!! Para inspirar o novo Pálace Hotel,que vem aí,na lendária Rua Chile, em Salvador de todos os músicos e dançarinos ( e dançarinas)!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Não tem jeito, Cunha

O Estadão:

“Fernando Baiano, confirmou em depoimento ao Conselho de Ética da Câmara ter feito pagamentos ‘ilegais’ a Eduardo Cunha. O lobista também explicou de que maneira recebeu a ajuda do presidente da Casa para cobrar uma dívida de R$ 10 milhões do lobista Júlio Camargo em troca de doações eleitorais, a partir de 2010. No acordo, inicialmente de 20%, e que subiu para 50%, Cunha pressionaria Camargo por meio da comissão de fiscalização sobre contratos de empresas que Camargo representava junto à Petrobras.”

Baiano diz ter entregue 4 milhões de reais em espécie no escritório de Cunha. Ele já havia confirmado que Júlio Camargo pagou 5 milhões de dólares ao presidente da Câmara no exterior.

Eduardo Cunha pode continuar escapando do Conselho de Ética, mas não escapará da Lava Jato.

abr
27
Posted on 27-04-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-04-2016


Jarbas, no Diário de Pernambuco

abr
27
Posted on 27-04-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-04-2016

DO EL PAIS

Gil Alessi

São Paulo

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta terça-feira, manter em prisão preventiva Marcelo Odebrecht, condenado em março deste ano a 19 anos quatro meses de reclusão pelo juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância. A 2ª turma da Corte negou um pedido de habeas corpus dos advogados do empreiteiro, com a justificativa de que ele tentou obstruir as investigações, destruir provas e mobilizar apoio político para ser libertado. Presidente afastado da maior construtora do país, Marcelo está detido desde junho de 2015 por seu papel no escândalo de corrupção da Petrobras. Seu advogado Nabor Bulhões afirmou que vai recorrer da decisão do STF.
STF mantêm prisão de Marcelo Odebrecht
Marcelo em imagem de 2009. C. Rodrigues WEF

Ao sentenciá-lo pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e por integrar organização criminosa, Moro determinou que o empreiteiro continuasse preso até que seus recursos fossem julgados em instâncias superiores, o que não tem prazo para ocorrer.

A ratificação da prisão do empresário pela mais alta corte do país é uma vitória para Moro e para os procuradores da Lava Jato, sob críticas de parte da comunidade jurídica por supostamente se exceder nas medidas restritivas na investigação. É também um dado importante porque a perspectiva de continuar preso durante os recursos pressionaria ainda mais Marcelo Odebrecht a integrar o grupo de executivos das empreiteira que negociam fechar delação premiada.

Em março a Odebrecht divulgou nota dizendo que seus funcionários iriam colaborar com a Justiça e prometeu denunciar “um sistema ilegítimo” de financiamento político-partidário. No início de abril o jornal o Estado de S. Paulo informou que Marcelo começara a prestar depoimentos para a força-tarefa da Lava Jato como parte da negociação do acordo de delação premiada que ele pretende firmar com a Justiça. Os procuradores ainda não confirmam a informação, mas, potencialmente, o teor de sua colaboração pode ser bombástico para o sistema político brasileiro. A Odebrecht é uma das maiores contribuintes legais de partidos, com somas vultuosas tanto para os políticos do PT, incluindo a campanha da presidenta Dilma Rousseff, como de seus principais adversários, como o senador Aécio Neves (PSDB). Apenas nas últimas eleições, em 2014, a Odebrecht repassou 46 milhões de reais para campanhas de 15 partidos, sem fazer distinção de matizes ideológicos.
Divisão no Supremo

Votaram pela manutenção da prisão o relator da Lava Jato, Teori Zavascki, Cármen Lúcia e Celso de Mello. “Os elementos apresentados pelo juiz [Moro] permitem, de fato, constatar a presença de indícios de que o paciente [Marcelo] estaria agindo (…) no sentido de perturbar a investigação”, afirmou Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo, que disse ainda haver fortes indícios de que o empreiteiro teria orientado “seus subordinados para que destruíssem provas”.

O ministro Gilmar Mendes se mostrou contrário à decisão dos colegas ministros. Em sua avaliação, a prisão preventiva se tornou “excessiva” neste caso, e sugeriu que o empresário fosse para o regime domiciliar. Dias Toffoli votou com Mendes. Na mesma sessão, o STF determinou que os executivos da Odebrecht Márcio Faria e Rogério Santos, também condenados por Moro, tivessem suas prisões preventivas convertidas em domiciliar. Eles terão que usar tornozeleira eletrônica, e não podem mais se envolver nos negócios da construtora.

A Odebrecht é suspeita de ter participado de um clube de empreiteiras, que, organizadas em cartel, fraudavam contratos com a Petrobras e pagavam propina a ex-diretores e políticos ligados à estatal. De acordo com os procuradores, a construtora criou um sofisticado esquema para operacionalizar os pagamentos irregulares, que incluía ao menos duas empresas offshore no exterior abertas apenas para essa finalidade. Segundo a força-tarefa, existia um “setor de operações estruturadas”, cuja função era, segundo os investigadores, o pagamento de propinas.

Marcelo é o sexto grande empreiteiro condenado na Lava Jato. Antes dele representantes da cúpula da Camargo Corrêa, OAS, Mendes Junior, Engevix e Galvão Engenharia já haviam sido sentenciados por Moro.

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