Vai para a mana Mariana, que vive e ama tanto a cidade do Arquiteto, apesar e acima de tudo.

Feliz aniversário, Brasília!!! Beijos, Mariana!!

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

Uma saudação do BP para Minas Gerais, no dia de festejar Tiradentes!!!


Corpos resgatados na praia de São Conrado (Rio)

DO G1/ O GLOBO

Gabriel Barreira e Káthia Mello
Do G1 Rio

Um trecho de 50 metros da ciclovia Tim Maia, na Avenida Niemeyer, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, desabou na manhã desta quinta-feira (21), pouco mais de três meses após sua inauguração. Segundo os Bombeiros, duas pessoas morreram no local após cair no mar e três ficaram feridas.

As vítimas fatais são dois homens, que têm entre 40 e 50 anos. Um deles foi identificado pelo cunhado. O resgate teria demorado cerca de meia hora para chegar ao local.

Segundo frequentadores e motoristas que passavam por lá, a ciclovia foi atingida por uma forte onda que, além de destruir o local, também quebrou o parabrisa de um ônibus e teria arrastado uma mulher no calçadão. O local fica perto da saída da tubulação de esgoto.

A ciclovia que fica às margens da Avenida Niemeyer, que liga os bairros de São Conrado e Leblon, na Zona Sul do Rio, foi inaugurada no dia 17 de janeiro. A ciclovia da Niemeyer tem 3,9 quilômetros e vista para o mar. Ela chegou a receber críticas de arquitetos por encobrir a vista do mar para os motoristas que trafegam pela avenida. Além disso, em vários trechos ela não tem calçada.

O secretário Executivo de Governo, Pedro Paulo Carvalho, garantiu que não há riscos de novos desabamentos.

“Nós interditamos a ciclovia da Niemeyer para que ninguém venha pra cá. A princípio, não há risco de novos desabamentos. A gente pede paciência dos moradores que habitam nos acessos e pedimos que eles não venham para a ciclovia neste momento”, disse Pedro Paulo.

O secretário afirmou ainda que há suspeita de que mais uma vítima ainda esteja desaparecida e que a prefeitura vai trabalhar com técnicos que fizeram a obra.

“Ainda há suspeitas de uma pessoa no mar. Ainda não há confirmação, mas o Corpo de Bombeiros trabalha com a possibilidade de mais uma vítima. Nós não vamos trabalhar com especulação. Vamos trabalhar com os técnicos que fizeram a obra para saber realmente o que causou o acidente”, afirmou o secretário.

Damião Pinheiro de Araújo, de 60 Anos, passava pelo local de bicicleta na hora em que as ondas atingiram a ciclovia.

“As pessoas pararam na ciclovia, acharam bonito e ficaram tirando fotos das ondas. Eram enormes. Veio uma maior ainda, a ciclovia levantou e caiu um pedaço. Vi as pessoas caindo. É triste. Toda vez que o mar subir vai ter que interditar a ciclovia, faz parte da natureza. Para mim ela foi mal planejada”, disse Damião.

O administrador Guilherme Miranda passava pelo local no momento do acidente.
“Eu quase morri. Já chegou a imprensa inteira. Cadê o prefeito, cadê o engenheiro que fez essa obra? É desesperador você ver as pessoas morrendo na sua frente. Alguém tem que dar uma resposta disso, foram R$ 45 milhões. Acabaram de inaugurar e já está rachada em vários pontos, passo aqui todos os dias para ir e voltar do trabalho”, disse Guilherme.

Ele relata ainda ter visto três corpos boiando. Miranda criticou ainda o ato de a ciclovia ser afastada da pista, o que deixa o ciclista sujeito a assaltos.

Um outro homem que também passou pelo local pouco antes do acidente relatou que a onda era muito forte. “A onda batia na pedra e subia, varria a Niemeyer e a ciclovia. Era tão forte que não dava pra passar. Eu tive que esperar no meu caminho de ida e volta”, contou Roberto Meliga.
Ciclovia cai em São Conrado (Foto: Eric Poseidon/Salvemos São Conrado)
Ciclovia cai em São Conrado (Foto: Eric Poseidon/Salvemos São Conrado)

Acho que foi uma falha de projeto’, diz engenheiro do CREA-RJ
O engenheiro civil e conselheiro do CREA-RJ, Antônio Eulálio, declarou à Globo News que acredita que houve “uma falha de projeto” da ciclovia da Avenida Niemeyer, em São Conrado, Zona Sul do Rio, que desabou na manhã deste sábado.

“O problema é que não foi previsto no projeto essa força excepcional porque a onda levantou a ponte. Acho que foi uma falha de projeto. Só tem uma viga central praticamente, então, não tem resistência para de momento. São dois apoios, ele não conseguiu suportar esse esforço de rotação, devido a onda que bateu. Foi falha de concepção do projeto”, afirmou o engenheiro civil e conselheiro do CREA-RJ. “Não foi previsto no projeto, deveria ter sido”.

Ele acrescentou que “os autores do projeto vão ser chamados para terem direito à defesa” para que sejam aplicadas as medidas cabíveis. E acrescentou ainda que pode ocorrer a “até a cassação do registro”.

O Consórcio Contemat-Concrejato, responsável pela obra, informou que uma equipe técnica da empresa já se encontra no local, trabalhando em coordenação com a Secretaria Municipal de Obras e que as prioridades neste momento são garantir o atendimento às vítimas e seus familiares e avaliar as causas do acidente.

A Avenida Niemeyer foi interditada nos dois sentidos por volta das 11h50, segundo o Centro de Operações da Prefeitura e não há previsão para liberação do tráfego. Os motoristas devem seguir pela Autoestrada Lagoa-Barra.

Complexo Tim Maia
O trajeto total, do Leblon à Barra, terá sete quilômetros de extensão, mas ainda não tem data exata para ser inaugurado. Com construção iniciada em junho de 2014, a ciclovia teve custo de R$ 44,7 milhões.

Grande parte da ciclovia — nos bairros do Leblon e São Conrado — já existiam e foram incluídas no complexo cicloviário que ganhou o nome de Tim Maia porque, no projeto original, vai ligar o Rio “Do Leme ao Pontal”, exatamente como na canção imortalizada por ele.

No início do ano, cariocas e turistas já dividiam o espaço com os operários. Em nota na ocasião, a prefeitura do Rio informou que o uso da pista durante as obras não era proibido, mas sim indevido.


Brasília, domingo, 17 de abril:comemoração na Câmara.
Foto Reuters/ El Pais

Pérolas do impeachment..Teatro do absurdo…

Maria Aparecida Torneros

O jornalista Ricardo Boechat abordou na manhã de sábado, 16 de abril, a necessidade de catalogar as pérolas do impeachment que tem sido proclamadas nos discursos dos parlamentares durante a transmissão direta da sessão ininterrupta para discussão do impedimento da chefe da nação.
Trocando informações com repórter da Band de plantão durante toda a madrugada mencionaram o fato de que o ar refrigerado do plenário ensejou parlamentares enrolados na bandeira brasileira para aquecer seus corpos em atitude patriótica.

Boechat lembrou de uma expressão usada por uma deputada do Estado do Rio “amor de mãe ” , dita por Soraia , e ele não entendeu como a Parlamentar conseguiu enfiar tal referência na sua fala sobre impeachment.

Um Teatro do absurdo não no seu contexto inteiro, mas em diversos lances passíveis de críticas e verdadeiras pérolas para os eleitores observarem a qualidade dos seus representantes na Câmara Federal em tempos de escolhas que precisam ser mais conscientes e responsáveis.

Os ouvintes da Band e os telespectadores da Globo News assim como o público brasileiro ligado nas informações constantes de rádios e televisões acompanham o tal momento nacional que decidirá pelo afastamento ou não de Dilma Rousseff.

O Mineiro Marcelo Aro do PHS falou às 8 e pouco da manhã de sábado. Jovem, citou Ulysses e Tancredo, rememorando o que não viveu mas que considera uma oportunidade histórica de estar ali naquela tribuna e poder contar uma história de uma caverna com prisioneiros que viam sombras projetadas pelas frestas de luz que continham ilusões.

O moço comparou a realidade dura do Brasil a uma grande ilusão levada ao povo com mentiras que tentam esconder crise e violência.

O direito democrático de desfilar pérolas verdadeiras ou falsas é um fato inequívoco que a Democracia proporciona.
Realmente se alguém catalogar as tais pérolas poder-se-á publicar um livro curioso e histórico.

Em 2012 em Valência durante um almoço com amigos que vivem na Espanha , também me enrolei num lenço com a bandeira brasileira que costumo levar comigo quando saio do Brasil. É um lenço para amarrar no pescoço.

“Amor de mãe , as pérolas dos discursos do impeachment” , o jornalista anuncia o título do futuro livro, lembrando que um dos inscritos cantou o hino do estado do Pará devidamente enrolado na bandeira( Boechat sugeriu que deveriam ter produzido bandeiras de lã ) e ainda acionou um artefato de festa infantil que espalhou chuva de papel picado como se fora um Carnaval cívico.

Cida Torneros é jornalista e escritora, colaboradora da primeira hora do BP.Mora no Rio de Janeiro, onde edita o Blog da Mulher Necessária.

DO LEITOR E AMIGO DO PEITO DO BP, QUE ASSINA VANGELIS. REPRODUZIDO DE SUA PÁGINA NO FACEBOOK.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

You never worry, where you’ve been
Then you get that look in your eyes
Creature comfort from within
Just to fall back into the sky
Again, over and done… Ver mais
Nunca se preocupe, onde tens andado?
Então você recebe aquele olhar em seus olhos
Criatura conforto de dentro
Só para cair de volta para o céu
De novo, de novo e feito
Mais uma vez, nós recuamos como um só
Mais uma vez, você nunca fecha os olhos

Tarde na cidade
Quando você pode, só não pego nesses olhos
Sinta a recuar para o bend
Só para cair de volta para o teu céu
De novo, de novo e feito
Mais uma vez, nós recuamos como um só
Mais uma vez, você nunca fecha os olhos
Let there be uma juntos
Queda de volta como um só
Oh, você nunca fecha os olhos
Deixe-me abraçá-lo novamente
Lala
La la la ala alalalala
Nunca se preocupe onde tens andado?
Então você recebe aquele olhar em seus olhos
Criatura conforto de dentro
Só para cair de volta para o teu céu
De novo, de novo e feito
Outra vez nós recuamos como um só
Mais uma vez, você nunca fecha os olhos
Let there be uma juntos
Queda de volta como um para sempre
Quando você fecha os olhos
Deixe o ser uma juntos
Queda de volta como um para sempre
Quando você fecha os olhos
Deixe-me abraçá-lo novamente

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

PMDB ganha força em Salvador

O mandato presidencial de Michel Temer, que deve começar na primeira quinzena de maio, não apenas modifica o fluxo de recursos federais para Salvador, de cuja falta o prefeito ACM Neto reclama.

Também aumenta, e exponencialmente, uma possibilidade que já era grande: a indicação de um peemedebista autêntico – que se permita o histórico adjetivo em caráter especialíssimo – como candidato a vice na chapa de Neto à reeleição.

Aliás, uma coisa está intrinsecamente ligada à outra. Não se crê que a dupla Geddel-Lúcio Vieira Lima vá esfalfar-se em influência no novo governo para encher exclusivamente a bola do prefeito

DO EL PAIS

Gil Alessi

São Paulo 20 ABR 2016 – 21:53 BRT

Petistas e parlamentares da oposição querem a convocação eleições antecipadas caso o impedimento de Dilma Rousseff seja aprovado no Congresso. A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) encaminhada por um grupos de seis senadores que une PT, PPS, Rede e PSB, foi protocolada na noite de terça-feira, e já pode começar a tramitar. Ela prevê que o pleito marcado para 2018 se realize ainda este ano, concomitantemente com as eleições municipais, em outubro. Presidente e vice eleitos ficariam no cargo até o final de 2018 – mandado de dois anos contados à partir de 1º de janeiro de 2017. A justificativa seria a falta de legitimidade do vice para assumir a presidência sem ter sido eleito diretamente para isso.

No Senado, João Capiberibe (PSB-AP) é um dos que encampam a campanha pela PEC. “Estamos lançando um embrião, nossa expectativa é que isso se torne uma saída negociada para a crise, inclusive com uma consulta à sociedade”, afirma. O parlamentar acredita que a antecipação das eleições se faz necessária tendo em vista que “os dois lados são ilegítimos, tanto Dilma quanto Temer, nenhum dos dois consegue governar”. Capiberibe acredita que a proposta pode tramitar paralelamente ao rito do impeachment no Senado. Nesse ponto há uma divergência entre o grupo da Câmara alta e deputados do PT, que aceitam a tese da nova eleição somente após o afastamento definitivo de Dilma. Até que isso ocorra, a ordem da bancada é defender a presidenta até o final.

A proposta ganhou força entre os petistas após a derrota na Câmara, que deixou Dilma a um passo do impeachment. Agora a matéria segue para votação no Senado e, caso seja aprovada, o vice Michel Temer (PMDB) assumiria a presidência. Além disso, a divulgação da última pesquisa Datafolha animou os petistas e deu fôlego para a ideia. De acordo com o levantamento, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto para o pleito de 2018 em todos os cenários propostos – com o senador Aécio Neves ou com o governador Geraldo Alckmin como candidatos do PSDB. De acordo com a pesquisa, a única que representaria uma ameaça ao petista seria Marina Silva (Rede), com quem ele empataria tecnicamente em um dos cenários. Estes números tornam atrativa para o PT a ideia da realização de eleições antecipadas em caso de impeachment de Dilma. Soma-se a isso o alto índice de rejeição a Temer nas pesquisas, e o fato de que a Câmara poderá processar em breve um pedido de impeachment do vice.

A ideia não é nova: quando o impeachment pareceu perder força no início de abril, Marina Silva e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), se manifestaram favoravelmente à antecipação do pleito. À época, vários parlamentares governistas chegaram a dizer que antecipar as eleições era uma forma de golpe, e o tucano Aécio Neves criticou a proposta, dizendo que ela apenas “fragilizaria” o impeachment de Dilma. Marina voltou a tocar no assunto nesta semana: “Com o devido sentido de urgência, [o TSE] faz a cassação da chapa Dilma-Temer e convoca uma nova eleição ainda para este ano, com base inclusive na estrutura das eleições municipais que está completamente estabelecida”. O ex-governador do Rio Grande do Sul e ex-ministro da Justiça Tarso Genro também é favorável à medida. Em entrevista à Agência Brasil, o petista afirmou que “seria muito melhor para o país convocar eleições”, e que “certamente, jurista que ele [Michel Temer] é, ele vai reconhecer que sua legitimidade é escassa para terminar o mandato”.

“Se o impedimento de fato for decretado, passar pelo Senado, nós vamos defender eleições gerais”, afirmou em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo o deputado Wadih Damous (PT-RJ). De acordo com o parlamentar, o vice-presidente Michel Temer (PMDB), não teria “condições morais e jurídicas para vir a presidir o Brasil”.

Uma PEC pode ser proposta pelo Executivo ou por um terço dos deputados ou senadores, mas para Damous, o caminho para a convocação de um novo pleito passa pela coleta de assinaturas para que a proposta ganhe força antes de ser encaminhada ao Congresso. “Eu vou defender isso dentro do PT e acredito que o PT vai defender também. Nós vamos conviver com um golpe? Não”, afirmou. “Lhe garanto uma coisa. Esse Governo ilegítimo do Temer não governará”. A própria presidenta afirmou, em conversa com jornalistas durante a semana, “respeitar” uma solução como a da antecipação do pleito. Na votação do impeachment pela Câmara, no domingo, cinco deputados aproveitaram seu tempo ao microfone do plenário para defender a convocação de novas eleições.

O trâmite para a aprovação de uma PEC, no entanto, é longo. Após a proposta ser apresentada, ela precisa ser analisada por uma comissão especial da Câmara onde deve ser aprovada por unanimidade, antes de ser votada pelo plenário. Posteriormente, a proposta ainda precisa passar por votação em dois turnos no Senado. Levando em conta que o Congresso tem sido hostil com as proposições vindas do Planalto, é provável que haja uma grande rejeição à PEC.

Sibá Machado (PT- PI), ex-líder do Governo na Câmara, acredita que “se chegar o momento da condução de Michel Temer à cadeira de presidente e Eduardo Cunha como vice”, deverá haver o crescimento “de um movimento na população e entre os parlamentares reivindicando novas eleições”. Mas o petista avalia que ainda é cedo para discutir a questão, uma vez que o impeachment ainda precisa ser votado no Senado, e diz que não é possível garantir que o PT encamparia essa bandeira. “Quem começou com essa conversa foi a Marina Silva, porque o quadro político não lhe era favorável”, afirma. O senador Lindberg Farias (PT-RJ), afirmou que a questão da PEC ainda não foi discutida internamente no PT, mas poderia ser uma possibilidade “caso seja consumado o golpe, caso se instale um Governo ilegítimo do Michel Temer”.

A deputada Maria do Rosário (PT-RS), afirma que ainda é cedo para discutir o pedido de eleições antecipadas. “Acho precoce [falar em PEC], ainda tem muito jogo no Senado, estou confiante que vamos derrubar esta tentativa de golpe”, afirma a parlamentar. “Mas a solução propostas pelo Damous poderá ser pensada porque ninguém reconhece Temer como presidente, nós não o chamaremos de presidente”.
“Sonho de uma noite de verão”

“Existe zero chances [da PEC avançar], é um sonho de uma noite de verão deles. O que o PT tem de aliados no Congresso? PDT, PC do B e o PSOL. É pouca base para aprovar algo dessa magnitude”, afirma o cientista político da Universidade de Brasília David Fleischer. Para o professor, a situação seria ainda mais complicada para os petistas tendo em vista o risco de que haja uma debandada dos integrantes da legenda caso o Senado aprove o impeachment. “Muitos parlamentares do PT que são ficha-limpa devem sair para criar uma nova legenda e se desvincular da crise”, afirma. O PMDB, detentor de uma das maiores bancadas no Congresso, também seria um empecilho à aprovação da medida.

Claudio Couto, cientista político da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, concorda com Fleischer. “Acho muito improvável [aprovar uma PEC dessas], haveria uma possibilidade se a presidente tivesse saído vitoriosa na votação deste domingo. Com a derrota, ela não tem condições nenhuma”, afirma o professor. De acordo com ele, a mera tentativa de convocar eleições após a aprovação do impeachment seria vista pelos parlamentares como uma tentativa de “driblar” e “reverter” o resultado da votação no plenário. “Eu imagino que haveria até mesmo um questionamento ao Supremo, sobre a constitucionalidade de antecipar as eleições”.

abr
21
Posted on 21-04-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 21-04-2016


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Celso de Mello critica Dilma

Celso de Mello falou à imprensa que Dilma Rousseff comete um erro gravíssimo ao chamar impeachment de golpe. Não é a primeira vez que o ministro se manifesta nesse sentido, mas ele foi particularmente duro.

“Ainda que a senhora presidente da República veja, a partir de uma perspectiva eminentemente pessoal, a existência de um golpe, na verdade, há um grande e gravíssimo equívoco, porque o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal deixaram muito claro que o procedimento destinado a apurar a responsabilidade política da presidente da República respeitou, até o presente momento, todas as fórmulas estabelecidas na Constituição.”

Será que algum jornalista estrangeiro vai traduzir a declaração do decano? Ele também dá entrevistas em inglês, caso queiram.

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