DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Pinheiro e o Rede

Atribui-se a Júlio Rocha, líder marinista na Bahia, o anúncio, em conversa informal, da próxima filiação do senador Walter Pinheiro ao Rede Sustentatbilidade.

Neto se empenha para neutralizar Rui

A presença crescente do governo do Estado em obras em Salvador pode, na concepção de um deputado oposicionista, mudar o perfil da eleição municipal, em outubro, retirando o favoritismo do prefeito ACM Neto e tornando a competição “mais parelha”.

O governador Rui Costa, ao tempo que se dedica a uma grande intervenção no sistema viário, em que colheu e colherá vitórias no decorrer do ano, aproximou-se do espírito popular com a programação de encostas e pulverização de serviços nos bairros mais pobres.

O quadro foi captado no Palácio Thomé de Souza, pois, nestes seis meses que faltam até o pleito, Neto está intensificando o corpo a corpo que já faz no seu cronograma semanal, consciente de que administrar a vantagem será um componente importante para a reeleição.

Caso consiga caracterizar-se como um grande eleitor na capital, Rui tem uma missão dupla para desequilibrar o quadro a seu favor: achar um nome realmente forte, que não é mais o senador Walter Pinheiro, e, no decorrer da campanha, receber, de um em um, os apoios dos demais candidatos governistas.

A estratégia poderia dar certo com a deputada Alice Portugal, (PCdoB), o deputado Sargento Isidório (PDT) e o vereador Edvaldo Brito (PSD). Só não pode ser chamada para um acordo desses a senadora Lídice da Mata (PSB), a não ser que seja ela própria a figura central.

Grana não será problema para o governador

A dedicação do governador Rui Costa foi apontada na Assembleia Legislativa pelo combativo oposicionista Herzem Gusmão (PMDB), que observou um contraste entre a paralisação de quase 200 obras no interior e os recursos de empréstimos que o Estado levanta em instituições de créditos nacionais e estrangeiras para investir, principalmente, na capital.

Em euros e dólares, são três operações que totalizam R$ 2,5 bilhões, dinheirama s ser derramada em programas de infraestrutura, mobilidade urbana e manutenção de rodovias, e não por acaso a oposição gritou desesperadamente, sem, no entanto, conseguir impedir a aprovação dos projetos de autorização.

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