DO G1/O GLOBO

Nathalia PassarinhoDo G1, em Brasília
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Manifestantes contrários e favoráveis ao impeachment da presidente Dilma Rousseff se hostilizaram nesta segunda-feira (28) no salão verde da Câmara dos Deputados. No tumulto, teve início uma espécie de “guerra de palavras de ordem”.

Parte dos manifestantes foi à Câmara protestar contra o pedido de impeachment elaborado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O presidente da entidade dos advogados, Claudio Lamachia, deve formalizar o pedido de afastamento da presidente na tarde desta segunda no departamento de protocolo da Câmara.

De um lado, simpatizantes do governo repetiam a frase “A verdade é dura, a OAB apoiou a ditadura”. No outro lado, opositores da gestão petista gritava “Fora, PT” e “Lula, ladrão”. Apesar de os grupos terem ficado frente a frente, não há registro de agressões.

O grupo pró-Dilma conta com a participação de deputados e senadores do PT, entre os quais o líder do governo no Senado, Humberto Costa (PE).

Enquanto o grupo favorável ao governo protestava no Salão Verde aos gritos de “Não, vai ter golpe”, pessoas que defedem o afastamento de Dilme, dentre as quais vários servidores da Câmara e deputados da oposição, se agruparam no mesmo local para pedir a saída da presidente.

Sérgio Ricardo (o poeta da canção de Marília (SP) conterrneo de Luiz Fontana,poeta do BP) talento de sobra, no Bom Dia e Bom Trabalho do BP, para você!!!

BOA TARDE!!!

(Gilson Nogueira)

DEU NA COLUNA POLÍTICA “RAIO LASER”, DA TRIBUNA DA BAHIA, A PROPÓSITO DE NOTA SOBRE O MARQUETEIRO DUDA MENDONÇA, PUBLICADA NO INFLUENTE ESPAÇO DO JORNAL BAIANO, E REPRODUZIDA NO SITE BLOG BAHIA EM PAUTA.

Sem apoio

O publicitário Duda Mendonça negou em contato com a Tribuna que esteja dando qualquer tipo de apoio ou assessoria à presidente Dilma Rousseff e ao ex-presidente Lula. O baiano diz ser “uma loucura esse tipo de ilação”. “Não faz o menor sentido. Tem muito tempo que não vejo o Lula e a Dilma”. Em tom enfático, Duda reafirma apoio às investigações que estão sendo realizadas no âmbito da Operação Lava Jato e diz ser favorável à atuação do juiz Sérgio Moro, no combate à corrupção. “Eu sou a favor da Justiça, da Polícia Federal, pois eu quero o bem do Brasil”. O publicitário diz ainda que torce para o fim da situação de instabilidade política e crise que atinge o país.

Marqueteiro

Marqueteiro da campanha de sucesso de Lula para presidente em 2002, Duda nega que tenha se encontrado recentemente com o ex-presidente para ajudá-lo na cenário de crise que o governo da presidente Dilma enfrenta. “Isso é uma loucura, tem mais de 15 anos que não vejo Lula nem Dilma. Estão dizendo que sou contra o Moro, mas eu sou a favor do Brasil. Inventaram isso, eu não tenho nada a ver com Dilma, eu a vi uma vez antes da primeira eleição dela”, rebateu.

Sucesso

O publicitário baiano teve atuações bem-sucedidas na política com a candidatura de Mário Kertész para prefeito de Salvador, em 1985, de Paulo Maluf, em São Paulo, em 1992, e além de Lula em 2002, ajudou a eleger outros políticos em 2008 como os prefeitos de Fortaleza, João Pessoa e Belém. Hoje, a disposição para voltar à ativa é zero. “Intenção nenhuma. Não por tão cedo”, disse à Tribuna, ao citar a fragilidade do sistema político atual do país. “Eu estou preocupado, como todo brasileiro, eu quero que isso acabe logo. Eu sou contra corrupção, quero o bem do país. Eu hoje tenho fazenda, estou cuidando de boi, não tenho campanha nenhuma”, disse, rechaçando qualquer proximidade com o meio político.

mar
28
Posted on 28-03-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 28-03-2016

DEU EM O GLOBO (COLUNA DE XEXEO). COMPARTILHADO NO FACEBOOK PELA JORNALISTA BERNA FARIAS E ENVIADO AO BP PELA JORNALISTA MARGARIDA DOURADO CARDOSO SOARES.
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Reflexões de um suposto coxinha

Artur Xexéo

“Gente que dividia comigo a mesma ideologia hoje se comporta como inimiga. Um muro foi erguido para me separar desses amigos”

Ando sensível. Acho que já contei isso aqui. Choro à toa. Antes era com comercial de margarina, cenas de novela, trechos do filme. Agora, é lendo jornal. Cada notícia da Lava-Jato, de início, me enche de indignação. Em seguida, fico triste. É aí que choro. Ando tendo vontade de chorar também em discussões com amigos. Gente que tempos atrás dividia comigo a mesma ideologia hoje se comporta como inimiga. Ou sou eu o inimigo? De qualquer maneira, num mundo que derrubava muros, de repente, um muro foi erguido para me separar desses amigos. Tento explicar como vejo o trabalho de Sergio Moro e nunca consigo terminar o raciocínio. No meio da discussão, me emociono, fico com vontade de chorar e prefiro interromper o pensamento. “Coxinha”, me xingam nas redes sociais. Bem, se o mundo está obrigatoriamente dividido entre coxinhas e petralhas, não tenho como fugir: sou coxinha!

Leio na internet que “coxinha” é uma gíria paulista cujo significado se aproxima muito do ultrapassado “mauricinho”. Mas, desde a reeleição de Dilma, esse conceito se ampliou. Serviu para definir de forma pejorativa os eleitores de Aécio Neves. Seriam todos arrumadinhos, malhadinhos, riquinhos e votavam em seu modelo. Isso não tem nada a ver comigo. Mas, nesta briga de agora, estou do lado que é contra Lula, logo sou contra os petralhas, logo sou coxinha.

Gostaria de falar em nome da democracia. Mas não posso. A democracia agora é direito exclusivo dos meus amigos que estão do outro lado do muro. Só eles podem falar em nome dela. Então, como coxinha assumido, deixo uma pergunta. Vocês acharam muito normal o ex-presidente Lula incentivar os sindicalistas para os quais discursou esta semana a irem mostrar ao juiz Sergio Moro o mal que a Operação Lava-Jato faz à economia brasileira? Vocês acreditam sinceramente nisso? O que a Operação Lava-Jato faz? Caça corruptos pelo país. Não importa se são pobres ou ricos. Não importa se são poderosos. Não era isso o que todos queríamos, quando estávamos todos do mesmo lado, quando ainda não havia um muro nos separando, e fomos às ruas pedir Diretas Já? Não era no que pensávamos quando voltamos às ruas para gritar Fora Collor? E, principalmente, não era nisso que acreditávamos quando votamos em Lula para presidente uma, duas, três, quatro, cinco vezes!!! Não era o Lula quem ia acabar com a corrupção? Ele deixou essa tarefa pro Sergio Moro porque quis.

Como, do lado de cá do muro, me decepcionei com o ex-líder operário, o lado de lá deu pra dizer que sou de direita. Se for verdade, está aí mais um motivo para eu estar com raiva de Lula. Foi ele quem me levou pra direita. Confesso que tenho dificuldades de discutir com qualquer petralha que não se irrita quando Lula diz se identificar com quem faz compras na Rua 25 de Março. Vem cá, já faz tempo que os ternos de Lula são feitos pelo estilista Ricardo Almeida. Será que Ricardo Almeida abriu uma lojinha na rua de comércio popular de São Paulo? Por mim, Lula pode se vestir com o estilista que quiser. Mas ele tem que admitir que o discurso da 25 de Março ficou fora do contexto. A gente não era contra discursos demagógicos? O que mudou?

Meus amigos petralhas dizem que é muito perigoso tornar Sergio Moro um herói. Que o Brasil não precisa de um salvador da pátria. Mas, vem cá, não foi como salvador da pátria que Lula foi convocado para voltar ao governo? Não é ele mesmo quem diz que é “a única pessoa” que pode incendiar este país? Não é ele mesmo quem diz que é a “única pessoa” que pode dar um jeito “nesses meninos” do Ministério Público? Será que o verdadeiro perigo não está do outro lado do muro? Não é lá que estão forjando um salvador da pátria?

Há muitas décadas ouço falar que as empreiteiras brasileiras participam de corrupção. Nunca foi provado. Agora, chegou um juiz do Paraná, que investigava as práticas de malfeito de um doleiro local, e, no desenrolar das investigações, botou na cadeia alguns dos homens mais poderosos do país. Enfim, apareceu alguém que levou a sério a tarefa de desvendar a corrupção que há muitos governos atrapalha o desenvolvimento do país. E, justo agora, quando a gente está chegando ao Brasil que sempre desejamos, Lula e seus soldados querem limites para a investigação. Pensando bem, rejeito a acusação de ser coxinha, rejeito ser enquadrado na direita, rejeito o xingamento de antidemocrata, só porque apoio o juiz Sergio Moro e a Operação Lava-Jato. Coxinha é o Lula que se veste com Ricardo Almeida e mantém uma adega de razoáveis proporções no sítio de Atibaia. E, para encerrar, roubo dos petralhas sua palavra de ordem: sinto muito, mas não vai ter golpe. Sergio Moro vai ficar.


BOM DIA!!!


DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

PT faz 50 anos lembrando heróis da Revolução

Vinte e sete de fevereiro de 2030. Tinha mesmo de haver uma grande festa para comemorar os 50 anos do PT, partido hegemônico do Brasil que precisou fazer uma revolução contra o golpe institucional que lhe pretendeu aplicar a direita no já distante ano de 2016.

O Grande Templo de Dirceu, majestosa construção erguida no centro do Plano Piloto, em Brasília, em homenagem ao preso político mais emblemático daquele período de trevas, estava superlotado e vivamente agitado por bandeiras da CUT e balões do MST, tradição antiga da qual os petistas não conseguiram se livrar.

Vigiados pelo retrato do Coronel Lula, os oradores se sucediam na tribuna, narrando, cada um a seu modo e segundo a própria experiência, aqueles tempos épicos em que foi preciso mobilizar todas as forças para barrar a marcha reacionária que ameaçava tomar conta do país e acabar a felicidade do povo.

Os antigos heróis, muitos em cadeiras de rodas que eram troféus à longevidade, outros tantos mostrando no corpo as marcas das numerosas batalhas, assistiam orgulhosos aos discursos da impávida juventude formada no ProUni e Pronatec, hoje cidadãos produtivos, engrossando a estatística do pleno emprego.

O estopim da insurreição foi recordado com imagens da época. Tudo começou com a tentativa de sequestro do Coronel Lula por inimigos cujo objetivo era confiná-lo nas Masmorras de Curitiba, presídio para onde eram mandados os presos políticos, temido pelas quentinhas servidas no almoço.

A senha – “Queremos a paz, mas não tememos a guerra” – foi lançada pelo comandante das tropas do Sudeste. Rui Falcão, cuja figura, empalhada, adorna atualmente, como altiva sentinela, a entrada principal do Templo. Em pouco tempo receberia o apoio, vindo do Sul, do general Stédile, à frente do Exército do Sonho da Reforma Agrária.

Mas os vivas mais entusiásticos estavam reservados ao momento em que apareceu no telão o rosto severo do general Wagner, praticamente o garantidor da vitória no primeiro momento, quando, com seu Batalhão de Porradeiros da República, escorraçou os inimigos que faziam um cerco às tropas do Coronel Lula, num episódio que ficou conhecido como O Putsch de São Bernardo.

Do palavrão no progresso nacional

O triunfo do Lulismo, que agora fazia parte dos currículos escolares em todos os níveis, trouxe mudanças importantes ao país. Os homens passaram a dispor de aposentos reservados, mas próximos às esposas, para receber suas amantes – ou serem recebidos por elas, porque macho que se preza jamais recebe.

Instituiu-se o Bolsa-Pimpolho, concedendo à prole dos privilegiados empresas legalmente constituídas, recebendo (aí pode) recursos ilegais. Foi estimulado, dentro do programa Pátria Educadora, o uso desmesurado de palavras de baixo calão, proferidas em geral de baixo para cima, no sentido moral, e de cima para baixo, no sentido hierárquico.

Por recomendação da Casa Civil, a mesma metodologia de trabalho foi admitida no decurso de qualquer debate intelectual ou ideológico do qual o regime possa alimentar-se e ir tranquilo em frente, enquanto cumpre com naturalidade as necessidades fisiológicas.

mar
28
Posted on 28-03-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 28-03-2016


Fernandes, no Diário do ABC (SP)


Topam?: Lovo, Love, Love

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

“Love, Love, Love!”

A íntegra da carta aberta de Lobão a Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque:

Caros amigos,

Decidi escrever uma carta aberta a vocês por inúmeros motivos, mas confesso que dentre todos esses tais motivos que me moveram ,estava lá ,para minha surpresa, no fundo do meu peito a me gritar, o maior e mais importante deles todos: O meu amor por vocês.

Não poderia haver momento mais emblemático, um domingo de Páscoa, me permitir( não sem alguma resistência) ser flagrado em minhas próprias contradições.

Pois bem: na madrugada de hoje ,tomei fôlego e sintonizei o programa do Serginho Groissmann no intuito(um tanto beligerante) de verificar as declarações do Caetano que vazaram na imprensa sobre as passeatas, a situação política etc e tal, imaginando colher não somente o que foi dito, mas como foi dito ,gesticulado e contextualizado. Até então, o clima era de afiar unhas e dentes.

Contudo, algo muito possante tomou conta de mim, uma força estranha foi me conduzindo para áreas da minha memória afetiva e quando dei por mim, estava lá eu olhando para a TV inundado de carinho e amor , com um enorme sentimento de parentesco por aquelas duas figuras( Caetano e Gil) que há tantos anos venho me digladiando e divergindo.

Essa tal força estranha também dragou uma outra figura, na tela ausente, para a ribalta do meu coração, o Chico.

E a partir daquele instante me vi numa tremenda sinuca de bico:Se estou eu, lutando pela verdade dos fatos, por alguma razoabilidade nos gestos, por justiça, honestidade intelectual, tolerância e entendimento, cabe a mim adotar esse rigor, antes de mais nada, a mim mesmo e por isso mesmo venho a público pedir minhas desculpas por ter sido durante todos esses anos ,desonesto a diminuir o talento de vocês três por pura birra, competição, autoafirmação ou até, vá lá, uma discordância genuína quanto a princípios ideológicos, políticos e metodológicos.

Vocês três fazem parte, queira eu ou não, do meu DNA artístico e afetivo, do meu imaginário poético e são sim, artistas muito fora da curva ,tanto na excelência das canções com na criatividade ,na beleza e na inspiração de seus versos. Portanto, peço humildemente o perdão de vocês, Caetano ,Gil e Chico.

Sendo assim, desde então , livre para vos amar ,admirar e respeitar, voltemos à vaca fria, a esse momento grave de colapso de governo ,de ódio generalizado entre os brasileiros.

Caetano ,me corrija se eu estiver errado, mas ao observar seu posicionamento sobre as passeatas e os movimentos sociais notei na sua mímica( mais até no que você dizia)uma angústia cravada de dúvidas em relação a essa torrente de acontecimentos insólitos, surpreendentes a nos deixar atônitos e desnorteados. E havemos de acrescer de mais angústia ainda ao contabilizá-la, uma vez que o programa já havia sido gravado duas semanas antes! Ou seja, há priscas eras ,quando nossas preocupações ainda eram criancinhas de pré primário diante das atuais!

E a grande preocupação atual é o fato de todos nós sermos forçados a concordar sem a menor sombra de dúvida que esse governo já não vigora mais como tal , que ele mesmo se deliquesceu no esplendor duvidoso de sua ruína moral, arrastado para a seara da pura e simples criminalidade e que será necessário de agora em diante muita serenidade ,sabedoria e união de todos nós para recomeçar tudo de novo.

A minha proposta é simples e singela: nos concedermos a oportunidade de revermos nossos pontos de vista ,nossas metas, de conversarmos como pessoas crescidas que estão nessa luta por um Brasil mais justo, cada um a sua maneira, com toda disposição de melhorar as condições do país em todos os sentidos. Começaríamos, como não poderia deixar de ser, pela nossa classe que tanto precisa ser reavaliada, repensada e reorganizada não somente entre as nossas relações pessoais enquanto colegas mas como também nas políticas culturais.( ou não).

Quem sabe ,nesse momento sombrio esteja, justamente a nossa brecha cósmica de mudanças de paradigmas nefastos tão profundamente enraizados em nossas almas, em nosso imaginário e principalmente ,em nossa forma de agir.

E que ironia do destino, numa data tão emblemática como esses idos de março, num fechamento de ciclo iniciado em 64 que se prenuncia ameaçador latejando em nossos corações como uma tempestade a nos colher de hora marcada ,seja agora o instante de rechaçarmos de vez essa tenebrosa repetição de padrão que nos condenaria para todo o sempre a criaturas imunes aos efeitos da tentativa e erro.

Está em nossas mãos ,enquanto artistas sempre com forte penetração no coração da alma brasileira, não permitir que sejamos reféns de nossa inépcia, de nossas paixões, dos nossos cacoetes e de nossa vaidade.

Quem sabe ,nessa hora das mais escuras, seja esse o momento de erradicarmos para sempre aquelas vicissitudes mesquinhas do que ( não) entendemos por esquerda e direita, sobre o que é desigualdade e quais suas causas em suas mazelas reais? Quem sabe ,tenha chegado o esperado momento em que finalmente deixemos de ser essa província de terrores brandos e esmaecidos por nossa fantasia delirante de teimar ser um povo macunaimicamente escolhido nos condenando ao parasitismo, ao clientelismo, ao coronelato e a ideólogos cretinos a nos conduzir por toda eternidade?Quem sabe seja nessa hora amarga de desmoronamentos de sonhos e anseios, o terreno mais fértil para nos ouvirmos e nos desfrutarmos com mais proveito ,com mais sabor e daí surgir um oceano de novas revelações?Portanto, meus caros amigos, clamo a vocês ,de todo o coração, para que conversemos, discutamos, discordemos que seja, mas encaremos essa crise com determinação e confiança em cada um de nós, para que possamos descortinar novos horizontes com a real possibilidade da elaboração de novas formas de pensar e agir para fazer valer a pena tantas décadas de erros infantis, sempre com a certeza de sermos homens de boa vontade, que sob os mais variados vieses de pensamento ,queremos mais justiça, mais fartura, mais amor, progresso a paz nessa terra tão devastada por paixões e cacoetes infrutíferos .

A hora é essa, meus caros amigos, recebam pois o meu amor ,meu carinho e respeito convictos de que haverá em mim uma criatura plena de vontade de cooperar com humildade e dedicação por um Brasil melhor e que não há razão nem espaço para conflitos ,convulsões sociais nem revoluções .Nossa transformação será através do crédito moral, do afeto e dessa nova aliança que, tenho fé, permeará esse novo e maravilhoso Brasil que se vislumbra.

Topam?

Um beijo pra vocês três. Love, Love, Love!Lobão (Sp.27 de março de 2016).

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