DO PORTAL G1/ O GLOBO

Do G1, em Brasília

A Presidência da República anunciou nesta segunda-feira (14) que o o subprocurador-geral da República Eugênio Aragão assumirá o cargo de ministro da Justiça no lugar de Wellington César Lima e Silva, que tomou posse há 11 dias.

Eugênio Aragão, 56 anos. entrou no Ministério Público Federal em 1987 e coordenou áreas como Direitos das Populações indígeas, Defesa do Patrimônio Publico e já foi dirigente da Associação Nacional dos Procuradores da República.

Procurador de Justiça na Bahia, Wellington Lima e Silva foi empossado no último dia 3, mas, no dia 9, o Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, com base na Constituição Federal, de 1988, que membros do Ministério Público, como promotores e procuradores de Justiça, não podem exercer cargos fora da instituição, a não ser como professores.

No julgamento, o Supremo estipulou prazo de 20 dias, a partir da publicação da ata do julgamento, que se deu nesta segunda, para Lima e Silva decidir se continuaria no Ministério Público ou se pediria exoneração definitiva do MP para continuar como ministro da Justiça.

Embora também seja procurador, Aragão foi indicado ministro porque entrou no Ministério Público Federal antes de 1988, quando ainda não havia a proibição que, no entendimento do Supremo, a Constituição determina.

Os ministros do Supremo argumentaram que o exercício de cargo no Executivo por membro do MP leva a uma situação de “subordinação”. “Quem exerce função de Estado, como é o caso do membro do Ministério Público, não deve poder exercer função de governo. Função de Estado exige distanciamento crítico e imparcialidade. Função de governo exige lealdade e engajamento”, afirmou o ministro Luís Roberto Barroso, do STF.

Nesta segunda-feira, mais cedo, antes da confirmação do novo ministro da Justiça, o chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, um dos responsáveis pela indicação de Wellington Lima e Silva, disse que, diante da decisão do STF, não achava “justo” pedir para o ministro permanecer no cargo.

“O que é racional neste momento? Ele trocar 25 anos de Ministério Público por três anos [de governo]? […] Eu jamais pediria para ele ficar [no governo] porque não acho justo. Mas, sim, eu fico pesaroso porque ele é um tremendo quadro. Mas tudo bem. Se não pode, não pode”, declarou Wagner.

Nota
Leia a íntegra da nota da Presidência

Nota à imprensa

A presidenta da República, Dilma Rousseff, informa que o ministro da Justiça, Dr. Wellington César Lima e Silva, deixará a pasta, tendo apresentado seu pedido de demissão.

Assumirá o Ministério da Justiça, o sub-procurador geral da República Dr. Eugênio José Guilherme de Aragão.

A presidenta agradece ao ministro Dr. Wellington César Lima e Silva pelo seu compromisso e desprendimento.

Secretaria de Imprensa
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

Da Redação,
Com informações do portal Extra. Sugestão da jornalista Maria Olívia Soares

O sertão vai virar novela, enfim. O mar (do Rio) vai virar sertão. Começa hoje (14), a nova novela das nove da TV Globo. Trama de Benedito Ruy Barbosa escrita por Edmara Barbosa e Bruno Barbosa, “Velho Chico” narrará uma saga de amor sertaneja marcada por uma intensa rivalidade familiar à beira do Rio São Francisco. Os trabalhos feitos em cidades do interior nordestino, entre Bahia (Paulo Afonso), Rio Grande do Norte (Mossoró) e Alagoas (Delmiro, Piranhas e Olho D’água do Casado) – os registros exclusivos estampados nestas páginas resumem o esmero da produção.

Tarcísio Meira está no elenco da novela Velho Chico | Crédito: Caiuá Franco/Rede Globo/Divulgação

— É um reencontro com a brasilidade, com a história do nosso país e de sua gente, dos amores puros e dos desencontros. Será uma declaração à nossa terra, contada com uma emoção brasileira, nossa! Um romance que começa na década de 60 e desemboca numa atualidade cercada de contradições. Uma novela de amor, mas também emoldurada por uma crítica social — adianta o diretor Luiz Fernando Carvalho, ocupado com cada detalhe das gravações fora dos estúdios.

Os pormenores são vários, da escolha das locações à maquiagem. Do Rio ao Nordeste, foram transportadas três toneladas de figurino — divididas em três caminhões e um avião —, entre vestuários, acessórios, máquinas de costura e até fogão para tingimento de roupas. Grande parte dos itens, porém, foi (e continua sendo) adquirida com os moradores das cidades que estão ocupadas pelas equipes de filmagem (São Francisco do Conde, Raso da Catarina – Paulo Afonso e Cachoeira, na Bahia; Baraúna, no Rio Grande do Norte; e Povoado Cabloco e Olho D’água do Casado, em Alagoas). Em troca de peças já usadas, roupas novas foram doadas a habitantes locais. Tudo para obter o máximo de realidade.

— Conseguimos, por exemplo, uma bota de um senhor que caminhava pela estrada, e demos sapatos novos para ele — explica a figurinista Thanara Schonardie, que assinou o visual colorido de “Meu pedacinho de chão”, em 2014: — Deixamos todos os chapéus expostos ao sol, para que assumissem um aspecto de queimado, com cores distintas. Usamos também outras técnicas de envelhecimento. Além das marcas do tempo e do dia a dia, tínhamos que dar as formas da cabeça. Cada personagem usa a peça de um jeito. De acordo com a maneira como ajeita o chapéu, há uma marca da mão.

No rosto dos atores, sombras, bases e blushs foram substuídos por… terra! A ideia partiu do caracterizador Rubens Liborio, também responsável pelos looks excêntricos de “Meu pedacinho de chão” (quem não se lembra de Bruna Linzmeyer e Juliana Paes com as cabeleiras rosa e azul?):
— Tenho terra de Delmiro Gouveia (AL), Salvador (BA) e Mossoró (RN), e vou usá-la em diferentes situações para a maquiagem. Isso ajuda a dar a vivência de cada papel.

O diretor Luiz Fernando Carvalho dá os últimos retoques em Marina Nery

Estreante na TV, Marina Nery, de 21 anos, não se intimidou com as novidades. Modelo baiana, a novata já estampou campanhas internacionais para grifes como Miu Miu, Dior, Marc Jacobs, Fendi e Prada. Agora, enfrenta o desafio de encarnar — com barro e poeira no rosto, é bom lembrar — um papel de destaque no horário nobre. Na narrativa rural, ela será Leonor, menina humilde, filha de pobres fazendeiros e par de Afrânio, interpretado por Rodrigo Santoro, filho do rico Coronel Jacinto (Tarcísio Meira). Descoberta pelo diretor do folhetim (“Estava em Nova York trabalhando quando Luiz Fernando ligou me convidando”), a novata jura que está tranquila em contracenar com veteranos de peso, como Tarcísio Meira e Selma Egrei.

— Eu me senti à vontade, sim. No início, estranhei um pouco o ritmo: tudo acontece a mil por hora (risos)! Agora já me acostumei. Conhecer um Nordeste que eu ainda não conhecia é uma delícia. Vi algumas das paisagens mais lindas que já presenciei na vida — afirma a jovem, que passou por uma intensa preparação antes de encarar o atual ofício: — Trabalhei ajustes de sotaque e consciência corporal e fiz aulas de respiração e preparação vocal. Leonor nasceu depois de muito trabalho! A personagem é a pureza do amor instintivo. Tem sido enriquecedor contracenar com Rodrigo. Ele tem muito mais experiência do que eu, e suas dicas são sempre bem-vindas.

Longe das novelas há 13 anos, desde que participou de “Mulheres apaixonadas” (2003), Santoro festeja o retorno ao gênero num cenário já desbravado por ele no aclamado filme “Abril despedaçado” (2002). Nome que desponta no cinema internacional — recentemente, o galã gravou uma participação como Jesus no remake “Ben Hur”, com estreia prevista para agosto —, o ator aparecerá na primeira fase da história. Depois, seu personagem ganha a cara de Antonio Fagundes.

— Conheci pessoas incríveis no sertão nordestino. Tenho aprendido muito com eles. Estou tendo a oportunidade de conhecer um Brasil profundo — comemora Santoro.

BOA TARDE!!!


Wellington Cesar com o padrinho Jaques Wagner


DEU NO JORNAL DO BRASIL (ONLINE)

O STF publicou nesta segunda-feira (14) a ata do julgamento sobre o pedido do PPS (Partido Popular Socialista) para suspender a nomeação de Wellington César Lima e Silva para o cargo de ministro da Justiça. No último dia 9, por 10 votos a 1, a Corte decidiu que o ministro deve deixar o cargo em até 20 dias após a publicação da ata. Agora, o prazo começa a ser contado.

Na sessão, os ministros seguiram o voto do relator, ministro Gilmar Mendes, e aceitaram o recurso do PPS. Eles entenderam que, por ter cargo vitalício de procurador do Ministério Público (MP) da Bahia, Silva não pode ocupar o ministério.

Como foi

Ele tomou posse no dia 3 último no lugar de José Eduardo Cardozo, que foi para a Advocacia-Geral da União (AGU). Além de Silva, o prazo de 20 dias determinado pelo STF vale também para outros 22 membros do MP que estão afastados das funções para exercer atividades em secretarias de governo nos estados.

Uma regra do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) autoriza a nomeação de membros do Ministério Público em cargos na administração pública. Apesar de o órgão interno do MP permitir a medida, precedentes do Supremo impedem a prática.

Antes da decisão do STF, o caso do ministro da Justiça já estava sendo debatido na justiça. No dia 4 de março, a juíza Solange Salgado de Vasconcelos, da 1ª Vara Federal de Brasília, atendeu a uma ação do deputado federal Mendonça Filho (DEM-PE) e suspendeu a nomeação do ministro.

Após a decisão, o presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, desembargador Cândido Ribeiro, atendeu a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para suspender a liminar até que o STF desse a palavra final

mar
14
Posted on 14-03-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-03-2016


Foto:Correio

A Polícia Militar do governo Rui Costa (PT) calculou a presença de 20 mil pessoas nos protestos pelo impeachment de Dilma e contra a corrupção, em Salvador, entre o Farol da Barra e o Morro do Cristo . Veja as fotos da Tribuna da Bahia e do Correio e responda: você concorda?

(Vitor Hugo Soares)


Foto:TB


Historia nas ruas:São Paulo, 13 de março de 2016

DO EL PAIS

Gil Alessi
Afonso Benites
María Martín
São Paulo / Brasília / Rio de Janeiro

Embalados pelo pedido de prisão preventiva do ex-presidente Lula e pela definição do rito de impeachment pelo Supremo Tribunal Federal na última semana, centenas de milhares de manifestantes tomaram ruas de diversas cidades do país neste domingo pela quinta vez para reivindicar a saída da presidente Dilma Rousseff. De acordo com o site G1, ao todo três milhões foram às ruas em 229 cidades, levando em conta dados fornecidos pela Polícia Militar. Em São Paulo, que costuma ser o termômetro político e social do país, o ato reuniu 500.000 pessoas na avenida Paulista, segundo o Datafolha, mais que o dobro do número alcançado em março do ano passado, de acordo com o mesmo instituto. Após cambalear “ – o último ato pelo afastamento da petista, em dezembro do ano passado, teve público menor que o esperado –, agora os grupos que querem a saída do PT do Governo colocaram de vez a presidenta nas cordas.

Esta é a maior manifestação de rua da história da democracia do país depois do fim da ditadura, e mostra o fôlego que os movimentos pró-impeachment, que nasceram em 2014, atingiram. A marcha pelas eleições diretas (Diretas Já), uma referência de multidões, levou às ruas 400.000 pessoas em 1984. Se na primeira grande manifestação pró-impeachment em março do ano passado os grupos que pediam a saída de Dilma dividiram espaço na avenida Paulista com reivindicações difusas, como os pedidos da intervenção militar, desta vez o discurso foi mais afinado. O sentimento que se sobressaiu, de maneira geral, é de total rejeição ao PT e ao Governo e que “qualquer coisa” será melhor que Dilma Rousseff na presidência. “Qualquer um é menos pior que Dilma”, disse a dentista Fátima Gerbasi. “Não tem importância se é o Temer que assume [o Governo, em um eventual impeachment]. Vão fazer um Governo de coalizão e isso vai ser bom”.

Os protestos multitudinários são uma má notícia para a presidenta que vai encarar um processo de impeachment na Câmara e está sob a ameaça de perder o apoio do PMDB, seu principal aliado nos últimos 13 anos. O grito nas ruas deve empurrar parlamentares indecisos a votar favoráveis a sua destituição via impeachment, e pode acelerar até a análise de suas contas de campanha no Tribunal Superior Eleitoral. A mandatária ainda tem o mercado financeiro jogando contra a sua permanência para que a crise política ganhe um rumo e desate o nó da economia. Definitivamente, não foi um dia feliz para a presidenta.

Mas, políticos da oposição também não foram poupados e receberam vaias no meio da massa. Em São Paulo, o governador Geraldo Alckmin e o senador Aécio Neves, ambos do PSDB, foram chamados de “oportunistas” nas ruas, o que os obrigou a abreviar sua passagem pela Paulista para não mais que 30 minutos. Em alguns momentos, o protesto parecia um grito contra todos os políticos. Marta Suplicy (PMDB), caloura na oposição, também foi vaiada e chamada de “vira casaca”. Pré-candidata do PMDB à prefeitura de São Paulo, a senadora deixou o PT em abril de 2015.

Em Brasília, onde a manifestação ocorreu na parte da manhã e reuniu 100.000 pessoas, segundo a Polícia Militar, o início da passeata foi confuso, com locutores de cinco carros de som falando ao mesmo tempo. No percurso, os manifestantes pararam em frente à Catedral da cidade e rezaram um Pai Nosso. O deputado federal de extrema direita Jair Bolsonaro (PSC-RJ) fez um discurso tumultuado. Enquanto falava, do alto de um carro de som, alguns de seus apoiadores seguravam cartazes com os dizeres #Bolsonaro2018, uma alusão a sua eventual candidatura à presidência daqui a dois anos, e ocupantes de outros trios elétricos, contrários à presença de políticos no evento, gritavam palavras de ordem contra o PT, contra o ex-presidente Lula e contra Dilma, abafando a fala de Bolsonaro.

Entre os que demonstravam sua indignação, havia uma aposentada que se considera profissional em protestos pelas ruas da capital federal. Rosa Maria de Paula, 57, afirma que participou dos atos das Diretas Já, do pedido de impeachment de Fernando Collor de Mello e que agora, mesmo tendo votado em Lula até 2002, não vê outra saída para o país, que não a destituição da presidenta Rousseff e dos presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB). “O PT só trouxe corrupção e roubalheira. Por isso sou a favor do impeachment da Dilma e da cassação do Renan e do Cunha”.

De modo geral, não houve os confrontos que se esperavam e o perfil do público continuou repetindo o mesmo padrão: a classe média alta, branca, muitos que nunca votaram no PT e outra parcela que já votou mas agora rejeita a condução do partido. Neste domingo, a exaltação ao juiz Sérgio Moro se repetiu, assim como à Polícia Federal. Em São Paulo, eles ganharam cartazes, bonecos, camisetas e faixas em homenagem ao trabalho realizado na Operação Lava Jato. Além dessas figuras já costumeiras nas ruas, o promotor do Ministério Público de São Paulo Cássio Conserino estreou entre os heróis. Conserino foi um dos autores do pedido de prisão preventiva de Lula enviado à Justiça na última quinta-feira. “Lula molusco, pode esperar, o Conserino vai te pegar”, cantaram na avenida Paulista.

Enquanto as ruas fervilhavam, Moro soltou uma nota. “Neste dia 13, o povo brasileiro foi às ruas. Entre os diversos motivos, para protestar contra a corrupção que se entranhou em parte de nossas instituições e do mercado. Fiquei tocado pelo apoio às investigações da assim denominada Operação Lava Jato”, disse o juiz. Na carta, em que ele diz também que é “importante que as autoridades eleitas e os partidos ouçam a voz das ruas”, Moro surfa em uma onda iniciada no ano passado, quando passou a ser chamado de herói nas ruas.

As notícias que embalam a marcha tornam o momento político favorável para a pressão nas ruas e no Congresso, onde a presidenta sofre desde o início do mandato nas mãos de uma bancada oposicionista. Com a mobilização, os líderes dos movimentos se sentem seguros para cravar, inclusive, uma data para o nocaute final de Dilma Rousseff. “Até maio ela cai”, afirmava Renan Santos, do Movimento Brasil Livre (MBL), em um discurso inflamado para uma multidão que o aplaudia na avenida Paulista. O senador Ronaldo Caiado (DEM) também mostrou segurança ao falar da derrubada do Governo, estimando um tempo – um pouco mais generoso que o MBL – “Se Deus quiser, até junho já teremos encerrado este momento da história brasileira e caçado a presidente”, disse no carro de som do Movimento Endireita Brasil.

Já no carro de som do Vem pra Rua, o maior movimento pró-impeachment, predominava um clima ufanista. O hino nacional foi executado duas vezes, e os manifestantes exortados a cantar com o braço direito em riste. “Parabéns a todos aqueles que ainda se emocionam com o hino!”, gritou Rogério Chequer, um dos coordenadores do grupo. Na sequência, os alto falantes tocaram o tema da vitória do piloto Ayrton Senna da Silva, morto em 1994. Provocações contra militantes do PT – que supostamente seriam pagos para comparecer a atos pró-Governo – também deram o tom. “Quem recebeu um real para estar aqui? Eu vim de graça!”, gritava um dos porta-vozes do Vem pra Rua.

No Rio o ato também foi o maior dos últimos anos e também teve o início marcado pela oração de um Pai Nosso, seguido pelo hino do Brasil. De um trio elétrico, um locutor acusou Dilma pelo “assassinato do povo brasileiro”. “Chegamos ao limite. É a primeira vez que venho a uma manifestação, deixei meus netos em casa e vim para demonstrar meu apoio ao Ministério Público”, afirmou o empresário aposentado Ricardo Castro, 71, que participava do ato na orla de Copacabana, zona sul da cidade. O grito mais ouvido na manifestação era “eu não quero viver em outro país, quero viver em outro Brasil!”

Enquanto os protestos ocorriam, os ministros de Dilma acompanharam com atenção todos os passos. Ao fim do dia, a presidenta se reuniu com seu núcleo duro, formado pelos ministros Ricardo Berzoini (Secretaria do Governo), Jaques Wagner (Casa Civil), José Eduardo Cardozo (Advocacia Geral da União) e Edinho Silva (Secretaria de Comunicação) para discutir como iria se pronunciar diante de tanta mobilização. Ao fim, decidiram apenas emitir uma nota de cinco linhas destacando respeito pelos protestos. “A liberdade de manifestação é própria das democracias e por todos deve ser respeitada. O caráter pacífico das manifestações ocorridas neste domingo demonstra a maturidade de um país que sabe conviver com opiniões divergentes e sabe garantir o respeito às suas leis e às instituições”, diz a íntegra do documento.

BOM DIA!!!

E UMA SEMANA TÃO FELIZ PARA TODOS OS OUVINTES E LEITORES DO BP QUANTO O DOMINGO 13 DE MARÇO DE 2016 FOI PARA O BRASIL.

(Vitor Hugo Soares)

mar
14
Posted on 14-03-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-03-2016

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

OPINIÃO

A mágica se repete e a plateia segue encantada

Mesmo embrulhando o estômago de alguns, o PMDB engoliu os (maus) bofes do extinto PFL, lá pelos idos de 1984, para eleger a dupla Tancredo-Sarney, na verdade, apenas Sarney.

Desse PMDB resultante retirou-se, anos depois, uma costela, ou mais de uma, para fazer o PSDB, à frente nomes de expressão, como Franco Montoro, Mário Covas e, ainda na rabada, Fernando Henrique Cardoso.

O PMDB, no dizer de FHC, era um “partido-ônibus”, cada um tinha seu ponto para descer. Estava ”contaminado”. Por isso, é de um embasbacar histórico vermos agora as duas legendas, por suas altas representações no Senado, declararem-se, enfim, juntas.

Se não pelo passado distante, no qual ninguém identificou um espaço comum, pelo menos pela época presente, em que uma é governo – ou meio governo – e a outra é oposição.

Remexem-se, assim, os caldeirões. Magos refinados, bruxos oportunistas e aprendizes de todo tipo de feitiçaria se conjuminam na escuridão da floresta disfarçada de palco feérico da democracia e de um futuro grandioso para a pátria.

mar
14

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

O significado de 13 de março de 2016

Foi um dia glorioso para o Brasil.

A maior manifestação ocorrida no país em todos os tempos deu recados inequívocos:

Os brasileiros querem o impeachment imediato de Dilma Rousseff.

Os brasileiros querem que Lula pague pelos seus crimes.

Os brasileiros repudiam o PT.

Os brasileiros apoiam a Lava Jato.

Os brasileiros não aguentam mais tanta corrupção e tanto cinismo.

Os brasileiros não suportam mais tanta incompetência.

Os brasileiros querem que os políticos parem com o seu balé indecente e ajam em favor do Brasil.

Os brasileiros querem o seu país de volta.

13 de março de 2016 entrou para história.

mar
14
Posted on 14-03-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 14-03-2016


Nicoledis, no Jornal de Bauru (SP)

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