BOA TARDE!!!

mar
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Posted on 07-03-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-03-2016

DA VEJA (ONLINE)

O novo ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, pediu exoneração do cargo de procurador-geral Adjunto do Ministério Público da Bahia. A deposição foi publicada no Diário Oficial da Justiça do Estado desta segunda-feira.

Silva é alvo de pedido liminar no Supremo Tribunal Federal (STF) que pede a suspensão de sua nomeação ao cargo. Ele assumiu o ministério na última quinta-feira. O PPS, autor da ação, sustenta que, por ser procurador de Justiça, Wellington César não pode assumir o cargo pelo princípio da separação dos poderes e pelo fato de que o MP ocupa posição de total autonomia e independência.

O partido argumenta que a Constituição Federal veda a possibilidade de que procuradores exerçam qualquer função pública, com exceção da de professor. O STF deve julgar o pedido nesta quarta-feira.

Apesar da exoneração, Wellington César continua integrando o quadro do MP baiano. O pedido de exoneração trata apenas do cargo de procurador-geral Adjunto do Ministério Público da Bahia.

(Da redação)


Sergio; infarto interrompe carreira brilhante e de sucesso

DEU NO CORREIO24HORAS

O jornalismo perdeu um de seus grandes mestres na noite deste domingo (6) em Salvador. Morreu o diretor-executivo do Jornal CORREIO Sergio Queiroz Costa, 55 anos. Ele foi vítima de um infarto em sua casa, em Salvador. Natural do Rio de Janeiro, Sergio veio para a Bahia em maio de 2009 para assumir a redação do CORREIO. Ele deixa mulher e três filhos.

Sérgio passou mal por volta das 18h40, em casa e foi socorrido por sua esposa, Rachel Vita. Médicos deram os primeiros socorros e uma ambulância do Samu chegou a ser acionada, mas o jornalista já estava sem os sinais vitais. O velório está marcado para acontecer nesta segunda-feira (7), das 7h às 11h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Brotas, na Capela G.

Em setembro do ano passado ele passou para a diretoria-executiva do jornal, substituindo Luiz Alberto Albuquerque. Durante sua gestão no CORREIO, a equipe conquistou prêmios como Embratel, SND, INMA, Tim Lopes e foi seis vezes finalista do Esso. Sergio se formou em jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e fez MBA pela Fundação Dom Cabral. Na vida profissional, ele passou por grandes jornais como Folha de S. Paulo, O Dia, ambos no Rio de Janeiro, e atuou nas revistas Manchetes e Ele e Ela, da Bloch Editores.

Amigos, colegas e autoridades lamentaram a morte de Sergio. O presidente da Rede Bahia, ACM Junior, ressaltou a competência e o profissionalismo do jornalista. “Perdemos um grande amigo, um grande profissional e uma grande pessoa humana. Competente executivo e jornalista de primeira linha, tinha o respeito e admiração de todos que conviviam com ele. Pessoas como Sérgio Costa sempre permanecerão nas nossas mentes e nos nossos corações. Que Deus conforte sua família e o acolha na sua infinita misericórdia”, disse.

Acionista e Diretora do CORREIO, Renata Correia lembrou que o diretor-executivo foi uma das principais peças para colocar o jornal como líder no mercado. “A imprensa baiana perdeu um grande jornalista, um profissional admirável, ético que colocou o Correio na liderança do mercado. Sérgio conquistou o respeito de todos e por tudo isto merece todas as homenagens”, ressaltou.

O prefeito de Salvador, ACM Neto, lembrou o perfil nato de liderança que o diretor-executivo tinha. “Foi um grande profissional e amigo, que veio para a Bahia e construiu um novo conceito de jornal que hoje é referência em todo o país. Além de sua competência e talento, Sergio Costa era, antes de tudo, uma pessoa que agregava, que fazia amigos. Muitos que o conheceram de forma profissional logo tornaram-se seus amigos. Um profissional equilibrado que sabia formar e cuidar de quem estava sob o seu comando”, afirmou.

Da China, o governador Rui Costa utilizou o seu Facebook para se manifestar. “Surpreso, recebi a triste notícia do falecimento do jornalista Sérgio Costa, que adotou a nossa Bahia para exercer a sua profissão. A nossa imprensa perde um profissional que soube valorizar o seu trabalho e os colegas. Neste momento de dor, rezo e peço a Deus que conforte seus amigos e familiares”, escreveu.

O diretor-executivo da Icontent e rádios, Paulo Sobral, acrescentou que Sergio estará para sempre nas páginas do CORREIO. “Meu amigo Sérgio estará marcado na história do jornalismo baiano pela revolução editorial que fez no CORREIO. Sua marca sempre estará nas linhas do jornal”, disse.

O diretor-executivo da Rede Bahia e presidente da Associação Baiana do Mercado Publicitário (ABMP), João Gomes, ressaltou que Sergio era referência. “A Rede Bahia perdeu um profissional exemplar. A imprensa baiana perdeu uma referência de bom jornalismo”.

O gerente de Mercado Leitor e Logística do CORREIO, Welter Arduini, lamentou a perda do amigo e do profissional. “O mundo perde uma dessas figuras marcantes. Era um cara positivo, de juntar pessoas”, falou, emocionado. Eles trabalharam juntos pela primeira vez no Jornal O Dia, no Rio de Janeiro. “Desde a primeira experiência de trabalharmos juntos em 1997, no Jornal O Dia, aprendi a admirar e a ser um profissional muito melhor com ele”, completou.

Também amigo de Sergio, o diretor de jornalismo da TV Bahia, Roberto Appel, destacou que ele soube compreender a melhor maneira de fazer jornalismo para a Bahia. “Um grande amigo, aprendi muitas coisas nas conversas com ele. Ele soube em pouco tempo entender e aplicar aquilo que o povo baiano queria ver em um jornal”.

O presidente da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (ABAP-Bahia), Moacir Maciel, também lamentou: “uma grande perda para o Jornalismo e para o mercado”.

DEU NO JORNAL O ESTADO DE MINAS

Júlia Chaib

O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, foi hostilizado na tarde deste domingo após almoçar em um restaurante japonês em Brasília. O petista havia passado cerca de uma hora no local e, ao se levantar, uma cliente sentada em uma mesa ao fundo do restaurante gritou: “Fora PT”. Outras pessoas sentadas à mesma mesa acompanharam a manifestação e entoaram o coro de “Fora!”, “Ladrões!”. O ministro virou-se, visivelmente irritado, e respondeu: “Vocês não estudaram? Vagabundos, mal-educado, fascista”.

O bate-boca foi rápido . Durou menos de um minuto. O ministro estava próximo da saída do restaurante e ensaiou voltar para continuar a discussão. A mulher do petista, Fátima, e o gerente do local, porém, o seguraram e o desencorajaram a prosseguir o debate. A confusão gerou mal-estar no local. Após a saída do ministro, uma outra cliente foi bater boca com o grupo sentado na mesa que hostilizou o ministro e os chamou de “militares”. Diversos clientes levantam-se para ir embora.

Sem querer se identificar, o marido da cliente que pediu a saída do PT disse que é empresário, sente diariamente os efeitos da crise e por isso tem o direito de protestar contra o partido. “Me sinto na necessidade de me manifestar para ele não pensar que está tudo uma maravilha, enquanto eles estão cercados no Planalto. Me sinto no direito de me manifestar, sim”, disse o homem, que tem 52 anos.

Jaques Wagner lamentou o episódio e disse que “é preciso ter educação democrática: conviver com as diferenças sem discriminar ou ofender gratuitamente”.

BOM DIA!!!

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Tem recalque nisso

Chama a atenção a fixação de A Tarde em referir-se ao marqueteiro baiano João Santana pelo apelido Patinhas, inclusive nos títulos das matérias.

Trata-se de epíteto que ele, sem gostar, carrega desde a adolescência, sendo muitas as versões para explicá-lo, do suposto pão-durismo ao jeito dos pés, que se assemelhariam aos de um pato.

O estranhável na situação é que, enquanto foi poderoso, com prestígio até para direcionar verbas publicitárias a veículos de comunicação, era somente João Santana – e jamais Patinhas.

mar
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Posted on 07-03-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-03-2016


Dilma, no sábado em São Bernardo do Campo, quando visitou Lula.
NELSON ALMEIDA AFP

DO EL PAIS

Uma relevante notícia se perdeu no meio da confusão político-policial que o país se envolveu na última semana. Enquanto o Governo e o PT discutiam como se posicionar diante da ação policial que arrastou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Operação Lava Jato, a presidenta Dilma Rousseff passava um recado aos prefeitos e governadores com quem se encontrou na sexta-feira passada: se a recriação da CPMF (o imposto sobre transações bancárias) não for aprovada pelo Congresso Nacional nas próximas semanas, a gestão será obrigada a aumentar outros impostos para garantir os 10,15 bilhões de reais em receitas que já estavam previstos no orçamento. Os tributos que teriam reajustes não foram nominados, conforme participantes dos encontros.

A informação do Governo não é um simples aviso, mas também um pedido de socorro. Rousseff quer que os chefes dos Executivos estaduais e municipais convençam os parlamentares a quem são ligados a votarem os projetos prioritários da área de economia. E a CPMF é algo que a equipe econômica considera vital para superar a crise financeira. “Se contornarmos os problemas de dinheiro, a crise política fica em segundo plano”, sintetizou um auxiliar da presidenta.

Em troca do apoio dos governadores e dos prefeitos, Rousseff prometeu dividir com eles parte da receita com a CPMF e atender um pleito antigo dos Estados, o alongamento das dívidas com a União em 20 anos. Ou seja, os débitos terão um prazo maior para serem pagos. Todos os projetos precisam passar pelo Congresso Nacional e é exatamente esse um dos problemas que a presidenta tem pela frente.

Em meio a turbulenta Operação Lava Jato, que varreu para o centro do escândalo a própria presidenta ainda na expectativa da homologação da delação premiada de Delcídio do Amaral, o cenário para o Governo no Legislativo é de confrontos quase certos. O impeachment, que parecia adormecido, voltou à ordem do dia, inclusive com a Ordem dos Advogados do Brasil analisando se vai interferir no caso.
Testes de fogo

Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal deve se manifestar sobre o rito do impeachment na Câmara. Assim que a Corte se pronunciar, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um dos principais adversários da gestão petista, vai montar a comissão especial para analisar as irregularidades cometidas pelo Governo. Os opositores prometem obstruir a pauta de votações até que esse grupo seja montado. E no que depender de Cunha, que ainda está ressentido por ter se tornado o primeiro presidente da Casa a se tornar réu em um processo criminal, a composição dessa comissão será célere.

Com uma base frágil, o Governo contava ainda com votos de deputados que se consideravam independentes. Agora, o PSB, um dos partidos que liberavam seus parlamentares para votar como bem entendessem entrou em acordo que deixarão a neutralidade de lado a passarão a ser opositores. Ou seja, o PT terá de contabilizar mais 33 votos praticamente certos contrários às suas propostas.

Os primeiros testes ocorrerão na terça e quarta-feira, durante sessões do Congresso Nacional em que serão votados 16 vetos presidenciais a trechos de leis aprovadas por deputados e senadores. O principal veto é o que trata da divisão com Estados e Municípios de parte do imposto arrecadado com a repatriação de recursos.

Nas vésperas de um protesto contra seu Governo, potencialmente inflado pelo caso Lula, Rousseff saberá qual o tamanho de sua base no Legislativo. Para derrubar vetos é necessário ter o apoio da maioria absoluta dos congressistas 257 dos 513 deputados e 41 dos 81 senadores. Se os vetos forem derrubados, a gestão petista poderá se preparar para nova tormentas.

mar
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Posted on 07-03-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 07-03-2016


Pater, no diário A Gazeta (ES)

mar
07

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Os jogos de cena de Lula

Enquanto o editoral de O Globo tenta entender o PT, o do Estadão busca explicar Lula. Para o jornal paulista, não há dúvidas de que o petista sempre foi um ator vociferando as versões que mais lhe rendiam vantagens.

Leiam um trecho:

“Ao longo de toda sua vida pública, mas principalmente depois que se tornou presidente da República, Lula deu reiteradas demonstrações de tolerância com desvios de conduta em seu governo e de certas vacilações de caráter. O mensalão é o maior exemplo disso. Declarou-se ‘traído’ e pediu ‘desculpas’ ao País. Não demorou muito para que se constatasse ser isso mais um de seus jogos de cena para enganar os incautos. Passado o efeito desejado, Lula afirmou que o mensalão era ‘uma farsa’ que ele se dedicaria a desmascarar tão logo deixasse o poder. E a essa altura o petrolão já abastecia as algibeiras da tigrada.”

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