Imenso Caymmi!! Formidável Carmen Miranda!!!

Para ouvir, sempre, cantar e pensar.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 22 Fevereiro, 2016 at 13:42 #

Dirá João, o Santana:

-“eu pensei que era bolinho de Jesus!”


Taciano Lemos de Carvalho on 22 Fevereiro, 2016 at 14:10 #

Num verdadeiro tabuleiro da baiana há uma infinidade de delícias que podem dar nome às próximas operações da PF.

Abará, bolinho de estudante (ops! não use o nome verdadeiro), passarinha assada, vatapá, caruru. Tem até munguzá. E, claro, a danada da pimenta.

Quando a operação for nominada de ‘pimenta’, aí que vai arder, ficar uma maravilha.

Como duas das principais empreiteiras envolvidas com o roubo do dinheiro público são, originalmente, baianas, nada mais natural que se recolha no tabuleiro da baiana os nomes para as operações da PF/MPF.


Taciano Lemos de Carvalho on 22 Fevereiro, 2016 at 14:34 #

Virando o tacho fervendo em cima dos propineiros.

Vice-presidente de Infraestrutura da Odebrecht, Benedicto Barbosa da Silva Junior, tem prisão decretada pela Operação Acarajé
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/02/1741861-vice-presidente-da-odebrecht-tem-prisao-preventiva-decretada.shtml


Jader martins on 22 Fevereiro, 2016 at 15:46 #

Sérgio Moro é marqueteiro da oposição, pauteiro da mídia, e quer ser coveiro do PT

February 22, 2016 12:21

por Rodrigo Vianna

Sérgio Moro, o juiz das camisas negras, age com a precisão de um marqueteiro da oposição.

Nas duas últimas semanas, o quadro foi extremamente desfavorável às forças que lutam para inviabilizar Dilma e para enxotar Lula e o PT da vida pública. A derrota de Cunha na votação para liderança do PMDB (com atuação política do Palácio do Planalto, em favor do vitorioso Picciani), a inclusão do processo contra Eduardo Cunha na pauta do STF para julgamento nas próximas semanas e, por fim, o vergonhoso caso Miriam Dutra/FHC/fantasma do Serra : foram três episódios a demonstrar que a oposição tucana não tem forças para derrubar o lulismo.

O impeachment, na Câmara, está morto. E o PSDB sofre um processo acelerado de desgaste, ao ganhar a pecha de oposição fraca e hipócrita.

Na última sexta, alguns mais empolgados no lado governista comemoravam a “virada”. Os mais experientes, no entanto, diziam: quantos dias serão necessários para Moro lançar uma bóia que sirva pra salvar FHC e dar novo alento ao golpe?

Moro agiu rápido.

A “Operação Acarajé”, deflagrada nesta segunda (22/fevereiro) mira em João Santana. O juiz das camisas negras pede a prisão do ex-marqueteiro petista.

Não farei a defesa de Santana. Não sei que tipos de acertos ele fez com grandes empresários e com a cúpula petista. Sei que ele é uma figura um tanto arrogante e que, em 2010, fingiu ter sido a campanha de TV conduzida por ele a única responsável pela vitória (quando, na reta final do primeiro turno, a campanha nefasta de Serra mostrou que era nas redes sociais e nos boatos nas igrejas que a eleição poderia ser decidida; Santana jamais entendeu a internet).

Minha análise aqui é política.

Alguns fatos chamam atenção…

1 – Claro que a PF, o MPF e o juiz sabiam que Santana estava fora do país. Qual sentido de decretar a prisão do sujeito no exterior, se seria mais fácil tê-lo feito quando o marqueteiro estivesse em território brasileiro?

A resposta é: o timing político e midiático.

Durante dias, se não semanas, o debate será: Santana tinha contas no exterior? Elas serviam para que o PT pagasse por fora?

Santana terá que provar que é inocente, porque no Brasil de Moro a inversão do ônus da prova se consolidou. Cabe ao réu, já condenado previamente pela mídia, provar que não é culpado. Enquanto isso, mofa na cadeia.

Haverá também outro debate: a Interpol pode prendê-lo? A Globo e a Folha mandarão enviados especiais para a América Central, para acompanhar cada respiro de Santana.

Ou seja, Moro oferece à oposição um novo enredo, para sufocar a pauta FHC e para jogar o governo de novo nas cordas (enquanto isso, os tucanos e a Globo mandarão emissários (ou petardos) para Miriam Dutra encerrar as denúncias).

2 – Moro também oferece a Gilmar Mendes o combustível para tentar cassar a chapa Dilma/Temer no TSE.

A justificativa: o marqueteiro da campanha recebia “por fora”, de empresas investigadas na Lava-Jato. É um alinhamento completo do juiz das camisas negras com a oposição.

Na teoria jurídica, Moro não pode investigar Dilma. Mas ele o faz por vias tortas. Oficialmente, investiga o marqueteiro. Prende Santana. E exige dados, informações, qualquer coisa que permita a Gilmar desfechar um golpe judicial no TSE.

Lembremos que Moro não fez o mesmo com a mulher de Cunha, por exemplo. Não prendeu nem investigou Cláudia Cruz. Poderia ter feito, para municiar o STF com informações. Mas aí fugiria do script oposicionista da Lava-Jato.

Há só um detalhe: ao contrário do impeachment na Câmara, o golpe via TSE coloca PMDB e boa parte da base governista unidos contra a tentativa de cassar Dilma/Temer.

Se Dilma caísse pelas mãos de Cunha, Temer seria o capitão do golpe em parceria com o PSDB de São Paulo. Agora, não. A resistência contra Aécio/Gilmar/Moro/Globo pode unir PT/PMDB e parcelas dos outros partidos governistas.

A não ser que surja uma bomba indefensável a comprometer a chapa Dilma/Temer.

3 – O mais grave da nova Operação, entretanto, é mostrar que não haverá trégua econômica. A Lava-Jato estrangula o país.

Em suas andanças por Brasília, Aécio Neves diz abertamente a quem queira ouvir: “já avisamos aos empresários que, quando Dilma cair, a PF não vai mais barbarizar nem humilhar ninguém; tudo volta ao normal”.

Essa é a parceria de Moro/Aécio: a chantagem econômica.

Podem escrever, esse será mais um mote para o golpe: é preciso arrancar Dilma do poder, com ou sem provas consistentes, porque enquanto ela não sair de lá a economia seguirá estrangulada pela Justiça.

Por fim, um fato inescapável: Dilma, mais que nunca, precisará de apoio popular para resistir. No entanto, decidiu adotar em 2016 a pauta que desarticula seus apoiadores: Reforma da Previdência (com a faca no pescoço) e até alterações no Salário Mínimo são pontos que interessam àqueles que pretendem derrubá-la.

O governo, no momento em que se sentiu um pouquinho mais forte, já começava a dar as costas de novo para o que restou de sua base popular.

Dilma e o PT, se quiserem resistir, não podem se dar ao luxo de caminhar por essa trilha.

Moro é o marqueteiro da oposição e o pauteiro da mídia. Pretende, ainda, ser o coveiro da centro-esquerda no Brasil.

Estamos em meio a uma guerra total. Não está escrito que a direita midiática e judicial vai ganhar. Mas uma coisa é certa: quando adota o programa econômico dos inimigos, Dilma só facilita o trabalho do juiz das camisas negras.


Taciano Lemos de Carvalho on 22 Fevereiro, 2016 at 16:10 #

Vai um acarajé aí? Quente?


Taciano Lemos de Carvalho on 22 Fevereiro, 2016 at 16:12 #

De Sebastião Nery

O marqueteiro do PT e de Dilma Rousseff, João Santana, com seus fluidos olhos de peixe, que vende faturas políticas a partir da sinistra e amoral teoria de que “em eleição vale tudo”, imaginou que iria intimidar e atropelar o tranquilo e bravo juiz Sergio Moro, como já fez com frágeis candidatos em outras campanhas. Recebeu de Moro a sutil resposta:

– “Foram instauradas investigações que ainda tramitam em sigilo. Medida como rastreamento financeiro demanda para sua eficácia sigilo sob risco de dissipação dos registros ou dos ativos. Como diz o ditado, dinheiro tem coração de coelho e patas de lebre”…

Agora, Moro acertou no queixo do marqueteiro. Na Bahia o nome de João Santana é “Tio Patinhas”


Taciano Lemos de Carvalho on 22 Fevereiro, 2016 at 18:48 #

Instituto Lula: nota de esclarecimento

Da PGR no DF
Sobre a nota divulgada pelo Instituto Lula no último sábado (20/2) e reproduzida por vários veículos de imprensa, a Procuradoria da República no Distrito Federal (PR/DF) esclarece:

O MPF não forneceu, a nenhum veículo de comunicação, dados que constam de investigação sigilosa envolvendo o BNDES, a Odebrecht e os srs. Alexandrino Alencar e Luis Inácio Lula da Silva. As informações juntadas ao Procedimento Investigatório Criminal (PIC) foram compartilhadas com um órgão público federal que também apura as possíveis irregularidades envolvendo financiamentos concedidos pelo banco estatal em favor da construtora investigada. O compartilhamento de informações sigilosas entre órgãos públicos é prática comum e se destina à eficiência da investigação, não havendo irregularidade em tal procedimento.

Assim, o MPF reitera que as informações veiculadas em reportagem jornalística publicada na última edição da Revista Época contendo dados sigilosos de investigação criminal foram obtidas sem autorização da PR/DF. Em razão do vazamento da informação, a Procuradoria determinou a instauração de investigação para apurar o fato e seus responsáveis.

Em relação à alegação da defesa do sr. Luis Inácio Lula da Silva de falta de acesso aos autos, a PR/DF esclarece que o pedido formalizado em dezembro de 2015 foi negado em razão da existência de diligências pendentes naquele momento. Todavia, após a conclusão de parte das diligências, o acesso às informações foi autorizado e os dados concedidos, conforme prevê a Súmula Vinculante 14 do Supremo Tribunal Federal e o Estatuto da OAB.

Sobre a afirmação de que se estabeleceu um rodízio de procuradores, a PR/DF ressalta que todos os membros que atuaram no feito desde a sua instauração, em abril de 2015, o fizeram de forma legal e amparados nas regras que disciplinam a substituição no âmbito desta Procuradoria.

Por fim, cumpre frisar que o MPF investiga fatos, não pessoas. Por isso, não adota tratamento diferenciado em razão do nome dos envolvidos em cada procedimento.


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