Com louvores e agradecimentos a todos os santos e orixas (deste ateu que acredita em milagres ) por poder ter vivido e presenciado – sentado em uma daquelas cadeiras no inesquecível salão da cantina da portentosa Faculdade de Direito da UFBA, no Vale do Canela, enquanto. sentado no sofá, Waltinho Queiroz dedilhava no violão os acordes que, mais tarde, sua poesia invulgar transformaria em preciosidades musicais como “Feijãozinho com Torresmo”, que Maria Creuza consagrou em extaeordinária interpretação.

Alí também, naqueles anos loucos de resistência e “amigos presos, e sumindo assim pra nunca mais”, sem perder a criatividade e a generosidade, nasciam a amizade e a admiração que perduram. Revividas no alegre e feliz reencontro no apartamento do casal de amigos comuns, Jorginho e Aninha Ramos
, ainda recentemente.

Agora, música na caixa, maestro, como diz Olívia. E Vivas a Walter Queiroz, Maria Creuza e à música brasileira.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

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Comentários

Gilson Nogueira on 21 Fevereiro, 2016 at 15:24 #

Deus é baiano! Dito isso, resta-me abraçar a poesia e perguntar a ela a razão de ter nos deixado sem avisar. Ficou, por conta desse adeus inesperado, um vazio imenso em cada canto da cidade que, um dia, teve Waltinho Queiroz e Vítor Hugo, juntos, na Faculdade de Direito da Ufba, no intervalo das aulas, ensinando baianidade aos ouvintes! Tempos idos, repletos de Bahia em cada canto, em cada gesto, em cada esquina, exalando autenticidade, como o Carnaval do Jacú, o broco desse pensador fenomenal! Que pena, não há mais a boemia em azul turquesa. Hoje, infelizmente, falta Bahia na Bahia. O vazio na música soteropolitana assusta.O samba foi morar em outro lugar. Grande abraço, Vítor, grande abraço, Waltinho!Caminhemos. Sambando! Gilson Migué


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