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Postado em 17-02-2016
Arquivado em (Artigos) por vitor em 17-02-2016 01:19

DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

“Esforço aéreo” torra Erário em céu de anil

Ficamos sabendo que a atividade prática da Força Aérea Brasileira – fazer seus aviões voarem pelo Brasil, em missões, treinamento, seja o que for – chama-se, no jargão da área, “esforço aéreo”.

E graças à liberdade de imprensa, novas práticas democráticas, transparência – seja, novamente, o que for –, também tomamos conhecimento de que a FAB está chiando porque o “esforço aéreo” passou dos limites.

Não dá para cumprir a meta de redução de 30% das horas de voo, por causa do “ajuste fiscal”, se continuar transportando autoridades para casa nos fins de semana – ministros, presidentes da Câmara, do Senado, do Supremo e Deus sabe quem mais.

Alegam os militares, num argumento forte perante uma população que vive ameaçada por forças estrangeiras em suas fronteiras secas e “molhadas”, que mais conveniente seria usar esses recursos em ações “de defesa”.

O que leva a uma conclusão: se é para economizar e falar sério, o melhor é deixar esses aviões no solo, a menos que seja para cumprir, realmente, tarefas humanitárias, de que tanta necessidade há nas extensões deste país.

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Comentários

Taciano Lemos de Carvalho on 17 Fevereiro, 2016 at 8:30 #

É um pouco a concretização de objetivos do Departamento de Estado Americano:

Transformar as forças armadas dos países da América Latina em simples guardas nacionais e instituições de ações de assistência às populações.

Desarmadas, já são. Assistenciais e coisas tais, estamos vendo que estão se transformando. Haja vista o caso da ação de combate a desídia dos governantes, isto é, no combate aos mosquitos.

Teremos forças armadas de pranchetas e panfletos. No combate ao aedes aegypti.

A outra nobre missão de nossas forças desarmadas é o transporte de “autoridades” pra lá e pra cá. De Brasília pra casa. De casa pra Brasília.

É nessa coisa que estão transformando as nossas forças armadas. Que, saliente-se, estão desarmadas, sucateadas.


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