DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Claudia Leitte e as tettas do Esttado

Folha de S. Paulo:

“Seis dias antes que o Tribunal de Contas da União decidisse proibir que recursos incentivados pela Lei Rouanet fossem destinados a projetos culturais com ‘potencial lucrativo’, a cantora Claudia Leitte foi autorizada pelo Ministério da Cultura a captar R$ 356 mil para publicar sua biografia.”

Consta que essa senhora ganha 150 mil reais de cachê por show.

Essa senhora é mais uma a mamar nas tettas do Esttado brasileiro.

BOA TARDE!!!

DA REVISTA DIGITAL 247 E DA BRAZILCOMZ

Depois de 30 anos de silêncio, a jornalista Miriam Dutra, que teve um caso com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, falou pela primeira vez sobre a relação entre os dois; em entrevista à revista BrazilcomZ, ela conta como foi seu “exílio” decretado pela Globo, quando vazaram as notícias de que FHC tinha um filho fora do casamento; “Eu passei muita dificuldade, muita solidão, focada nos meus filhos, e tentando muito sempre trabalhar e pedindo pra Globo, pelo amor de Deus pra fazer alguma coisa, e eu era sempre cortada, sempre cortada”, conta; ela revelou ainda que FHC a obrigou a conceder uma entrevista a Veja, dizendo que o pai da criança era um biólogo – e não o ex-presidente (o que depois não se confirmou com o teste de DNA); “Foi Fernando Henrique com Mario Sergio Conti”, afirmou, apontando o ex-diretor da revista (hoje na Globonews) como responsável pela armação; em relação ao ex-presidente, ela o qualificou como uma pessoa que gosta de “fazer tudo sorrateiramente e posar de bom moço”

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247 – Depois de 30 anos, a jornalista Miriam Dutra, que foi uma das principais profissionais da televisão brasileira, resolveu quebrar o silêncio em relação a seu caso extraconjugal com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

A entrevista é reveladora. Ao mesmo tempo em que qualifica FHC como uma pessoa sorrateira e manipuladora, Miriam também aponta os bastidores da blindagem midiática em torno do caso. Enquanto a Globo decidiu exilá-la em Portugal, Veja publicou uma entrevista em que ela própria contava uma mentira para proteger FHC: a de que seu filho era fruto do relacionamento com um biólogo.

Antes da disputa presidencial de 1994, quando FHC se elegeu presidente pela primeira vez, vários veículos de comunicação investigaram a história do filho extraconjugal do então candidato tucano. Mas nada foi publicado.

Miriam só decidiu falar após ter saído oficialmente da Rede Globo, onde já não aparecia nem por meio de buscas no site, numa entrevista a uma revista internacional, focada no Brasil.

No depoimento, ela conta à repórter Fernanda Sampaio, da revista BrazilcomZ, os bastidores de seu relacionamento com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e as consequências da gravidez de Tomas Dutra Schimidt, que seria filho presumido de FHC – uma história sempre abafada pela imprensa brasileira.

Miriam conheceu Fernando Henrique quando o tucano era suplente de Franco Montoro, que assumiu o governo de São Paulo (83-87). Ela comenta o fatídico episódio em que FHC se sentou na cadeira de prefeito de São Paulo antes do resultado das eleições: “Ele se acha o máximo”. Depois de anos, tentou romper o relacionamento. “Ele não deixava romper… ele me perseguia… quando eu ia sozinha nos lugares, ele ia atrás”.

Miriam também disse que ficou ‘assustada’ quando o político começou a fazer de tudo para assumir o poder. “Ele mudou muito, me assustou”. Disse que “era apaixonada por ele” e que o ex-presidente dizia que ela era para ele um pé na realidade. “Ele era muito… como é que eu vou falar… da aristocracia de São Paulo… sabe? Irreal”.

Sobre a gravidez de Tomas, em janeiro de 1990, afirma que quis ter o filho. “Eu tive uma relação de seis anos, fiquei grávida, decidi manter a gravidez, então é meu. Eu sou uma mulher, eu que decido isso! Se eles não querem, eles que se cuidem”. Ela nega uma história relatada pelo jornalista Palmério Dória, autor do livro Privataria Tucana, de que teria sido chamada de ‘rameira’ pelo então senador, quando teria ido ao seu gabinete comunicar a gravidez.

“Eu nunca fui ao gabinete dele! Ele dormia na minha casa, eu não precisava disso”, rebateu. “Como ele tinha histórias com secretárias, assistentes, com milhões de jornalistas, ele [Palmério] deve ter me confundido com outra pessoa”, provocou a jornalista. “Até agora, tudo o que foi publicado sobre mim foi mentira”, ressaltou Miriam.

Ao falar do famoso exame de DNA, que teria dado resultado negativo, ela diz que foi o próprio FHC quem divulgou: “Ele divulgou! E isso me prejudicou muito. É o estilo dele: fazer tudo sorrateiramente e posar de bom moço”. Ela desmente a história de que Fernando Henrique teria decidido assumir o garoto mesmo não sendo seu filho. “O Tomas nunca teve pai, nunca foi reconhecido”, afirma. “Se falarem… provem! Porque eu nunca vi nenhum documento. Essa história de que veio aqui em Madri é tudo mentira!”.

Questionada sobre o episódio em que FHC teria ido até aos Estados Unidos se encontrar com Tomas para um segundo teste, ela responde: “Eu acho que é mentira, porque eu só vi um documento, mas todo mundo pode enganar com um DNA”. Miriam diz ainda que nunca proibiu que se fizesse o exame de DNA. “Ao contrário, eu sempre incentivei que fizesse, que tivesse contato, essa coisa toda”. Outra importante revelação feita pela jornalista é a de que FHC, segundo ela, a forçou dar uma entrevista à revista Veja: “Me obrigou a dar uma entrevista pra Veja dizendo que o pai do meu filho era um biólogo. Foi Fernando Henrique com Mário Sérgio Conde (Mário Sérgio Conti, ex-diretor da revista, hoje na Globonews)”.

“Exílio” da Globo

Ao contrário do que já foi divulgado, a jornalista assegura que foi ela quem decidiu sair do Brasil. “Eu decidi sair sozinha do Brasil, ninguém me mandou pra fora, isso é muito importante ficar bem claro, ninguém me mandou embora!”. Ela descreve o cenário na Globo à época: “me colocaram abaixo de qualquer coisa”. “Aquele ‘Globo memória’ eles não me colocaram. Eu fui a primeira mulher que fiz o Bom Dia Brasil, eles não me colocaram, não colocaram sequer o meu nome. Tentaram apagar a minha imagem, porque não interessava pra eles”.

“Esse exílio foi muito pesado e todo mundo achando que era um exílio dourado, que eu estava super bem. Eu passei muita dificuldade, muita solidão, focada nos meus filhos, e tentando muito sempre trabalhar e pedindo pra Globo, pelo amor de Deus pra fazer alguma coisa, e eu era sempre cortada, sempre cortada”, conta.

O prejuízo na carreira é a coisa que mais lhe dói nessa história, admite à repórter. “Agora meu trabalho sempre foi tão importante pra mim, isso me dói. Ter lutado tanto e de repente, por um homem completamente manipulador e por ter trabalhado em um grupo de comunicação tão… eu queria usar um verbo, mas não me permito usar esse verbo… eu fui prejudicada”.

Leia a íntegra da entrevista na BrazilcomZ (edição 100).

fev
17
Posted on 17-02-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-02-2016

DEU NO G1/O GLOBO/GLOBO NEWS

Cristiana Lôbo

Liminar concedida na noite desta terça-feira por um integrante do Conselho do Ministério Público de São Paulo suspendeu a audiência marcada para esta quarta-feira para ouvir o ex-presidente Lula e sua mulher Marisa Letícia sobre o apartamento triplex no edifício Solaris, no Guarujá. Já estava sendo organizada uma manifestação diante do prédio do Fórum da Barra Funda, em São Paulo, de grupos favoráveis a Lula e também contrários. O depoimento continuará suspenso até que o plenário do Conselho analise o caso.

A liminar foi concedida pelo conselheiro Walter Shuemquener de Araújo, a partir de pedido de providências apresentado pelo deputado Paulo Teixeira (PT-SP), que invocou a violação do princípio do promotor natural, uma vez que a ação relativa à Bancoop, cooperativa que inicialmente construiu o prédio de apartamentos no Guarujá, estava na 5ª Vara da 1ª Promotoria de São Paulo, enquanto o procurador Cássio Cesarino, que convocou Lula para o depoimento, é integrante da 2ª Vara.

O deputado Paulo Teixeira disse ter tomado a iniciativa de questionar o pedido do promotor Cássio Cesarino de convocar o ex-presidente Lula a prestar depoimento perante o Ministério Público de São Paulo por considerar que o promotor, em entrevista há mais de uma semana, acabou por expor antecipadamente o seu ponto de vista. E, ainda, por considerar que o promotor extrapolou ao tratar, além do apartamento triplex no Guarujá, também fazer referências ao sítio em Atibaia, frequentado pelo ex-presidente e sua família.

Ele disse que não vai repetir o questionamento em relação à convocação do ex-presidente Lula a prestar depoimento perante o juiz Sérgio Moro, o que está marcado para o dia 14 de março, por teleconferência. “Este papel é dos advogados do ex-presidente; só tomei esta iniciativa agora porque é caso da promotoria de São Paulo”, disse o deputado.
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BP agradece efusivamente a Vangelis, este juazeirense conterrâneo de João Gilberto à altura, que sabe muito de música.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

fev
17

DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

“Esforço aéreo” torra Erário em céu de anil

Ficamos sabendo que a atividade prática da Força Aérea Brasileira – fazer seus aviões voarem pelo Brasil, em missões, treinamento, seja o que for – chama-se, no jargão da área, “esforço aéreo”.

E graças à liberdade de imprensa, novas práticas democráticas, transparência – seja, novamente, o que for –, também tomamos conhecimento de que a FAB está chiando porque o “esforço aéreo” passou dos limites.

Não dá para cumprir a meta de redução de 30% das horas de voo, por causa do “ajuste fiscal”, se continuar transportando autoridades para casa nos fins de semana – ministros, presidentes da Câmara, do Senado, do Supremo e Deus sabe quem mais.

Alegam os militares, num argumento forte perante uma população que vive ameaçada por forças estrangeiras em suas fronteiras secas e “molhadas”, que mais conveniente seria usar esses recursos em ações “de defesa”.

O que leva a uma conclusão: se é para economizar e falar sério, o melhor é deixar esses aviões no solo, a menos que seja para cumprir, realmente, tarefas humanitárias, de que tanta necessidade há nas extensões deste país.

fev
17
Posted on 17-02-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-02-2016

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

A segunda turma do Supremo decidiu hoje rejeitar pedido da PGR para leiloar os veículos de luxo de Fernando Collor de Mello…

Os ministros confirmaram decisão de Teori Zavascki que, em outubro, devolveu ao senador a Lamborghini, a Range Rover, o Bentley e o Porsche Panamera.

Muito justo: Fernando Collor comprou todos os carros com o suor do seu trabalho.

fev
17
Posted on 17-02-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-02-2016


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online


DO EL PAÍS

Alejandro Rebossio

De Buenos Aires

A inflação está se tornando um dos principais problemas do início do Governo de Mauricio Macri. Diante da perspectiva de uma desvalorização do peso no começo da gestão do novo presidente da Argentina em dezembro, os preços no país começaram a subir além da conta desde novembro. Em janeiro, a inflação chegou a 29,9%, segundo o índice elaborado por deputados de oposição não kirchneristas a partir de uma média dos levantamentos feitos por várias consultorias privadas. Um ano antes, o chamado IPC Congresso (índice de preços ao consumidor dos deputados de oposição) estava em 25%.

O IPC Congresso foi criado pela oposição depois que o Governo kirchnerista começou a manipular as estatísticas oficiais em 2007. Até outubro passado, os deputados da aliança liderada pelo liberal Macri, Cambiemos, participavam da elaboração do indicador parlamentar. Não mais. Agora Macri está no poder e suspendeu a divulgação de números oficiais até que se normalize o funcionamento do Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC), desprestigiado durante o kirchnerismo. Com isso, na segunda-feira, o peronista antikirchnerista Sergio Massa e a progressista Margarida Stolbizer se encarregaram de ressuscitar o IPC Congresso e divulgar os números dos últimos três meses.

Até outubro, a inflação mensal era de 1,5%, segundo o índice parlamentar. Em novembro subiu para 2,2%; em dezembro, mês em que Macri assumiu o poder e desvalorizou a moeda, elevou-se a 3,8% e em janeiro chegou 3,6%. Espera-se que o IPC se mantenha alto em fevereiro e março devido a um forte aumento das tarifas de energia elétrica, antes excessivamente baratas, e seu consequente impacto em diversos produtos e serviços. O Governo de Macri responsabiliza a herança deixada por Cristina Kirchner pela depreciação do peso e pelo encarecimento da eletricidade.

“Se o Governo se animar a enfrentar os empresários que abusaram de alguma situação e corrigiram demais os preços, terá nosso apoio”, advertiu Massa. Outra deputada progressista, Victoria Donda, criticou a intenção do Executivo de moderar as negociações salariais para evitar altas superiores a 25%: “Esta sociedade não vai aceitar um teto para as paritárias, sobretudo com os aumentos que vêm afligindo a sociedade em cada ida ao mercado”.

Os deputados de oposição também pediram celeridade ao Governo de Macri para elaborar as novas estatísticas públicas. Sob essa pressão, o Executivo demitiu na segunda-feira a diretora técnica do INDEC designada havia apenas dois meses, Graciela Bevacqua, que exigia mais tempo para reordenar os indicadores. Macri quer voltar a publicar o IPC em dois meses, e não em oito, como desejava Bevacqua. A técnica já havia sido retirada do INDEC pelo kirchnerismo em 2007 por opor-se à subestimação da inflação. Sua volta ao instituto de estatística era um símbolo, mas durou pouco.

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