BATATINHA, MESTRE MAIOR DO SAMBA DA BOA TERRA, NO BLOCO DO BP, PARA ILUMINAR O CARNAVAL DO BRASIL!!

SALVE!!!

(Gilson Nogueira)

fev
04

Olha, imagina só!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DE LUIS AUGUSTO GOMES)

Vice ideal de Neto está entre Geddel e Lúcio

Foram tantos os auxiliares de alta confiança do prefeito ACM Neto a se filiarem a diferentes partidos políticos que todos logo tiveram o nome especulado para ser o vice na chapa da reeleição, em outubro deste ano.

Vale lembrar a importância dessa indicação: como é muito provável a vitória do prefeito, o vice assumiria o cargo por dois anos e meio quando Neto, em 2018, renunciasse para disputar o governo do Estado – ou, como já se supõe, a presidência da República.

Veja-se que muitos analistas descartam liminarmente a recondução da vice-prefeita, Célia Sacramento, com base na convicção de que, pela falta de experiência política e administrativa, ela poderia ser um desastre para os planos do prefeito.

O raciocínio é razoável, e se completa pela hipótese de que, caso Célia venha a permanecer na chapa, estará revelada a intenção de Neto de seguir até o fim no seu segundo mandato.

Tudo é plausível nessa teia de elucubrações, mas é importante considerar e tentar interpretar o que o prefeito diz sobre o assunto, que para ele, aliás, desta vez, está muito precipitado, tanto que só quer encará-lo lá para o São João.

Ressalvando que sua própria candidatura ainda é incerta, o que constitui deslavada mentira, o prefeito dá sinais: a definição será feita por “critérios objetivos, políticos, o que agrega mais…”

Vê-se, pela abertura da possibilidade de escolha de outro companheiro de chapa, que Célia não está segura, mas não lhe cairia mal um mandato de vereadora e uma carreira ascendente em futuro próximo.

O aspecto principal está, no entanto, nos “critérios”. O partido aliado mais forte é o PMDB, sendo os nomes mais importantes os dos irmãos Vieira Lima. O prefeito tem, certamente, condições de reeleger-se sem eles. A dúvida é se isso seria producente para novas empreitadas.

A relação política é uma via de duas mãos. De um passado em que seus ancestrais e mentores tornaram-se inimigos figadais, Neto e a dupla Geddel-Lúcio deram uma aula de reconciliação que os levou a uma unidade comumente anunciada como sólida.

A eleição de 2014 demonstrou claramente que o interesse político está acima das emoções individuais: Geddel desistiu da disputa do governo, para a qual se julgava preparado, e conformou-se em concorrer a senador.

O exercício do poder municipal por dois anos, quem sabe por mais quatro, por um dos irmãos peemedebistas – a precedência é do mais velho –, seria natural num acordo político, ainda mais levando-se em conta a penetração de ambos no eleitorado da capital.

Quanto aos representantes de Neto nos demais partidos – tipo Sílvio Pinheiro, Guilherme Bellintani e até o top de linha Luiz Carreira –, dariam bons vereadores, propiciando ao prefeito uma bancada muito mais reforçada do ponto de vista ideológico.

CRÔNICA
O voo da andorinha

Gilson Nogueira

Sábado passado, pela manhã, da janela do ônibus que me deixaria próximo ao Largo dos Mares, na Cidade Baixa, avisto a bandeira do Brasil em um pequeno mastro na fachada do Mercado Modelo. O maior símbolo do país parecia sem sentidos,como conseqência de um nocaute do derrespeito que havia levado.Era, quase, um pano de chão, sujo e roto, pendurado ao vento brando na fachada de uma das jóias do turismo da Cidade da Bahia.No mesmo instante, veio-me a idéia de saltar do coletivo e reclamar o estado deplorável do pavilhão nacional na frente do postal que me viu comprar peixe vermelho, acompanhado meu saudoso velho, na Rampa do Mercado. Desisti, no ato, da queixa, considerando a possibilidade da minha ação cidadã não ser levada a sério.

Na volta,saltei no ponto de ônibus ao lado da Casa da Itália, próximo ao Campo Grande.E segui repicando na mente as imagens da bandeira abandonada e das fachadas dos antigos puteiros da Ladeira da Montanha ameaçando desabar sobre a cabeça da história.Caminhando diante do revigorado Hotel da Bahia, chorei, sem que minhas lágrimas rolassem.Chorei por dentro, de cara para o horizonte,em azul turquesa, recordando os dias felizes do Carnaval de ontem no Broco do Jacú.E engoli soluços, ao lembrar, ali, um certo final de tarde em uma festa já contaminada pela força da grana que destrói coisas belas. Era o Carnaval da Bahia a dizer-me adeus.

O céu de Salvador naquele dia parecia arte do cão, uma tela em agonia,de pinceladas fortes, em vermelho e ouro. A paz celestial estava acima dele. Teria sido o rastro nervoso de um cometa em fuga ou a alegria cansada provocando um folião apaixonado? De repente, aos pés do caboclo, na volta para casa, repouso saudades no banco do jardim, para suspirar o momento. E uma andorinha, em voo razante,espiando-me os passos, risca o conselho: “Não chore, amigo, a vida segue, Carnaval é assim mesmo, ilusão, desengano, essa tristeza vestida de festa, essa coisa de louco, essa dor sem doer, toque seu barco e siga, nada como um dia após o outro, na vida tudo passa “. Pois é, viva o Jacú, o Barão, o Vat 69, que passeiam, ainda, na avenida dos sonhos de quem brincou Carnaval!!!
Gilson Nogueira é jornalista , colaborador do BP.

DO EL PAÍS

Talita Bedinelli

De São Paulo

A presidente Dilma Rousseff (PT) foi à TV na noite desta quarta-feira para pedir a mobilização da população na “batalha” contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor do zika. O vírus é apontado como responsável pelo aumento de casos de microcefalia no país. De acordo com o último boletim, divulgado na terça pelo Ministério da Saúde, foram notificados 4.783 casos suspeitos da condição desde o final de outubro e 404 foram confirmados.

Em um discurso de exatos seis minutos, a presidenta apresentou as ações de mutirões que serão realizadas pelo Governo federal, em parceria com os municípios. Entre elas, um ‘Dia D’ contra o mosquito, no dia 13 de fevereiro, que contará com a presença de 220.000 homens das Forças Armadas.”O mosquito que transmite o vírus zika pode estar na casa do seu vizinho, na sua casa, desde que haja água parada contida”, ressaltou. “Enquanto não desenvolvermos uma vacina contra o vírus zika precisamos combater o mosquito. E a maneira mais eficaz é não deixando ele nascer, destruindo seus criadouros que, em mais de dois terços, estão dentro de nossas residências”, afirmou a presidenta. “Se nos unirmos, a maneira de lutar se torna simples. Não podemos admitir a derrota porque a vitória depende da nossa determinação em eliminar os criadouros”.

Em meio a uma crise política e outra econômica que já se arrastam há um ano e levaram a cortes em todas as áreas do Orçamento, incluindo a saúde, a presidenta brasileira procurou descolar a crise do zika de seu Governo, afirmando que o vírus “não tem nacionalidade”. “Começou na África se espalhou pelo sudeste da Ásia, pela Oceania e agora está na América Latina. E este foi um processo excepcionalmente rápido”. Em diversos bairros de São Paulo, foi possível ouvir panelaços durante a fala dela, algo que se tornou comum no último ano em todos os pronunciamentos.

Mais cedo, em um evento de entrega de casas populares no interior de São Paulo, ela afirmou que o Brasil vai provar que consegue acabar com o mosquito. “Vamos provar que esse país tem consciência e determinação para acabar com esse mosquito antes que ele comprometa as nossas crianças e as nossas grávidas”, disse. Ela ressaltou também que o país desenvolverá “de qualquer jeito” uma vacina contra o zika vírus, em parceria com os Estados Unidos. Na última sexta-feira, ela e o presidente dos EUA, Barack Obama, conversaram por telefone para acertar a parceria. A previsão, entretanto, é que a vacina demore a ser desenvolvida.

A gestão no combate ao Aedes aegypti tem recebido críticas até do próprio ministro da Saúde, Marcelo Castro, que assumiu a pasta em outubro passado. Ele afirmou que o Brasil está “perdendo a guerra” contra o mosquito. A declaração criou mal-estar no Governo, mas logo depois a própria presidenta fez a mesma afirmação. “Nós estamos perdendo a luta contra o mosquito. Não vou dizer que estamos ganhando, mas nós vamos ganhar esta guerra”.

fev
04
Posted on 04-02-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 04-02-2016


Nani, no portal de humor gráfico A Charge Online

A presidente Dilma Rousseff foi alvo de uma nova onda de panelaços na noite desta quarta (3) ao fazer o pronunciamento em cadeia nacional de televisão e rádio sobre o zika vírus. Mas as manifestações foram mais fracas em comparação com as convocadas no auge da crise política.

Em Salvador as panelas começaram a bater -acompanhadas de apitos, buzinas e gritos de “Fora Dilma- logo que Dilma pronuciou as primeiras palavras de seu pronunciamento e só pararam quando a fala terminou. O panelaço foi maior em bairros tradicionais como Itaigara, Pituba, Rio Vermelho , Graça e Stiep.

Emm Brasília, panelaços foram ouvidos na Asa Norte, Sudoeste e também em Águas Claras. Em São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Goiânia, e Recife também tiveram manifestações.

Com informações do Jornal de Brasília

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