Novo ministro da Justiça

DEU NO CORREIO24HORAS (COM G1)

Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)

O Palácio do Planalto confirmou nesta segunda-feira (29) que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, deixará o cargo para assumir a Advocacia Geral da União. Ele substituirá Luís Inácio Adams, que deixará o posto por motivos pessoais. Para a vaga de Cardozo, a presidente Dilma Rousseff convidou o procurador baiano Wellington Cesar Lima e Silva.

O atual advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, disse ao G1 que deixará o governo porque o órgão necessita de energia nova energia e novo dinamismo. Segundo ele, a troca no comando da pasta não irá prejudicar a defesa da presidente Dilma no processo de impeachment.

Nota
A presidenta da República, Dilma Rousseff, informa que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, deixará a pasta e assumirá a chefia da Advocacia Geral da União, em substituição ao ministro Luiz Inácio Adams que solicitou o seu desligamento por motivos pessoais.

Assumirá o Ministério da Justiça o ex-Procurador Geral da Justiça do Estado da Bahia, Dr. Wellington César Lima e Silva. Assumirá o cargo de ministro-chefe da Controladoria Geral da União, o Sr. Luiz Navarro de Brito.

A presidente da República agradece os valiosos serviços prestados ao longo de todos estes anos, com inestimável competência e brilho, pelo Dr. Luís Inácio Adams, e deseja pleno êxito à sua atividade profissional futura. Agradece ainda ao ministro-interino da CGU Sr. Carlos Higino pela sua dedicação.

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Wellington César Lima e Silva chefiou MP-BA por 2 mandatos consecutivos
Baiano foi anunciado nesta segunda como novo ministro da Justiça.
No período, ele se destacou como interlocutor entre diversas instituições.
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QUEM É

Anunciado pelo Planalto nesta segunda-feira (29) como novo ministro da Justiça, no lugar de José Eduardo Cardozo, que deixou a pasta para assumir a Advocacia-Geral da União (AGU), o baiano Wellington César Lima e Silva atua como procurador de Justiça do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA).

Com 50 anos de idade e 25 de carreira, comandou por dois mandatos consecutivos o MP-BA (2010 e 2014) durante o governo Jaques Wagner, atual chefe da Casa Civil. No período, se destacou por atuar como interlocutor na relação com diversas instituições, especialmente na aproximação do órgão com as Polícias Civil e Militar.

Em 2010, Wellington César assumiu a chefia do MP-BA após indicação de Jaques Wagner a partir da lista tríplice eleita pelos procuradores e promotores de Justiça. A lista era formada por Norma Angélica (287 votos) e Olímpio Campinho (229 votos) . Wellington César teve 140 votos.

História
Nascido em Salvador, Wellington César ingressou no MP em 1991 e foi promotor nas comarcas de Itagimirim, Tucano e Feira de Santana.

Em 1995, ele foi promovido para Salvador, onde atuou na Promotoria de Justiça de Assistência, na 6ª Vara Crime e na Central de Inquéritos do MP. Também ocupou o cargo de assessor especial do procurador-geral de Justiça nos anos de 1996, 1999 e 2000.

O novo ministro é mestre em Ciências Criminais e doutorando em Direito Penal e Criminologia. Wellington César é formado em direito pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).


J.C. Teixeira Gomes, aos 80, lança “A Brava Travessia, memórias, viagens e artigos do Pena de Aço”


ARTIGO/ Pena de Aço

Importância do livro e do jornal diário

J.C. Teixeira Gomes

Vivemos numa época de glorificação dos meios eletrônicos, mas ouso afirmar que nada suprimirá a relevância do livro e do jornal diário, impresso, como instrumentos de comunicação. Alguns jornais estão profundamente ligados à sociedade a que servem. A TARDE, por exemplo, tem a história da Bahia enraizada nas suas páginas.

Quanto ao livro, nenhum meio eletrônico a ele poderá equiparar-se na difusão da cultura. Embora tenha sido um jornalista profissional em toda a minha trajetória, sempre me utilizei do livro para difundir ideias e consolidar opiniões. A propósito, gostaria de convidar os leitores para o lançamento do meu novo livro, “A Brava Travessia, memórias, viagens e artigos do Pena de Aço”, na livraria Cultura do Salvador Shopping, a partir das 16,30, em nove de março próximo, quando estarei completando 80 anos de idade.

Ao me iniciar no jornalismo, em setembro de 1958, A TARDE já era o mais importante veículo de comunicação da capital baiana. Ernesto Simões Filho havia consagrado este jornal em todo o Brasil pela combatividade e afirmação política ou na preservação dos nossos interesses regionais e nacionais. Nos meus primeiros anos de atividade, lembro-me da admiração que me provocavam as campanhas de A TARDE em defesa da nossa economia e da exploração do nosso petróleo. Recordo-me também dos nomes de destaque dos seus redatores e colaboradores, vários dos quais constituíam a nata da intelectualidade baiana da época.

Entre os títulos jornalísticos que mais me engrandecem, está o de vir integrando a equipe de colaboradores deste jornal há cerca de vinte anos. Expressivo detalhe: em todo esse período, jamais tive um artigo meu censurado pelo jornal ou fui compelido a alterar uma linha sequer dos meus escritos, muitos dos quais duros e combativos, e que me valeram o apelido de “Pena de Aço”.

O jornalismo não pode conviver com a falta da liberdade. Em todas as épocas e em todos os lugares, os tiranos quiseram subjugar a livre expressão do pensamento, ou diretamente, pela violência, ou pelos sinuosos artifícios da dominação política. Por outro lado, a consciência crítica da opinião pública, indispensável à vida civilizada, não se faz através da ligeireza e superficialidade da informação eletrônica. Apenas a maturação das ideias, favorecida pelo contato da mente com o texto impresso, permite ao leitor consolidar os caminhos do seu discernimento.

Sou um homem do discurso impresso. Por isso,creio na eternidade do jornal diário. A ausência de um jornal relevante abre um buraco negro na sociedade humana. Todas as conquistas sociais e econômicas da Bahia, por exemplo, foram implantadas ou aceleradas com o concurso decisivo dos debates promovidos por A TARDE, ao longo da sua centenária existência. Esse patrimônio emerge no tempo com um poder que suplanta a durabilidade do bronze.

No livro que publicarei em nove de março,destacarei minha crença na permanência dos jornais impressos, na relevância da sua função no combate à corrupção e aos desvios políticos, na preservação do jogo democrático, bem mais frágil sem a vigilância da imprensa livre.

Estou convencido da minha autoridade pessoal para defender tais ideias, até porque grande parte da minha carreira se desenvolveu sob ditadura, agravada por perseguições políticas na Bahia. Se tudo isto significou a instauração de exaustivos confrontos, deu, no entanto, novo significado à minha vida, pois, como jornalista, aprendi, como dizia Indira Ghandi, que “é um privilégio viver uma vida difícil”. Com alma forte, resoluta, e uma pena de aço na mão.
Enviado do meu iPhone


Amy: Oscar de Melhor Documentário

DEU NO G1/O GLOBO

‘Spotlight’, Di Caprio e Iñárritu são os grandes ganhadores da noite da festa do Oscar 2016.

Do G1, em São Paulo

A cerimônia do Oscar neste domingo (28) em Los Angeles foi uma noite de primeiras vezes. Ao menos para Leonardo DiCaprio, que levou a estatueta de Melhor Ator por “O Regresso”. No entanto, o melhor filme da noite foi “Spotlight: segredos revelados”.

Mas foi também uma cerimônia com um bicampeonato (o melhor diretor Alejandro G. Iñárritu) e um tricampeonato (o diretor de fotografia Emmanuel Lubezki). Eles venceram por “O regresso”.

Mad Max: prêmios técnicos
Quando o assunto foi prêmios técnicos, não teve para ninguém. “Mad Max: Estrada da Fúria” levou seis prêmios desse tipo. Ficou com mixagem de som, edição de som, montagem, cabelo e maquiagem, design de produção e figurino.

Os outros atores premiados ganharam em sua primeira indicação. Brie Larson levou por “O quarto de Jack”. A sueca Alicia Vikander foi melhor atriz coadjuvante por “A garota dinamarquesa”. E Mark Rylance foi melhor coadjuvante por “Ponte dos Espiões”.

A animação brasileira perdeu o Oscar para “Divertida mente” e Lady Gaga perdeu o prêmio de canção original para Sam Smith.

A premiação foi comandada por Chris Rock. O apresentador aproveitou todo seu tempo com piadas mirando o racismo e o boicote ao Oscar proposto por algumas celebridades negras. Ele tratou o assunto com bastante sarcasmo e foi bem recebido pela plateia.

Brasil perdeu
“O menino e o mundo”, filme brasileiro que concorria como Melhor Animação, perdeu para “Divertida mente”.

Antes da cerimônia, o diretor Alê Abreu comemorou o fato de estar na premiação. “Estar aqui já é uma grande vitória. É uma grande vitória do Brasil. Sabe, um filme feito com tamanha liberdade de criação”, afirmou, no tapete vermelho.

“Estar aqui no meio dessa festa da indústria de Hollywood, competindo de igual para igual com esses filmes de US$ 300 milhões.”

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DO UOL/FOLHA

O documentário “Amy”, que conta a história da cantora Amy Winehouse, ganhou Oscar de melhor documentário de longa-metragem.

Dirigido por Asif Kapadia (o mesmo cineasta que fez “Senna”, sobre o piloto de Fórmula 1), o documentário foi rejeitado pela família da cantora. O motivo é evidente: à exceção da avó, quase todos são retratados na produção como ausentes, imprudentes, oportunistas ou mercenários (caso de Mitch, pai da cantora).

Ao subir ao palco da premiação, Kapadia disse que quis mostrar ao mundo a verdadeira Amy, engraçada, inteligente, sensível.

O filme começa com Amy Winehouse brincando de personificar Marilyn Monroe (cantando para John Kennedy) no aniversário de 14 anos de Lauren Gilbert, em 1998, e termina com seu funeral estranhamente sóbrio, 13 anos depois. Ela morreu aos 27 anos, em 2011, após uma carreira meteórica de extremos, da aclamação crítica que lhe rendeu o Grammy e os cachês de US$ 1 milhão por show às dolorosas vaias em Belgrado, no auge da alienação.

Relação com o marido

O documentário identifica na sua relação com o ex-marido, Blake Fielder-Civil, o início do fim: foi ele quem a introduziu aos vícios da heroína e do crack, a partir de 2005, e também a convenceu de que todos estavam destinados ao fim clássico do romantismo: viver intensamente, morrer jovem.

O retrato de Blake traçado por Kapadia é até um pouco mais simpático do que o de Mitch Winehouse. Ele aparece como um malandrinho de pouca inteligência. “Vou amar você incondicionalmente, até o dia em que meu coração parar e eu cair morta”, disse Amy, sobre Fielder-Civil.

A família de Amy não gostou do resultado e definiu o filme como “desequilibrado” e “equivocado”. O pai da cantora, Mitch, chamou os produtores de “desgraças” e afirmou que deviam se envergonhar de si mesmos por ter concluído daquela forma. Não era para menos. Ele é mostrado perseguindo a própria filha com uma equipe de filmagem na Ilha de Santa Lúcia, onde ela ficaria 6 meses para tentar recuperar a saúde.

fev
29

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMRES)

Bom pra todos, diria Russomano

Delcidio é o novo Cunha. Sem se resolver o problema dele, nada mais anda no país em matéria de punição de autoridade.

Se Dilma já não cairia enquanto Cunha permanecesse, Cunha muito menos cairá com o bodoso Delcídio na sala.

Bom pra ela, bom, na pior das hipóteses, pra Lula, que pelo menos não tem um presidente adversário no poder.

Melhor para Michel Temer, que vai levando, ótimo para Renan, que não precisa ter seus serviços postos à prova.


Preciosidade musical postada em sua página no Facebook pelo leitor, ouvinte e amgo do BP que assina Vangelis. Confira.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Salário de R$ 39,3 mil para militante

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial é vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. De acordo com além de diárias para viagens internacionais que chegam a 700 euros.

Leiam o que foi publicado no jornal:

“O presidente da ABDI, Alessandro Golombiewski Teixeira, foi nomeado por Dilma para o cargo em fevereiro de 2015. Militante do PT do Rio Grande do Sul, Teixeira coordenou o programa de governo na campanha à reeleição. Ao assumir o comando da ABDI, com salário de R$ 39,3 mil, o petista abrigou no órgão mais três militantes da campanha, ocupantes de cargos de assessoramento especial da diretoria cujas remunerações variam de R$ 19,4 mil a R$ 25,9 mil. É mais do que o dobro do valor pago a esses assessores quando eles ocupavam cargos comissionados no Palácio do Planalto ou no Ministério do Planejamento.”


Agência ficou destruída após ação dos bandidos.
(Foto: Edivaldo Braga/blogbraga)

DEU NO G1/ O GLOBO

Do G1 BA

Uma agência do Banco do Brasil da cidade de João Dourado (Canal), a 448 km de Salvador, foi alvo de explosões na madrugada deste domingo (28). Segundo informações da 14ª Coordenadoria de Polícia Civil do Interior (Coorpin) em Irecê, o ataque ocorreu por volta das 3h na agência localizada em frente à praça no centro da cidade. A estrutura do local ficou destruída após a ação.

Ainda não há informações sobre a identidade dos suspeitos do crime, que fugiram em carros e dispararam tiros para cima após a ação. Os assaltantes também espalharam “miguelitos”, materiais pontiagudos para furar pneus de viaturas, durante a fuga. Ninguém ficou ferido na ação. A polícia ainda realiza diligências para localizar os suspeitos.

fev
29
Posted on 29-02-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 29-02-2016


Clayton, no jornal O Povo (CE)


Evo Morales, da Bolívia: último dos moicanos.

DO EL PAIS

Carlos E. Cué

A derrota de Evo Morales no referendo boliviano, a quem muitos viam como o último moicano da esquerda bolivariana, marca uma mudança de ciclo evidente na América Latina, que começou com a vitória de Mauricio Macri na Argentina. Depois de anos de grande crescimento e inclusão social, a crise econômica e uma sociedade latino-americana nova, com gerações exigentes que demandam mais e melhor democracia e não toleram a corrupção nem o poder absoluto, estão derrubando um a um quase todos os Governos da região.

A Argentina viveu o início do eixo bolivariano, com a reunião de Mar del Plata de 2005, que marcou uma década de afastamento dos EUA e de políticas contrárias à ortodoxia econômica. O país austral também marcou o final, com a derrota do kirchnerismo em novembro passado, depois de 12 anos no poder. Só três semanas depois foi a vez das eleições na Venezuela, que representaram o princípio do fim do chavismo no poder com a conquista de dois terços do Parlamento pela oposição. Agora a Bolívia também diz não à continuidade de Morales depois de 2019. O presidente equatoriano, Rafael Correa, também com problemas, anunciou que não tentará a reeleição em 2017. E em poucas semanas, em abril, o Peru deve concluir o ciclo com a saída de cena de Ollanta Humala e o provável regresso de um Fujimori ao poder.

O Brasil, por outro lado, vive uma crise política econômica e política permanente, e o Partido dos Trabalhadores, que governa o país há quase 13 anos, corre sérios riscos de não fazer um sucessor para a presidenta Dilma Rousseff em 2018, quando o ex-presidente Lula, que governou o país de 2003 a 2010, poderia se candidatar novamente. Mas, denúncias de corrupção ininterruptas na mídia que atingem o próprio Lula e outros membros do partido, além de uma recessão que já entra no seu segundo ano, reduzem as chances de que esse intento seja bem-sucedido.

Algo parece evidente: na América Latina há correntes de fundo. Nos anos noventa triunfou o liberalismo. O início do século XXI chegou com um forte grito anti-neoliberal. Agora há uma guinada à direita? Ninguém parece corroborar com essa tese. Os dados indicam, na verdade, que os cidadãos latino-americanos, sobretudo as novas gerações, depois de conseguir uma maior inclusão social e um aumento da classe média, querem mais, e se tornaram muito críticos com o poder. Reconhecem as conquistas de seus Governos mas não se conformam.

Morales, por exemplo, tem boa avaliação, poderia ganhar as eleições, mas quando esta semana perguntou-se se a população lhe permitiria mais uma reeleição, a ideia foi rechaçada com 51,3%. Querem mudança. Na Argentina, aconteceu algo parecido. Cristina Fernández de Kirchner tinha uma alta avaliação, mas, quando quis mudar a Constituição para poder continuar, perdeu em 2013 as eleições intermediárias, propostas quase como um plebiscito.

Os dados indicam, na verdade, que os cidadãos latino-americanos, sobretudo as novas gerações, depois de conseguir uma maior inclusão social e um aumento da classe média, querem mais, e se tornaram muito críticos com o poder.
Contra a corrupção

Em todos os países há uma linha comum: os protestos exigem maior transparência, luta contra a corrupção e uma troca geracional. A Bolívia foi o país com maior crescimento econômico do eixo bolivariano. No entanto, como aconteceu a seus correligionários, diante do enfrentamento da economia e do surgimento de casos de corrupção, optou por defender-se recorrendo a um discurso do qual os cidadãos parecem já cansados: uma conspiração orquestrada pelos EUA.

O fim da década dourada das matérias-primas também tem muito a ver com esta mudança de ciclo. As economias latino-americanas cresceram, entre 2003 e 2012, acima de 4%, segundo dados da CEPAL. Desde os anos sessenta, a região não registrou um período tão intenso. No entanto, as previsões do Fundo Monetário Internacional destacam que a economia latino-americana acabará 2016 com uma recessão do 0,3%.

A queda das matérias-primas é a principal causa. Entre 2011 e 2015, a queda dos preços dos metais e da energia (petróleo, gás e carvão) foi de quase 50%, segundo a CEPAL. Só em 2015, os produtos energéticos caíram 24%.

Estes anos de bonança e Governos de esquerda mudaram muitas coisas no continente. Durante a década de ouro, entre 2002 e 2012, os níveis de pobreza caíram de 44% para 29%, enquanto que os de pobreza extrema diminuíram de 19,5% para 11,5%, com um aumento considerável das classes médias. Também houve um aumento notável do gasto público. E isso implicou em inclusão social. Uma amostra: entre 1999 e 2011, segundo a Unesco, o nível de escolarização inicial passou de 55% a 75%. No entanto, os cidadãos não se conformam. Querem mais e melhor. E tudo indica que quase nenhum Governo ficará em pé diante desta onda.

Imortal, incomparável e sempre atual Renato Russo. O Cordeiro de Deus o conserve velando sempre sobre as nossas cabeça. É a prece deste ateu que acredita em milagres.
BOA TARDE !!!

(Vitor Hugo Soares)

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