BOA TARDE!!!


DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Conselhão: tem, sim, senhor!

Olhaí o Conselhão de Dilma, minha gente. Tem empresário? Tem, sim, senhor! Tem banqueiro? Tem, sim, senhor! Tem ator? Tem, sim, senhor! Tem esportista? Tem, sim, senhor! Tem evangélico? Tem, sim, senhor! Tem católico? Tem, sim, senhor! Tem cientista? Tem, sim, senhor! Tem escritor? Tem, sim, senhor! Tem sindicalista? Tem, sim senhor! Tem nome citado na Lava Jato? TEM, SIM, SENHOR!!! Tem denunciado por crime financeiro? TEM, SIM, SENHOR!!!

ABILIO DOS SANTOS DINIZ

ADILSON GONÇALVES DE ARAÚJO

ALBERTO ERCILIO BROCH

ALEXANDRE JOSÉ DA CONCEIÇÃO

ANA BEATRIZ MOSER

ANTONIO FERNANDES DOS SANTOS NETO

ANTONIO RICARDO ALVAREZ ALBAN

ARILDO MOTA LOPES

ARIOVALDO SANTANA DA ROCHA

BENJAMIN STEINBRUCH

CAMILA CRISTINA LANES DA SILVA

CARINA VITRAL COSTA

CARLOS BUCH PASTORIZA

CARLOS JOSE FADIGAS DE SOUZA FILHO

CARMEN HELENA FERREIRA FORO

CLÁUDIA MUINHOS RICALDONI

CLAUDIA SENDER RAMIREZ

CLEDORVINO BELINI

CLEMENTE GANZ LUCIO

CREUZA MARIA OLIVEIRA

DÉCIO DA SILVA

EDSON DE GODOY BUENO

EDUARDO FAGNANI

ELEUZA DE CÁSSIA BUFELLI MACARI

ELIEL BENITES

ELIZABETH MARIA BARBOSA DE CARVALHAES

ENNIO CANDOTTI

ERAÍ MAGGI SCHEFFER

FÁBIO JOSÉ SILVA COELHO

FERNANDO GOMES DE MORAIS

Bispo FLÁVIO AUGUSTO BORGES IRALA

FREDERICO PINHEIRO FLEURY CURADO

GUILHERME AFIF DOMINGOS

GUILHERME DE JESUS PAULUS

HEITOR JOSÉ MÜLLER

HELENA BONCIANI NADER

HUMBERTO EUSTÁQUIO CÉSAR MOTA

JOÃO BOSCO DE OLIVEIRA BORBA

JOÃO CARLOS DI GENIO

JOÃO MARTINS DA SILVA JUNIOR

Dom JOAQUIM GIOVANI MOL GUIMARÃES

JOESLEY MENDONÇA BATISTA

JORGE GERDAU JOHANNPETER

JORGE LUIZ NUMA ABRAHÃO

JORGE MARQUES DE TOLEDO CAMARGO

JORGE NAZARENO RODRIGUES

JORGE PAULO LEMANN

JOSÉ ANTONIO MORONI

JOSÉ CALIXTO RAMOS

JOSÉ CARLOS RODRIGUES MARTINS

JOSÉ ANTONIO GUARALDI FÉLIX

JOSÉ MARIA FERREIRA RANGEL

JOSE ROBERTO ERMIRIO DE MORAES

JOSUÉ CHRISTIANO GOMES DA SILVA

JUVANDIA MOREIRA LEITE

LUIZ CARLOS TRABUCO CAPPI

LUIZ MOAN YABIKU JUNIOR

LUÍS ROBERTO POGETTI

LUIZA HELENA TRAJANO INÁCIO RODRIGUES

MÁRCIO LOPES DE FREITAS

MARCO ANTONIO SILVA STEFANINI

MARCOS ROCHINSKI

MARCUS VINICIUS FURTADO COELHO

MARIA IZABEL AZEVEDO NORONHA

MARIA LUCIA CAVALLI NEDER

MIGUEL ANGELO LAPORTA NICOLELIS

MIGUEL EDUARDO TORRES

MURILO PINTO DE OLIVEIRA FERREIRA

NAIR MARIA DE JESUS GOULART

PAULO SÉRGIO DE MORAES SARMENTO PINHEIRO

PEDRO LUIZ BARREIROS PASSOS

PEDRO WONGTSCHOWSKI

RAFAEL MARQUES DA SILVA JUNIOR

REGINALDO BRAGA ARCURI

RENATO ALVES VALE

RICARDO ALBERTO BIELSCHOWSKY

RICARDO PATAH

ROBERTO EGYDIO SETUBAL

ROBERTO RODRIGUES

ROBSON BRAGA DE ANDRADE

ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE

ROSANGELA PIOVIZANI CORDEIRO

RUBENS OMETTO SILVEIRA MELLO

SÉRGIO HADDAD

SERGIO PAULO GOMES GALLINDO

SYNÉSIO BATISTA DA COSTA

TANIA BACELAR DE ARAUJO

VAGNER FREITAS DE MORAES

VIVIANE SENNA LALLI

WAGNER MANIÇOBA DE MOURA

WARLEY MARTINS GONÇALLES

WILSON PINTO FERREIRA JUNIOR


Porto Seguro do repouso de Cardoso e de Kakay

DEU NO BLOG POR ESCRITO 9do jornalista luis augusto gomes)

Filtro solar

Pode-se ter absoluta certeza de que foi casual o encontro, em Porto Seguro, do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, com o advogado Antônio Carlos Almeida Castro, que defende pessoas envolvidas na Operação Lava-Jato.

Mas a verdade é que o ministro parece não dar bola para a sabedoria popular que manda botar as barbas de molho quando as do vizinho ardem.

Nesta nova era em que cada cidadão é um fotógrafo e a notícia se espalha em segundos por todo o planeta, é preciso ponderar até se não é dispensável o veraneio.

Imprimir Imprimir Enviar por e-mail Enviar por e-

BOM DIA!!!


Centro das atenções: Dilma não ouviu ninguém até agora. Vai mudar alguma coisa? (Evaristo Sa/AFP)

DEU NO SITE E JORNAL ECONÔMICO O FINANCISTA (PRIMO DO BLOG O ANTAGONISTA)

SÃO PAULO – Nesta quinta-feira (28), a presidente Dilma Rousseff deve reabrir um canal de comunicação fundamental com a sociedade civil: o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, conhecido como Conselhão. Noventa representantes de empresas, entidades setoriais e de trabalhadores, além de cinco ministros, deverão participar do encontro. Mas, diante da fragilidade política de Dilma, de sua criticada incapacidade para ouvir e acatar sugestões e da recessão econômica, a pergunta fundamental é: quais serão os resultados práticos da volta do Conselhão?

Para os especialistas, a resposta é simples: poucos, bem poucos. “O Conselhão terá efeitos mais midiáticos do que práticos”, resume o cientista político Antônio Lavareda. Ele elogia a iniciativa do governo de se reaproximar da sociedade e se dispor a ouvir críticas e sugestões, mas é cético quanto à efetivação das propostas. Primeiro, porque o governo parece já chegar ao encontro com uma receita pronta para enfrentar a crise econômica.

“Os titulares da economia já têm um programa para os próximos meses”, diz Lavareda, aludindo às medidas que o governo estuda. Entre elas, a liberação de crédito por meio de bancos públicos, a fim de incentivar o consumo e o investimento, a concessão de incentivos setoriais, a permissão de que o FGTS seja usado como garantia para empréstimos bancários e a recriação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira).

A lista, por si só, já é polêmica. E, para muitos, não ataca a questão fundamental da crise: o rombo nas contas públicas, que, entre outras consequências, levou ao rebaixamento do Brasil ao grau especulativo pelas agências de risco, afugentou os investidores e encareceu o crédito para as empresas. Aliás, a única proposta do governo que anda nesse sentido é a reforma da Previdência – algo que está longe de ser viável, dada a incapacidade de articulação política de Dilma com o Congresso. “O Conselhão não será muito efetivo, por conta da complexidade das medidas necessárias para enfrentar a crise”, afirma o cientista político Rafael Cortez, da Tendências Consultoria.

Nunca é demais lembrar que a presidente enfrenta um processo de impeachment na Câmara, viu sua base aliada desmanchar-se no ano passado e está com a popularidade em níveis historicamente baixos. Em bom português: Dilma não reúne condições de mudar nada de fundamental, neste momento.

Às moscas

O último componente que abala o Conselhão é a própria incapacidade de a presidente ouvir críticas e costurar acordos. O próprio abandono do conselho, em seu governo, é um sinal disso. Criado em 2003 por seu antecessor e padrinho político, Luiz Inácio Lula da Silva, o órgão consultivo não se reunia havia mais de um ano. Às vésperas do encontro, o site oficial do conselho (www.cdes.gov.br) não está sequer atualizado com a lista dos novos conselheiros.

Entre os convidados, estariam empresários como Jorge Gerdau Johannpeter (Grupo Gerdau), Pedro Passos (Natura) e Josué Gomes da Silva (Coteminas); executivos de grandes empresas, como Claudia Sender (presidente da TAM) e Frederico Curado (Embraer); sindicalistas como Vagner Freitas (presidente da CUT); e até o ator Wagner Moura.

Isso mostra que o encontro desta quinta-feira não será uma reunião de amigos para confraternizar. Já seria difícil aprovar as medidas necessárias para enfrentar a crise, se seus 90 integrantes estivessem unidos. Mas, com o Brasil caminhando para o segundo ano consecutivo de recessão, os ânimos estão exaltados em todos os segmentos da sociedade. Fundamentalmente, ninguém quer arcar com os custos de resgatar o país.

Por isso, reunir, num só auditório, membros do governo, empresários, sindicalistas, militantes de organizações não governamentais, representantes de associações patronais, etc, pode se transformar numa grande lavação de roupa suja, refletindo justamente a falta de consenso no país. Somente alguém com muita habilidade de negociação seria capaz de conduzir a discussão sem que descambe numa sessão de terapia em grupo. O problema é que ninguém aposta que Dilma seja essa pessoa. “Isso pode exacerbar os conflitos”, observa Lavareda.

“A questão fundamental é o grau de liberdade para adotar novas medidas”, acrescenta o cientista político. Um governo sem recursos financeiros ou políticos, como o atual, tem pouco margem para acatar sugestões que fujam de seu roteiro. Para Cortez, da Tendências, o Conselhão será um termômetro para testar a receptividade de propostas como a reforma da Previdência, mas, sem apoio político, o governo ficará de mãos atadas. “Isso só aumentaria a frustração”, afirma. “O conselho não vai revolucionar o governo Dilma”, resume Cortez. E, ao que parece, nem mesmo o fará andar mais rápido.

jan
28
Posted on 28-01-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 28-01-2016


Luscar, no portal de humor gráfico A Charge Online

jan
28


Sede da Petrobras no Rio de Janeiro. VANDERLEI ALMEIDA AFP

DO EL PAIS

O Brasil foi o país a registrar a maior piora na percepção dos cidadãos sobre o nível de corrupção no setor público no mundo, caindo sete posições no ranking realizado com 168 países pela Transparência Internacional. Relatório divulgado nesta quarta-feira mostra que o país saiu da 69ª posição (2014) para a 76ª (2015) e, em uma pontuação de 0 (extremamente corrupto) a 100 (muito transparente), o país ficou com 38 pontos (uma queda de cinco pontos em relação ao ano anterior). O Brasil divide a 76ª posição com mais seis países: Bósnia e Herzegovina, Burkina Faso, Índia, Tailândia, Tunísia e Zâmbia.

A organização não-governamental atribuiu a piora na avaliação ao escândalo envolvendo a Petrobras, alvo da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, e que “levou as pessoas às ruas em 2015”. Pelo segundo ano consecutivo, a Dinamarca aparece no topo, com pontuação de 91 de 100, sendo avaliada pela população como o país menos corrupto —o relatório mede a percepção de corrupção e não os níveis reais devido ao sigilo envolvido nos negócios corruptos.

Acossado por escândalos e uma tensa relação entre oposição e Governo, a Venezuela também perdeu colocação e é hoje um dos países mais mal avaliados nesse setor: o país obteve apenas 17 pontos e ficou a dez posições de ser considerado pela população o mais corrupto do mundo (158° lugar), empatado com Guiné Bissau e o Haiti. Outros países que registraram as maiores quedas nos últimos quatro anos foram a Espanha, Líbia, Austrália, e Turquia.

No lado oposto, a Grécia, Senegal e o Reino Unido são os que mostraram melhoras mais significativas nesse período. Líder no ranking como o mais limpo, a Dinamarca é seguida pela Finlândia, Suécia, Nova Zelândia, Holanda, Noruega, Suíça, Cingapura, Canadá e Alemanha, que divide a décima posição com Luxemburgo e o Reino Unido.

“Os países com melhor desempenho compartilham características chave: alto nível de liberdade de imprensa; acesso a informação sobre orçamento público – para que a população saiba de onde vem e como é gasto o dinheiro; altos níveis de integridade entre as pessoas no poder; e sistemas judiciários que não diferenciam ricos e pobres, e que são realmente independentes das outras esferas do governo”, destaca a organização não-governamental.

Nas últimas posições, com 8 pontos e como os países mais corruptos, estão a Somália e a Coreia do Norte, precedidos pelo Afeganistão, Sudão, Sudão do Sul, Angola, Líbia, Iraque.

O índice é feito a partir de estudos comparativos de diversas instituições e organizações que analisam a opinião do setor privado sobre a corrupção no setor público.

  • Arquivos

  • Janeiro 2016
    S T Q Q S S D
    « dez   fev »
     123
    45678910
    11121314151617
    18192021222324
    25262728293031