jan
19
Posted on 19-01-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 19-01-2016

DEu NO BLOG O ANTAGONISTA

Os sócios da pesada da Petrobras em Angola

A Petrobras comprou três blocos de petróleo da Sonangol em maio de 2006.

A estatal também obteve 30% e a posição de operadora do bloco 18, em Angola, consórcio formado pelas empresas Sonangol Sinopec International (40%), Sonangol P&P (20%), Falcon Oil (5%) e Grupo Gema (5%).

A Falcon Oil pertence ao empresário francês Pierre Falcone, pivô do escândalo ‘Angolagate’.

Ele foi condenado e até preso, mas conseguiu liberdade condicional, ganhou cidadania angolana e um cargo de embaixador da Unesco, o que lhe garante imunidade.

Falcone é especializado em comércio de armas e tinha negócios no Brasil.

BOA TARDE!!!


DO “PÚBLICO” (DE LISBOA)

A rede social Twitter voltou à normalidade, depois de ter sofrido um “apagão” de mais de uma hora, que impossibilitou que milhares de usuários por todo o mundo acessasse o serviço a partir do celular ou computador.

“Alguns usuários tiveram problemas para acessar ao Twitter. Estamos conscientes da situação e estamos trabalhando para encontrar uma solução”, indicou o departamento de suporte da tecnológica norte-americana ao início da manhã desta terça-feira.

O serviço deixou de funcionar minutos depois das 9h (10h em Lisboa), com a versão móvel do Twitter deixando de atualizar os conteúdos da cronologia e a versão para o computador mostrando uma mensagem de erro.

Questionado pela AFP, o porta-voz do Twitter na Europa confirmou as dificuldades, sem precisar qual o problema que afetou a rede social, nem quanto tempo levaria até à sua completa resolução.

O serviço conta com 300 milhões de usuários em todo mundo. o

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Dilma ignorou riscos da “colaboração premiada”

Uma divergência vocabular terá levado a presidente Dilma Rousseff, em viagem ao exterior em meados do ano passado, a execrar a “delação premiada” com que acenara o empreiteiro Ricardo Pessoa, envolvendo até a transferência de recursos ilícitos para sua campanha à reeleição.

Pouco menos de dois anos antes, a própria Dilma havia sancionado a Lei nº 12.850, tratando da “colaboração premiada”, o que deixa duas alternativas: ou ela não sabia o que assinava ou, com a entrada de Pessoa em cena, temeu pelos efeitos sobre seu mandato, situação de que não houvera suspeitado a tempo.

Mais certo, pelos fatos revelados até agora em tantos inquéritos, é que Dilma se sentiu a cavaleiro para instituir uma legislação que, além de punir severamente políticos, a maioria deles seus aliados, facilitava as investigações de atos de corrupção no âmbito do serviço público.

Autêntica “laranja” no mundo político, como é forçoso reconhecer, colocada na presidência na perspectiva de controle do poder por um grupo altamente periculoso, Dilma deve ter imaginado que a lei, como não se aplica à incompetência, jamais seria assacada contra ela.

Imprimir Imprimir Enviar por e-mail Enviar por e-mail

Campanha levou um sexto de contrato da Petrobras

Ampla e minuciosa, a legislação, entre outros aspectos, tipifica a organização criminosa, fixa penas e condições de agravamento e define meios de obtenção de provas – ai entra, como a batizou a imprensa, a “delação”, com seus protagonistas obrigados, pelo parágrafo 14 do artigo 4º, “ao compromisso legal de dizer a verdade”.

Os delatores são pessoas condenadas ou em vias de condenação a dez ou mais anos de prisão postas diante da perspectiva de anulação de até dois terços da pena, ou de tê-la substituída pela restrição de direitos, desde que “tenham contribuído efetivamente e voluntariamente” para o desmonte de quadrilhas e recuperação de recursos públicos.

Essas considerações vêm à tona com a revelação do preso Nestor Cerveró de que a campanha do ex-presidente Lula em 2006 recebeu R$ 50 milhões de um negócio de R$ 300 milhões entre a Petrobras e a estatal angolana de petróleo. Não se crê que, como dependente da verdade no qual se tornou, fosse mentir desnecessariamente.

A questão passa a ser outra: com esquemas dessa monta e natureza rolando há uma década ou mais, é porque não existiam na República organismos de auditoria, controle e fiscalização ao menos para desconfiar das operações subterrâneas praticadas à larga em todos os escalões.

Faltou até mesmo o elementar bom senso, alheio na campanha eleitoral aos “sinais exteriores de riqueza”, como se chama não propriamente a “ostentação” de artistas, atletas e até políticos nos dias atuais, mas um simples carrinho melhor que o cidadão – ou partido – apresente, de valor um tanto além de suas posses.

Estamos funcionando

Um dos parágrafos da vasta Lei 12.850 diz que, havendo indícios suficientes de participação de funcionário público em organização criminosa, “poderá o juiz determinar seu afastamento cautelar do cargo…”

O princípio, tudo indica, ainda não atingiu o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Mas talvez não percamos por esperar: com o próximo fim do recesso do Judiciário, é de crer que haja juízes em Brasília.

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Foi a corrupção que deu em coco

Atribuir a queda do preço das aç?es da Petrobras — equivalente hoje ao de um coco em Maceió — à baixa do preço do barril de petróleo no mercado internacional é como dizer que o verão se deve à entrada de uma massa de ar quente.

Foi a corrupção que deu em coco.

Bachianas Brasileiras No 5 – Lalo Schifrin.Wonderful!!!. Confira.

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

DO EL PAIS

Rodolfo Borges

De São Paulo

Se você, por algum acaso, for convidado neste ano para um evento do Governo do Maranhão, no Palácio dos Leões, e achar que a ocasião merece uma bebida, o governador Flávio Dino (PCdoB) tem um recado: leve a sua própria garrafa. Entre os esforços para fechar as contas do Estado, Dino projeta poupar 900.000 reais nos dois primeiros anos de mandato só com o corte de bebidas alcoólicas e artigos de luxo do cardápio oficial. Somada à revisão de contratos, ao aumento de impostos sobre produtos supérfluos e herança e ao contingenciamento de 30% do orçamento de custeio, a medida garante ao Maranhão finalizar 2016 com as contas em dia. Para 2017, contudo, o Estado, assim como as outras unidades da federação, depende da melhoria da conjuntura nacional — o que depende de ações do Governo Dilma Rousseff.

Comparado a unidades da federação como Rio de Janeiro, Distrito Federal e Rio Grande do Sul, a situação do Maranhão é até confortável. Em Brasília, o Governo local adiou em um ano o reajuste de salários, por conta de uma dívida de 3,8 bilhões de reais herdada da gestão anterior, levando a greves na saúde e na educação — nesta segunda-feira, o governador Rodrigo Rollemberg prorrogou por mais seis meses o estado de emergência na saúde, iniciado em janeiro de 2015. No Rio de Janeiro, os problemas orçamentários foram agravados pela baixa no preço do petróleo e afetaram gravemente o funcionamento dos hospitais públicos. Em São Paulo, o Governo decidiu congelar 6,9 bilhões de reais do orçamento deste ano, por conta de previsão de queda na arrecadação. Já os gaúchos sofreram com o déficit de 2,7 bilhões de reais do ano passado, que levou ao atraso de salários.

Ao longo de 2015, praticamente todos os Governos estaduais reduziram custos e aprovaram aumentos de impostos que, de acordo com levantamento do jornal Folha de S.Paulo, vão totalizar um acréscimo somado de 8,58 bilhões aos seus caixas em 2016. O valor está longe, contudo, do necessários para sanear as contas estaduais, e é por isso que vários desses governadores foram a Brasília no fim de dezembro para pedir, entre outras coisas, a regulamentação de uma lei já aprovada no Congresso sobre o novo indexador para a dívida que os Estados têm com a União, para tornar os débitos mais baratos.

Os governadores, que voltam a se reunir no primeiro dia de fevereiro, deixaram Brasília com a promessa do ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, de que a lei seria regulamentada “nos próximos dias”, mas a grande esperança tanto do Governo federal quanto das administrações regionais é a aprovação de uma fonte de recursos extras expressiva, cuja esperança recai desde o ano passado sobre a CPMF. O Governo Dilma calcula que o retorno do imposto, já contabilizado no Orçamento de 2016 com 10,1 bilhões de reais — mas ainda não aprovado pelo Congresso Nacional —, poderia render até 24,05 bilhões de reais neste ano. Para tanto, contudo, o imposto deveria ter sido aprovado em dezembro passado.

Se o Governo conseguir aprovar a CPMF em fevereiro — o que permitiria que o imposto começasse a ser cobrado a partir de junho, em respeito aos 90 dias para que ele comece a valer —, a arrecadação estimada para o ano já fica em 18,46 bilhões de reais. O problema é que, por conta do clima de rebelião no parlamento, o melhor cenário dá conta de que a CPMF só deve ser aprovada em agosto, e que deve render apenas 1,84 bilhão neste ano para os cofres públicos. Diante das dificuldades, o Planalto começou a ventilar alternativas, como um aumento no imposto sobre combustíveis e a taxação de jogos de azar.

Mais do que solucionar os problemas emergenciais, o Governo brasileiro segue sofrendo pressões para colocar as contas estatais em ordem para além do horizonte de 2018. De um lado, os adeptos da ortodoxia econômica defendem cortes drásticos de gastos, cujo maior símbolo seria uma reforma da Previdência. A presidenta Dilma Rousseff chegou a tocar no assunto em café da manhã com jornalistas neste mês, mas a perspectiva de mexer com as aposentadorias já atiçou os sindicatos que ainda apoiam o Governo.

Do outro lado do espectro ideológico estão aqueles que acreditam que o Brasil ainda não cobra impostos o bastante de quem poderia pagar. “O mundo adota sistemas de progressividade com imposto de renda de 60% — a nossa alíquota máxima é de 27,5%”, sugere o governador Flavio Dino, que enxerga mais duas alternativas: “Tributação de grandes fortunas, como a França fez, ou um imposto de herança forte. Nos Estados Unidos, não tem imposto sobre fortunas, mas o imposto sobre herança chega a 40%. Aqui, o máximo é 8%. Não temos nenhum desses três caminhos de progressividade, e os países da OCDE [Cooperação e Desenvolvimento Econômico] têm pelo menos um deles”.

O Governo Dilma segue pressionado pelos dois lados, como ocorreu ao longo de todo o ano de 2015. A diferença para 2016 é que, com as contas ainda mais debilitadas e sem o escudo de credibilidade do ex-ministro Joaquim Levy perante o mercado, o Planalto não pode se dar ao luxo de perder mais um ano sem reformas, sob o risco de ampliar o desconforto social que se instalou no país no ano passado.

jan
19
Posted on 19-01-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 19-01-2016



Mariano, no portal de humor gráfico A Charge Online

DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (LISBOA)

O escritor Michel Tournier, um dos grandes nomes da literatura francesa da segunda metade do século XX, morreu hoje, aos 91 anos, na sua casa, a cerca de 50 quilómetros de Paris.

“Ele morreu às 19 horas rodeado pela família”, informou um afilhado do escritor, Laurent Feliculis, que Michel Tournier considerava como um filho adotivo.

O falecimento foi confirmado pela câmara municipal de Choisel, a comuna de cerca de 550 habitantes em cuja casa paroquial o escritor vivia há mais de 50 anos.

Nascido a 19 de dezembro de 1924, Michel Tournier estudou em Saint-Germain-en-Laye e diplomou-se em Filosofia pela Sorbonne, tendo escrito romances, contos e ensaios, e conquistado o Prémio Goncourt em 1970 com “O Rei dos Álamos”.

Em Portugal, tem publicadas obras como: “Gilles & Jeanne”, “Os Meteoros”, “A Gota de Ouro”, “Gaspar, Belchior & Baltasar”, “O Galo do Mato”, “O Rei dos Álamos”, “Uma Ceia de Amor”, “Sexta-Feira ou os Limbos do Pacífico” e “Sexta-feira ou a Vida Selvagem” (uma adaptação do volume anterior).

A 31 de dezembro de 2015 tornou-se Comendador da Legião de Honra de França.

  • Arquivos

  • Janeiro 2016
    S T Q Q S S D
    « dez   fev »
     123
    45678910
    11121314151617
    18192021222324
    25262728293031