“Debaixo do cobertor” Wilson das Neves, em composiçào dele com o saudoso Paulo César Pinheiro, para sambar até cair!

BOA TARDE!!!

(Gilson Nogueira)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Kakay diz que Lava Jato criminaliza riqueza

Kakay deu uma entrevista por telefone à BBC Brasil, “sentado num banco à beira do rio Sena, em Paris”.
Ele acusou a Lava Jato de criminalizar a riqueza:
“Qual é o sentido de manter o Marcelo Odebrecht preso por tanto tempo? Estes empresários são pessoas que sustentaram o Brasil, fizeram a riqueza do país e têm relações com políticos de todos os partidos importantes, sem exceção. Tornar essa relação crime é o atraso do atraso”.
E atacou Sergio Moro e Rodrigo Janot:
“As pessoas estão se dando muita importância. Esses juízes que pensam que são deuses, esses procuradores que pensam que são semideuses”.
Coitado do rio Sena.

DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Eu quero é prova

Sobre o lema do encontro do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra que trouxe a Salvador o líder nacional João Pedro Stédile: “Derrotar o golpe”, tudo bem, mas quanto a “avançar na pauta popular”, isso tá difícil.

O próprio representante do MST na Bahia, deputado Valmir Assunção (PT), reconhece a “completa paralisação na reforma agrária após anos de lentidão”. De 2011 a 2014, somente 216 áreas tiveram decreto de desapropriação para assentamentos, “índices inaceitáveis”, disse.

“Essa cova em que estás…”

O dado mais cruel, entretanto, vem da Comissão Pastoral da Terra, respeitável organização da Igreja Católica: quarenta e nove assassinatos ocorreram no Brasil por conflito de terras em 2015, número que pode aumentar com a conclusão do levantamento. Mais que isso, só em 2003, com 73 casos.

jan
13

Tamba Eterno, para sacudir a poeira e dar a volta por cima, Brasil!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Almirante nuclear tirou tornozeleira

Réu na Lava Jato por corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-almirante Othon Pinheiro da Silva livrou-se da tornozeleira eletrônica.
O benefício foi concedido pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, que seguiu decisão do desembargador Antonio Athie em prol de José Antunes Sobrinho, da Engevix, e Flavio Barra, da Andrade Gutierrez.
Só para lembrar, o caso foi transferido de Curitiba para o Rio por determinação do STF

jan
13
Posted on 13-01-2016
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-01-2016


Cau Gomez, no jornal A Tarde (BA)


DO EL PAIS

Marina Rossi

O Movimento Passe Livre, que reivindica o transporte gratuito e esteve na origem das manifestações históricas de 2013, voltaram às ruas nesta terça-feira em São Paulo para protestar contra a última alta das tarifas de transporte público na cidade, de 3,50 para 3,80 reais. Tudo aponta que os militantes do MPL buscam maneiras para ampliar e endurecer suas táticas, incluindo bloqueios temporários de ruas estratégicas, para tentar impedir que a mobilização se esvazie sem alcançar a meta de revogar o aumento, como aconteceu no ano passado.

Após ato, black blocs tentam invadir sede do Governo estadual
São Paulo e Rio protestam contra o aumento da tarifa do transporte público
Secundaristas se organizam com “manual de como travar uma avenida”
Manifestantes voltam às ruas de São Paulo e enfrentam repressão da polícia
Governo Alckmin se prepara para “guerra” e alunos vão para as ruas
Haddad manobra para esvaziar os protestos do MPL em São Paulo
Tarifa de transporte em São Paulo vai a 3,80 reais e MPL marca protesto para o dia 8
Se a primeira manifestação contra o reajuste, na última sexta, seguiu o mesmo roteiro do ano passado – início sem distúrbios, envolvimento de black blocs e repressão policial -, uma nova estratégia surge agora para endurecer o movimento. Desde a semana passada, o MPL vem incentivando e organizando trancamentos, que consistem em fechar vias e terminais de ônibus, impedindo a passagem dos carros, por determinado tempo. O mesmo recurso foi usado pelos estudantes secundaristas no ano passado, quando perceberam que somente ocupar as escolas não estava tendo efeito esperado contra a reorganização proposta pelo Governo Alckmin (PSDB), que fecharia ao menos 92 colégios. Os secundaristas partiram então para levar cadeiras das salas de aula para bloquear vias importantes da cidade.

O primeiro trancamento ligado à mobilização contra a tarifa ocorreu na sexta-feira passada, pela manhã no Terminal Lapa, na zona oeste. Nesta segunda-feira, a ação foi repetida: o Terminal Bandeira, no centro, e o Pinheiros, na zona oeste, ficaram trancados por um tempo durante a manhã. Nesta terça-feira foi a vez do Terminal Santo Amaro, na zona sul. O trânsito ao redor ficou completamente travado para carros e ônibus, que não podiam entrar e nem sair dos terminais. A polícia não reprimiu e, após um tempo de bloqueio, os manifestantes liberaram as vias.

Apesar de divulgar e incentivar essas ações, o MPL não quer para si a responsabilidade pelos bloqueios. Por isso, tem convidado simpatizantes locais a realizar bloqueios perto da área onde vivem. A discrição ocorre por questões “táticas” e de “segurança”, dizem eles. Outro motivo é conceitual: a palavra “liderança” é repelida pelo MPL, que se diz um movimento horizontal, sem líderes. Um dos índices dessa estratégia de se posicionar como protagonista está na página no Facebook do MPL, que permanece sem atualização alguma desde o dia 19 de dezembro como se nada estivesse acontecendo.

Haddad e ano eleitoral

No front político, o prefeito Fernando Haddad se vê mais sozinho em sua decisão pelo aumento do que em 2015. No ano passado, após o primeiro ato do MPL contra o reajuste, o petista convocou membros da Juventude do PT para conversar sobre transporte público e o aumento, na época, de 3 para 3,50 reais. O MPL não foi convidado. A ideia era tentar enfraquecer a mobilização do Passe Livre atraindo integrantes da juventude e grupos ligados ao partido, como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Estadual dos Estudantes (UEE).

Neste ano, a reportagem apurou que mesmo dentro da Prefeitura, entre os mais próximos ao prefeito, há muitos que encaram a medida, que Haddad diz ser inadiável, como “suicídio eleitoral” para o petista, que deve buscar reeleição em meio a baixos níveis de popularidade. Até a CUT, tradicionalmente alinhada ao PT, publicou uma nota em seu site apoiando as manifestações contra o reajuste, que também ocorreu para trens e metrô, sob comando do Governo Geraldo Alckmin (PSDB). A UBES, UNE e UEE estavam presentes no ato de sexta.

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