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Postado em 11-01-2016
Arquivado em (Artigos) por vitor em 11-01-2016 00:51

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

“Duas palavras vão ditar o quadro: Lava Jato”

A fala mais relevante sobre a eleição interna no PMDB foi de Lúcio Vieira Lima. O deputado sabe que ainda há muito água a rolar antes de março. E que Sérgio Moro, Deltan Dallagnol e Rodrigo Janot estão dispostos a abrir algumas torneiras.

Leiam o que Vieira Lima disse a O Globo:

“Daqui até março duas palavras vão ditar o quadro: Lava-Jato. Não estou falando de ninguém que está sendo investigado ou que será candidato. Em tempo de Lava-Jato, é tempo de mergulhar e todo mundo só vai falar de unidade. Então isso aí vai ser levado em banho-maria. Antes de março ainda tem janeiro e fevereiro. Tem que conversar, conversar e, na hora de assinar o contrato, vai depender da Lava-jato, que vai influenciar o ambiente político dentro e fora do PMDB.”

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 11 Janeiro, 2016 at 11:48 #

Para que tucanos não se sintam esquecidos!!!

Deu no site de Cláudio Humberto:

———————

CERVERÓ CITA US$ 100 MILHÕES DE PROPINA ‘AO GOVERNO FHC’
DELATOR DIZ QUE CADA DIRETOR DA PETROBRAS RECEBEU US$ 1 MILHÃO
Publicado: 11 de janeiro de 2016 às 11:03 – Atualizado às 09:38

O ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró, um dos delatores da Operação Lava Jato, afirmou que a venda da empresa petrolífera Pérez Companc envolveu uma propina ao Governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2003) de US$ 100 milhões. As informações constam de documento apreendido no gabinete do senador Delcídio Amaral (PT/MS), ex-líder do governo no Senado.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirma que declarações ‘vagas como essa, que se referem genericamente a um período no qual eu era presidente e a um ex-presidente da Petrobras já falecido (Francisco Gros), sem especificar pessoas envolvidas, servem apenas para confundir e não trazem elementos que permitam verificação’.

O papel apreendido é parte do resumo das informações que Cerveró prestou à Procuradoria-Geral da República antes de fechar seu acordo de delação premiada. O documento foi apreendido no dia 25 de novembro, quando Delcídio foi preso sob acusação de tramar contra a Operação Lava Jato. O senador, que continua detido em Brasília, temia a delação de Cerveró.

Neste documento, o ex-diretor não explica para quem teria ido a suposta propina ou quem teria feito o pagamento. Cerveró citou o nome ‘Oscar Vicente’, que seria ligado ao ex-presidente argentino Carlos Menem (1989-1999).

“A venda da Pérez Companc envolveu uma propina ao Governo FHC de US$ 100 milhões, conforme informações dos diretores da Pérez Companc e de Oscar Vicente, principal operador de Menem e, durante os primeiros anos de nossa gestão, permaneceu como diretor da Petrobras na Argentina”, relatou Cerveró.

Em outubro de 2002, a Petrobras comprou 58,62% das ações da Pérez Companc e 47,1% da Fundação Pérez Companc. Na época, a Pecom, como é conhecida, era a maior empresa petrolífera independente da América Latina. A Petrobras, então sob o comando do presidente Francisco Gros, pagou US$ 1,027 bilhão pela Pérez Companc.No documento, o ex-diretor citou valores que teriam feito parte da negociação. “Cada diretor da Pérez Companc recebeu US$ 1 milhão como prêmio pela venda da empresa e Oscar Vicente, US$ 6 milhões. Nós juntamos a Pérez Companc com a Petrobras Argentina e criamos a PESA (Petrobras Energia S/A) na Argentina.”

Nestor Cerveró já foi condenado na Lava Jato. Em uma das ações, o juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações da operação na primeira instância, impôs 12 anos e 3 meses de prisão para ex-diretor da Petrobras. Em sua primeira condenação, Nestor Cerveró foi condenado a 5 anos de prisão pelo crime de lavagem de dinheiro na compra de um apartamento de luxo em Ipanema, no Rio. (AE)


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