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Picaretagem na contabilidade do BNDES
Brasil 22.12.15 09:18

A Folha publica uma notícia espantosa. Durante uma reunião do Conselho de Administração do BNDES, em março, Joaquim Levy questionou um ponto da contabilidade do banco que, de acordo com o jornal, serviu de base para grande parte das políticas “desenvolvimentistas” do governo Dilma Rousseff.

A discussão levantada por Joaquim Levy obrigou o BNDES e outros quatro bancos estatais a refazerem a sua contabilidade desde o final de 2013. Resultado: o patrimônio do BNDES passou a ser de 30,7 bilhões de reais em 31 de dezembro de 2014, menos da metade dos 66,3 bilhões reais divulgados.

O dado foi enviado à CPI do BNDES.

Os técnicos ouvidos pela Folha tentaram relativizar o fato, dizendo que se trata apenas de matéria contábil sem maiores repercussões, mas O Antagonista parte do pressuposto de que, em balanço de banco, não existe nada sem repercussão — em especial se serviu de base para a concessão de empréstimos com dinheiro público.

A Folha publica uma notícia espantosa. Durante uma reunião do Conselho de Administração do BNDES, em março, Joaquim Levy questionou um ponto da contabilidade do banco que, de acordo com o jornal, serviu de base para grande parte das políticas “desenvolvimentistas” do governo Dilma Rousseff.

A discussão levantada por Joaquim Levy obrigou o BNDES e outros quatro bancos estatais a refazerem a sua contabilidade desde o final de 2013. Resultado: o patrimônio do BNDES passou a ser de 30,7 bilhões de reais em 31 de dezembro de 2014, menos da metade dos 66,3 bilhões reais divulgados.

O dado foi enviado à CPI do BNDES.

Os técnicos ouvidos pela Folha tentaram relativizar o fato, dizendo que se trata apenas de matéria contábil sem maiores repercussões, mas O Antagonista parte do pressuposto de que, em balanço de banco, não existe nada sem repercussão — em especial se serviu de base para a concessão de empréstimos com dinheiro público.

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Comentários

Mariana Soares on 22 dezembro, 2015 at 18:04 #

E adivinhem qual foi a primeira providência da presidente depois de Levy deixar o governo?!?! Tirá-lo imediatamente do Conselho de Administração do BNDES, colocando no lugar o atual Secretário Executivo do Ministério da Fazenda, Dyogo Oliveira, que, só pra lembrar, já tem seu nome envolvido na Operação Zelotes da Polícia Federal.
E o Brasil? Ladeira abaixo.


Jader martins on 22 dezembro, 2015 at 21:15 #

Enquanto deram valor para o idiota do Mainardi , os facistas estão soltos :
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/video-chico-chama-psdb-de-bandido


Taciano Lemos de Carvalho on 22 dezembro, 2015 at 22:21 #

Chamemos as picaretagens na contabilidade do BNDES —e também na Contabilidade Nacional e no cálculo do desemprego— de marteladas. Marteladas, não. Marretadas.


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