POSTADO PELO POETA E COMPOSITOR JOSE CARLOS CAPINAN EM SUA PÁGINA NO FACEBOOK.

Adoro essa canção com minha parceirinha mineira Sueli Costa. Os mineiros são um belo espelho do Brasil melhor. Convido a procurarmos no YouTube, quero ouvir essa canção. A presença de Milton aqui, patrocinada por Cezinha Mendes, e a saudade da
parceira mobilizaram o coração.

MAR DE ESPANHA
Sueli Costa@Capinan

Falar de mim
Falar de minas
Falar de estranho ausente mar
Onde navega a minha sina
Desde menina pirata do ar

Falar de ti
Falar do mundo
Do meu destino atravessar
O teu amor, o teu silêncio
Onde alucina
Ausente amar

Mares da Índia, mares da China
São tantos mares a saquear
Mares de Espanha, mares de Minas
As fantasias do navegar
Estrela dalva, estrela guia
Sei que a minha travessia
É calmaria
São tempestades do sonhar
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Grande Capin: Taí i clip que Bahia em Pauta conseguiu achar no youtube.Verdadeiramente uma maravilha. Grande e afetuoso abraço. Feliz Natal!!!

(Vitor Hugo Soares)

dez
21
Posted on 21-12-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 21-12-2015


A presidenta Dilma nesta segunda-feira. / EVARISTO SA (AFP)

DO EL PAIS

Afonso Benites

Mascando chicletes e andando rapidamente, Dilma Rousseff (PT) abre a porta da sala de audiências no Palácio do Planalto onde estão cerca de 30 sindicalistas e representantes de entidades empresariais. Depois dela entram no mesmo recinto cinco ministros. Os passos confiantes, o sorriso no rosto e os acenos para alguns conhecidos são de quem terá um fim de ano um pouco menos tenso do que imaginava até dias atrás.

As nuvens que pairavam sobre a cabeça de Rousseff em 2015 estavam carregadas com um iminente processo de impeachment no Congresso Nacional, uma possível rejeição do Orçamento Geral da União e com um adversário superempoderado e irrefreável no comando da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Os últimos dias antes do recesso parlamentar trouxeram uma esperança para uma presidenta que conseguiu ver a a anulação no Supremo Tribunal Federal do primeiro estágio do seu impeachment na Câmara. Conseguiu também ver aprovado o Orçamento do próximo ano, ganhando uma queda de braço com seu próprio ministro da Fazenda, Joaquim Levy (que acabou se demitindo), e viu Eduardo Cunha se envolver ainda mais em uma trama policial que pode resultar no seu afastamento do mandato, ainda que o assunto fique pendente para fevereiro de 2016.

Seus aliados admitem que estão aliviados com o fim do ano se aproximando. “Agora sim, teremos um fim de ano decente. Estávamos inquietos e preocupados com o rumo que o processo de impeachment estava tomando. O Supremo conseguiu restabelecer a ordem. Vamos partir para o debate político. Esse enfrentamento nós não tememos”, afirmou o deputado federal maranhense Rubens Júnior, um dos autores da ação do PCdoB que resultou na decisão do STF na última quinta-feira.

“Não é necessariamente uma série de vitórias. Mas é o reconhecimento de que as coisas estão seguindo o seu devido processo legal”, afirmou o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, um dos que comandou a defesa do Governo no Supremo e tem ajudado nas discussões legais no Congresso Nacional.

Independentemente dos resultados nas esferas judiciais e políticas – que podem inclusive resultar sim no seu impeachment, mas agora pelas vias jurídicas corretas à luz do Supremo – , uma coisa é certa. A segunda gestão de Dilma Rousseff na presidência já está chamuscada e marcada pela falta de habilidade junto aos parlamentares, o que torna suas vitórias deste final de ano de curto alcance, pois seus adversários já tomam fôlego para novas investidas. “Nosso trabalho agora será mobilizar a sociedade, chamá-la para o debate e fazer com que aumente a pressão sobre este Governo. Se as ruas estiverem cheias, dificilmente o impeachment não sai no Congresso”, afirmou o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), o líder da minoria na Câmara.

Os tucanos apostam, ainda, na ação que corre no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que investiga os gastos de campanha para a reeleição da presidenta no ano passado. Uma ação do PSDB pede a cassação da chapa Dilma-Temer, o que levaria a uma nova eleição. A disputa já coloca os tucanos em trincheira oposta ao vice-presidente, o que promete duas frentes de batalha para Rousseff: lidar com a natural ambição de Temer e Aécio Neves, natural candidato tucano, para assumir o seu lugar antes de 2018.

A mandatária tem contra si, ainda, a fama reiterada de que pouco consegue para conter a crise econômica: inflação de dois dígitos, um acinte para um país com memória inflacionária recente, desemprego crescente, e investimento parado. E para coroar, a perda do grau de investimento por segunda vez, com a a agência de risco Fitch, o que lhe custou também a perda de Joaquim Levy, como titular da Fazenda. Rousseff terá o trabalho de convencer o mercado de que seu novo ministro, Nelson Barbosa, tem condições de retomar o crescimento do país e de recuperar os selos de bom pagador, que foram perdidos ao longo do segundo semestre de 2015.

No seu primeiro pronunciamento após o anúncio de que assumiria a função que era de Levy, Barbosa afirmou que pretende dar sequência à política aplicada pelo seu antecessor. Não quis estipular um prazo para que as notas positivas das agências de classificação de risco fossem restabelecidas, mas afirmou que elas serão o resultado de uma série de medidas de contenção de despesas e da aprovação de projetos de lei que tratam da criação de novos impostos. Mesmo com o Supremo e o Parlamento dando um respiro à Rousseff nesse fim de ano, ela terá de esperar a volta das férias de ambos para saber se só conseguiu garantir uma sobrevida temporária ou se poderá comandar o país até o fim de 2018, como almeja.

A chegada do verão fica muito melhor com Gonzagão e Dominguihos. Confiram e digam se é verdade ou não.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

dez
21


Blatter e Platini:na FIFA à moda da Cosa Nostra

DEU EM O GLOBO

O comitê de ética da Fifa anunciou nesta segunda-feira que o ex-presidente da entidade, Joseph Blatter, e o ex-mandatário da Uefa, Michel Platini, foram banidos de todas as atividades relacionadas ao futebol por oito anos. A punição aos dirigentes entrou em vigor no mesmo momento em que foi divulgada pela federação internacional.

Os dois dirigentes foram punidos por conta de um pagamento autorizado por Blatter para Platini no valor de R$ 8 milhões por um trabalho realizado no fim de 1999 e no início dos anos 2000, mas com o pagamento efetuado apenas em 2011. Apesar de todas as explicações dadas pelo ex-presidente da Fifa, o Comitê de Ética não aceitou os esclarecimentos e bateu o martelo em relação à suspensão.

Logo após o anúncio, Blatter concedeu entrevista coletiva em Zurique . Na conversa com a imprensa, o dirigente pediu desculpas pelo desenrolar do caso investigado pelo Comitê de Ética e avisou que vai apelar no Tribunal Arbitral do Esporte (TAS).

– Sinto por ter sido um saco de pancadas. Sinto muito por ver que toda a equipe da Fifa esteja passando por isso. Ainda assim dou os parabéns porque o futebol continua, ao Barcelona, que foi campeão do mundo – afirmou o dirigente ao terminar o seu pronunciamento.

No caso de Blatter, o Comitê não conseguiu evidências concretas para enquadrá-lo no artigo 21, parágrafo 1, do Código de Ética da Fifa (suborno e corrupção). Porém, o dirigente não escapou da punição por ter ferido o artigo 20, parágrafo 1 (oferta e aceitação de presentes e outros benefícios). O suíço também se encontrou numa situação de conflito de interesses. Mesmo assim, ele continuou como presidente da entidade.

Blatter ainda violou outro artigo do Código de Ética, o 19, parágrados 1, 2 e 3 (conflito de interesses), ao não colocar os interesses da Fifa em primeiro lugar. O dirigente ainda foi enquadrado em outros dois artigos: 13 (regras gerais de conduta) e 15 (lealdade). O suíço ainda será obrigado a pagar uma multa de R$ 200 mil.

– As ações do Sr. Blatter não demonstraram compromisso com atitude ética, deixando de respeitar todas as leis e regulamentações aplicáveis. Demonstrou execução abusiva de sua posição como presidente da Fifa – diz o comunicado da Fifa.
Montagem Joseph Blatter e Michel Platini (Foto: Reuters)
Blatter e Platini tiveram a oportunidade de se defender diante do Comitê de Ética (Foto: Reuters)

O inquérito que investigou a conduta de Blatter foi conduzido por Robert Torres, membro da câmera de investigação do Comitê de Ética. A investigação resultou num relatório que foi apresentado à Fifa no dia 20 de novembro. O processo formal foi aberto três dias depois e o ex-presidente da entidade teve a oportunidade de depor no dia 17 de dezembro. Porém, de nada adiantaram as explicações dadas pelo suíço.
Sinto por ter sido um saco de pancadas
Joseph Blatter

Platini foi investigado no mesmo processo. Porém, por ter recebido os valores da Fifa. Segundo o comunicado da Fifa, o depoimento de defesa do francês não foi convincente e foi rejeitado pelo comitê. O ex-mandatário da Uefa foi enquadrado nos seguintes artigos do Código de Ética: 20, parágrafo 1 (oferta e aceitação de presentes e outros benefícios), 19, parágrafos 1, 2 e 3 (Conflitos de interesses), 13 (regras gerais de conduta) e 15 (lealdade). Além disso, o dirigente ainda terá que pagar multa de R$ 320 mil.

O inquérito relacionado a Platini foi conduzido por Vanessa Allard, também membro da câmera de investigação do Comitê de Ética. Assim como Blatter, o francês teve oportunidade de depor em Zurique. Porém, os esclarecimentos foram rechaçados.

BOM DIA!!!

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

“O chavismo no governo sempre foi um sonho do PT”

O PMDB de Temer ainda não digeriu as interferência do Planalto na recondução de Picciani à liderança do partido. Em conversa com O Globo, Lúcio Vieira Lima reclamou de um viés “chavista” no governo Dilma.

Leiam o que disse o deputado do PMDB:

“É um governo totalitário. Onde ele vê que pode influenciar, ele vai. A intervenção no PMDB é para transformar nosso partido na filial do PT, e algumas pessoas se prestam a esse trabalho, achando que serão recompensadas se prestarem esse serviço, mas desconhecem a tradição do PT de chupar a laranja e jogar o bagaço fora. O chavismo no governo sempre foi um sonho do PT, e agora passa a ser o Brasil o polo mais importante desse projeto hegemônico e totalitário das esquerdas da América do Sul.

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

OPINIÃO

Dilma e Cunha: alternância no vaivém do “poder”

O escândalo de corrupção na Petrobras, revelado mais de um ano e meio atrás, em maio de 2014, com a Operação Lava-Jato, conferiu à política brasileira neste período um caráter verdadeiramente pendular.

Na fase inicial, a presidente Dilma foi mantida longe da questão, apesar de poder ser tecnicamente responsabilizada, por ter sido presidente do Conselho Deliberativo da empresa estatal e ministra das Minas e Energia na época em que se implantou o “esquema”.

Empenhada, visando à reeleição, em atenuar o desgaste sofrido com as manifestações populares de junho do ano anterior, Dilma atravessou o período a duras penas, e a vitória fácil antes prevista transformou-se em disputa apertada, de ínfima diferença.

Paradoxalmente, com o avanço da investigação policial e o envolvimento cada vez maior de ministros e parlamentares governistas, a reeleição não pôde nem ser comemorada – instalou-se uma ressaca de tal monta que a oposição levantou a tese de nulidade do pleito – o “terceiro turno” denunciado pelos petistas.

Deputado balançou ao primeiro vento forte

A situação da presidente se agravou quando a nação constatou que ela, que prometera “fazer o diabo” para vencer, o havia feito mesmo, promovendo uma gastança exorbitante e outras medidas na área econômica que levaram ao déficit fiscal, com todas as consequências que conhecemos.

Reempossada, Dilma foi levada às cordas com a vitória de Eduardo Cunha para presidente da Câmara, cargo-chave do acolhimento do impeachment, que se delineou a galope: a votação-relâmpago de velhas contas presidenciais abria caminho para a apreciação das de seu governo – eivadas, diziam, de “crimes de responsabilidade”.

Ao menos que se prove escandalosamente alguma coisa contra ele, (…) Eduardo Cunha continuará uma carreira em ascensão que pode resultar até na tão aguardada candidatura do PMDB à presidência da República”.

Bons tempos aqueles, mas já no mês seguinte o pêndulo começava a movimentar-se a favor de Dilma. A Lava-Jato produziu uma lista de 50 deputados e senadores sob investigação, entre eles o próprio Cunha, que continuou a cruzada cassatória, embora acompanhado da dúvida sobre sua legitimidade para autorizar o processo contra a presidente.

Renan saca de sua espada de luz

O cenário prosseguiu indefinido até que, em julho, a denúncia de um lobista de que Cunha recebera propina de 5 milhões de dólares azedou de vez o presidente da Câmara, que se declarou de oposição e, entre outras medidas de retaliação, acatou a criação da CPI da Petrobras, à qual iria voluntariamente enredar-se ao dizer que não possuía contas no exterior.

Seguiu-se aquele vergonhoso período em que Dilma e Cunha escoravam-se um no outro, prolongando-se a burla por meses, durante os quais ele ia arquivando pedidos de impeachment e o governo, disfarçadamente, procurando preservá-lo do Conselho de Ética, tarefa primordial do próprio Cunha, no uso sem pudor de prerrogativas do cargo.

O enfraquecimento de Cunha – atestado pelas decisões do Supremo Tribunal Federal – pesa a favor de Dilma, embora não chegue ao fim o exercício de procrastinação para ambos os lados, como comprovam os recessos do Legislativo e do Judiciário. O cenário, agora, é francamente favorável à presidente.

O processo foi “admitido” no Conselho de Ética, as artimanhas sobre a comissão processante foram refreadas pelo Supremo e, por outro lado, o presidente do Senado, Renan Calheiros, um dilmista de horas alternadas, que acaba de ter quebrados os sigilos fiscal e telefônico, não vê “franja” de motivo para o impeachment.

IPresidente pode pensar na roupa da “posse”

Não é surpresa o desenrolar de episódios. Vimos tratando dessa “tendência”, em textos diversos, aqui por ordem cronológica: “Tudo muda com Cunha na corda bamba” (dia 10/10); “Dilma sobe ao palco para contra-atacar” (dia 21/10).

E mais adiante: “Espasmo de Cunha não derruba Dilma (02/12); “Cunha não pode cair depois de Dilma”; “’Establishment’ se volta para segurar Dilma”. O caminho parece traçado. A ponto de a presidente, sem prudência, retomar a política econômica que lhe trouxe o caos, consubstanciada na substituição do ministro da Fazenda.

Chega a ser risível que, como gota que transbordou o copo para a saída de Joaquim Levy, seja apontada a discordância com Nelson Barbosa sobre a meta fiscal, que o primeiro queria em 0,7% do PIB e o segundo a terá em 0,7%.

Levando-se em conta os números de 2014, que serão maiores que os do corrente ano e, segundo a “expectativa do mercado”, também que os do próximo, a “diferença” que “derrubou” Levy é de R$ 11 bilhões, uma bagatela que alguns privilegiados poderiam suprir por mero patriotismo.

Em outras palavras, Dilma está jogando solta. Vê-se que um acordo está em pleno vigor, sendo mesmo de crer-se que uma hipotética aceitação do pedido de impeachment caia já em primeira instância no Senado. Isso, claro, a depender do que vier acontecer ao “novo” investigado Renan Calheiros.

dez
21
Posted on 21-12-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 21-12-2015


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online


DEU NO PORTAL TERRA BRASIL

Pressionada pelo processo de impeachment e pelos maus resultados do governo na economia, a presidente Dilma Rousseff deixará as discussões de gabinete nesta semana para buscar um pouco de apoio popular em um corrida agenda de dois dias de viagens para inaugurações no Nordeste e no Rio de Janeiro.

O plano inicial da Presidência era ter mais tempo para viajar antes do Natal, mas, com a mudança da equipe econômica na última sexta-feira, 18, Dilma precisará retornar do Paraguai para Brasília para dar posse a Nelson Barbosa no Ministério da Fazenda e Valdir Simão no Planejamento, em cerimônia prevista para as 17h desta segunda-feira. Ela participará pela manhã em Assunção da 49ª Cúpula dos Estados Partes do Mercosul e Estados Associados.

Na terça-feira, porém, a presidente fará um tour pelo Nordeste, região que tradicionalmente tem dado mais respaldo à continuidade de Dilma no cargo. E é justamente na militância que ela pretende se escudar para se manter no Palácio do Planalto. A cúpula do PT acredita que a salvação do mandato depende também da sua reaproximação com os movimentos sociais.

Logo cedo, Dilma participará da inauguração de um novo trecho do metrô de Salvador. Ainda pela manhã, a presidente seguirá para Camaçari, a cerca de 40 km da capital baiana, para entregar residências do programa Minha Casa Minha Vida. No começo da tarde, Dilma estará em Floresta (PE), para inaugurar a segunda estação de bombeamento que faz parte do projeto de Transposição do Rio São Francisco.

Já na quarta-feira, a presidente participará da inauguração do Parque Radical que faz parte do Complexo de Deodoro para os Jogos Olímpicos de 2016. No local, serão disputadas provas de canoagem slalom, BMX e Mountain Bike.


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