Longa vida a Allen. Viva!!!

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

dez
01

DO JUORNAL ZERO HORA

Por: Daniel Feix

Hoje é um raro dia de festa para um dos mais badalados moradores do Upper East Side, na ilha de Manhattan. Diretor e roteirista de 45 longas-metragens, Woody Allen chega aos 80 anos precisando se defender da acusação de abuso sexual por parte da filha adotiva Dylan Farrow, 29. Ao mesmo tempo, luta contra o senso comum que aponta para a queda na qualidade de seu trabalho.

De fato, um olhar em perspectiva indica que seus melhores momentos ficaram em décadas passadas. Mas também é verdade que o cineasta, um dos mais cultuados e imitados da atualidade, conseguiu se reinventar ao delegar a outros atores a tarefa de encarnar os alter egos que protagonizam os seus filmes. Além disso, nunca levou tanta gente aos cinemas como agora: Meia-Noite em Paris (2011) faturou US$ 151 milhões, e Blue Jasmine (2013), US$ 98 milhões – números superiores a títulos de sua fase mais festejada, nos anos 1970 e 80, quando arrecadava, apenas nos EUA (na época, as produtoras norte-americanas não possuíam registros de bilheteria em todo o mundo), quantias entre US$ 30 milhões e US$ 40 milhões.

O certo é que o encantamento dos fãs não diminui. Pelo contrário. Em tempos de distância crescente entre o cinema popular e aquele prestigiado pelos críticos, não é errado tratá-lo como fenômeno – são poucos os artistas com tamanha aceitação entre esses dois extremos cada vez mais apartados.

Está aí um de seus segredos: a capacidade de se comunicar com as mais diferentes plateias sem subestimá-las. Das comédias pastelão aos dramas “dostoievskianos”, Allen tem imensa facilidade para trabalhar camadas de significação, costurando piadas tolas e referências eruditas com naturalidade.

Artigo: Woody Alen se liberta com seus alter egos
‘Blue Jasmine’ bate recorde de arrecadação de sua carreira
Todas as críticas e notícias de cinema em ZH

Um dos clichês envolvendo sua obra é aquele que diz que ele é bom no registro cômico e ruim no dramático. Bem antes do ótimo Match Point (2005), essa falsa verdade já estava desconstruída com, por exemplo, o tocante Crimes e Pecados (1989). E para quem afirmava, após a fraca sequência do início dos anos 2000, que o cineasta teria perdido a graça? A tese no mínimo enfraqueceu com Vicky Cristina Barcelona (2008), Tudo Pode Dar Certo (2009) e Meia-Noite em Paris (2011).

Não faz muito tempo, perguntado sobre a morte, Allen foi sucinto:

– Sou radicalmente contra.

É com trabalho que o cineasta se mantém firme: em 2016, manterá a média de lançar um longa por ano com um novo filme e, além disso, uma série de TV, que dirigirá para a Amazon. Aos 80 anos, Woody Allen não para.

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Quebradeira lulista

A oligarquia lulista se esfacela.

O BTG Pactual continua a despencar. O Valor informa que os saques em suas carteiras já totalizaram 30% do patrimônio do banco.

O JBS não fica muito atrás. B

Ontem, depois que o TCU acusou o BNDES de perder 848 milhões de reais em favores ao JBS, o frigorífico perdeu 7% na bolsa de valores. Hoje está perdendo mais 4%.


Fátima com Wagner e Araújo em Andaraí: como o diabo gosta

DEU NA RAIO LASER, BEM INFORMADA COLUNA POLÍTICA DA TRIBUNA DA BAHIA, EDIÇÃO DESTA SEGUNDA-FEIRA, 1 DE DEZEMBRO:

Nó…

Petistas comemoravam ontem, reservadamente, as afirmações da ex-primeira-dama do Estado, Fátima Mendonça, acusando o presidente da Câmara dos Deputados, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de corrupto e pedindo que o presidente da Comissão de Ética da Casa, o baiano José Carlos Araújo ajudasse a cassá-lo o quanto antes. Fátima fez a afirmação num pequeno discurso proferido num evento em Andaraí, no qual estavam presentes, além de Araújo, o prefeito aliado, Wilson Cardoso (PSB), a senadora Lídice da Mata (PSB) e o marido, Jaques Wagner, por acaso, ministro chefe da Casa Civil que tenta salvar Cunha das garras da bancada petista, inconformada com o pedido do governo para absolvê-lo na Comissão de Ética em troca da não abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff.

…na garganta

Para os mesmos petistas que comemoravam a atitude de Fátima Mendonça, a avaliação era a de que ela simplesmente tirou um nó na garganta da bancada, que deseja imensamente ver o presidente da Câmara apeado do poder e, de preferência, respondendo a algum processo na Justiça, quem sabe atrás das grades como andam muitos petistas.

Unanimidade
Conversando com deputados federais do PT baiano não é difícil perceber que eles simplesmente detestam a presidente Dilma Rousseff. Claro que não se trata de um sentimento que pode ser captado numa conversa rápida ou mesmo formal. Quando os parlamentares relaxam, entretanto, deixam facilm
ente escapar que a presidente é a razão de todos os seus problemas.

DO EL PAIS

A. B. / Ana Carolina Cortez Brasília /

De São Paulo

O contingenciamento de 11,2 bilhões de reais imposto pelo Governo Dilma Rousseff (PT) para evitar que a gestão afronte a Lei de Responsabilidade Fiscal poderá interferir até nas eleições municipais de 2016. Caso o Congresso Nacional não aprove nos próximos dias a nova meta fiscal da União, em algumas zonas eleitorais brasileiras a votação deixará de ser eletrônica e voltará a ser em cédulas impressas. Só da Justiça Eleitoral estão bloqueados 428,7 milhões de reais e quase a metade desse valor seria usado para adquirir cerca de 100.000 urnas eletrônicas – o número representa quase um quinto de todos equipamentos do Brasil.

Há 15 anos (ou oito eleições e um referendo) o processo de votação e apuração são eletrônicos em todos os municípios brasileiros. Em algumas localidades a votação passa a ser manual quando as urnas falham, mas o número é tão reduzido que não atinge nem 1% de todas as seções eleitorais.

Em uma portaria conjunta assinada pelos seis presidentes dos tribunais superiores, o Judiciário mostra um cenário catastrófico e afirma que a retenção de recursos do Governo federal “inviabilizará as eleições de 2016 por meio eletrônico”. O que não é totalmente verdadeiro, já que nem todas as urnas serão afetadas. Além disso, o próprio Tribunal Superior Eleitoral não soube informar qual seria o custo de uma eleição sem o uso do processo eletrônico. O texto foi interpretado como uma clara maneira de pressionar o Congresso Nacional a aprovar a nova meta fiscal de 2015 que autorizaria o Governo a fechar o ano com um rombo de 120 bilhões de reais.

Cenário adverso

O congelamento dos gastos do Governo ocorreu em função do “cenário econômico adverso, que resultou em grande frustração de receitas”, segundo informou em nota o Ministério do Planejamento. Com a economia em recessão, o Governo não está conseguindo arrecadar receitas suficientes para cobrir os gastos públicos. Tal cenário é o mesmo que levou a Fazenda a revisar três vezes este ano a meta fiscal de 2015, economia que o Governo deve fazer a cada exercício para o pagamento de juros da dívida pública. Na última revisão, ocorrida em outubro, a expectativa do Governo era de encerrar o ano com um rombo de 51,82 bilhões de reais nas contas públicas, o que corresponde a 0,9% do Produto Interno Bruto (PIB).

Esta nova meta fiscal ainda não foi aprovada pelo Congresso e, por conta disso, o que vale para 2015 ainda é o que consta oficialmente na Lei Orçamentária Anual (LOA), ou seja, um superávit fiscal de 55,3 bilhões. Se o ano terminar sem que o Legislativo aprove a nova meta, o Governo descumprirá a Lei de Responsabilidade Fiscal e, dessa maneira, os argumentos pró-impeachment de Rousseff ganham força. A votação estava prevista para ocorrer na semana passada, porém, com a prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), o Congresso ficou paralisado. O projeto que revisa a meta na LOA foi pautado novamente para esta terça-feira, dia 1º de dezembro.
Mais cautela

O decreto de contingenciamento reflete comportamento mais cauteloso do Governo na gestão das contas públicas. Isso porque o Orçamento de 2015 já está na mira do Ministério Público junto aoTribunal de Contas da União (TCU). Em outubro, foi protocolado no órgão um pedido de investigação se as chamadas “pedaladas fiscais”, como ficaram conhecidas as manobras para maquiar o orçamento público, também estavam ocorrendo este ano.

As pedaladas fiscais de 2014 levaram o TCU e emitir um parecer preliminar recomendando a rejeição das contas do ano passado no Congresso. Para evitar novo desgaste na gestão orçamentária, dessa vez, o Ministério do Planejamento optou por seguir as recomendações do TCU e baixar o decreto de contingenciamento, conforme informou a pasta em nota oficial. A medida segue a “interpretação do TCU sobre a conduta a ser adotada enquanto o Congresso Nacional avalia a solicitação de revisão da meta encaminhada pelo Poder Executivo”.

Até setembro, o Governo já havia contingenciado 79,5 bilhões de reais, ou 1,4% do PIB. Os 11,2 bilhões que foram congelados agora também seguem o modelo dos meses anteriores: serão cortadas apenas as despesas “discricionárias”, ou seja, gastos não obrigatórios, que geralmente são realizados para investimentos e para o pagamento de contas de consumo, como água, luz, transporte, passagens e diárias. Do total a ser economizado, 10,7 bilhões referem-se a esse tipo de gasto. Os outros 500 milhões de reais referem-se a emendas parlamentares ao Orçamento Geral da União. Já as despesas obrigatórias ficam “preservadas”. Isso inclui os salários de servidores, os benefícios previdenciários, seguro desemprego, programas sociais como o Bolsa Família, e os gastos mínimos com saúde e da educação.

O ministério que ficará com o maior congelamento de despesas é o das Cidades, ou 1,6 bilhão de reais. A pasta é responsável, por exemplo, pela gestão da maior parte das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Outros ministérios que estão entre os mais afetados são o dos Transportes (1,4 bilhão de reais) e Integração Nacional (1 bilhão de reais).

A própria presidenta foi a primeira a ser afetada com o decreto. Por questões políticas, mas também pela econômica, ela teve de encurtar sua viagem internacional e voltou nesta segunda-feira de Paris, onde participava da COP 21, Conferência do Clima da ONU. Inicialmente, a mandatária pretendia, após o evento, cumprir agenda no Japão e no Vietnã até o fim desta semana.

Do leitor e ouvinte que assina Vangelis, em comentário no Facebook, à reprodução no Bahia em Pauta do registro do jornalista Luis Augusto Gomes em seu blog, Por Escrito, sobre o pioneirismo na Bahia da JS Gravações, de Jorge Santos:

“Gravação da JS Disco SERENATA EM TELECO-TECO nas águas ribeirinhas de João Gilberto e na batida do Bonfinense Walter Santos que morava perto da minha casa em Juazeiro… hehehehehehehe. (Vangelis).

————–

Diga-se de passagem, juazeirense: privilégio que não é para qualquer um. Grande abraço e agradecimentos do BP.

(Vitor Hugo Soares)

Ê pujança!

“A Bahia mostra sua força”, disse o governador Rui Costa na abertura da Fenagro.

Deve ter sido a força que eletrocutou o cavalo premiado

Diferença fundamental

Há uma diferença entre o descontentamento do governador Rui Costa e o do senador Otto Alencar (PSD) com medidas prejudiciais à Bahia que estariam sendo adotadas pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

É que Otto já disse explicitamente que esse é um limite para seu apoio ao governo federal no Senado, enquanto Rui, como todo bom petista, fica apenas nas palavras queixosas. Não sugere, por exemplo, que a bancada federal baiana do PT poderá traduzir em votos a insatisfação.

Mais ou menos como acontece aqui na Assembleia Legislativa, onde deputados do PT, como Fátima Nunes, Joseildo Ramos, Luiza Maia e Marcelino Galo, costumam protestar com dureza quando acham que o governo não age bem, sem conseguir demovê-lo, mas na hora dos projetos estão lá, dando presença e votando a favor.


Rui Costa na abertura da Fenagro, que começou mal

DO CORREIO24HORAS

Da Redação

Um dia após um cavalo ter morrido eletrocutado, a organização da Feira Internacional de Agropecuária (Fenagro), realizada no Parque de Exposições, na Avenida Paralela, deve ser multada por ter iniciado o evento sem o alvará de licenciamento. Os agentes da Secretaria Municipal de Urbanismo (Sucom) interditaram a feira, na tarde desta segunda-feira (30). O evento foi autuado e precisa regularizar a documentação pendente para voltar a funcionar.

De acordo com a secretaria, os responsáveis pela Fenagro chegaram a dar entrada no alvará para a realização da Feira, mas o documento não chegou a ser deferido por conta da ausência de autorização da Vigilância Sanitária e do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

Na nota enviada à imprensa, a secretaria informa que “a interdição se respalda no Decreto 24.552/2014, que estabelece que toda e qualquer atividade recreativa, social, cultural, educacional, religiosa ou esportiva, ou acontecimento institucional ou promocional, comunitário ou não, previamente planejado com a finalidade de criar conceito e estabelecer a imagem de organizações, produtos, serviços, ideias e pessoas em caráter temporário, com ou sem venda de ingresso, é considerado evento e, por isto, passível de licenciamento”.

Em contato com o CORREIO, a organização afirmou que os documentos que faltavam eram os alvarás da Vigilância Sanitária, por conta da exigência de existir uma ambulância no evento. Ainda segundo a Fenagro, a secretaria de saúde atrasou a liberação da ambulância e, por conta disto, os alvarás não foram liberados. A feira segue no aguardo da normalização da situação já que afirma que os documentos estão disponíveis para a Sucom desde a tarde desta segunda (30), com todas as taxas devidamente pagas. Uma ambulância particular, contratada pela Fenagro, funcionou durante o evento neste final de semana.

A expectativa é de que a liberação da feira acontece nesta terça. Em nota, o governador Rui Costa determinou que o Parque de Exposições continue aberto e afirmou que vai haver uma mediação para que o evento não seja prejudicado. “A Secretaria de Agricultura do Estado intermediará o diálogo entre a organização do evento e o município para que os entraves sejam desfeitos. O mais importante é que seja estabelecido um acordo para não prejudicar o agronegócio baiano”, disse o governador.

O diretor de fiscalização da Sucom, Murilo Aguiar, afirmou que a pendência na licença aconteceu por conta da falta de aprovação do Corpo de Bombeiros Militares da Bahia, no projeto de segurança, e da Vigilância Sanitária em relação a vistoria. “A feira segue interditada e desconheço a informação que os documentos pendentes foram entregues. Amanhã será feita uma vistoria no local do acidente para saber se é necessária outra orientação.

Descarga

Na noite deste domingo (29), o premiado cavalo Mangalarga Marchador Forró do Cardeal morreu eletrocutado em baia durante De acordo com a coordenação do evento, as causas da descarga elétrica estão sendo investigadas.

Em rede social, a página do Haras Caraíbas, responsável pelo animal, falou sobre o ocorrido e disse estar “vivendo um dos piores momentos” desde a sua criação. “Uma feira que se diz uma das maiores do Brasil!!!! Sem nenhuma estrutura pra receber nossos animais e com Gambiarras que matam nossos cavalos e poderiam matar nossos peões ou proprietários”, diz o texto.

Já a organização do evento “aponta este como um fato isolado e inédito em 28 anos de exposição” e diz que o “problema pontual já foi solucionado e um apuração interna está sendo realizada”. De acordo com a assessoria da Fenagro, o dono do animal será indenizado, mas o valor não foi informado. Sobre a questão da segurança, a assessoria frisou que mesmo com a “descarga elétrica acidental”, não há perigo para o público e animais.

Procurada, a Coelba informou que o problema não aconteceu em rede elétrica de sua responsabilidade.

Apuração

O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura (Seagri), determinou a apuração das circunstâncias que provocaram a morte de um cavalo por choque elétrico no Parque de Exposições, em Salvador.

“Imediatamente após tomar conhecimento da morte do animal, entrei em contato com a organização da Fenagro e determinei a apuração rigorosa do fato, com o objetivo de identificar os responsáveis pela falha no sistema elétrico. Nossa prioridade é garantir a segurança das pessoas e dos animais que participam do evento no Parque de Exposições e vamos continuar acompanhando esse caso de perto”, afirmou o titular

dez
01
Posted on 01-12-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 01-12-2015


Iotti, no jornal Zero Hora (RS)

DO BLOG GAMA LIVRE

O Ministério Público Federal (MPF) em Irecê (BA) ajuizou na sexta-feira, 27 de novembro, ação de cumprimento de sentença contra a União Federal, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para que os órgãos sigam determinação judicial e promovam a adequada estruturação do Parque Nacional da Chapada Diamantina (PNCD).

Em razão dos incêndios no final de 2008, o MPF ingressou com ação civil pública requerendo dos três órgãos: a disponibilização de recursos humanos e materiais para a devida fiscalização e monitoramento do PNCD, o pagamento de R$ 50 milhões ao Fundo Nacional dos Direitos Difusos por danos morais coletivos e a reparação dos danos provocados. Na impossibilidade da reparação de danos, foi requerida indenização equivalente às perdas. A Justiça Federal, apesar de negar o pedido de indenização, condenou os órgãos a, solidariamente, cumprirem medidas que pudessem estruturar o parque, tornando possível a sua preservação.

Dentre outras medidas, a justiça determinou que, a partir de fevereiro de 2014, os órgãos são responsáveis por manter, no mínimo, 20 servidores no PNCD, com pelo menos três motoristas, adquirir anualmente equipamentos de proteção individual para os brigadistas voluntários, manter cinco veículos e disponibilizar um avião de combate a incêndios e um helicóptero de transporte de brigadistas durante a temporada de incêndios no PNCD.

Contra a decisão, o Ibama, o ICMBio e a União entraram com recursos e o MPF apelou contra a improcedência do pedido de indenização. As interposições foram recebidas pelo judiciário sem que os prazos para cumprimento da sentença fossem interrompidos. Pela necessidade urgente da adoção das medidas pelos órgãos, o MPF requer que a sentença de 2014 seja cumprida imediatamente.

(Informações da Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal na Bahia)

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