Dá-lhe Paula Toller, do Kid Abelha! Canta e arrasa para ouvintes e leitores enquanto a turma do Bahia em Pauta também pega a estrada do Litoral Norte de Salvador, logo cedo nesta quinta-feira, para um descanso rápido (merecido) e para esperar a chegada do Ano Novo na praia de Guarajuba, que ninguém é de ferro. Daremos notícias se E QUANDO possível, mas no sábado, 2 do janeiro do ano que vem, esperamos estar de volta ao batente do BP. OK?
Agora cantemos todos com Paulinha e o Kid Abelha.

FELIZ 2016 PARA TODOS

(Vitor Hugo Soares)


Dilma Rousseff pedalando em Brasília / Eraldo Peres (AP)

DO EL PAIS

Ana Carolina Cortez

De São Paulo

A presidenta Dilma Rousseff decidiu terminar o ano com um ponto final no assunto das pedaladas fiscais, maquiagem contábil nas contas públicas que serviram de mote para uma série de pedidos de impeachment no Congresso, inclusive o principal deles deflagrado em novembro. Os ministros da Fazenda, Nelson Barbosa, e do Planejamento, Valdir Simão, passaram o começo da semana reunidos com a presidenta para definir como as pedaladas seriam pagas. No fim, conforme anunciado nesta quarta, o Governo acabou pagando mais do que o combinado com o Tribunal de Contas da União (TCU), o órgão que condenou a estratégia. Enquanto o TCU cobrava 55,6 bilhões de reais, referente ao estoque da dívida até dezembro de 2014, Dilma pagou 72,4 bilhões, saldo acumulado até dezembro de 2015.

Embora apenas 55,6 bilhões de reais sejam considerados “pedaladas” oficialmente, o Governo decidiu se antecipar e abafar questionamentos futuros do TCU porque o órgão já estava investigando se o esquema das pedaladas também se repetiu este ano —ou seja, já no atual mandato da presidenta— e esse era um dos argumentos da oposição para dizer que ela teria cometido crime de responsabilidade.

“Daqui para frente, todos os pagamentos seguirão o sistema de 2015: serão feitos tempestivamente”, esclareceu Otávio Ladeira, secretário-interino do Tesouro. Ladeira não quis emitir opinião a respeito das consequências políticas do pagamento das pedaladas. Questionado se o pagamento das dívidas enfraquecia o argumento do impeachment da Dilma, o secretário limitou-se a dizer que “não cabe ao Tesouro se posicionar sobre qualquer análise em torno do tema”.

Se depender do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, não haverá trégua para Dilma. Segundo ele, o pagamento das pedaladas não invalida o pedido de impeachment que está em tramitação na Casa. Em café da manhã com jornalistas na última terça-feira (29), Cunha se antecipou ao movimento e afirmou que o processo de impeachment não se baseia nas contas de 2014, mas em manobras que teriam sido praticadas em 2015, como a emissão de decretos presidenciais para abertura de créditos extras sem o aval do Congresso. A denúncia faz parte de uma investigação que corre no Ministério Público de Contas e ainda não há um parecer oficial a respeito, nem previsão de quando ele será divulgado. Além disso, Cunha também se prepara para recorrer da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que devolveu o impeachment à estaca zero na Câmara, um imbróglio que só começará a ser resolvido em fevereiro.
Mas de onde o Governo vai tirar dinheiro?

Para quitar os 72,4 bilhões de reais das pedaladas e ganhar, pelo menos, uma trégua nessa discussão, o Governo retirou ao longo de 2015 recursos da “Conta Única do Tesouro”, uma espécie de “poupança” alimentada por excesso de arrecadação de anos anteriores, criada em 1986, que serve como colchão de liquidez na administração da dívida pública.

Ainda que o Governo minimize um imbróglio contábil e político com o pagamento das pedaladas, a operação terá impactos sobre o nível de endividamento do Governo, que já está elevado – o que ajuda a explicar o porquê desse dinheiro nunca ter sido utilizado para evitar que as pedaladas acontecessem. Atualmente, a dívida bruta do país equivale a 65,1% do Produto Interno Bruto (PIB) e, com as pedaladas, se aproximará muito do nível considerado alarmante pelo mercado, de 70%. A dívida pública sobe porque essa injeção de recursos da “Conta Única” na economia tende a elevar mais a inflação. Para conter esse efeito colateral, o Governo acaba vendendo títulos para enxugar o dinheiro extra em circulação. Desta forma, aumenta seu nível de endividamento.

Mesmo pagando as pedaladas da primeira gestão, Dilma ainda mantém uma incômoda pedra no sapato para 2016. Logo no primeiro trimestre, deve sair o resultado das investigações do Ministério Público de Contas em torno das suspeitas de pedaladas em 2015. A confissão de culpa já foi feita pelo Governo no âmbito das pedaladas —afinal, ele chegou a pagar dívidas do primeiro semestre deste ano com os bancos. Mas ainda falta esclarecer a emissão de decretos presidenciais, no valor de 2,5 bilhões de reais, para gerar recursos extras, sem aprovação no Congresso. Esse é o argumento no qual Cunha deve investir desta vez, já que o mote das pedaladas foi bastante enfraquecido nesta quarta.

dez
31

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

OPINIÃO

Talvez a Copa seja nos Jogos

Dava-se como certo, dois anos atrás, que os brasileiros fariam nas ruas, durante a Copa do Mundo, fortes protestos para demonstrar a insatisfação com as dificuldades do dia a dia – na educação, na saúde, no emprego, na mobilidade urbana, entre outros setores.

Seria um desdobramento natural das manifestações populares de junho de 2013. O conceito “não vai ter Copa” cruzou o país, mas. afinal, durante a competição prevaleceu o espírito acolhedor e caloroso do povo, e o que houve nas grandes cidades foi confraternização e festa com os visitantes estrangeiros.

O quadro atual do Rio não é de cidade que vá acolher milhares de atletas, dirigentes, jornalistas e, sobretudo, turistas de todo o mundo. Não bastassem o risco perene de violência e a vergonhosa poluição de águas onde se disputarão esportes náuticos, calcule-se uma epidemia, de qualquer doença, sem médicos, remédios e leitos. Estejamos prevenidos para qualquer desgraça.

Retrospectiva 2014

Hora de relembrar Ronaldo Nazário: “Não se faz Copa do Mundo com hospitais”.

dez
31

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

?Mensaleiros pedem perdão ao STF

Com base no indulto de Natal editado por Dilma, quatro mensaleiros entraram com pedidos de perdão de suas penas no STF, informa o Estadão.

São eles: Delúbio Soares, João Paulo Cunha, Romeu Queiroz e Rogério Tolentino. A defesa de José Dirceu já afirmou que também recorrerá ao expediente, mas ainda não aprontou o documento.

Ricardo Lewandowski, que está no plantão do final de ano do STF, deu despacho hoje após Rogério Tolentino pedir o benefício, afirmando que não é o caso de a presidência do Supremo analisar a questão durante o recesso.

Com isso, a decisão de conceder ou não o benefício está nas mãos de Luís Roberto Barroso, relator das execuções penais do mensalão no Tribunal.

dez
31
Posted on 31-12-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 31-12-2015


Luscar, no portal de humor gráfico A Charge Online


OPINIÃO ECONÔMICA/ crise brasileira

Heloísa Mendonça

De São Paulo

A economia brasileira deve fechar 2015 com um crescimento de 0,55% e uma inflação de 6,6%, bem próxima ao teto da meta. Já o dólar terminará o ano sem ultrapassar a barreira dos três reais. Não, você não leu errado. Essas eram as estimativas de dezenas de instituições financeiras levantadas pelo Banco Central e divulgadas no primeiro boletim do tipo, o semanal Focus, de 2015, com as previsões para o ano. Pena que faltou combinar a expectativa com a realidade. Visto lá de janeiro, o ano de 2015 parecia passar longe de um cenário tão recessivo como o de hoje, porém a poucos dias do fim do ano já é mais fácil acertar a pontaria. Tanto o Banco Central como os analistas de mercado coincidem que o tombo da economia brasileira será grande: um recuo do PIB de, no mínimo, 3,6% e a uma inflação encerrando 2015 acima dos 10%.

A bola de cristal dos economistas do mercado financeiro, no entanto, costuma mesmo falhar. Nos últimos cinco anos, as previsões colhidas com um ano de antecedência se revelaram bastante mais otimistas do que o resultado real. Com exceção do ano 2010, todas as estimativas do crescimento do país foram superestimadas. Em 2012, por exemplo, os economistas falavam em um avanço de 3,3% da atividade econômica, mas ele acabou sendo bem menor: um pífio crescimento de 0,9%, que revelou uma diferença de 2,4 pontos percentuais entre a expectativa e a realidade. O mesmo aconteceu nas projeções do câmbio. Acertar a pontaria do valor do dólar foi difícil. Em 2013, por exemplo, a estimativa era de que a moeda norte-americana fechasse cotada a 2,08 reais, mas ela foi a 2,34.

Dessa vez, a bola de cristal parece ter se esfumaçado ainda mais. As previsões para 2015 se revelaram particularmente mais erradas na opinião do economista Luis Eduardo Assis, ex-diretor de política monetária do Banco Central. “Acho que houve uma subestimação dos efeitos da Operação Lava Jato, uma dificuldade de antever os desdobramentos da crise política e uma espécie de superestimava da capacidade do ministro Joaquim Levy de fazer um ajuste fiscal. Tudo isso gerou um otimismo que acabou não prevalecendo. As incertezas fizeram o dólar subir muito mais e o câmbio pressionou a inflação”, explica.

Por que é tão difícil ter um bom palpite sobre o futuro econômico do país? A resposta é simples para Assis. “Não há uma metodologia que assegure esses valores e o que os economistas fazem sempre é arriscar e muitos tendem a seguir os palpites da maioria”. Dos indicadores, a inflação seja talvez a mais fácil de prever para o próximo ano, sugere Assis. “Neste ano, tivemos um choque de câmbio e de energia elétrica na faixa de 50% o que pressionou o IPCA. Dificilmente, vamos ter uma nova desvalorização cambial, com um dólar a 6 reais por exemplo. Nem um novo aumento na conta de luz vai ser anunciado. Por isso, acredito que as previsões estão certas quanto à queda da inflação em 2016, mas falar em um valor exato é impossível”, explica.

O economista chefe do banco Santander, Mauricio Molan, acredita que os erros das previsões são comuns devido aos fatores surpresas ao longo do ano. “Em 2015 o erro veio particularmente da diferença entre a teoria e a prática”, diz. No fim do ano passado, a meta de superávit primário (economia para pagamento da dívida pública) era de 66,3 bilhões de reais e acabou sendo cortada pela metade, agora em dezembro, quando o Planalto fechou uma proposta 30,5 bilhões de reais. No papel, segundo o economista, Joaquim Levy entrou no Ministério da Fazenda para fazer um ajuste agressivo, colocar a dívida do país em uma trajetória estável e preparar o terreno para 2016 de retomada de crescimento. “Mas as dificuldades enfrentada por Levy, a recessão mais profunda e a crise política instaurada que gerou uma falta de coalizão frustraram as expectativas deste ano. O próprio ajuste de câmbio foi decorrência desse impasse político”, explica.

A divergência, maior que a habitual, entre as previsões entre o início e o fim do ano se deu em grande parte pela perda de credibilidade no rumo da economia brasileira e a queda de popularidade da presidenta Dilma Rousseff, opina Fernando Sampaio, economista da LCA. “O investidor perdeu a confiança, sabíamos que seria um ano ruim, mas acabou sendo catastrófico”, diz. Sampaio também avalia que os desdobramentos da Lava Jato pesaram na queda do PIB. “Ela travou o setor de construção e todos os principais players também ficaram travados, emperrando o crédito também. A operação foi um ingrediente a mais de um processo maior que é a crise política”, explica.

Se não bastasse a maré de más notícias ao logo do ano, a cereja do bolo chegou no apagar das luzes de 2015 com a notícia do rebaixamento da nota do Brasil pela agência Fitch. Ela foi a segunda das três grandes agências de risco a tirar o grau de investimento do Brasil, o que pode significar uma provável saída de recursos investidos no Brasil, já que alguns fundos de investimento exige o selo de pelo menos duas agências para manter suas aplicações. Poucos dias depois após o rebaixamento, Joaquim Levy, deixou o cargo de Ministro da Fazenda e no seu lugar assumiu Nelson Barbosa, criando ainda mais incerteza sobre o cenário econômico.

Para 2016, as últimas projeções revelam que a economia brasileira ainda manterá uma trajetória bem negativa. O Banco Central, que costuma ter uma previsão mais otimista fala em uma queda de 1,9% da atividade econômica, enquanto os analistas de mercado financeiro desenham um tombo bem maior de 2,8% a 3% do PIB. Já os preços devem ceder um pouco e a inflação deve baixar para 6,2%, segundo o BC. O câmbio deve se manter acima dos quatros reais.

No entanto, o que a história nos mostra é que todos esses valores são mera especulação. Se fazer previsões para o próximo mês, em meio as incertezas da crise política econômica e brasileira, já é tarefa árdua para os economistas, imagine para todo o ano. “Temos projeções muito mais pessimistas que as dos últimos tempos para 2016. Talvez, os economistas errem todos outra vez e o próximo ano seja melhor que o esperado”, diz Assis. Tomara.

Ça c’est Paris,Maurice Chevalier,para brindar Paris,hoje e sempre!

BOA TARDE!!! feliz ano novo!!

(Gilson Nogueira)

dez
30
Posted on 30-12-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 30-12-2015


DO BLOG O ANTAGONISTA

A queda do Brasil é irremediável

A queda do Brasil na capa da Economist:


DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Rui prefere o PT de fora em 2016

Petistas reclamam da imagem negativa que teria o PT se não se julgasse em condições de ter um nome próprio para disputar a Prefeitura de Salvador sendo detentor, simultaneamente, dos governos estadual e federal. E sugerem que seja do governador Rui Costa a ação direta para evitar que isso aconteça – com o 13 nas urnas de 2016.

Afora o fato de que o poder nacional e local do PT esteve presente em duas eleições municipais – 2008, com o presidente Lula e o governador Wagner, e 2012, ainda com Wagner e já com a presidente Dilma –, ressaltemos que essa “obrigação” petista de candidatura carece de autoridade, pois foi derrotada nas sete vezes em que legenda participou do pleito direto em capitais, restaurado em 1985.

Essa realidade é o xis da questão para Rui Costa, que não se sabe se toparia essa briga. Ele próprio ainda está em fase de afirmação, digamos, num estágio probatório de alto nível, embora os bajuladores de palácios e os interessados diretos na distribuição de obras, recursos, nomeações e propaganda o coloquem no topo das excelências da política e da gestão.

Rui, por mais restrições que eventualmente lhe possam fazer adversários e analistas, não é governador porque é néscio, mas porque tem uma trajetória e, ainda, na retaguarda, toda a suficiência dissimulada do ministro Jaques Wagner. Sabe que é uma eleição difícil, a reunir dois óbices: a qualidade do adversário – o prefeito ACM Neto – e o desgaste do PT.

Não vale, nesse último aspecto, para uma cidade como Salvador, o conhecido argumento de que só os temas locais têm prevalência. Na Bahia, desenrola-se uma batalha “ideológica”, triste definição em que a “esquerda” precisará provar que não jogou fora sua chance e a “direita” terá de convencer que não repetirá as desgraças do passado próximo e remoto.

Com os pés na terra, aliás, em todo o território baiano, Rui Costa tem tudo para excluir liminarmente o PT e preferir um candidato a prefeito – ou vários, como se diz – de qualquer outro partido da base, ao qual não estaria diretamente vinculado. Uma derrota que ficasse gravada em sua testa afetaria o projeto de reeleição.

ANTONIO CARLOS JOBIM, UM HOMEM ILUMINADO, COMO ESCREVEU SUA IRMÃ HELENA JOBIM, NA CAPA DO LIVRO SOBRE ELE. FELIZ TOM PARA O MUNDO!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

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