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Posted on 23-11-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 23-11-2015


Sponholz, no Jornal da Manhã (PR)


Nova Miss América: desastre,drama,garra e superação

DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (DE PORTUGAL)

Quando Madeline Mitchell Gwin, a recém-coroada Miss América 2015, recebeu a coroa da vitória, o seu sorriso era feliz, como o de qualquer vencedora. Mas ninguém sabia que até chegar àquele momento tinha conseguido driblar a morte, depois de sofrer um desastre de automóvel que a deixou 12 dias em coma, com o corpo cheio de cicatrizes e muito perto de perder um braço. Tinha 20 anos e seis depois alcança aquilo a que se propusera quando estava deitada numa cama de hospital: deixar a cadeira de rodas, voltar a ser autônoma e ser considerada “a mais bonita” da América.

Faltavam apenas duas semanas para Madeline participar no concurso Miss Alabama 2008. Desde os seis anos que participava em concursos de beleza e ia a caminho de casa da mãe para lhe mostrar os vestidos que iria usar nas provas. Ao seu lado, ia o namorado. Durante a viagem, numa estrada remota, um veado surgiu numa curva e a Miss América não conseguiu freiar. Bateu numa árvore e caiu por uma ribanceira. “Só me lembro de estar de cabeça para baixo e de sentir o carro deslizar pela ravina”, contou ao Daily Mail, um mês depois de receber a coroa. Quando o automóvel parou, Madeline olhou para o lado e percebeu que o namorado não se movia – viria a perder a visão esquerda por causa do acidente, mas depois de uma semana conseguiu sair do hospital. O namoro de dois anos terminaria dois meses depois do acidente – e por causa deste.

Madeline foi socorrida por um camioneiro que percebeu que o carro que seguia à sua frente tinha sofrido um desastre. Foi o mesmo homem que apagou as chamas que começavam a consumir a parte da frente do carro.

Em consequência, a candidata a Miss Alabama ficou com um pulmão perfurado e com todas as costelas do lado esquerdo do corpo partidas. Quando a mãe de Madeline soube, desmaiou. “Ela não costuma atender números desconhecidos, mas nesse dia – contou-me depois – teve um pressentimento”, lembrou.

A recuperação foi lenta e dolorosa. Madeline passou 12 dias em coma e os médicos decidiram operar-lhe o braço direito – chegaram a considerar uma amputação. A atual Mrs. América tinha ainda o fígado lacerado e o fémur partido em 13 lugares. Durante o tempo em que esteve internada, a jovem lutou ainda contra uma pneumonia.

No entanto, mesmo depois de sair do hospital, Madeline teve de continuar a lutar: “Fui obrigada a viver em casa dos meus pais e fiz terapia intensiva. Fiquei dois meses numa cadeira de rodas e os médicos temiam que eu não voltasse a andar”, contou ao Daily Mail. Começou a sentir pena de si própria… “Temia que as pessoas me julgassem pelas minhas imperfeições e que o meu sonho de ganhar alguns dos principais concursos nunca viesse a ser concretizado”, confessou.

Madeline fez então uma jura: que haveria de ficar curada, voltar a andar e – apesar das trinta cicatrizes que lhe recordavam o dia fatídico – voltaria a participar em concursos. E que os venceria.

Um ano depois do acidente, Madeline regressou à universidade para concluir o bacharelato em Educação. Ganhou o peso que tinha perdido no hospital e começou a fazer exercícios para fortalecer os músculos. Voltou aos concursos. Tapava as cicatrizes com base, até que decidiu não as esconder. Em 2009, conheceu aquele que viria a ser o seu marido. Casou-se em 2013 e um ano depois teve um filho, o pequeno Kipton, a quem Madeline chama de “o meu pequeno anjo”. Conquistou o título de Miss Alabama – aquele a que ia concorrer quando sofreu o acidente – e no mês passado subiu a um palco para ser coroada Miss América 2015.

DO G1/ O GLOBO

O empresário Mauricio Macri, ex-presidente do clube Boca Juniors e líder de uma frente de centro-direita, deve ser o novo presidente da Argentina, segundo pesquisas de boca de urna divulgadas pelo jornal “Clarin” e por canais de TV. O jornal diz que o candidato é favorito em todas as pesquisas, com uma diferença que varia de 6 a 20 pontos.

Se vencer, Macri sucederá Cristina Kirchner, pondo fim a um ciclo de 12 anos de presidentes de centro-esquerda, que começou com Néstor Kirchner em 2003 e continuou com sua mulher em 2007.

As pesquisas de boca de urna, feitas nos centros de votação, indicam a tendência de vitória da oposição, mas não divulgam a porcentagem de votos pela proibição eleitoral que rege no país até a divulgação dos primeiros resultados oficiais provisórios.

A votação do primeiro segundo turno para eleições presidenciais na história da Argentina foi encerrada às 18 horas (19 horas de Brasília). Cerca de 32 milhões de eleitores eram esperados para optar entre o liberal Mauricio Macri e o peronista de centro Daniel Scioli, candidato governista.

Segundo as autoridades eleitorais, o dia transcorreu com normalidade, com um índice de participação de 74% dos eleitores convocados.

Os primeiros boletins oficiais sobre a votação devem ser divulgados a partir das 19h30 (20h30 em Brasília). A expectativa é de que o vencedor seja conhecido ainda neste domingo (22), segundo Alejandro Tullio, diretor da Dirección Nacional Electoral, órgão responsável pelas eleições argentinas.

O novo presidente tomará posse do cargo no próximo 10 de dezembro.
Mesário exibe cédulas eleitorais do segundo turno das eleições presidenciais argentinas, em Villa La Nata, Tigre, na província de Buenos Aires, no domingo (22) (Foto: AFP Photo/Alejandro Pagni)
Mesário exibe cédulas eleitorais do segundo turno das eleições presidenciais argentinas, em Villa La Nata, Tigre, na província de Buenos Aires, no domingo (22) (Foto: AFP Photo/Alejandro Pagni)

O dia dos candidatos
Mauricio Macri, candidato opositor e líder nas pesquisas, votou em meio a um caos de jornalistas e simpatizantes em uma escola de Palermo, bairro de classe média de Buenos Aires. No primeiro turno, em 25 de outubro, ele obteve 37% dos votos.

Já o candidato da frente governista, Daniel Scioli, compareceu a seu local de votação em Villa la Ñata, na periferia de Buenos Aires, onde havia mais jornalistas que eleitores. Com 34,1% no primeiro turno, ele contrariou todas as pesquisas que apontavam uma diferença de 8 pontos entre os candidatos.


O GRANDE ORLANDO, NA CANÇÃO DE CHARLES AZNAVOUR, É UM CONVITE PARA UMA VIAGEM DE RECORDAÇÕES E ENCANTAMENTOS NO EXPRESSO SAUDADE!!!

BOA TARDE!!!

(Gilson Nogueira)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Papo mais maluco

O TSE continua se esforçando para impedir a impressão dos votos. Giuseppe Janino enumerou ao G1 toda a dificuldade para se ter impressoras nas eleições de 2018. Mas o risco maior, segundo o Secretário de TI do tribunal, estaria na apuração:

“Onde há intervenção humana, há lentidão, prática de erros e possibilidade de fraudes. A impressão traz, em síntese, a volta das mesas apuradoras.”

Para azar de Janino, o G1 ouviu também o engenheiro Amílcar Brunazo Filho, que ajudou a elaborar o parecer tucano a favor da impressão nas urnas eletrônicas.

“Que papo mais maluco! E o software é feito por quem? É por gente, a máquina não funciona sozinha. Não é possível eliminar a intervenção humana. O TSE faz o software e não deixa a gente auditar.”

O editor deste BP passou a tarde de ontem no Terreiro de Jesus, sentado na Cantina da Lua (de Clarindo Silva), mítico e acolhedor reduto de boêmios da Cidade da Bahia, ambiente inspirador deste samba de João Bosco e Edil Pacheco.

Curti ali, entre as melhores lembranças da juventude vivida naquelas redondezas, a expectativa do jogo Vitória e Luverdense ( uma tarde bela e histórica na Fonte Nova ), cujo resultado de 3 a 0 reconduz o Leão baiano à série A do futebol brasileiro. Foi muito bonito antes , durante e depois em Salvador.

Lembrei muito de seu Alaôr, meu pai, alma rubro-negra e boêmia, que deve deve ter festejado imensamente lá em cima. Vai em sua memória esta composição de Edil Pacheco , bamba do bairro da Saúde ( onde os Soares também moravam) a menos de 500 metros da Fonte Nova.
E um lembrete para o domingo; Na Cantina da Lua ainda tem samba.

“Resistimos”, me garantiu ontem Clarindo Silva.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

CRÔNICA
A língua { e a árvore)

Gilson Nogueira

Capeliiiiiinnnnhááá!!! Assim, caprichando na voz fanhosa ( se não for desse jeito, não vende), o vendedor do picolé mais famoso da Cidade da Bahia, produto mais falsificado que boneca Barbie por estas bandas, berço da brisa mais gostosa do mundo, corta o silêncio da tarde calma de novembro. Ele está tentando vender seu “peixe”. Da janela do meu apartamento, observo que, salvo um porteiro ou outro, ninguém compra o que o batalhador de cada dia carrega em sua caixa de isopor , na cor branca, pendurada no ombro. É a dureza geral do povão, admito, até na hora de aliviar a sede.
No embalo do passado, que resiste pouco aos empurrões do futuro, surgem o amolador e sua gaita de plástico. O homem faz o brinquedo deslizar nos lábios procurando alguma cliente disposta a descer do seu conforto, quando não manda a empregada, para dar aquela caprichada na tesourinha predileta ou naquela faca velha de cabo de madeira que faz a diferença na cozinha na hora de cortar a carne de sol.
Na guerra entre o passado e o presente, os sorvetes vendidos nos mercadinhos de bairro e as Tramontinas que cortam até pensamento levam corações nostálgicos a relembrar memoráveis torneios de futebol em um campo da Graça que já recebeu a seleção brasileira, times de outros estados e equipes centenárias da capital do berimbau, na disputa do troféu de campeão do Estado da Bahia.
O futebol era inocente, havia o drible e a bola de couro deslizava no gramado como se fosse uma caneta nas mãos de Jorge Amado.No instante em que lembro a bicicleta com o pé trocado que o monstro Neymar tentou transformar em gol, no Estádio Octávio Mangabeira, a Fonte Nova, na vitória do Brasil, por 3 x 0, contra o Peru, ecoa o som do triângulo do mercador de taboca.
Certamente, um sujeito alto, lembrando aquele carregando um bacalhau do tamanho do Elevador Lacerda, nas costas, ainda visto no rótulo da garrafa do óleo de fígado de bacalhau da Emulsão de Scott.Dentro da lata de, no mínimo, um metro, com a delícia das crianças do meu tempo lá dentro, o tocador do triângulo da taboca cruza a esquina e segue em defesa do seu sustento.
Para quem não é de apreciar hábitos cotidianos da metrópole, no trânsito das novidades e dos absurdos colossais, como a destruição do canteiro central da Avenida Paralela para a passagem de um metrô burro, Salvador poderá causar espanto. “O que é isso???”, pergunta o turista deslumbrado.
Fica a lembrança de Neymar fagueiro, domingo passado, em Ilha de Maré, curtindo a Baía de Todos os Santos, antes da partida que deixou a pátria de chuteiras em terceiro lugar na tabela de classificação das Eliminatórias da América do Sul para a Copa do Mundo, de 2018, na Rússia, e, hoje, na foto, estampada no Correio, de boné branco, ao lado de uma bailarina do Faustão, dando língua. Para quem, bicho, você, que é ídolo da meninada, faz a brincadeira?
PS Após colocar o ponto final na crônica, um vento forte derruba uma árvore quase centenária defronte ao Hospital Santo Amaro.Que horror!!! Faltou conservação, Prefeitura?

Gilson Nogueira é jornalista, colaborador da primeira hora do BP

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Um problema cultural

A crise hídrica migrou do Sudeste para o Nordeste. A região vive a pior seca dos últimos 50 anos, o que aumenta a dependência do Bolsa Família. Para Carlos Carneiro, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Piauí, essa relação viciada vem servindo de obstáculos a alternativas que melhorariam a situação.

Leiam o que ele disse ao Estadão:

“O agricultor de subsistência não planta mais, porque vai ter a cesta básica dele. E ele não tem a cultura de plantar para ganhar com isso. É preciso mudar essa mentalidade.”

Há séculos é preciso mudar essa mentalidade.

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Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online

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