“Preferi Perderte”, Benny Moré: Um bolero e um cantor imortais.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA, ONTEM À NOITE(2)

Urgente: Marin será extraditado amanhã(hoje,3)

José Maria Marin, o ex-presidente da CBF preso em Zurique, será extraditado amanhã (HOJE, 3, SEGUNDO O eSTADÃO) aos EUA, informa o Estadão. Graças a um acordo com o FBI, o cartola brasileiro vai ficar em prisão domiciliar em seu belo apartamento na Quinta Avenida.

Marin já se disse disposto a colaborar e entregará parte significativa de seus bens à Justiça americana. O FBI espera convencê-lo a entregar os malfeitos de Marco Polo Del Nero, Ricardo Teixeira e Kleber Leite.

Se o FBI chegar em Del Nero e Teixeira, alcançará também o PT e Lula

nov
03
Posted on 03-11-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 03-11-2015


Sinfrônio, no Diário do Nordeste (CE)

nov
03


DO CORREIO24HORAS

por Donaldson Gomes

Os trabalhadores da Petrobras, em greve desde a semana passada, tem um ponto na pauta de negociação sem relação com melhorias nos salários. A turma quer que a estatal reveja o plano de negócios apresentado no meio deste ano, que prevê uma série de desmobilizações e vendas de ativos financeiros. O problema para eles é que esses processos têm como efeitos colaterais as demissões de trabalhadores terceirizados, que representam parte significativa da força de trabalho que atua na empresa. Aqui na Bahia, desde o início do ano, foram demitidos mais de 1,2 mil pessoas por conta da suspensão de contratos de exploração e na redução do pessoal administrativo, de acordo com o diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUB) na Bahia, Leonardo Urpia. Até o final do ano, a estimativa é de mais 300 demissões, o que deve elevar o número de baixas a 1,5 mil. “Só nesta semana, soubemos de mais 10 desligamentos, e a perspectiva é de novas baixas”, afirma. Por isso, os representantes dos trabalhadores consideram fundamental discutir o plano de negócios. “Já aprovamos a greve na Bahia e vamos parar a qualquer momento”, diz. Em seis estados, já pararam.

Cofip está minguando

Outra fonte de preocupação para os trabalhadores da empresa é o Centro Financeiro da Petrobras (Cofip), instalado no Stiep, que concentra as áreas financeira, tributária e contábil e emprega mais de 400 pessoas, entre terceirizados e funcionários de carreira. Os trabalhadores dizem que a estatal retomou os planos de transferir a operação da Bahia para o Rio de Janeiro. Nos últimos 30 dias, segundo a FUP, foram demitidos 60 trabalhadores da área na Bahia. “Existe um processo claro de desmobilização. A empresa tentou fazer isso em 2013 e não conseguiu por conta da pressão que foi feita pela sociedade”, lembra. O Cofip funciona na Bahia desde 2008 e, na época da implantação, foi comemorado como uma conquista do estado. A Petrobras informou através da assessoria de imprensa que não pretende se pronunciar a respeito do assunto.

Conta apertada

Além do desgaste causado pela operação Lava Jato, a estatal enfrenta dois desafios de natureza econômica. O primeiro é comum a todo o setor de petróleo no mundo: o preço do barril. Muitos projetos futuros da companhia, dentre eles o pré-sal, só se viabilizam com o petróleo mais caro. “Tem muita coisa que foi planejada com o petróleo entre US$ 90 e US$ 110?, diz Leonardo Urpia. A cotação do produto na última sexta-feira era de US$ 48. Além disso, a estatal sofre com o dólar valorizado. “A empresa tem 75% de sua dívida em dólar, como é comum na indústria do petróleo. O que não é comum é a cotação da moeda passar tão rapidamente dos R$ 3 para os R$ 4”, lamenta. Em meio ao cenário, o clima entre os trabalhadores, principalmente os terceirizados, é de suspense em relação ao futuro. Tem gente com mais de dez anos na empresa que já perdeu o emprego. Outros, também com tempo na casa, que estão vendo a porta da rua se abrindo cada vez mais.


Retorno do passeio anual ao Jardim da Saudade, de Salvador, no Dia Finados , no tributo a entes queridos e exemplares, seres admirados que partiram.

Um deles, Raul Seixas , autor e interprete desta impactante canção. Som e fumaça com cheiro de mato queimado flutuando no cemitério. Junto com as recordações dos admiradores e fiéis seguidores do grande artista soteropolitano.

Paradas para deixar rosas vermelhas (e outras flores da escolha de Margarida), recordar passagens da vida ou aspergir perfume na passagem: no túmulo onde estão juntos seu Alaôr, dona Jandira (meus pais) e Fernando David, o mano jornalista que um infarto fulminante levou aos 42 anos; Dona Celina e Seu Cardoso (pais de Margarida e amados sogros).

Depois uma rosa vermelha em cada um dos túmulos de duas figuras também especiais (pessoalmente) e admiráveis da Bahia: O primo Mário Soares Lima, ex-presidente do Sindicato dos Petroleiros da Bahia (Sindipetro), heroico resistente das lutas populares contra a ditadura; e Padro Milton de Brito: compadre e amigo de sempre, ex-presidente da OAB-BA, e brilhante conselheiro nacional da Ordem e um dos mais competentes e generosos combatentes das melhores causas democráticas do País (quanta saudade!).
Limpas as lágrimas, depois do tributo, toca Raul!!!

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Levy enquadra merreca do Bolsa Família

Garantido no cargo veementemente pela presidente Dilma Rousseff, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, dá um show de política.

Leve, despreocupado com Lula, que parece ter largado seu pé, Levy faz o mimo sobre o Bolsa Família: “É extremamente valioso”.

No bojo das declarações, diz algumas verdades: por exemplo, que se trata de uma “pequena coisa”, em torno de 0,5% do PIB, sendo importante apenas “monitorar esse gasto”.

O ministro não desceu aos valores absolutos do programa: pelos números de 2014, trata-se de R$ 27,6 bilhões.

Esse dinheiro, que daria para a turma da Petrobras prover, dividido pelos 45,8 milhões de beneficiários, dá R$ 602 para cada um por ano.

Mas a afinação de discurso com o PT não impede – antes o impele – que Levy dê o verdadeiro recado: aumentar tributos é indispensável para o “ajuste fiscal”.

O resumo da história é que, mais forte, o ministro quer dinheiro para o governo gastar e deixar um pouco também – por que não? – para a corrupção.

Recordemos os nossos mortos, em especial os que deixaram grandes exemplos e bons ensinamentos exemplos para os vivos.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

É o contrário do que Berzoini disse

Ricardo Berzoini, que gostaria de ser o Torquemada da imprensa, deu uma entrevista “camarada” ao Estadão. Só disse platitudes, com exceção de uma resposta: “Ele (Lula) é um dos nomes mais competitivos que o PT pode apresentar em 2018, mas não é a única opção.”

É uma resposta reveladora do contrário: os petistas estão apavorados ao ver Lula, sua única opção, cada vez mais encalacrado com a Justiça.

nov
02
Posted on 02-11-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 02-11-2015


Luscar, no portal de humor gráfico A Charge Online

nov
02

DO EL PAIS

Rodolfo Borges

De São Paulo

O grande personagem político do Brasil em 2015 tem 12 metros de altura e, apesar de ser preenchido por ar, pesa 150 quilos. No ano em que o país viu enfim nascer a aguardada Rede Sustentabilidade, de Marina Silva, e o Partido Novo surgiu com a promessa de se firmar como a primeira legenda autenticamente liberal da política nacional, nenhuma novidade foi capaz de mobilizar tantas paixões quanto o boneco inflável Pixuleco, o famoso Lula Inflado. Concebido pelo Movimento Brasil, a caricatura de lona do ex-presidente Lula (alimentada por dois motores de propulsão) passou a protagonizar protestos país afora, virou alvo de atentados a faca e inspirou a criação de outros infláveis de protesto.

Desde que o Lula Inflado apareceu no gramado da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, no dia 16 de agosto, gerando uma infinidade de memes na Internet, quase todo grande protesto político passou a contar com figuras infláveis, com custo médio de produção entre 10.000 reais e 20.000 reais. Só a presidenta Dilma Rousseff já ganhou duas versões, batizadas de Pinóquia e Bandilma. Em Minas Gerais, Lula protagoniza outro boneco, com roupa de presidiário, a exemplo do inflado original, mas com chifres e com Dilma e o governador do estado, Fernando Pimentel (PT), acoplados ao lado (veja galeria de fotos). Em São Paulo, primeiro surgiu um boneco para satirizar as políticas de mobilidade do prefeito Fernando Haddad (PT), o Raddard, para depois aparecer o Chuchuleco, crítica ao governador Geraldo Alckmin (PSDB).

O conturbado clima político e a crise econômica, que eleva a taxa de desemprego desde o início do ano, parecem compor o ambiente ideal para a proliferação dos bonecos de protesto. Pesquisas de opinião recentes confirmam o desgaste das maiores lideranças políticas do país. Além da queda na popularidade de Dilma e Lula, houve aumento na rejeição de nomes vistos como opções ao Governo petista, como o senador Aécio Neves, a ex-ministra Marina Silva e o governador Alckmin. A insatisfação tem levado mais gente às ruas, e o sucesso do Pixuleco parece ter tornado irresistível a utilização de infláveis nas manifestações.

A nova febre dos inflados políticos, que têm o poder de simbolizar o protesto em apenas uma imagem, começou antes mesmo do Lula Inflado, segundo Denise Faria, gerente da Companhia do inflável. No início do ano, a empresa produziu um elefante branco com a estrela do PT que foi usado em uma manifestação de empresários. “Costumamos fazer bonecos de dois ou três metros de políticos, mas apenas durante campanhas eleitorais”, conta a gerente, cuja empresa é responsável por um dragão de três cabeças inflável que a Força Sindical usou neste mês para protestar contra a inflação, o desemprego e os juros altos na avenida Paulista.

Responsável por fabricar os patos amarelos que a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) espalha pelo Brasil em protesto contra o possível aumento de impostos, Denilson Souza, dono da fábrica Big Format, calcula em 25% o aumento da busca pelos serviços de sua empresa neste ano. “A procura por infláveis em geral aumentou bastante, também por pessoas físicas, e com certeza a exposição nos protestos contribuiu para isso. Mas nem todo mundo fecha os pedidos depois de se deparar com o tamanho do investimento”, conta o fabricante, que já produziu um lote de Pixulecos em tamanho pequeno.


Lula inflável (Pixuleco): a grande
sacada dos protestos no país.

Lula

Apesar da proliferação de infláveis políticos, Lula inflado segue sendo o grande fenômeno da turma, com reproduções vendidas de 20 a 40 reais e carregadas em todos os protestos contra o Governo, inclusive dentro da Câmara dos Deputados. Idealizado inicialmente como um balão, que exigiria a utilização de gás hélio, o boneco ficou no chão por questões de segurança e quase não sai do papel por conta dos custos. Os 12.000 reais necessários para criá-lo foram reunidos graças a vaquinhas. Essa mobilização, aliás, pode ser uma das razões de seu sucesso.

Para o cientista político Paulo Kramer, professor da Universidade de Brasília (UnB), a espontaneidade e a falta de estruturas políticas por trás da iniciativa contaram a favor do Lula inflado. “Mas o momento também ajudou. Lula está em seu nível mais baixo de prestígio”, avalia Kramer, para quem o Pixuleco se tornou um “passo muito significativo no processo de desconstrução da imagem pública que ele já vem sofrendo há algum tempo”. Não por acaso, militantes ligados ao PT acertaram facadas por mais de uma vez no boneco. Apesar dos sustos e arranhões, contudo, a capacidade do Pixuleco de irritar os partidários do ex-presidente Lula permanece intacta.

Pages: 1 2 ... 15 16 17 18 19 20 21 22

  • Arquivos

  • novembro 2015
    S T Q Q S S D
    « out   dez »
     1
    2345678
    9101112131415
    16171819202122
    23242526272829
    30