Da Redação

DO CORREIO24HORAS

“Pra Série A, sou eu que vou”. Pode cantar torcedor rubro-negro, o Vitória está de volta à Série A do Campeonato Brasileiro. Dependendo apenas de um empate para confirmar o acesso, o Leão foi além, superou o próprio desempenho no segundo tempo, venceu o Luverdense e deu adeus à segunda divisão. Os gols foram marcados por Escudero, Kanu e Elton.

O Acesso aconteceu com muita festa e emoção depois de um primeiro tempo abaixo do esperado. Acesso conquistado com uma rodada de antecedência, os jogadores ainda enfrentam o Santa Cruz na última rodada antes de se despedir da Série B

Jogo
Empurrado pela torcida, o Vitória começou o jogo nervoso e foi do Luverdense as primeiras chances. Paulinho mandou cobrança de falta na área, mas a defesa afastou. Aos 11 minutos o Luverdense desceu em rápido contra-ataque. Osman fez o corte e chutou longe do gol de Gatito. Quatro minutos depois outro susto. Roberto Fernandez recebeu na entrada da área e mandou uma bomba, mas Gatito fez a defesa. O troco rubro-negro veio com Diego Renan. O lateral arriscou de fora da área e Gabriel Leitte defendeu.

Enquanto a torcida cantava nas arquibancadas, o Vitória seguiu sem conseguir encaixar as jogadas. Já o Luverdense era perigo nas jogadas de velocidade. Aos 28 minutos Diego Rosa recebeu bola na área, Guilherme Mattis tirou para escanteio e os jogadores do Luverdense ficaram reclamando de pênalti. A fraca atuação foi comentada pelos jogadores ao fim do primeiro tempo. “Estamos meio dispersos e temos que conversar para tentar consertar”, afirmou Rhayner.

Sem mudanças de jogadores, o técnico Vagner Mancini pediu uma nova postura da equipe no segundo tempo e a conversa surtiu efeito. O Leão voltou com tudo e por pouco não abriu o placar no primeiro minuto. Depois da cobrança de falta, Guilherme Mattis mandou de cabeça e Gabriel Leite fez grande defesa. No rebote, Kanu chutou e Gabriel fez outra boa defesa. O Leão seguiu em cima. Elton chutou prensado com o defensor e a bola foi na trave.

A chance insistia em chegar para o camisa nove rubro-negro. O cruzamento de Diogo Mateus encontrou Elton livre na área, mas ele testou fraco nas mãos de Gabriel Leite. Com a torcida inflamada, coube ao argentino Escudero colocar ainda mais fogo no caldeirão rubro-negro. Em seu jogo de número 100 com a camisa do Leão, o meia cobrou falta certeira. A bola ainda bateu na trave antes de morrer no fundo do gol de Gabriel Leite.

Não deu nem tempo do Luverdense assimilar o gol sofrido. Três minutos depois o zagueiro Kanu recebeu cruzamento de Rhayner, ganhou a dividida com o defensor e ampliou o placar e a festa da torcida. Com o acesso praticamente garantido, ainda deu tempo de Elton se redimir e deixar o seu. O centro-avante pegou o rebote no chute foter de Escudero e mandou para as redes.

O placar poderia ser ainda maior. Diego Renan tabelou com Elton e entrou livre na área, mas concluiu mal. Com o resultado garantido, Mancini aproveitou ainda para colocar o goleiro Fernando Miguel no lugar Gatito Fernandez. Fernando iniciou a temporada como titular e perdeu posição depois de sofreer seguidas lesões.

Com o apito final, restou aos torcedores, jogadores e comissão técnica comemorar o retorno à primeira divisão do Campeonato


Lula e D`Ávila na entrevista exclusiva: metamorfose…


…e vaiado em Salvador no Dia da Consciência Negra

ARTIGO DA SEMANA
Lula e D’Ávila: Metamorfose na Globo News

Vitor Hugo Soares

A montanha pariu um rato! Ou quase. Eis o sentimento (profissional e pessoalmente falando) deixado pela entrevista exclusiva do ex-presidente Lula, ao jornalista e ex-deputado constituinte Roberto D`Ávila, transmitida no começo da noite de quarta-feira, 18, pelo canal privado de televisão Globo News.

A meia hora de conversa gravada em São Paulo, na sede do Instituto Lula (o entrevistado achou o tempo curto e pediu mais, no ar, aos diretores da emissora, em meio ataques pesados à imprensa em geral e à cobertura diária dos escândalos e da crise do país na era PT em particular), foi o suficiente para o impacto do programa do ponto de vista jornalístico, político e do desnudamento de um mito em seus labirintos atuais, sem achar a saída salvadora.

Sob este ponto de vista, o programa foi quase impecável. Afinal, o apresentador é um notório conhecedor da literatura do País e do continente, hábil entrevistador de alguns de seus maiores nomes. Aprendeu como poucos a lançar iscas para pescar peixes grandes, que não resistem a um elogio ou um afago no ego desmesurado.

De terno e gravatas de grife, é verdade, mas, ainda assim, o Lula desta semana, no canal privado de TV, parecia muito um daqueles egocêntricos e tristes mandachuvas que povoam os romances de Garcia Márquez e de tantos outros autores notáveis do realismo fantástico na literatura da América Latina.

A conversa mostrou, na plenitude, a melancólica metamorfose de um “líder de resultados” (como o entrevistado gosta de ser considerado) a retirar, de público, uma a uma, praticamente todas as máscaras, peles e camuflagens sob as quais, frequentemente, tenta se esconder o antigo dirigente sindical de expressão global, ex-chefe da nação, criador do PT há 12 anos no poder, mentor da atual ocupante do Palácio do Planalto.

O entrevistado, mal (ou bem?) comparando, pareceu também, em certos momentos, um daqueles antigos prestidigitadores de rua – habituais, mas sempre surpreendentes nas praças e becos da Cidade da Bahia, onde ele falou ontem entre vaias e aplausos no Dia da Consciência Negra – que esgotou o estoque de mágicas. Não consegue tirar do bolso da casaca nenhum truque novo. Até os bordões do tipo “nunca se viu antes na historia deste País” são repetitivos, óbvios, batidos. Cansam e irritam, em lugar de provocar a surpresa positiva e o riso de simpatia e apoio do passado.

O ar irritadiço do valente do tempo do “hoje eu não estou bom” gravado nas camisetas das lutas sindicais do ABC, não mais produz efeito favorável. Muito menos o “Lulinha paz e amor”, de tantos palanques de campanhas eleitorais, funciona mais. Tais artifícios perderam força e substância, diante das graves e urgentes questões que cobram respostas verdadeiras, sérias, urgentes e sem os titubeios estranhos ou buracos que permearam a conversa na TV do começo ao fim: Mentiras da campanha para reeleger a companheira Dilma; tenebrosas transações expostas nas operações Lava Jato e Zelotes; sangria corrupta da Petrobras, tesoureiros, ex dirigentes, “velhos e bons amigos e aliados do PT”, gente do círculo mais próximo do governo, na cadeia, sob investigação da Polícia Federal, ou já denunciados em processos judiciais.

Pouco restou de convincente nas respostas de Lula, salvo a ambição de dar prosseguimento ao mando petista nas eleições de 2018. A começar pelas frágeis negativas sobre manobras de bastidores para desgastar o governo da presidente Dilma (a afilhada que ele levou ao posto de mandatária maior do País), ou as articulações submersas para derrubar o ministro Joaquim Levy, da Fazenda, o estorvo maior do momento ao projeto de poder do entrevistado e do PT.

“É preciso comparar”, ensina o garoto sueco Ingemar, sábio personagem do cultuado filme “Minha Vida de Cachorro”, que de tempos em tempos recomendo neste espaço. Para isso é fundamental recorrer à ajuda da memória. Este bem precioso que dá significado à existência, mas cujo valor em geral só começamos à perceber, e a dar importância, quando começamos a perdê-la, como assinala o cineasta espanhol Luís Buñuel, no livro biográfico “Meu Último Suspiro”, ao narrar sobre a amnésia de sua mãe com o passar dos anos, dolorosamente acentuada pelo mal de Alzheimer: “Chegou ao ponto de já não reconhecer seus filhos, não saber quem éramos nós, quem era ela”, conta.

Mesmo no ambiente quase caseiro da conversa, o entrevistado parecia incomodado e tenso, agressivo, “armado” e atirando para todo lado, sem a pontaria de antes. Principalmente contra a imprensa e o amigo -inimigo preferencial de sempre, – o ex-colega de mando Fernando Henrique Cardoso. Sem reconhecer ninguém direito, nem os filhos, a deduzir pela resposta dúbia sobre as acusações da Operação Zelotes, que pesam sobre o caçula Luís Cláudio Lula da Silva. Sagacidade de mágico de rua, ou temor do futuro? Responda quem souber.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail:vitor_soares1@terra.com.br

nov
21
Posted on 21-11-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 21-11-2015

DO CORREIO DA BAHIA24HORAS

O ex-presidente Lula, que participou na tarde desta sexta-feira (20) da 15ª Caminhada da Liberdade, promovida pelo Fórum de Entidades Negras da Bahia em comemoração ao Dia da Consciência Negra, foi vaiado pelo público no início do seu discurso. Lula iniciou o pronunciamento agradecendo aos baianos pela recepção e logo foi interrompido pelas vaias de um grupo de participantes da caminhada. Aos poucos, as vaias se misturaram a aplausos, quando o petista lembrou de conquistas alcançadas pela comunidade negra.

Durante a fala, Lula lembrou que as cotas raciais para ingresso de pessoas negras em universidades e cargos públicos representaram avanço nas políticas públicas para promoção da igualdade, mas reconheceu que ainda é preciso avançar.

“Eu sei que ainda falta muita coisa a ser feita, mas nunca na história desse país a gente teve tantos meninos e meninas negras na universidade. Nunca teve um conselho capaz de aprovar as cotas para que os negros tivessem a oportunidade de ser doutores, engenheiros, médicos, físicos, e não apenas ajudantes de pedreiro nas grandes capitais desse país. Nunca nesse país foi dada a oportunidade para que meninas negras pudessem ser médicas, dentistas, ser sociólogas e não apenas empregadas domésticas, como eram”, discursou.

Ainda durante o pronunciamento, o ex-presidente falou que a verdadeira história dos negros não é reconhecida porque não são contadas nas escolas. “A história do povo negro nesse país não é conhecida porque as escolas não ensinam corretamente o que viveu o povo negro. O povo negro deste país já fez muito mais do que os livros contam. Eles não falam da história da Zeferina, que queria libertar o nosso povo. Eles não falam da influência dos Malês que queria colocar Salvador de perna para o ar para que o negro e a negra fossem respeitados nesse país”, disse.


Faz falta sim, Nora. Muita falta! Pelo menos para este editor do BP, seu fã de sempre.
BOM DIA!!!
(Vitor Hugo Soares)


DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

“Olha tá errado isso, vai dar merda”

O Estadão entrevistou o ex-coordenador jurídico da Petrobras Thales Miranda, citado pelo Antagonista aqui, por ter se recusado a assinar o parecer que avalizava a compra da refinaria de Pasadena.

No ano passado, Miranda fez um desabafo em seu perfil no Facebook. O texto foi recolhido entre documentos apreendidos na casa de Jorge Zelada.

Na entrevista, ele afirma que partiu do “Rio” a ordem para aceitar as condições polêmicas negociadas com a Astra Oil e o ex-diretor Nestor Cerveró.

Miranda não sabe, ou não quis dizer, quem exatamente pressionou para a assinatura do contrato. Ele também afirma que “não sabia que havia esse nível todo de envolvimento de corrupção” na estatal.

“Fui avisando, ‘olha tá errado isso vai dar merda’, e as pessoas batendo em mim e eu não entendendo o porquê. Na época não conseguia captar que estava todo mundo envolvido.”

É, Miranda, deu merda.


Miranda: desabafo virou prova na PF

nov
21
Posted on 21-11-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 21-11-2015


Passofundo, no portal de humor gráfico A Charge Online


DO EL PAIS

Afonso Benites

De Brasília

“Chega, senhor presidente! Levanta desta cadeira, Eduardo Cunha”. O pedido em tom de desabafo feito pela deputada federal Mara Gabrilli (PSDB-SP) na sessão da última quinta-feira ilustra a encruzilhada em que o presidente da Câmara se meteu ao manobrar para impedir que o Conselho de Ética fizesse a leitura de um relatório preliminar do processo que pede a cassação do mandato dele por quebra de decoro parlamentar.

Gabrilli era, até então, uma das poucas parlamentares que não tinham lado na situação. Apesar de estar na vaga de terceira-secretária da Mesa Diretora, afirmava que não era nem aliada, nem opositora de Cunha. Sua postura, ousada para uma cadeirante em segundo mandato que se diz “Poliana com a vida”, mudou o jogo. Após suas sinceras palavras, em um tom ao mesmo tempo duro e singelo, por conta da voz suave, dezenas de deputados abandonaram o plenário da Câmara e forçaram Cunha rever a decisão da Presidência que havia cancelado a reunião do Conselho de Ética.

Ao EL PAÍS, Gabrilli diz que agora, é uma opositora do deputado e espera que ele ao menos renuncie à presidência da Câmara para servir de exemplo ao país.

Pergunta. O seu pronunciamento na Câmara na quinta-feira criticando o Eduardo Cunha me pareceu um desabafo. Foi isso o que a senhora fez?

Resposta. Sim. Foi um desabafo por causa dos últimos acontecimentos. Eu sempre achei que ele estaria situado na presunção da inocência, na dúvida e que tinha o direito de se defender até que ele deu entrevistas sem aderência nenhuma. Sem passar a verdade. Sem ter preocupação com a própria conduta dele. De ter um dinheiro fora do país e não declarar. Uma pessoa que é presidente da Câmara, que é a segunda na linha sucessória presidencial, como pode agir dessa maneira? Aí vem com uma história de que era uma trust, de que só é beneficiário. Começou a virar um monte de manobrinha para se safar.

P. Mas a senhora não o via dessa maneira negativa antes.

R. Eu sempre gostei muito do jeito que ele conduzia a Casa, de como ele presidia as sessões, de como ele conduzia o processo com celeridade e de como ele valorizava o Parlamento. Eu o respeitava. Assim como muitos ali, a gente ouve falar muitas coisas negativas, mas eu nunca foquei nisso. Eu foquei no trabalho que ele havia executando. E na última sessão, aquela atitude de desmoralizar o nosso próprio Conselho de Ética foi muito feio. Foi o uso do cargo para se proteger. Para mim, chegou no limite que eu preservo de ética e bons costumes, de pessoa que está ali para ser imitada pela população. Chegou no ponto que isso começa a interferir no trabalho, no dia a dia de cada parlamentar. É muito difícil você conviver com esse estigma que deputado federal já tem e essa atitude dele veio a destruir mais ainda nossa imagem. Uma atitude iconoclasta, que destrói a imagem de todo um segmento.

P. Isso quer dizer que aumenta a ojeriza que boa parte da população tem dos políticos?

R. A permanência dele na cadeira de presidente vai contribuir para isso. Chegou a hora que ele não está mais fazendo bem. Fui muito sincera quando disse que gosto dele e sei que ele tem admiração por mim. Mas fazer o quê? É uma coisa que não impede de eu pensar que ele tem de sair de lá imediatamente. De que ele frustrou a população e que ele não faz bem.

P. Com esse posicionamento, a senhora deixa de ser aliada, por fazer parte da Mesa Diretora, e se torna uma opositora do Cunha?

R. Nunca me senti nem uma coisa nem outra. Estou na Mesa Diretora porque represento o maior partido de oposição da Casa. E ela é composta por vários partidos. O fato de eu estar lá não me faz nem aliada nem oposição a ele. Sempre trabalhei com discernimento. Me sinto uma guardiã dos brasileiros na Mesa. Agora, acho que na sessão, me posicionei como uma opositora. E eu não falava pelo partido, mas como uma deputada que está se sentindo ferida por conta das atitudes dele.

P. Por que o seu partido demorou para se posicionar sobre a situação do Eduardo Cunha?

R. O que estou entendo do meu partido é que, enquanto ele estava com essa presunção da inocência e podendo ter o direito de se defender, só pediram o afastamento dele. Mas depois que ele resolveu mostrar a linha da defesa dele, ele deu um tiro no pé. A linha de defesa não pareceu verdadeira. Parece que só mentiu. Ainda mais depois de ver deputados governistas pedindo para ter calma sobre as decisões do Eduardo Cunha. Como podemos ter um presidente da Câmara dependendo do tipo de acordo que ele faz para se salvar. Aí ficou difícil. Você vê que os deputados do PT se ausentaram do Conselho de Ética no início da sessão. Por isso que não dá para colaborar como uma pessoa que mente para tirar outra mentirosa.

P. Para ficar claro, a senhora está se referindo a Cunha e a presidenta Dilma Rousseff. É isso?

R. Sim, aos dois. O PSDB vem até agora batalhando pelo impeachment da Dilma por causa do estelionato eleitoral que ela cometeu. Mas depois que o Cunha mostrou a linha de defesa e que mentiu na CPI da Petrobras, que foi de livre e espontânea vontade, com audácia, falar não dá para apoiar. Não podemos apoiar o mentiroso para tirar a mentirosa. Os mentirosos que saiam todos.

P. A senhora é a favor do afastamento dele da presidência ou da cassação do mandato dele?

R. Agora, defendo que ele se afaste da presidência.

P. Ele diz que não sai por vontade própria. A senhora acha que ele muda essa decisão?

R. Não me parece, mas eu não o conheço com essa profundidade para te dar uma certeza. De qualquer jeito, eu vi o olhar dele para mim na sessão. Senti que ele foi atingido no coração. Não sei se isso faz alguma diferença para uma pessoa como ele.

P. A senhora diz que ele se decepcionou com ele. Me deu a impressão que ele também se decepcionou com a senhora.

R. Ele deve ter pensado: “justo você”. Ele foi pego de surpresa, mas mais do que decepção, havia reconhecimento do que eu estava falando. O olhar dele me dizia assim: “Puxa, você tem razão”. Eu tenho um jeito meio Poliana de olhar a vida e por isso sou muito, muito, muito ligada ao sentimento das pessoas. Por isso, sei que aquilo foi um chute no peito dele. Tanto eu acho que ele sentiu o impacto porque ele reviu a decisão.

P. Consegue estimar quando o Eduardo Cunha deixará o cargo? Ou perderá o mandato?

R. Não consigo. Não faço a mínima ideia. Até porque não sei qual será o modus operandi dele a partir do que aconteceu ontem, com uma enxurrada de críticas e os deputados abandonando o plenário.

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