Jazz In Paris: Chet Baker Quartet. Apague a luz e ouça! À plena luminosidade da tarde de novembro em Salvador, também vale a pena escutar.

BOA TARDE

(Gilson Nogueira)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA


A presuntada petista

O Conselho de Ética conseguiu o quórum de 11 deputados para abrir a sessão contra Eduardo Cunha.

Os três petistas, Zé Geraldo, Valmir Prascidelli e Odorico Monteiro, sumiram.

Estão no Zaire, vendendo presuntada.

nov
19

DO PORTAL TERRA BRASIL

A Itália reforçou ainda mais a segurança em lugares de culto e de aglomeração devido a possíveis ataques terroristas. Com base em informações provenientes do exterior sobre eventuais atentados, a polícia decidiu aumentar controles, serviços de vigilância e postos de bloqueio, principalmente em Milão e Roma, onde fica o Vaticano.

Os alarmes teriam partido do FBI e indicam como possíveis alvos a praça São Pedro – onde o papa Francisco costuma fazer suas celebrações -, o Domo de Milão e o Teatro alla Scala, também na capital da Lombardia.

No entanto, a ANSA apurou que, até o momento, não há nenhum sinal de “ameaças concretas” ao país. Apesar disso, uma bolsa suspeita foi encontrada e isolada em um ponto de ônibus perto da Embaixada dos Estados Unidos na capital italiana. O esquadrão antibombas já está no local avaliando o objeto.

Nesta quarta-feira, o grupo jihadista Estado Islâmico disse em sua revista digital, a “Dabiq”, que não vai parar até hastear sua bandeira no Vaticano.


No Cantinho da Música do BP, Dick Farney,’Meu Erro”, de Luiz Bittencourt e Gilberto Milfont, inesquecível!!!

(Gilson Nogueira)

DO G1/O GLOBO

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou, em entrevista veiculada na GloboNews nesta quarta-feira (18), que esteja pressionando a presidente Dilma Rousseff a trocar o comando do Ministério da Fazenda.

Na entrevista, ao jornalista Roberto D’Ávila, Lula foi questionado sobre rumores de que queria a saída de Joaquim Levy e de que estaria pressionando Dilma a substituí-lo pelo ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

Na última quarta (11), o principal índice da Bovespa fechou em alta sob efeito de crescentes especulações sobre uma eventual ida de Meirelles para o comando da Fazenda. O ex-presidente do BC, porém, já negou ter recebido qualquer convite de Dilma para assumir a pasta.
saiba mais

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A própria presidente já negou, em diversas ocasiões, que trocará o comando do ministério e garantiu que Levy ficará no cargo.

“Somente a Dilma é que sabe [sobre uma eventual troca na pasta]. Eu estou vendo muito boato, muita bobagem. Eu não gostaria [que Levy saísse]. Eu, às vezes, vejo coisa escrita que eu fico pasmo. ‘O Lula quer tirar o Levy’. Eu não quero tirar o Levy nem quero colocá-lo”, disse o ex-presidente.

“O Levy e o ministro da Fazenda é um problema da presidenta Dilma. Você sabe por que eu fiquei cinco anos sem dar entrevista? É porque um ex-presidente precisa tomar muito cuidado para não dar palpite. É como se um ex-marido fosse aconselhar o atual marido a como cuidar da mulher. O ex-presidente não pode agir assim”, completou.

AJUSTE FISCAL
Governo corta gastos e sobe impostos

entenda
efeitos para os brasileiros
medidas do ajuste
revisão da meta de 2015
pedaladas fiscais

Ajuste fiscal
O ex-presidente também falou, durante a entrevista, sobre as medidas de ajuste fiscal propostas pelo governo federal para reajustar as contas públicas. Para Lula, a presidente Dilma “está certa” ao propor o ajuste. Ele, porém, criticou o fato de o Congresso ainda não ter aprovado o pacote.

“A Dilma está certa em fazer o ajuste. O que está errado é que está demorando demais. E não é culpa dela. Nós temos uma crise política muito séria, há uma confrontação de um ano entre Legislativo com o Executivo”, disse Lula.

“Eu acho que tem uma crise política. […] me parece que com a Câmara, o [Eduardo] Cunha tem um poder muito grande. Os líderes partidários não têm a força que parecem ter. Os presidentes não mandam mais nos partidos, os líderes também não”, afirmou ao tentar justificar os motivos de os parlamentares ainda não terem votado o ajuste.

Lula voltou a dizer que o governo Dilma cometeu erros. Entre eles, segundo o ex-presidente, está o fato de a presidente ter dito que não tomaria medidas durante a campanha eleitoral e, após detectar a crise econômica, ter adotado tais medidas.

“Nós cometemos erros. […] Ela [Dilma] percebeu que estava saindo mais água da caixa do que entrando. Daí a contradição do discurso da campanha com o que ela está fazendo. Mas ela teve o compromisso de manter [o ajuste]”, defendeu.

Investigações
Lula também falou sobre as investigações da Operação Lava Jato e sobre o que ele chamou de “vazamento seletivo de informações”. Para o ex-presidente, há pessoas que vazam informações com o objetivo de constranger a ele e ao PT.

“Eu acho grave o vazamento seletivo de algumas informações. Não é possível. […] O que eu não posso aceitar é o disse-que-disse. Nem para mim nem para ninguém. Eu não posso ficar trabalhando com vazamento seletivo todo dia”, criticou.

Ele disse ainda que foi um “susto” para ele e para o mundo a descoberta do esquema de corrupção que atuava na Petrobras. Lula disse que a “história da quadrilha é antiga” e afirmou que os diretores e gerentes que se beneficiaram do esquema entraram na estatal “há mais de 30 anos”.

O ex-presidente foi questionado ainda sobre a investigação de um de seus filhos na Operação Zelotes. Para Lula, ele terá de “provar que fez a coisa certa” e que não cometeu nenhuma irregularidade.

Três empresas de Luís Cláudio Lula da Silva foram alvo de ações de busca e apreensão no final de outubro na Operação Zelotes, que investiga fraudes em julgamentos no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), ligado ao Ministério da Fazenda.

Segundo as investigações, a LFT, de Luís Cláudio, recebeu pagamentos do escritório Marcondes e Mautoni, investigado por ter atuado de forma supostamente ilegal pela aprovação da MP 471, que beneficiou o setor automotivo.

“E é importante que ele consiga provar mesmo, porque se não, ele está subordinado à mesma Constituição que eu estou”, pediu Lula.

Conversas com ex-presidentes
Na entrevista, Lula foi questionado sobre se aceitaria sentar-se com lideranças políticas de partidos de oposição e com ex-presidentes para discutir saídas para a crise política e econômica do país.

Para ele, antes é preciso que os partidos digam se estas lideranças podem falar em nome da legenda e saber se o governo está aberto para receber sugestões destas pessoas.

“[Irei] Se um dia a presidenta Dilma tiver o interesse em chamar os ex-presidentes, chamar as lideranças […] se tiver assunto para conversar e a presidente disser que vai convidar os ex-presidentes”, afirmou.

Lula insistiu que não opina nas decisões tomadas por Dilma e afirmou que não quer “ficar dizendo o que ela tem que fazer”.

“Eu não converso [para opinar] por respeito. A Dilma foi eleita, ela tem responsabilidade de mudar o seu governo, ela tem responsabvilidade de governar”, explicou Lula.

O ex-presidente ainda foi indagado sobre se aceitaria fazer um debate com o também ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. “Não”, respondeu Lula.

“Eu acho que quem tem que fazer debate é o Aécio [Neves, segundo colocado nas últimas eleições] e a Dilma”, enfatizou.

nov
19
Posted on 19-11-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 19-11-2015


Luscar, no portal de humor gráfico A Charge Online

nov
19


O presidente do Congresso, Renan Calheiros, na votação dos vetos.
/ Gustavo Lima (Câmara dos Deputados)

DO EL PAIS

Talita Bedinelli

De São Paulo

Dilma Rousseff (PT) começa a respirar aliviada. Nesta terça-feira, a presidenta conseguiu ver o Congresso Nacional aprovar seus vetos à chamada “pauta-bomba”, medidas aprovadas pelos parlamentares que trariam um gasto de mais de 63,2 bilhões aos cofres do Governo até 2019, cuja votação estava sendo ensaiada desde setembro, sem sucesso. Também conseguiu aprovar na Comissão Mista de Orçamento o projeto que autoriza o Governo a terminar 2015 com um déficit primário de até 119,9 bilhões.

A votação dos vetos começou depois das 20h e, ao contrário de duas tentativas anteriores, o Congresso garantiu o quórum para que a matéria fosse analisada. Em outubro, por dois dias seguidos, a oposição, aliada ao PMDB, havia conseguido adiar a votação, esvaziando o Plenário. Isso tudo mesmo após a reforma ministerial, que havia ampliado o número de pastas lideradas pelos peemedebistas. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, estava, então, no auge de seu poder na Casa e impunha seguidas derrotas ao Governo. A avaliação dos governistas era de que ele tentava evitar ser colocado no foco da investigação da Operação Lava Jato, que apontou seu envolvimento no escândalo de corrupção da Petrobras.

Enfraquecido, com a retirada do apoio da oposição e vaiado no Congresso de seu próprio partido ocorrido horas antes em Brasília, Cunha não segurou seus fiéis deputados desta vez. A articulação do Governo lançou a mão do vice-presidente, Michel Temer (PMDB), que clamou aos ministros do partido que mobilizassem os parlamentares para o comparecimento à sessão. Nas últimas semanas, a presidência também distribuiu cargos de segundo e terceiro escalão para agradar os deputados influenciados pelo presidente da Câmara, o que foi alvo de críticas de Cunha nesta terça, durante o congresso do PMDB ao dizer que o partido não poderia se calar “por meia dúzia de carguinhos”.

O mais difícil era conseguir realizar a votação, já que dificilmente a oposição conseguiria mobilizar a quantidade de votos necessária (257 deputados) para derrubar os vetos de Rousseff. Foi uma vitória apertada, em todo caso. No veto mais polêmico, o do reajuste dos funcionários do Judiciário, houve 251 votos para derrubá-lo, seis a menos do que o necessário.
mais informações

Oito dos 13 vetos analisados foram mantidos, entre eles o próprio projeto de lei que reajustava em 78% os salários de servidores do Poder Judiciário, que aumentaria em 36,2 bilhões de reais os gastos do Governo até 2019, e o que ampliava isenções ao pagamento do Imposto de Renda.

Os vetos da presidenta trancavam a pauta, o que prejudicava ainda a votação de outras matérias importantes como a Lei de Diretrizes Orçamentárias do próximo ano.

A outra vitória do dia para Rousseff foi a aprovação da mudança da meta fiscal. Inicialmente, o Governo previa um superávit para esse ano de 55,3 bilhões, mas, com a crise, teve que rever a meta para um déficit de 119,9 bilhões, já calculadas as dívidas do Governo com as chamadas pedaladas fiscais –prática que atrasou deliberadamente o repasse de dinheiro para bancos que administram programas governamentais para, com isso, melhorar os resultados da conta pública. A decisão da comissão agora tem que ser votada pelo Congresso. Caso isso não aconteça até o final desse ano, ela corre o risco de responder por crime de responsabilidade fiscal, por não ter gastado o que estava previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias aprovada pelo Congresso.

O fôlego fiscal recebido nesta terça-feira foi um alento ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que na última semana foi alvo, novamente, de ataques por parte do próprio partido da presidenta. Nos bastidores, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a fazer críticas ao ministro pelos cortes que ele tem imposto a projetos sociais importantes para o partido, o que desgasta a base petista, e ao modelo político que ele têm adotado.

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