O clip do bolero magistral vai dedicado à ouvinte (e esperamos que leitora também do BP) Lourdes Oguido, que ama o bolero, Tania Alves e trio Irakitan. Uma romântica confessa, sim senhor!!! Viva!!!

(Vitor Hugo Soares)

Foi sorteado na terça-feira (17) o relator da ação judicial em que o prefeito ACM Neto (DEM) é acusado de injúria e difamação pelos membros da bancada baiana do PT na Câmara Federal. O caso está nas mãos do desembargador Júlio Cezar Lemos Travessa.

O que motivou a denúncia foram as declarações do prefeito em entrevista a um programa de rádio em que acusou petistas indiscriminadamente de terem enriquecido e se beneficiado com dinheiro de corrupção.

“Não dá para aceitar calado qualquer ilação neste sentido. Desafio que se compare a evolução patrimonial dos membros do PT com os do PFL-DEM nos últimos 30 anos, e veremos quem de fato enriqueceu”, disse Solla.

São autores da ação os deputados federais Jorge Solla, Moema Gramacho, Afonso Florence, Luiz Caetano, Waldenor Pereira, Valmir Assunção e a vereadora Vânia Galvão.

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

OPINIÃO

Transtorno e ineficácia nas blitzes

Não sabemos se viveu pessoalmente um grande transtorno ou se recebeu queixa de parente ou amigo mais chegado, mas o radialista Mário Kertész fez, na manhã de segunda-feira, dura reclamação contra a blitz de domingo na Avenida Paralela, quando antes fazia defesa intransigente dessas fiscalizações, sem admitir critérios.

Como é um assunto recorrente neste blog, geralmente no sentido condenatório nos episódios relatados, vale frisar que não somos contra as blitzes, mas devemos separar muito bem o que é uma ação em defesa da sociedade e o que não passa de arbitrariedade e exibicionismo, como na maior parte dos casos.

Chegamos a escrever – e isso há muitos anos – que as blitzes em Salvador tinham horas e locais repetidos semanalmente, sendo de estranhar se malfeitores quisessem por elas trafegar conduzindo armas, drogas, reféns, dinheiro ilícito ou qualquer outro móvel de crime.

No entanto, eram realizadas regularmente, congestionando não somente o trecho do bloqueio, como outras vias próximas e mesmo mais distantes, numa cidade que já sofre graves problemas de trânsito.

O certo é ação rápida em local incerto

As blitzes – palavra tirada da expressão alemã blitzkrieg, que significa “guerra-relâmpago” – deveriam ser justamente isto: ações de surpresa, feitas por equipes preparadas e equipadas, que reteriam um número compatível de veículos para a inspeção, liberando os demais.

Não mais que dez minutos bastariam, e se pelotões semelhantes fizessem o mesmo, simultaneamente, em outros pontos, surpreendendo infratores ou eventuais criminosos, poderiam chegar a resultados eficientes sem precisar, digamos, exagerar nos dados divulgados sem a mínima comprovação, como tem ocorrido nessas operações.

O que ficou muito claro desta vez, aliás, com o apoio posterior de praticamente toda a imprensa, é que a Polícia Militar não pode fechar a Avenida Paralela no retorno de um fim de semana, como fez nas proximidades da Estação Mussrunga, por mais de três horas, causando um engarrafamento que se estendeu por seis quilômetros.


Salve Paulinho, a nobreza popular do samba (a definição é de Caetano Veloso).

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

O candidato lego

Michel Temer disse no Congresso da Fundação Ulysses Guimarães que até 2018 o PMDB vai montar um candidato que tenha chances de concorrer à Presidência.

“Vamos esperar 2018. Vamos montar um candidato, um grande nome do PMDB”, disse.

Houve um tempo em que grandes nomes surgiam espontaneamente no exercício diário da política.

nov
18
Posted on 18-11-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-11-2015


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online

nov
18


Temer discursa no evento nacional do PMDB.
/ José Cruz (Ag. Brasil

DEU NO EL PAIS

Mesmo sem ser consenso no PMDB, o apoio do partido ao Governo Dilma Rousseff (PT) será mantido até 2018. Ao menos é o que disse o presidente da legenda e vice-presidente da República, Michel Temer, nesta terça-feira durante o congresso dos peemedebistas em Brasília. Enquanto discursava, o vice-presidente ouviu cerca de 20 representantes de grupos anti-Dilma, que não são filiados ao PMDB e se infiltraram no evento, gritarem a palavra impeachment e a seguinte frase: “Brasil, pra frente, Temer presidente”. Alguns erguiam cartazes com os dizeres: “Temer, vista a faixa já”.

Ao ter sua fala interrompida, Temer disse de maneira constrangida: “Por enquanto, não. Obrigado. Vamos esperar 2018. Vamos montar um candidato, um grande nome do PMDB. Eu estou encerrando a minha carreira”. Quando questionado por jornalistas sobre a discussão de desembarque do Governo, o peemedebista disse que era algo natural, mas que o seu partido não deixaria o barco petista. “Nós temos de colaborar com o país. Mesmo as pessoas que querem a saída do governo federal querem colaborar com o país”, afirmou.
mais informações

Em seus quase 20 minutos de discurso, Temer citou o Governo Rousseff apenas uma vez, sem falar o nome da presidenta. Disse também que para o Brasil sair da crise era preciso haver mudanças estruturais, não cosméticas. Pediu, por exemplo, alterações na política econômica (com a criação do orçamento zero) e nas regras de aposentadoria e sugeriu que, sem elas, a previdência brasileira quebra. Voltou a citar ainda a necessidade de um nome para unificar o país. “Não é de hoje que tenho falado em reunificar o pensamento nacional e pacificar a nação. Não é da índole do brasileiro a disseminação do ódio”.
Um partido dividido

O multifacetado e eterno governista PMDB tem poucos consensos entre seus membros e muitas discordâncias. O principal consenso é o expressado pelo vice-presidente sobre as próximas eleições presidenciais. O problema é que o único nome que agregaria apoios, neste momento, seria o do próprio Temer, mas ele sinalizou que até 2018 estará aposentado. Já o ponto que resulta na maioria dos debates é justamente o apoio à gestão Rousseff.

Os discursos sobre o apoio ou o rompimento com o Governo federal se alternavam durante o encontro desta terça-feira. De qualquer forma, as manifestações mais intensas da plateia, formada por mais de 300 dirigentes partidários de todo o país, ocorriam quando alguém criticava o PT ou a presidenta. “Temos de repensar essa relação com o PT. No meu Estado, no Acre, os petistas nos chamam de ratos, de prostitutas. Dizem que fazemos tudo por cargos. É isso o que queremos para nós?”, questionou a deputada estadual Eliane Sinhasique.

Atualmente o PMDB tem sete ministérios e centenas de cargos comissionados em órgãos federais. Está no Governo Rousseff há cinco anos, depois de ter participado dos oito anos Lula da Silva. Ou seja, está umbilicalmente ligado ao PT. No encontro houve quem pedisse que o partido fizesse um mea-culpa pelas crises política e econômica enfrentadas pelo Brasil.

Por outro lado, entre os que defendiam a continuidade da sustentação do Governo petista estava o senador pelo Paraná, Roberto Requião. Sua principal crítica é o documento intitulado “Uma ponte para o futuro” que tem servido como base para o PMDB elaborar o seu programa de governo. “Essas propostas são tão neoliberais que parece só um aceno ao mercado. Não tem povo. Não se discutem as conquistas sociais. É uma proposta tão vergonhosa que nem o Joaquim Levy, nem o PSDB ou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso teriam coragem de assiná-lo”, ponderou.

Em princípio, o encontro desta terça-feira serviria para dirimir a questão do apoio ao Governo Rousseff. Porém, os dirigentes partidários decidiram protelar essa decisão para março do ano que vem, quando está prevista a convenção nacional da legenda. A ideia é esperar os desdobramentos da operação Lava Jato, do andamento do pedido de impeachment de Rousseff e da conclusão do julgamento do pedido de cassação do mandato do presidente da Câmara, o deputado carioca Eduardo Cunha.

Até março, as duas propostas que começaram a ser discutidas nesta terça-feira deverão ser concluídas. Caberá ao senador Romero Jucá e ao deputado Baleia Rossi concluírem um relatório com todas as sugestões apresentadas pelos dirigentes partidários. Até lá, muita água ainda vai passar por baixo da sonhada ponte peemedebista.

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