Laurita:

Que os lindos versos desta clássica e cinematográfica canção, que exaltam e propagam seu nome, cheguem até os seus ouvidos, aí em New York ( a cidade com o seu perfil, moderno, dinâmico, generoso e encantador) neste 17 de novembro de 2015 em que você festeja mais um aniversário.

Os que pensam e fazem o Bahia em Pauta, à beira da Baia de Todos os Santos, mandam até a ilha de Manhattan, parabéns, votos de felicidades, sucesso profissional da brilhante publicitária às vésperas de diplomar-se em Direito, e muitos afetuosos abraços e beijos nesta data.

Sempre agradecidos todos ( mas principalmente este editor do BP que a admira) à idealizadora e criadora deste site blog. Festeje aí com Kaká (a protetora dos olhos deste jornalista) e André. A esperamos de volta para continuar a festa que você merece.Beijos.

(Hugo e tia Ila)


Costa: Propaganda escapa ilesa do decreto
de contenção de despesas do governo

DEU NA TRIBUNA DA BAHIA, EDIÇÃO DESTA TERÇA-FEIRA, 17/11.

O governador Rui Costa afirmou que as medidas adotadas pela gestão estadual buscam se ajustar não apenas à Lei de Responsabilidade Fiscal

Com o objetivo de garantir a contenção de gastos públicos e assegurar a regularidade no pagamento dos servidores, o governador Rui Costa determinou uma série de medidas para controle e redução de despesas de gastos com pessoal e custeio. Por meio de decreto que será publicado no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (17), Rui adequa o orçamento do Estado ao cenário econômico mundial, que tem impactado as finanças públicas em todo o país. Desta maneira, o Governo do Estado também assegura a regularidade dos contratos financeiros firmados pela Administração Pública.

A projeção do Governo é que a economia com as medidas possa chegar a R$ 200 milhões. O decreto determina a suspensão de novos contratos de serviços de transporte, licitações, capacitação e treinamento de servidores que impliquem em novas despesas para os cofres estaduais e cortes de 15% em contratos de prestação de serviços continuados e de terceirização, 10% nas despesas de consumo de água e energia elétrica, 30% em telefonia fixa, e 25% em despesas com viagem nacional e internacional para servidores a serviço do Estado, incluindo a concessão de diárias e verbas para deslocamento.

O governador Rui Costa afirmou que as medidas adotadas pela gestão estadual buscam se ajustar não apenas à Lei de Responsabilidade Fiscal, mas equilibrar o orçamento do Estado dentro de um patamar capaz de enfrentar a conjuntura econômica atual com uma relativa tranquilidade. “O país está atravessando um momento difícil, por isso nós precisamos nos ajustar e ter a responsabilidade de cortar na própria carne para sairmos dessa crise sem sofrermos grandes turbulências. Além do mais, é importante que o Estado continue a investir em ações que melhorem a qualidade de vida de sua população”, lembrou Rui.

As novas medidas a serem adotadas pelo Estado também prevêem a suspensão de nomeações para cargos em comissão que estejam vagos ou que vierem a vagar a partir da vigência do decreto, assim como o aumento das gratificações concedidas aos órgãos e entidades para cargos em comissão e o pagamento de horas extraordinárias para tais servidores. Nos demais casos, o pagamento de horas extraordinárias ficará subordinado à prévia análise e autorização do Conselho de Políticas de Recursos Humanos (COPE).

Fica suspensa também a reestruturação ou qualquer revisão de planos de cargos, carreiras e vencimentos que impliquem em aumento de despesas de pessoal para qualquer ente da administração pública – direta, autárquica e fundacional, empresas públicas e sociedades de economia mista. De igual modo, não será permitido o afastamento do servidor público para realização de cursos de aperfeiçoamento que implique em substituição, bem como licenças para tratar de interesse particular, exceto quando não exigirem a substituição do servidor.

Na avaliação do secretário estadual da Administração, Edelvino Góes, é necessário conscientizar os gestores e os servidores da necessidade da restrição do crescimento de gastos tendo em vista a conjuntura econômica difícil deste ano e de 2016. “Nosso objetivo maior é manter o equilíbrio das contas públicas e, pelo princípio da prudência, precisamos sair com essas diretrizes e providências para redução daquelas despesas que possam ser feitas sem ter impacto nos serviços prestados à população”, explicou.
Para o secretário da Fazenda, Manoel Vitório, é necessário que o Estado mantenha a sua capacidade operacional, e para isso é preciso que os gestores sejam cada vez mais seletivos com relação à qualidade do gasto público. “Esse é um tema que a Bahia tem se debruçado ultimamente, e o governador Rui Costa tem pessoalmente dedicado parte de sua agenda a esse assunto. O decreto vai exigir mais ainda dos gestores, mas todos têm que estar conscientes que esse é um momento de dificuldade, e a superação das dificuldades só acontece por meio da união”, opinou.

As medidas adotadas pelo governo baiano para reduzir os gastos públicos serão acompanhadas e avaliadas permanentemente pelas secretarias da Administração, Fazenda e do Planejamento, visando à verificação do cumprimento das mesmas pelos órgãos. Caberá à Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) fazer o acompanhamento do uso das linhas de telefonia fixa, adotando as medidas necessárias para a redução das despesas nesta área.

A responsabilidade pela adoção das ações visando à redução de gastos definidas no decreto estadual cabe aos ordenadores de despesas – os secretários de Estado e os dirigentes máximos dos órgãos e entidades da Administração Pública, a quem cabe a responsabilização pelo não-cumprimento das medidas.

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BAHIA EM PAUTA COMENTA:

Está legal: a notícia, o decreto e as medidas e os argumenos são (ou parecem) bons. Mas perguntar não ofende. E na propaganda do governo da Bahia ( o melhor lugar para se morar), nada?

( Vitor Hugo Soares)

DO G1/ O GLOBO

A Justiça Federal no Paraná condenou nesta segunda-feira (16) o ex-deputado federal Luiz Argôlo por crimes investigados na Operação Lava Jato. Ele é o terceiro político a ser condenado, após as condenações de André Vargas e Pedro Corrêa. Cabe recurso.

Argôlo foi condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A pena considerada pelo juiz Sérgio Moro é de 11 anos e 11 meses de reclusão em regime inicialmente fechado, além do pagamento de multas de R$ 459.740.

Na mesma sentença, Moro deixou de condenar o doleiro Alberto Youssef e Carlos Alberto Pereira da Costa por corrupção e lavagem de dinheiro. Segundo o juiz, eles já foram condenados pelos mesmos fatos criminosos em outros processos que já tiveram a tramitação encerrada.

O braço-direito de Youssef e também delator da Lava Jato Rafael Ângulo Lopez foi absolvido da acusação de lavagem de dinheiro. Argôlo foi absolvido da acusação de crime de peculato por falta de provas, segundo o juiz.

Atualmente, Luiz Argôlo está preso no Complexo Médico-Penal (CMP), na Região de Curitiba. Na decisão, Moro manteve a prisão preventiva dele. “Agrego que, em um esquema criminoso de maxipropina e maxilavagem de dinheiro, é imprescindível a prisão cautelar para proteção da ordem pública”, considerou.

O juiz ainda considerou o risco de Luiz Argôlo assumir uma cadeira na Câmara dos Deputados, já que ele é suplente. “Em liberdade, pode, a depender das circunstâncias, assumir o mandato parlamentar, o que seria intolerável. Não é possível que pessoa condenada por crimes possa exercer mandato parlamentar e a sociedade não deveria correr jamais o risco de ter criminosos como parlamentares”, disse.

O G1 não conseguiu contato com o advogado Sidney Peixoto, que representa Luiz Argôlo.

Crimes

Ao dar a sentença, Sérgio Moro considerou que Argôlo, enquanto deputado federal, recebeu parte do dinheiro da propina paga por empreiteiras fornecedoras da Petrobras à Diretoria de Abastecimento da estatal, então comandada por Paulo Roberto Costa. A lavagem de dinheiro ficou configurada na ocultação e dissimulação dos recursos recebidos.

Segundo o juiz, ficou comprovado que Argôlo recebeu R$ 1.474.442,00 do esquema, sendo que pelo menos R$ 250 mil envolveu apenas um recebimento de propina. “O custo da propina foi repassado à Petrobrás, através da cobrança de preço superior à estimativa, aliás propiciado pela corrupção, com o que a estatal ainda arcou com o prejuízo no valor equivalente”, afirmou Moro.

O ex-deputado ainda terá de indenizar a Petrobras no mesmo valor que recebeu de propina – corrigidos até o pagamento. Para garantir a indenização, Moro decretou o confisco criminal de um helicóptero que, segundo a sentença, foi adquirido com recursos ilícitos.
não aceitou a argumentação da defesa.

LUZ,PARIS,MUITA LUZ!!!
BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Relator apressa fim de Cunha

Ao antecipar o parecer pela admissibilidade do processo contra o deputado Eduardo Cunha no Conselho de Ética da Câmara, o relator Fausto Pinato (PRB) mostrou, de cara, que não faz parte do time da protelação.

Não se conhece seu projeto político, apenas a origem “humilde” do mandato: 22 mil votos, insuficientes para a eleição, que foi, no entanto, garantida pela votação estrondosa do correligionário Celso Russomano.

Tudo indica, porém, que Pinato sentiu o momento histórico em que foi metido e compreendeu que não deveria ser ele o ponto de partida de uma fraude política que muitos ainda querem, salvando Cunha, impingir à nação.

nov
17
Posted on 17-11-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-11-2015


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online

nov
17
Posted on 17-11-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-11-2015


Tributo às vítimas dos ataques de sexta-feira em Paris.
/ LIONEL BONAVENTURE (AFP)

DEU NO EL PAIS

Álex Vicente

De Paris

“Bata com uma pedra na cabeça, ou mate com uma faca, ou atropele com seu carro, ou empurre de um lugar alto, ou asfixie, ou envenene.” Foi assim que, em setembro de 2014, o porta-voz oficial do Estado Islâmico, Abu Mohamed Al-Adnani, ordenou a seus partidários que executassem “todos os descrentes” ocidentais. Mas acrescentou um comentário curioso: “Especialmente, os sujos e desprezíveis franceses”. Quatro meses depois, a redação do jornal Charlie Hebdo e um supermercado judaico de Paris eram vítimas de ataques, aos quais logo se sucederam a decapitação de um empresário em Lyon e o ataque frustrado a um trem de alta velocidade que ia de Amsterdã a Paris, e agora o atentado em série que abalou novamente a capital francesa.

O que motiva o Estado Islâmico a se irritar com a França? Segundo a procuradoria de Paris, os terroristas que atacaram o Bataclan justificaram sua violência pelo envolvimento francês na coalizão que atinge os bastiões jihadistas no Oriente Médio. Mas a retórica do contra-ataque militar tem matizes. Para o geógrafo Fabrice Balanche, especialista em Síria e diretor do Grupo de Estudos do Mediterrâneo e Oriente Médio na Universidade de Lyon, esse argumento é “parcialmente contraditório”, já que a França foi, até o momento, o país ocidental menos hostil aos sunitas e o mais duro com Bashar el Assad. “Paris apoiou a oposição política na Síria, armou alguns grupos rebeldes e se mostrou inflexível na luta contra El Assad, enquanto outras capitais europeias tinham posturas moderadas”, afirma Balanche. “Além disso, 95% dos ataques aéreos contra o EI na Síria e no Iraque são iniciativa dos norte-americanos.” A França, que não começou a bombardear os feudos do EI até setembro de 2015, seria responsável apenas por 4% do total dessas ofensivas.

Políticos, historiadores e outros especialistas concordam que existem razões que vão além do aspecto puramente militar. “Trata-se de um ataque a nossos valores. Não só os da França, mas os de todos os países que compartilham a fé na democracia, na tolerância e no valor do ser humano. Trata-se de uma investida contra os valores do Iluminismo do século XVIII, contrários a sua visão totalitária do mundo”, afirma o ex-ministro socialista Jack Lang, que preside o Instituto do Mundo Árabe em Paris. “Atacam todo o Ocidente, mas a França é um país especialmente simbólico, não só por nossa firme participação militar na Síria, mas por ser o lugar da Revolução de 1789 e do Século das Luzes.”

Nos ataques orquestrados contra a França, essa dimensão simbólico não é nada secundária. “O apego dos franceses aos valores republicanos, especialmente o laicismo, é algo que contraria o islã radical, incluindo seus partidários residentes na França. É um argumento recorrente, que permite mobilizar melhor seu entorno”, afirma Jean-Charles Brisard, consultor internacional sobre terrorismo e especialista no financiamento das redes jihadistas, depois de ter sido assessor de vários Executivos conservadores nos anos noventa. Segundo Brisard, a lei contra o véu islâmico em escolas e sedes da Administração francesa, aprovada em 2004, marcou um ponto de inflexão.

“A França é o país para o qual o Estado Islâmico mais aponta, por defender um sistema de valores oposto ao seu”, afirma Balanche. “Mas também por ser o país que mais tem jihadistas. Seriam 600 na Síria e no Iraque, segundo dados do Ministério do Interior, mas na verdade, conforme fontes não oficiais dos serviços de informação, mais de 2.000. Todos eles são suscetíveis a voltar ao território francês para perpetrar atentados”, afirma. “Com seus ataques, o EI tenta fazer com que a população muçulmana que vive na França seja estigmatizada, como aconteceu depois do atentado ao Charlie Hebdo. Querem que essa população pense que não vale a pena integrar-se a este país, onde isso gera muitos problemas, e acabe radicalizando.”

O cientista político Gilles Kepel, grande especialista francês no mundo árabe, tem a mesma opinião. “O que o Estado Islâmico deseja é provocar a guerra civil”, explicou no sábado ao Le Monde. Segundo Kepel, o EI pretenderia provocar “o linchamento de muçulmanos, os ataques a mesquitas e as agressões a mulheres com véu, para provocar assim uma guerra entre enclaves que semeiam o fogo e o sangue na Europa, percebida como o ponto fraco do Ocidente”. Para o cientista político, o passado colonial do país também está relacionado à violência islâmica da qual a França foi vítima nos últimos anos. “Recordemos que Mohamed Merah matou os alunos da escola […] de Toulouse em 19 de março de 2012, no 50o aniversário do cessar-fogo da guerra da Argélia”, recorda.

Além disso, a França assinou, com o Reino Unido, o chamado acordo Sykes-Picot, que em 1916 permitiu desmantelar o Império Otomano desenhando diferentes países com fronteiras artificiais. Por exemplo, Síria e Iraque. Assim, Paris seria responsável por ter colocado fim ao sonho do califado perdido, a oumma (ou comunidade de crentes) que foi abolida quando o império caiu definitivamente em 1924. O EI joga com esse fantasma entre seus partidários, defendendo a emergência de um novo império islâmico que deixe para trás as fronteiras atuais, consideradas coloniais pelo grupo terrorista.

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