Novo disco de Daniela Mercury chega ao mercado a partir de 27 de novembro , carregado de forte teor explosivo e destinado a causar polêmica, não apenas restrita ao âmbito musical. Distribuído pela gravadora Biscoito Fino, Vinil Virtual tem capa inspirada na icônica foto de John Lennon e Yoko Ono para a edição número 335, de 22 de janeiro de 1981, da Rolling Stone EUA (em janeiro de 2011, a capa também estampou uma versão de colecionador da Rolling Stone Brasil, veja a imagem acima). O ensaio da publicação norte-americana foi realizado pela renomada Annie Leibovitz no dia em que Lennon foi assassinado.Daniela com a palavra: “O meu intuito com essa capa é me posicionar de uma forma bela. É usar essa imagem como uma expressão da minha vida, da minha arte, do meu amor. O amor é o grande elemento da transformação. Fiz uma capa linda que representa um manifesto feminista num momento em que as mulheres ainda precisam se afirmar. Através dessa capa, eu me conecto com John e Yoko em suas manifestações de paz e amor, contra qualquer tipo de violência. Cabe a nós, artistas, sermos os pacificadores, quebrando fronteiras e preconceitos”, explica a artista, que conheceu Yoko em 2014 em evento pela paz mundial realizado pela ONU, em entrevista exclusiva à Rolling Stone Brasil.

Elba Ramalho e Walter Queiroz lembram Sivuca. Uma maravilha musical de encantar o Nordeste, o Brasil , a França e o mundo, mesmo diante de tantos desencantos. Confira.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hudo Soares)

DEU NO G1/O GLOBO

Do G1, em Brasília

A presidente Dilma Rousseff voltou a defender o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, nesta segunda-feira (16) e, sobre as especulações de que ele pode deixar o cargo, disse que Levy “fica onde está”. Ela já vinha manifestando o apoio ao ministro em falas recentes.

A presidente falou sobre Levy em entrevista coletiva na cidade de Antália, na Turquia, após participar de sessão da Cúpula do G20.

Ela foi questionada por um jornalista brasileiro se concordava com críticas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao ministro da Fazenda. Na resposta, Dilma disse que as frequentes especulações de que Levy sairá do cargo são “nocivas” para o país.

“Acho extremamente nocivas e negativas para o país as especulações que vira e mexe são feitas quanto ao ministro, que me obrigam também de forma sistemática vir a público e reforçar que o ministro fica onde está. Sistematicamente eu faço. Acho que isso [as especulações,] não contribuem para o país”, disse Dilma.

Na mesma resposta, a presidente afirmou que respeita e gosta do ex-presidente Lula, mas não concorda com ele em tudo. Ela reforçou que considera Levy um servidor público que tem “compromisso” com a estabilidade de país.

“Eu não só gosto do presidente Lula como o respeito, e isso é público e notório. Mas nós não concordamos e não temos de concordar em tudo. A minha avaliação do ministro Levy, eu repito mais uma vez. Eu considero o ministro sobretudo um grande servidor. Ele tem compromisso com o país, com a estabilidade do país”, afirmou a presidente.

“Não tenho que concordar com tudo que as pessoas das quais eu gosto imensamente pensam. Somos adultos e cada um pode ter de encarar a realidade de forma diferente, mesmo que, no geral, a gente concorde”, completou Dilma.

BOM DIA!!!


Temer na sede do PMDB, em abril. / E. Rodrigues (Ag. Senado)

DO EL PAIS

Afonso Benites

De Brasília

Desde a redemocratização do país, independentemente de quem estivesse na presidência, ao seu lado estava o PMDB. Agora, 21 anos após lançar seu último candidato presidencial, o partido quer aproveitar a crise do Governo Dilma Rousseff (PT) para deixar de ser um apêndice governista e se preparar para ter novamente um nome próprio para o Palácio do Planalto.O primeiro ato de uma série que deve ocorrer nos próximos anos está marcado para esta terça-feira, quando militantes e dirigentes partidários reúnem-se em Brasília para debater o programa de Governo do partido, mudanças no seu estatuto e iniciar o treinamento dos candidatos às eleições municipais do ano que vem.

A clara antecipação do calendário eleitoral de 2018 tem como objetivo discutir um Brasil pós-Dilma, com ou sem o impeachment dela e colocar-se como alternativa à polarização PT-PSDB, segundo consenso dos seus representantes. É raro para um partido visto como eterno governista. Em um dos vídeos em que convoca a militância para participar do encontro, o vice-presidente da legenda, o senador Valdir Raupp, ressalta que o PMDB é o “partido da governabilidade”. Além de estar ao lado de Dilma na esfera federal, os peemedebistas estão presentes como governadores ou vice em 11 dos 27 Estados, têm 996 prefeitos (quase um quinto do país) e são 84 das 594 cadeiras do Congresso

O sinal de alerta para o Executivo surgiu no mês passado, quando o PMDB lançou um documento intitulado “Uma ponte para o futuro”. Em 19 páginas o partido tece críticas à política econômica e fiscal, cobra a execução de um orçamento mais realista e sugere a construção de uma agenda desenvolvimentista. É a primeira vez desde a candidatura de Ulysses Guimarães (em 1989) que o partido se depara sobre um documento em que faz planos para o Brasil. Segundo fontes da legenda, a ideia era sair na frente dos demais partidos para poder iniciar um diálogo com a militância e sugerir alterações antes das eleições. Os recados para os próximos anos já foram dados. O tal partido da governabilidade, agora, quer ser o protagonista.

Ao contrário de outras legendas que são multifacetadas em facções, o PMDB hoje tem apenas duas divisões: governistas e oposicionistas. O primeiro grupo, puxado pelo vice-presidente da República, Michel Temer, conta com nomes que, assim como ele, já estiveram ao lado de qualquer Governo, como os senadores Romero Jucá, Eunício Oliveira e Valdir Raupp.

O segundo grupo, organizado pelos ex-ministros Moreira Franco e Geddel Vieira Lima, já estiveram com o PT de Lula e Dilma, mas hoje são seus principais críticos. Toma-se como certo que, como Temer é um dos mais discretos políticos brasileiros, Franco e Lima são os responsáveis por transmitir publicamente as queixas que o vice-presidente gostaria de fazer a Rousseff, mas não as faz por conta do cargo que ocupa.

No Congresso Nacional é comum ver peemedebistas que parecem tucanos por contas das críticas tão ostensivas ao Governo, e outros que são quase petistas, tamanho afinco com que defendem a gestão Rousseff. A defesa não é em vão. Nas últimas semanas resultou na sua ampliação na participação no Governo, agora com sete ministérios. O retorno para o Planalto, porém, demorou. Poucos projetos de interesse do PT tramitaram na Câmara, muito por conta da falta de empenho de peemedebistas.

Apesar da pompa e da expectativa sobre o evento da próxima terça-feira, nenhuma definição deve sair dele por conta de seu critério informal e por se tratar de um encontro promovido pela Fundação Ulysses Guimarães, um braço do partido. As decisões peemedebistas ocorrem apenas durante reuniões da Executiva Nacional e nas Convenções. As próximas estão previstas para março de 2016. Mesmo assim, espera-se que surjam diversas críticas à aliança com o PT, tornando-se, portanto, um filtro capaz de mensurar o tamanho do apoio que Dilma Rousseff ainda tem dentro de seu principal aliado.

Nenhum assunto foi proibido. Todos os participantes do evento poderão reclamar do que for e, se quiserem, até elaborar cartas, manifestos ou outros documentos em que expressem suas insatisfações com Dilma ou até mesmo com o correligionário e presidente da Câmara, Eduardo Cunha. “Certamente alguém vai levantar a bola sobre a cassação do Cunha. Agora, vamos ter de decidir quem atacaremos, se ele ou a Dilma”, disse um deputado aliado dele.

A postura mostra outro lado dos peemedebistas, que é o de criticar os erros dos outros, mas não olhar para si mesmos. Ao menos 10 dos 49 políticos investigados pela operação Lava Jato são filiados à sigla. Todos são suspeitos de terem se beneficiado do esquema que desviou ao menos 6 bilhões de reais da Petrobras por meio de pagamento de propinas por partes de empreiteiras. Entre eles estão Cunha e o presidente do Senado, Renan Calheiros. Nenhum dos dez suspeitos, porém, passou por qualquer investigação interna no PMDB.

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Tijolo por tijolo

Praticamente toda a mídia dá os mesmos releases sobre essa movimentação política, mas o que chama mesmo a atenção, para usar uma palavra muita cara à “esquerda”, é o crescente empoderamento do prefeito.

Mão na massa

O programa Morar Melhor está sendo visto como um “bolsa família” da Prefeitura de Salvador, eleitoralmente falando. E com o prefeito ACM Neto pintando casa com rolo…

É só pra pobre

A propósito, há quem queira apelar para o programa e botar mármore em play-ground de prédio. Calma, gente! É só pra imóveis populares e com limite de R$ 5 mil.

nov
16
Posted on 16-11-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 16-11-2015


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online


Obama (esquerda) e Putin (direita) durante reunião em Antalya (Turquia), onde se realiza a cúpula do G20 . / AFP

DO EL PAIS

Os atentados de Paris dominaram a décima reunião de cúpula do Grupo dos 20 desde o primeiro minuto, que os líderes dos países ricos e emergentes passaram em silêncio para lembrar as vítimas. O encontro, que começou neste domingo em Antalya (Turquia), transformou-se em um debate acelerado sobre como aumentar os controles nas fronteiras e nos aeroportos para neutralizar ameaças terroristas. Na frente militar, os EUA anunciaram que trabalham com a França para “aumentar a intensidade dos ataques aéreos” contra o grupo jihadista Estado Islâmico (ISIS). Por sua vez, a França já iniciou uma intensa ofensiva de bombardeios contra a cidade síria de Raqa, a autoproclamada capital dos jihadistas.

Paris aproxima Obama e Putin

Vladimir Putin se acostumou a ser o protagonista das últimas reuniões do G20. Isso aconteceu na anterior, em Brisbane (Austrália), que ele abandonou rapidamente diante das críticas pela incursão russa na Ucrânia. E, após os atentados de Paris, é o protagonista desta, na qual o objetivo da UE e dos EUA é convencer a Rússia, aliada do regime de Bashar al-Assad, a concentrar seus ataques no grupo Estado Islâmico, e não na oposição moderada ao regime sírio.

Na falta de acordos, valem os símbolos. Putin e o presidente dos EUA, Barack Obama, encenaram na reunião uma aproximação com um encontro improvisado, de meia hora de duração segundo a delegação russa. Um porta-voz da Casa Branca o chamou de “construtivo”.

“O principal interesse do G20 costuma ser a economia, mas os tristes incidentes [de sexta-feira em Paris] nos mostram que não podemos ignorar a relação entre a economia, a política e a sociedade.” As palavras com que o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, abriu a reunião das 20 maiores economias desenvolvidas e emergentes procuravam conciliar o fato de este encontro ter sido organizado durante meses em torno assuntos econômicos, migratórios e ambientais com a necessidade urgente de encontrar formas de reforçar a segurança diante da ameaça do terrorismo.

“Espero que esta cúpula do G20 seja um momento histórico para a luta contra o terrorismo e a crise dos refugiados”, acrescentou Erdogan. “As expectativas do mundo estão depositadas em nós.” Por enquanto, os líderes do G20 decidiram incluir o resultado do debate em um comunicado separado daquele que normalmente é emitido no encerramento da reunião de cúpula, que ocorrerá nesta segunda-feira.

No esboço de comunicado em discussão, o grupo aponta a necessidade de redobrar os controles nas fronteiras e nos aeroportos para evitar novas ações terroristas, como as que são atribuídas ao ISIS.

Além do ataque múltiplo em Paris, no último mês também houve um atentado em Ancara contra uma marcha organizada por grupos pró-curdos, que causou 102 mortes. E um avião russo explodiu no ar após decolar do Egito (224 pessoas morreram), no que os serviços de inteligência ocidentais consideram uma ação terrorista do ISIS.

Diante da escalada de atentados, os Governos ocidentais estão analisando a necessidade de uma intervenção mais decidida na guerra da Síria, que envolve o ISIS, milícias curdas, o que a União Europeia e os EUA qualificam de “oposição moderada” e o regime de Bashar al-Assad, apoiado por milícias xiitas e combatentes iranianos e libaneses.
Novos apoios

Em uma entrevista em Antalya à rede NBC, o assessor-adjunto de segurança da Casa Branca, Ben Rhodes, afirmou que os EUA trabalham com a França para intensificar os ataques aéreos contra o ISIS na Síria.

“Está claro que temos de nos esforçar ainda mais”, disse Rhodes. “Parte do que estamos fazendo aqui é buscar contribuições adicionais para ajudar a dividir o fardo desta operação”, acrescentou. “A França é nossa aliada nas operações que realizamos no Iraque e na Síria, e é claro que [os franceses] querem aumentar seus esforços.”

O assessor da Casa Branca adiantou que “nos próximos dias será aumentada a intensidade dos ataques para deixar claro para o ISIS que ele não tem nenhuma área segura”. E assinalou que a estratégia de fornecer armas às forças que combatem o ISIS em terra “parece estar dando resultados”, em alusão aos avanços de milícias curdas.

Em uma reunião bilateral com Erdogan antes do início da cúpula, o presidente dos EUA, Barack Obama, insistiu na mensagem: “Os Estados Unidos e seus aliados redobrarão seus esforços para encontrar uma solução pacífica na Síria e evitar que o ISIS lance mais ataques como os de Paris”.

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