Sexta-feira 13 de terror em Paris

DEU NO PORTAL EUROPEU TSF

42 mortos é o balanço mais recente feito pela polícia francesa. Hollande decretou estado de emergência em toda à França, pede aos parisienses para não sairem de casa e mandou fechar as fronteiras. Ainda é incerto o número de ataques, mas houve pelo menos dois tiroteios em Paris, explosões perto do Estádio Nacional e ainda está em curso uma tomada de reféns na boate Bataclan durante um shoe de rock.

François Hollande, Presidente francês, assistia ao jogo França – Alemanha no Stade de France e foi retirado do local. Já anunciou que decretou o estado de emergência e o fechamento das fronteiras de França na sequência de “ataques terroristas sem precedentes” que provocaram pelo menos 40 mortos. Obama também já falou e diz que “toda a humanidade foi atacada”.

Também o Governo português lamenta “profundamente” os ataques e diz desconhecer ainda se há vítimas de nacionalidade portuguesa.

A cadeia televisiva iTele socorre-se de testemunhas para afirmar que os engenhos explosivos usados nas redondezas do estádio eram bombas de fragmentação contendo pregos. Um membro do sindicato da polícia afirma que estão trabalhando na tese de “dois atacantes suicidas”. A France Presse afirma que várias testemunhas garantem que “uma das explosões foi provocada por um kamikaze”. Pelo menos três pessoas teriam morrido neste ataque.

Segundo um repórter da iTele, o público que estava no Estádio Nacional de França foi retirado sem grandes problemas. Os relatos que chegam de testemunhas no local dão conta de que mesmo dentro do estádio se ouviram pelo menos duas explosões.

À TSF, o vereador luso-francês da Câmara de Paris diz não ter dúvidas de que se trata de um ataque terrorista. Hermano Sanches Ruivo afirma que os ataques foram programados e que não é possível dar garantias sobre a existência ou não de portugueses entre as vítimas.

No Bataclan mantém-se a tomada de reféns. Um jornalista da revista Telerama, falou com uma testemunha que conseguiu fugir da sala de espetáculos que afirmou que os assaltantes teriam falado da Síria durante o tiroteio. No local estava acontecendo um concerto da banda americana “Eagles of Death Metal”

O número de reféns, segundo a BBC, ronda as 100 pessoas.

Pelas 23h20, hora portuguesa, ouviram-se explosões vindas de dentro da sala de espetáculo.

Um dos primeiros locais atacados foi o restaurante Petit Cambodja. Disparos de metralhadora a partir de um carro em direção à porta de entrada e à varanda do estabelecimento. Há vários mortos, as imagens mostram corpos de vítimas cobertos por panos brancos. São pelo menos três.

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 14 novembro, 2015 at 8:22 #

Caro VHS

A barbárie parece não ter fim.

Nojo é o que sinto, o asco é a única reação possível.

Assim, trago como exemplo, das tolices que são cometidas em nome de um pretensa “compreensão” dos fatos, o incidente havido entre este poeta distraído e Guga Chacra, o menino da Globo News.

Guga escreveu ao fim de seus posts sobre o “contexto” que envolve os atentados : “estou muito triste com o acontecido”

Eu repliquei:

-Tristeza, Caro Guga, no caso é conforto! Enojado é como estou!

-Não há contexto histórico, é só selvageria, barbárie, nada mais. Contextos são criados para fugirmos da dor.

-Menos exercício acadêmico e mais sensibilidade. É o que se espera. Humildade intelectual também.

-Enoje-se! Será um bom começo!

A reação do jovem jornalista?

Bloqueou meu twitter.

É o que chamo de alergia ao contraditório.

Mas…continuo enojado!


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