Elza Soares brilha no álbum Tributo a Clara Nunes – Um Ser de Luz

Maravilha!!!

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)


Aeroporto de Salvador:Um desastre em quase
todos os itens.Desvalorizando para privatizar?

DO PORTAL DE NOTÍCIAS iBAHIA

Uma pesquisa da Secretaria de Aviação Civil, divulgada esta semana, mostrou que na avaliação dos passageiros, o aeroporto internacional de Salvador, Deputado Luís Eduardo Magalhães, é o segundo pior do país, à frente apenas do Marechal Rondon, de Cuiabá. O terminal da capital baiana recebeu nota média de 3,73, enquanto o mato-grossense recebeu nota 3,28.

Os entrevistados consideraram ruins ou muitos ruins os serviços de internet sem fio (wi-fi) disponíveis nos 15 aeroportos. Segundo a pesquisa, apenas o aeroporto de Campinas dispõe de tomadas elétricas em número suficiente para atender aos passageiros. Nos demais terminais, segundo os usuários, há deficiência na oferta dessas tomadas. A pesquisa ouviu 13 mil passageiros de junho a setembro.

O melhor aeroporto do país, segundo avaliação dos passageiros, é o de Curitiba (PR), que atingiu nota de 4,51, e foi o primeiro aeroporto a superar a marca de 4,5. Em seguida está o de Guarulhos (SP), que teve a maior expansão na percepção positiva dos passageiros. Com crescimento de 27%, a nota chegou a 4,41. E, em terceiro, está o de Recife (PE), com nota 4,39.

De acordo com o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, o resultado da pesquisa mostra que, em uma escala de 1 a 5, os passageiros deram notas entre 4 e 5 aos 15 aeroportos que movimentam mais de 80% da população.

nov
12


Robson Braga, Meirelles e Levy, no encontro da CNI.
/ J. P. Lacerda (CNI)

DO EL PAIS

Afonso Benites

De Brasília

Um evento de industriais planejado há quase um ano acabou, sem querer, servindo de cenário para uma exibição conjunta entre o atual ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e o principal nome nas bolsas de apostas para substituí-lo no ano que vem, o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles. Ambos almoçaram juntos e proferiram palestras, um após o outro, durante o Encontro Nacional da Indústria, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.

Questionado se recebeu o convite para substituir seu amigo Levy, Meirelles negou, dizendo que não trabalha com hipóteses. “Tenho uma postura há muito tempo na minha vida que não trabalho, nem penso e nem falo sobre hipóteses porque é perda de tempo. Trabalho com questões concretas e definitivas.” Mesmo todos os lados negando, a simples notícia de uma eventual troca no comando do ministério que tem a chave do cofre da União animaram a Bolsa de Valores, que operou em alta nesta quarta-feira.
Estilos e habilidade política

Se ocorrer a substituição, o que se notará é uma troca de estilos dentro do Governo, e não de diretriz geral sobre os ajustes nas contas. A mais clara é a base de apoio de cada um. Levy atualmente só tem suporte de uma ala do PMDB comandada pelo vice-presidente Michel Temer. Meirelles, que já foi filiado ao PSDB, PMDB e PSD teria, segundo interlocutores da gestão Rousseff, mais condições de buscar alicerces na classe política e entre o meio empresarial. No evento da CNI dezenas de representantes de federações de indústrias o elogiaram.

Como se vê mais uma vez na berlinda, Levy retomou os contatos políticos. Na noite de terça-feira, ele se reuniu com senadores do PMDB e da base aliada na casa do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) para ouvir as críticas à sua gestão. Foram quase duas horas de reclamações e, quando pediu para que os senadores do PT o ajudassem a defender a necessidade de aprovação das medidas do ajuste fiscal, obteve pouco apoio.

Ainda assim, na quarta-feira, Levy emitiu uma nota de agradecimento aos senadores e reforçou que sua política econômica depende da aprovação do pacote fiscal. “A política econômica que queremos conduzir entende que o Brasil tem que apresentar opções para a moderação da carga tributária, sem prejuízo do equilíbrio fiscal e respeitando os objetivos de proteção social e estímulo ao trabalho e ao investimento. Esse é o novo contrato social em gestação no Brasil”, diz trecho do documento.

O ponto que estaria emperrando a troca de Levy por Meirelles é a confiança da presidenta no ex-presidente do Banco Central e em uma das exigências que ele teria feito: a de assumir a pasta com autonomia para trocar todos os cargos de confiança e o de ter um aliado seu também no Ministério do Planejamento. Rousseff não está disposta a demitir o atual chefe do pasta, Nelson Barbosa.

Apesar de Levy dizer que concorda com tudo o que Meirelles diz, as falas de ambos marcaram algumas distinções entre eles. Sinalizando que uma das prioridades do Governo é recriar a CPMF (o imposto sobre movimentações bancárias), Levy disse que o país já esgotou todos os instrumentos mais fáceis para a reequilibrar as contas públicas. Por isso, neste momento, seria necessário criar novas taxas. Disse ainda que a presidenta tem pagado o preço político pelo realinhamento da economia. Meirelles, por sua vez e numa posição mais confortável, ainda fora da cadeira, disse que apesar de o Brasil estar mais forte do que há 20 anos, o país ainda tem um “nível de tributação elevado” e que o ideal era cortar despesas públicas.

BOM DIA!!!

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

OPINIÃO

Zumbi e surrealismo comandam a vida na Câmara

Com seu paletó mal-ajambrado, mão no bolso, Eduardo Cunha circula como um fantasma na Câmara dos Deputados, acompanhado por um séquito que, mais dia menos dia, não estará mais em sua escolta.

O rosto pálido e o ar cada vez menos arrogante, caminhando mesmo para uma humildade obtida a fórceps, ele está para bater o recorde nacional de permanência insustentável num cargo público.

E mesmo diante dessas cenas que diariamente se repetem na cara do grande público, a reação dos principais envolvidos no “momento histórico” não é das mais convincentes.

A oposição reuniu seus líderes para, a contragosto, dizer que Cunha e suas contas e explicações são “um desastre”, abrindo mão, parece que definitivamente, dessa reserva moral para acatar algum das centenas de pedidos de impeachment da presidente Dilma.

O surrealismo se completa nas manifestações vindas do outro principal interessado, o PT, que num tema de tanta relevância – a decisão do Conselho de Ética sobre a quebra do decoro pelo deputado – “liberou” seus parlamentares para votarem “de acordo com sua consciência”.

Em outras palavras, o partido da presidente da República não quer o afastamento de seu maior detrator e luta para manter na cadeira aquele que, imagina-se, é quem mais deseja vê-la fora do poder.

nov
12
Posted on 12-11-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 12-11-2015


Mário, na Tribuna de Minas (MG)


Claudio Leal: em nome do pai e do tio, autores falecidos,
jornalista agradece no lançamento do livro.

Amantes do cinema, agitadores e agentes culturais, somados a dezenas de servidores do Centro Administrativo da Bahia, participaram, na tarde da última segunda-feira, 9, no Salão Nestor Duarte, da Assembleia Legislativa da Bahia, a reedição do livro “Um cinema chamado saudade”, dos pesquisadores Geraldo Leal e Luís Leal Filho. O crítico de cinema e professor da UFBa, André Setaro, que concluiu o prefácio do livro poucos meses antes de seu falecimento, escreveu que o trabalho é mais do que um simples inventário das salas de exibição cinematográficas que existiram numa Salvador ainda não uniformizada pelos complexos de salas atuais existentes nos shoppings centers.

Para Setaro, “Um cinema chamado saudade” é um registro surpreendente da proliferação de casas de espetáculos em vários pontos da velha província “Cada bairro tinha o seu cinema. Para os cinéfilos mais antigos, a leitura do livro proporciona uma espécie de viagem numa máquina do tempo”, afirmou. Marcelo Nilo, presidente da Assembleia Legislativa, lembrou que o livro é o 157º lançamento da sua gestão na presidência do Legislativo baiano.

Agradeceu à família dos pesquisadores e afirmou que sente grande satisfação em possibilitar “às novas gerações o contato com esta realidade saudosa dos cinemas de outrora. Lembro da primeira vez que fui ao cinema assistir a um filme, no famoso Cine Jandaia”, disse o presidente. O presidente afirmou que o resgate histórico, que muitas vezes provoca a sensação de saudade, é a essência do programa Assembleia Cultural, “uma poderosa ferramenta de fomento e preservação da nossa cultura, num momento em que os traços do que já foi conhecido como baianidade estão sendo diluídos pela chamada indústria cultural. É dever do parlamento moderno incentivar a leitura, preservar vultos e obras ilustres, além de apoiar novos talentos das letras”, afirmou Nilo.

O jornalista Claudio Leal agradeceu, em nome da família, à Assembleia Legislativa pela reedição do livro; e também o trabalho de editoria que está resgatando importantes obras que contam a história da Bahia. “Esse relançamento se torna ainda mais importante quando está em discussão a restauração do Cine Jandaia. A cidade está pedindo o restauro de um dos seus mais importantes espaços culturais”, afirmou Leal.

NOSTALGIA – “Um cinema chamado Saudade” é a reedição de uma obra escrita após minucioso trabalho de Luís Leal Filho, somada às memórias do seu tio, Geraldo Leal, que proporcionam ao leitor um agradável passeio pela linha do tempo da sétima arte, um resgate do cenário cinematográfico da Salvador de tempos passados, quando havia salas de projeção nos bairros, os chamados Cinemas de Rua, a vedete da época. Os autores agraciam os amantes da arte, tanto os que tiveram a oportunidade de vivenciar o período, quanto aqueles que não tiveram e, a partir dos detalhes descritos, conseguem viajar na máquina do tempo literária construída por Geraldo Leal e Luís Leal Filho, ambos falecidos, irmão e filho do ex-deputado Luís Leal, também falecido recentemente. “Um cinema chamado saudade” traz descrições criteriosas e fidedignas de cada sala, com destaque para as particularidades decorativas, a perspectiva da tela em relação às cadeiras, aspectos pitorescos e curiosos, como a grandiosidade do Cine Teatro Jandaia.

Com arquitetura clássica e requintada e intitulado por muitos como “palácio”, o Jandaia foi a casa de espetáculos mais famosa do Nordeste na década de 1940. Por ser uma obra construída com base em pesquisas e memórias, ficou a cargo de Luís Leal Filho, precocemente falecido, unir os fotogramas das vivências do seu tio Geraldo Leal às informações que livros, filmes, jornais e revistas.

O resultado pode ser traduzido através das palavras do jornalista João Carlos Teixeira Gomes, o Joca: “É o resgate profundo de uma época desaparecida, que retorna à vida pelo sortilégio da palavra, prolongando no verbo a magia da imagem morte”. O Jandaia pertencia a sua família.

(Com a colaboração da jornalista Maria Olívia Soares)

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