DO PORTAL TERRA BRASIL

A companhia Shuanghui, o maior frigorífico de carne de suína do mundo, nomeou como “desumano” o polêmico relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera cancerígenos os produtos processados do porco, como o presunto, as salsichas e o bacon, destacou nesta quarta-feira (28) o jornal oficial China Daily .

“O relatório propõe como algo para o bem da saúde humana, mas, na realidade, é desumano”, assinalou o subdiretor de marketing da companhia chinesa, Liu Jintao, que acrescentou: “o processamento de carne faz parte da civilização e não deve ser destruído ao receber o rótulo de ‘cancerígeno'”.

Para Liu, o documento elaborado pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc, sigla em inglês), um órgão que faz parte da OMS, é “profundamente lamentável”. A recomendação da OMS também não foi bem recebida na cidade chinesa de Jinhua, na província de Zhejiang, localizada no leste do país e famosa por seus presuntos.

“A advertência da Iarc deve ser levada apenas como um conselho para conscientizar às pessoas que devem se preocupar com a nutrição”, comentou sobre o assunto o presidente da associação de produtores de presunto da cidade, Ma Xiaozhong, que defendeu a salubridade do processo de cura de seus produtos.

No processo tradicional, usa-se apenas sal para fazer a cura, ressaltou Ma, mas admitiu que, nos últimos tempos, os nitritos (um dos elementos considerados cancerígenos pelo estudo da OMS) também vêm sendo utilizados para melhorar a qualidade e prevenir a oxidação.

Dá-lhe , Pagodinho!!!

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

Do blog Bastidores FC/G1

O ex-presidente da CBF José Maria Marin concordou nesta quarta-feira,28, com sua extradição para os Estados Unidos. Preso desde o dia 27 de maio em Zurique, na Suíça, a informação foi confirmada em comunicado da Justiça Federal do país (FOJ, na sigla em inglês). As autoridades suíças informam que já aprovaram a extradição em processo simplificado, e ressaltam que, por motivos de segurança e privacidade, não darão qualquer informação sobre local e horário da entrega de Marin para as autoridades americanas. O pedido oficial de extradição foi emitido pelos Estados Unidos no dia 1 de julho.

Ao blog, a defesa de Marin afirmou que o brasileiro “quer colaborar com a Justiça e provar a sua inocência nos Estados Unidos”. A mudança de atitude de Marin se deu para reduzir o seu tempo de prisão em Zurique. A estimativa da defesa é de que sua permanência na prisão suíça seria de mais “quatro ou cinco meses” se seguisse apelando contra a extradição. A idade avançada e o estado de saúde do dirigente pesaram na decisão.

Marin foi preso dois dias antes da última eleição presidencial da Fifa com outros seis dirigentes ligados à entidade. Era o único que ainda não tinha uma posição da FOJ divulgada. Além dele, somente Jeffrey Webb, ex-presidente da Concacaf e vice-presidente da Fifa, havia aceitado a extradição. A Suíça entregou Webb para os Estados Unidos no dia 15 de julho. Em solo americano, ele fez um acordo de US$ 10 milhões (cerca de R$ 40 milhões) para responder à primeira fase do processo em liberdade, mas sob supervisão constante do FBI. Para garantir o valor, entregou carros, relógios, propriedades da família e até joias da esposa. O brasileiro pode tentar acordo semelhante, que também foi obtido por Alejando Burzaco, da Torneos y Competencias – mas o argentino pagou o dobro de Webb, US$ 20 milhões (cerca de R$ 80 milhões). Marin possui um apartamento em Nova York, onde se desenrola o processo.

O comunicado da FOJ informa que Marin é acusado de receber propinas milionárias de empresas de marketing esportivo em conexão com a venda de direitos para as Copas América de 2015, 2016, 2019 e 2023, e pela Copa do Brasil entre 2013 e 2022. Ele supostamente dividiu essas propinas com outros dirigentes. O texto da FOJ diz ainda que suas ações teriam resultado em fundos sendo desviados de duas confederações continentais da Fifa, bem como da CBF.

Inicialmente, o brasileiro se opôs à extradição, mas acabou concordando em uma audiência nesta quarta-feira. A FOJ não analisou o mérito das acusações contra Marin, somente se seriam também passíveis de punição pela lei suíça. Cinco dirigentes presos no dia 27 de maio continuam a contestar o pedido de extradição. Todos anunciaram que apelarão contra a decisão. A corte suíça confirma já ter recebido os recursos de Eugenio Figueiredo e Rafael Esquivel.

* Martin Fernandez e Vicente Seda

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DEU NO JORNAL ZERO HORA (RS)

A presidente Dilma Roussef participou nesta noite de terça-feira da comemoração do aniversário de 70 anos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A festa ocorreu em uma casa vizinha ao Instituto Lula, no bairro do Ipiranga, na capital paulista. Ela chegou às 20h, acompanhada pelo ministro da Casa Civil, Jaques Wagner.

O presidente do Partido dos Trabalhadores de São Paulo, Emídio de Souza, que esteve no Instituto mais cedo para parabenizar o ex-presidente, deixou o local às 17h30min. Segundo ele, Lula estava muito feliz.

Presidente nacional do PT, Rui Falcão chegou ao local da comemoração às 17h45min, mas não falou com a imprensa. A mulher do ex-presidente, Marisa Letícia, a filha Lurian, além de Marco Aurelio Garcia, Paulo Fiorilo e o prefeito Fernando Haddad também participam das comemorações.

(*Agência Brasil)


DO EL PAIS

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pela operação Lava Jato, tem se acostumado a reações públicas efusivas de apoio nos eventos aos que comparece. Não foi diferente durante um debate promovido pela revista britânica The Economist, realizado nesta terça-feira em São Paulo. Aplaudido de pé por uma plateia de empresários, o magistrado frisou que o combate à corrupção é uma responsabilidade de todos e brincou ao contar que aceita convites a eventos do gênero para passar um recado: “não paguem propina”.

Moro destacou que a opinião pública tem desempenhado um papel importante em todo o processo ao se posicionar a favor dos trabalhos que têm sido feitos. “Em processos envolvendo poderosos, a opinião pública é fundamental.” O juiz defendeu, no entanto, que a sociedade cobre atitudes da classe política e disse esperar que o caso ajude a fortalecer as instituições. “Temos que fortalecer as instituições, fazer com que esses casos tenham tratamento mais ordinário. Assim o risco Berlusconi será reduzido”, afirmou, em referência ao ex-premiê italiano que, embora condenado, continua livre.

Segundo ele, a decisão do Supremo Tribunal Federal de fatiar o processo da operação, descentralizando o processo que hoje é conduzido por ele a partir de Curitiba, “não afeta o desenvolvimento” da parte do caso que continua sob sua jurisdição. O magistrado disse, ainda, que é difícil prever o que vai acontecer no futuro e que a investigação se tornou muito maior do que ele esperava. Contudo, lembrou que as instituições estão funcionando. “Não se varreu nenhum desses casos criminais para debaixo do tapete”, disse.

Questionado sobre um possível abuso no uso do método de delação premiada com a finalidade de “pescar” acusados, Moro ironizou: “Olha, tem vindo bastante peixe”, arrancando aplausos e risos da plateia. O juiz rebateu também à critica recorrente de criminalistas que o acusam de exagerar nos pedidos de prisão preventiva na Lava Jato, como por exemplo, no caso do presidente da maior empreiteira do país, Marcelo Bahia Odebrecht. “Acho que existe exagero na crítica. Dez pessoas sem julgamento seria um atentado contra o Direito?”

Durante o debate, ele afirmou ainda que investigações como a da Operação Lava Jato já não são exceções e elogiou a atuação de uma juíza federal, sem dar nomes. Ao final do evento, questionado por jornalistas se a menção era dirigida à promotora Célia Regina Ody Bernardes, que decretou buscas nas empresas do filho de Lula, ele disse que sim.

Muito elogiado pelos empresários no evento, Moro afirmou não ter nenhuma pretensão política. “Não está no meu horizonte. Seria problemático, porque meu trabalho seria questionado ao ingressar na vida partidária. Falo muito francamente”, afirmou. Novamente questionado por jornalistas sobre a possibilidade, ele foi direto: “Sem chance”.

BOM DIA!!!


Rui Costa:em evento sobre calçadas na capital
governador faz críticas a TCU por poda do FIOL

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Fiol: a opção entre perda e prejuízo

Lamentavelmente, para a economia baiana, o governador Rui Costa só pode mesmo espernear com a recomendação do Tribunal de Contas da União de reduzir a Ferrovia de Integração Oeste-Leste, priorizando-se a conclusão do trecho entre Caetité e o Porto de Ilhéus – Ilhéus, não o sonhado Porto Sul.

Trata-se de obra que já deu o que tinha que dar em matéria eleitoral, enfrentou todos os tipos de obstáculo – das licenças ambientais ao dinheiro puro e simples – e não é certo que tenha ultrapassado os 10% do cronograma original. Simultaneamente, contribuiu, nos últimos anos, para o caixa de agências de publicidade e veículos de comunicação.

O TCU, imagina-se, fez uma leitura técnica da questão, e aliás não é de hoje que aponta irregularidades no andamento da Fiol. Agora, concluiu que a Valec, empresa estatal encarregada, comprou trilhos e outros materiais sem observar o cronograma, o que equivale a dizer que jogou dinheiro fora.

Para o governador, no entanto, o trabalho dos auditores e ministros não passa de “burocracia”, que “ninguém aguenta mais”. Sem falar no fato de que a ferrovia arrasta-se por longos anos em governos de seu partido, Rui precisaria explicar, na quadra atual da política brasileira, se ele prefere que os gastos públicos sejam feitos sem nenhum controle.

Vista cansada

O governador Rui Costa diz confiar, para destravar a Fiol, em anterior compromisso do presidente do TCU, Aroldo Cedraz, que parece incapaz administrativamente, pois não percebeu que a empresa de seu filho, o advogado Tiago Cedraz, atuou em pra lá de cem processos no tribunal que preside.

out
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Posted on 28-10-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 28-10-2015


Iotti, no jornal Zero Hora (RS)

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

A juíza estudiosa de Foucault

A juíza Célia Regina Ody Bernardes, que autorizou a busca e apreensão no escritório de Lulalinhazinho, é autora do livro “Racismo de Estado — Uma Reflexão a partir da Razão Governamental de Michel Foucault”.

Ou seja, o PT pode espernear, dizendo que o desdobramento da Operação Zelotes se trata de uma armação odiosa das elites contra Lula e seus herdeiros, mas a juíza Célia Regina Ody Bernardes, que vem cumprindo exemplarmente a sua função, está longe de ser filiada a um pensamento de direita. Pelo contrário, como demonstra a sua admiração por Michel Foucault.

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