Deu bo Blog do Camarotti (G1- GLOBO NEWS)

Planalto monta estratégia para esvaziar discussão sobre impeachment

Em reunião na manhã desta quarta-feira (21) com integrantes da coordenação política do governo, a presidente Dilma Rousseff começou a montar uma estratégia para sair da agenda do impeachment.

Seguindo uma orientação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ordem agora é evitar repercutir movimentos da oposição, que nesta quarta-feira protocolou na Câmara um novo pedido de impeachment.

“Essa não é a agenda do governo. Essa é uma agenda que a oposição quer colocar. O país quer respostas para questões concretas, como a reação da economia”, disse ao Blog um auxiliar da presidente.

Dentro dessa estratégia, a articulação política do governo vai aproveitar para honrar os compromissos de cargos e emendas para aliados.

O Planalto avalia que, em relação à tramitação do pedido de impeachment, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), vai ficar jogando entre governo e oposição, a fim de sair do foco do noticiário da Operação Lava Jato.

Enquanto não houver uma decisão concreta de Cunha, o governo evitará alimentar as discussões sobre impeachment e trabalhará pela aprovação no Congresso de propostas para reativar a economia.

BEBETO CASTILHO TAMBA ETERNO, A VOZ DE UM MÚSICO EXTRAORDINÁRIO, EM “AMENDOEIRA”

BOA TARDE!!!

(Gilson Nogueira)

BOM DIA!!!


Juazeiro(Ba)-Petrolina(Pe):cidades florescentes

DEU NO UOL/ FOLHA DE S. PAULO

Em meio à perda de 573 mil vagas de trabalho no país em 2015, cidades pelo interior do país vão na contramão da crise e registram saldo de vagas com carteira assinada neste ano.

Com base nos dados do Ministério do Trabalho e Emprego, o UOL encontrou as ilhas do emprego no Brasil. Das 30 maiores geradoras, 29 são cidades do interior do país –apenas Goiânia (GO) foge à regra. Nove estão no Estado de São Paulo.

Juntas, as 30 cidades geraram 63 mil novas vagas e vivem um momento à parte na economia. A atividade que mais se destacou entre esses municípios foi a agropecuária (dominante em 12 cidades). Em seguida, vêm indústria (oito cidades), serviços (cinco), construção civil (quatro) e administração pública (uma cidade).

Foram consideradas apenas as cidades com mais de 30 mil habitantes para fazer esse ranking.

O número de empregos gerados é o saldo, ou seja, o total de contratações menos o de demissões no período. Por exemplo, se em uma cidade foram contratadas 20 mil pessoas, mas outras 15 mil perderam seus empregos, o saldo é de 5.000, que é o número de vagas geradas (20.000 – 15.000 = 5.000).

Veja as 30 cidades que mais geraram empregos neste ano (até agosto):

Franca (SP) – 5.026
Juazeiro (BA) – 4.268
Pontal (SP) – 4.211
Bebedouro (SP) – 3.569
Cristalina (GO) – 3.511
Petrolina (PE) – 3.141
Matão (SP) – 2.888
Arapiraca (AL) – 2.829
Goianesia (GO) – 2.312
Nova Serrana (MG) – 2.168
São Gotardo (MG) – 2.006
Casa Nova (BA) – 1.966
São Gonçalo do Amarante (CE) – 1.849
Santa Cruz do Sul (RS) – 1.797
São José do Rio Pardo (SP) – 1.776
Goiânia – 1.627
Pitangueiras (SP) – 1.619
Patrocínio (MG) – 1.578
Vargem Grande Paulista (SP) – 1.495
Três Pontas (MG) – 1.456
São Lourenço da Serra (SP) – 1.389
Iturama (MG) – 1.280
Vargem Grande do Sul (SP) – 1.244
Inhumas (GO) – 1.216
Caucaia (CE) – 1.179
União (PI) – 1.163
Medianeira (PR) – 1.139
Machado (MG) – 1.138
Campo Verde (MT) – 1.110
Araucaria (PR) – 1.088

Franca (SP) gerou mais empregos

A cidade campeã na geração de empregos neste ano é Franca (400 km a norte de São Paulo). Conhecida como polo calçadista, gerou 5.026 vagas nos oito primeiros meses, sendo 4.311 na indústria de calçados.

Segundo o professor de economia Hélio Braga Filho, do Centro Universitário Uni Facef, de Franca, o bom resultado da cidade pode ser explicado por dois fatores: a sazonalidade e a recuperação econômica das indústrias depois do mau resultado registrado em 2014.

No ano passado, foram fechadas 2.371 vagas na indústria. “O setor calçadista começa a demitir em novembro, em um processo que dura até o fim de dezembro”, disse.
Alta do dólar ajuda

O economista Antonio Vicente Golfeto diz que outro fator positivo é a alta do dólar. “Boa parte da produção de calçados de Franca é exportada e, para quem exporta, o dólar alto sempre é um bom negócio”, disse. “Isso também ajuda no desempenho do setor de cítrus [como laranja] e da cana, embora com peso menor”, completou.

O presidente do Sindifranca (Sindicato da Indústria de Calçados de Franca), José Carlos Brigagão do Couto, prevê tempos difíceis para o setor, mesmo com a geração de vagas em 2015. “Para ilustrar a gravidade da situação, em outubro de 2013 tínhamos 30.381 funcionários e, em junho, tínhamos 25.162, portanto, um saldo negativo de 5.219 vagas”, disse.
Agronegócio em São Paulo

Não é só em Franca que o agronegócio gera riquezas. Em outros pontos do interior paulista, o setor também é o maior vetor da geração de empregos. É o caso de Bebedouro e Matão -quarta e sétima maiores geradoras de emprego no ano. Ambas concentram grandes áreas produtoras de cítrus e cana-de-açúcar.

São José do Rio Pardo, com 1.776 vagas, e Vargem Grande do Sul, com 1.244 vagas, aparecem com destaque no cultivo de cebolas e batatas.

Nordeste em alta

Outra parte da lista de cidades com geração de empregos está no interior do Nordeste. A segunda colocada na lista nacional é Juazeiro (BA), com 4.268. A prefeitura informou que o emprego tem relação direta com o número de obras na cidade e com investimentos privados.

Na divisa com Juazeiro, a cidade de Petrolina, do outro lado do rio São Francisco, mas já em Pernambuco, gerou 3.141 vagas neste ano e se destacou com a produção de frutas, especialmente uvas.

A cidade que gerou mais emprego na área de serviços no país foi Arapiraca, no agreste de Alagoas. Na cidade, que teve saldo positivo de 2.829 vagas, somente a instalação de uma empresa de SAC (serviço de atendimento ao consumidor) abriu 1.200 postos de emprego.

Além disso, o shopping da cidade, inaugurado em setembro de 2013, expandiu-se e também contratou.

Na lista das nordestinas, outro destaque foi São Gonçalo Amarante (CE), onde fica o complexo portuário de Pecém. Lá foram 1.849 vagas. Apesar da desaceleração de obras por todo o país, a construção civil conseguiu impulsionar a geração de empregos no município e foi o setor que mais gerou vagas.

DO EL PAIS

Vencedor de uma disputa contra um aliado de Eduardo Cunha para a presidência do Conselho de Ética, o deputado José Carlos Araújo (PSD-BA) quer celeridade na análise do caso envolvendo o presidente da Câmara dos Deputados por quebra de decoro parlamentar.

Pergunta. Como funciona a escolha do relator do caso do deputado Eduardo Cunha?

Resposta. É feito um sorteio para definir três nomes. Desses três, o presidente do Conselho escolhe um. Não pode ser relator os membros do partido do investigado (PMDB) e os do mesmo Estado dele (RJ). Agora, todos os 21 titulares podem participar do julgamento.

P. Mas há uma discussão de que o impedimento sobre o relator seria com relação ao bloco partidário, não só o partido.

R. O regimento prevê que é apenas o partido, se fosse bloco, seria um número muito grande de pessoas que não poderiam participar. Além disso, o bloco do PMDB acabou de ser desfeito. Foi feito um outro bloco [antes era formado pelo PMDB e outros 13 partidos, agora é só o PMDB mais o PEN]. Qual valeria, o primeiro ou o segundo bloco? Por isso, o regimento prevê o partido, não fala em bloco.

P. Dentro do Conselho de Ética, pela sua percepção, há mais pessoas favoráveis ao Eduardo Cunha ou contrárias a ele?

R. Não perguntei e não pergunto. Nenhum membro do Conselho de Ética me disse e nem vou atrás de saber. Só saberemos quando forem julgar o relatório.

P. É possível que esse julgamento seja imparcial?

R. Da minha parte, sim. Mas aí depende da consciência de cada membro do conselho também. A minha, eu vou julgar de acordo com as provas que se apresentarem. Agora, eu não posso estar na consciência de cada um.

P. O senhor tem direito a voto?

R. Eu tenho o voto de minerva, mas nada impede que eu vote, se eu quiser. Não está escrito em nenhum lugar que eu não posso votar.

P. Há alguma manobra por trás dessa interpretação distinta sobre o número de sessões para levar o caso ao Conselho?

R. Eu entendo de uma maneira, a Mesa de outra. Não posso saber como ela está pensando. No meu entendimento, se há uma resolução que mudou o prazo para todas as comissões da Casa, por qual razão não mudaria dentro do Conselho de Ética? Se eu estivesse presidindo essa questão, entenderia que deveriam ser contados três sessões, independentemente se ordinárias ou extraordinárias. Mas a Mesa entende diferente e eu vou discutir.

P. O senhor estima um prazo para o fim desse julgamento?

R. Já está difícil começar. Mas determinei que ele seja encerrado em 90 dias para depois que começar. Espero que conclua antes do fim do ano.

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Não era bem assim

O Banco Central acaba de reavaliar suas estimativas. Antes entendia que a inflação “convergiria para o centro da meta” (4,5%) no final de 2016, ou seja, daqui a até um ano de dois meses.

A previsão agora indica que essa máxima glória da economia será atingida “em 2017”, o que deixa dúvida quanto ao mês, porque certamente janeiro não seria.

Impressiona é que diretores e técnicos dos mais altos galardões, regiamente pagos, vivam, embora em geral não sejam capazes de enxergar um palmo adiante do nariz, fazendo cálculos precisos tão antecipados num campo sujeito a incontáveis variáveis.

out
21
Posted on 21-10-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 21-10-2015


Sid, no portal de humor gráfico A Charge Online

DEU NO CORREIO DA BAHIA

A jornalista Christiane Pelajo rompeu o silêncio e decidiu se pronunciar sobre a sua saída do ‘Jornal da Globo’, após dez anos à frente da atração. “A nota divulgada pela Globo é a expressão da verdade”, confirmou ela, em entrevista ao colunista Flávio Ricco, do ‘Uol’.

Christiane aproveitou para negar os rumores de que teria somente sido afastada da bancada do jornal. “O que tem saído em contrário ao texto do comunicado oficial não tem base na realidade”. O comunicado ao qual a jornalista se refere foi divulgado por Ali Kamel, diretor de jornalismo e esporte da Globo, onde informou que ela deixou a atração por razões pessoais.

Nas redes sociais, Christiane já chegou a postar uma foto onde aparece curtindo a noite acompanhada de alguns amigos. Ao legendar a publicação, a jornalista fez uma brincadeira associando sua saída do ‘JG’. “Meu primeiro happy em 10 anos!!!”, escreveu ela.

“Depois de dez anos na bancada do Jornal da Globo, ao lado de William Waack, Christiane Pelajo vinha solicitando mudança de horário por razões pessoais e compreensíveis. Combinamos que isso aconteceria quando surgisse um novo projeto. Esse novo projeto surgiu. Ontem [14], conversamos, e decidimos que ela se dedicará desde já a ele, que será anunciado em breve. Por esse motivo, deixa desde já a bancada do JG. Antes, porém, Chris terminará uma série do JG a que está dedicada há alguns meses.

Nesses dez anos, Chris demonstrou todo o seu talento dividindo a bancada com Waack: fez grandes coberturas nacionais e internacionais, séries de reportagem de fôlego e ajudou o JG a ter a reputação que tem. No novo projeto, terá certamente o mesmo desempenho. A partir de hoje, William Waack passa a ser o único condutor do Jornal da Globo, e fará, graças ao seu brilhantismo e capacidade de análise, o telejornal cumprir ainda mais profundamente a sua missão: contextualizar e explicar as notícias do dia, situando o leitor diante delas, sem deixar de dar todos os acontecimentos da noite.

Juntamente com Jorge Sacramento e toda a equipe, ajudará a implementar mudanças de formato, linguagem e conteúdo, com o mesmo objetivo que citei há pouco. Tudo será feito de forma paulatina e sutil. Por isso, não se pode falar num novo JG e, consequentemente, não haverá sequer data de estreia. Waack é o profissional talhado para um noticioso como o JG. Brilhará, como brilhou até aqui. A todos boa sorte”

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