De Regina, no Facebook:

Hugo querido, para você tudo de bom e melhor nessa vida!!! SALUD!!!

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Grato, mana. De coração.

(Hugo)

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19


Marcelo Odebrecht na CPI da Petrobres

DO G1/ O GLOBO

O juiz federal Sérgio Moro aceitou nesta segunda-feira (19) mais uma denúncia contra o presidente da holding Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e mais três ex-executivos ligados à empresa. Esta fase da investigação do Ministério Público Federal (MPF) aponta irregularidades em oito contratos firmados pela empreiteira com a estatal.

Moro também aceitou a denúncia contra Pedro José Barusco Filho, ex-gerente de Serviços da Petrobras, e Renato de Souza Duque, ex- diretor de Serviços da estatal.

Eles se tornam réus em mais uma ação penal no âmbito da Operação Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção e desvio de dinheiro na Petrobras.

Além desta ação penal, os executivos da Odebrecht também são réus em outro processo da Lava Jato.

Com exceção de Barusco, todos estão presos desde junho deste ano, quando foi deflagrada a 14ª fase da operação.

O MPF denunciou o grupo na sexta-feira (16). Eles foram acusados de irregularidades em contratos entre a Odebrecht e a Petrobras. Conforme o órgão, as propinas envolvidas nos contratos chegam a R$ 137 milhões.

O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Odebrecht e aguarda um retorno.

“A prova material do fluxo de contas controladas pela Odebrecht a dirigentes da Petrobras é um elemento probatório muito significativo”, diz trecho da decisão desta segunda-feira.

Veja a lista de denunciados e os crimes
– Marcelo Odebrecht: corrupção ativa
– Márcio Faria: corrupção ativa
– Rogério Araújo: corrupção ativa
– César Rocha: corrupção ativa
– Pedro Barusco: corrupção passiva
– Renato Duque: corrupção passiva

De acordo com as investigações, Marcelo Odebrecht, na condição de presidente, orientava a atuação dos demais no esquema de corrupção.

Rogério Araújo estaria envolvido como representante da empresa nos contatos com a Petrobras e seria o responsável direto pelo pagamento das propinas.

Márcio Faria da Silva seria o representante da Odebrecht no cartel das empreiteiras e também estaria envolvido diretamente na negociação e pagamento das propinas.

No despacho é citado ainda que Cesar Rocha estaria envolvido diretamente na forma de repasse dos valores utilizados para pagamento das propinas.

Conforme apresentado pela denúncia do MPF, os contratos que são alvo da ação estão relacionados aos projetos de terraplenagem no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e na Refinaria Abreu de Lima (RNEST); à Unidade de Processamento de Condensado de Gás Natural (UPCGN II e III) do Terminal de Cabiunas (Tecab); à Tocha e Gasoduto de Cabiunas; e às plataformas P-59; P-60, na Bahia.

Os pagamentos das propinas ocorreram entre dezembro de 2006 a junho de 2014, principalmente, em espécie e depósitos no exterior. Segundo o juiz, existe uma tabela fornecida por Pedro Barusco, que fechou acordo de delação premiada junto ao MPF, que indica pagamento de vantagens indevidas.

“Portanto, há, em cognição sumária, provas documentais significativas da materialidade dos crimes, não sendo possível afirmar que a denúncia sustenta-se apenas na declaração de criminosos colaboradores”, argumentou o juiz.

Moro ainda menciona a possibilidade de haver pagamento de propina a pessoas com foro privilegiado, que não foram inseridas nesta denúncia.

Novas prisões
Ao aceitar a denúncia, Moro ainda decretou nova prisão preventiva para Rogério Santos de Araújo, Márcio Fária da Silva e Marcelo Bahia Odebrecht. Para ele, a saída destes presos da cadeia representa riscos à investigação, à instrução criminal e à aplicação da lei penal.

Por considerar risco à ordem pública e à aplicação da lei penal também foi decretada nova prisão preventiva contra Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras. O MPF havia solicitado outra prisão preventiva contra Cesar Ramos, porém, ele ficou de fora da decisão de Moro.

Isso porque, conforme informado pelo magistrado, ele considerou os fundamentos do Supremo Tribunal Federal na liminar que soltou Alexandrino Salles de Alencar, ex-diretor da Odebrecht na sexta-feira (16).

O ministro Teori Zavascki avaliou que, assim como já ocorreu com outros executivos investigados na Lava Jato, a medida extrema (prisão) não se demonstra indispensável, podendo substituída por medidas alternativas.

Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa
Moro seguiu a posição do MPF e não denunciou o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. Na decisão o juiz cita as “diversas condenações anteriores”, além dos acordos fechados por eles para colaborar com as investigações sobre o esquema de corrupção.

Marcita:

“Vai para você, no dia de seu aniversário, esta singela e significativa canção”, como dizia Gil Braz, na Difusora Marabá, em Juazeiro(Ba) e Petrolina(PE). Dedicada por este também aniversariante da data, cunhado e amigo que muito a estima e admira cada vez mais.

Parabéns, com agradecimentos renovados dos que pensam e fazem o BP.

(Vitor Hugo e Margarida, em nome do Bahia em Pauta)

DO G1/ O GLOBO

A presidente Dilma Rousseff afirmou neste domingo (18) que a volta da CPMF é “crucial para o país voltar a crescer” e para reequilibrar as contas públicas do país. Ela também rebateu as críticas do presidente do PT, Rui Falcão, que defendeu a saída do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e disse que ele continua no cargo.

“O Brasil precisa aprovar a CPMF para que a gente tenha um ano de 2016 estável, do ponto de vista do reequilíbrio de nossas finanças”, afirmou a presidente. “Nós acreditamos que a CPMF é crucial para o país voltar a crescer”, completou depois.

“Estabilizar as contas públicas para quê? Para que o país volte a crescer, para que se perceba que o Brasil tem uma solidez fiscal que vai permitir que nós… Sem a CPMF isso é muito difícil, não vou dizer assim é ‘impossível’. Vou te dizer o seguinte: está no grau de dificuldade máximo. A CPMF é crucial para o país”, disse.
saiba mais

Sobre a permanência de Levy no governo, Dilma disse que a opinião do presidente do PT não era a do governo. Em entrevista publicada na edição deste domingo do jornal “Folha de S. Paulo”, Falcão defendeu que haja uma mudança na política econômica ou a eventual substituição de Levy, caso ele não siga a orientação de Dilma na área. A sexta-feira (16) foi um dia de fortes rumores sobre a permanência dele no cargo, com reflextos até nos mercados.

“Eu acho que o presidente do PT pode ter a opinião que ele quiser. Não é a opinião do governo. Então, a gente respeita a opinião do presidente do PT, até porque ele é o presidente do partido que integra a base aliada, do partido mais importante, mas isso não significa que ela seja a opinião do governo”, disse também a presidente.

Questionada sobre uma reunião com o ministro na última sexta, Dilma negou que uma eventual saída dele do cargo tenha sido discutida. “Não tocou-se nesse assunto. Não tinha nenhuma insatisfação dele, até porque essa entrevista [de Rui Falcão] não tinha ocorrido”, afirmou.
Ele não está saindo do governo. Ponto! A política econômica dele. Se ele fica, é porque nós concordamos com ela”

A presidente também reclamou das especulações sobre a saída de Levy da Fazenda. “Eu não sei como é que sai essas informações. Agora, elas são muito danosas, porque de repente aparece uma informação que não é verdadeira”, disse.

Os rumores ganharam força após críticas públicas, nos últimos dias, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que sustentou que o governo deveria abandonar de forma imediata o ajuste fiscal em implementação pela equipe de Levy.

Em outra parte da entrevista, quando voltou a ser questionada sobre Levy, Dilma reiterou que o ministro não está de saída nem que discutiu o assunto numa reunião na sexta.

“Ele não está saindo do governo. Ponto! Eu não toco mais nesse assunto. Me desculpa, qualquer coisa além disso está ficando especulativo. Me desculpa, especulativo. Vocês não farão especulação a respeito do ministro da Fazenda comigo. Não vão fazer. É essa a minha fala final. A partir de agora, não vou mais responder a respeito do ministro Levy. Isso é fantástico! A política econômica dele. Se ele fica, é porque nós concordamos com ela”, disse.
Eu acho que o presidente do PT pode ter a opinião que ele quiser. Não é a opinião do governo
Dilma Rousseff

Ela afirmou que durante a reunião, foram discutidos “os próximos passos” e a estratégia do governo para aprovar as principais medidas do ajuste fiscal. Além da CPMF, a presidente também destacou a “DRU”, sigla para Desvinculação das Receitas da União, mecanismo que dá ao governo liberdade para usar livremente 20% do que arrecada de parte dos impostos.

Dilma afirmou que um dos fatores que levaram ao atual momento de “dificuldade” na economia foi a “desoneração para além do que era desejável”, em referência à diminuição de tributos para setores da economia em seu primeiro mandato. Ela disse que “ninguém contava” com a desaceleração da China “nessa proporção” e que não havia como prever a diminuição no preço das commodities.

Crise política
Questionada sobre a crise política no país, ela negou que o governo tenha feito qualquer acordo com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e disse que o acordo dele era com a oposição.

Nos últimos dias, segundo o Blog do Camarotti, com o agravamento das denúncias contra ele, Cunha tem ensaiado uma aproximação com o governo para discutir a possibilidade de ter o seu mandato poupado no processo que responderá no colegiado por suposta quebra de decoro parlamentar. Até então, a estratégia do peemedebista era, respaldado pela oposição, pressionar o governo com a abertura de um processo de impeachment.

Ao comentar as provas da existência de contas na Suíça contra Eduardo Cunha, a presidente afirmou que “lamenta que seja um brasileiro”.


Peixe fresco:Mário Castro Neves & Samba S.A, Candomblé (1967)!!!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Sete e sete são quatorze…

Se o PT tem sete candidatos a prefeito de Salvador, tendo feito questão de nominá-los oficialmente, o prefeito ACM Neto, em tese candidato à reeleição, tem sete candidatos a vice-prefeito.

Será um vice – pensam todos os interessados – com destino certo: o exercício do prestigioso cargo durante dois anos, “quando Neto sair para disputar o governo”.

…com mais sete, vinte e dois

No ano da graça de 2015, esses esperançosos não contam com uma hipótese plenamente factível: o prefeito resolver não encarar o governador Rui Costa em 2018 e carregar as baterias para o pleito de 2022.

Vão contando

Estariam dispostos ao “desafio” de administrar Salvador a partir de 2019 Lúcio Vieira Lima, Fábio Mota, Bruno Reis, Sílvio Pinheiro, Guilherme Bellintani, Luiz Carreira e Paulo Câmara.

A oitava

Ah, sim, tem ainda a atual detentora da vice-prefeitura, Célia Sacramento. Mas essa parece ser carta fora do baralho.

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Dilma é Levy, Levy é Dilma

Dilma Rousseff não quer abrir mão de Joaquim Levy por dois motivos: Primeiro, porque ambos pensam a economia do mesmo jeito e acham que a CPMF é o único caminho para reequilibrar as contas públicas. Segundo, porque Levy seria substituído por Henrique Meirelles, por pressão de Lula.

E Meirelles já avisou que quer autonomia absoluta para fazer o que quiser, sem a mínima interferência da petista. Dilma, portanto, seria definitivamente escanteada.

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19
Posted on 19-10-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 19-10-2015


Samuca, no Diário de Pernambuco (Recife)


DO EL PAIS

Dilma se transformou?

ANÁLISE

Juan Arias

Dilma se transformou? Marcou sem dúvida muitos pontos na entrevista coletiva na Suécia na qual fez, talvez, as afirmações mais importantes e taxativas de seu segundo mandato.

É possível alegar que se trata de um escudo contra as tentativas de retirá-la da Presidência; ou de uma estratégia a meio caminho entre o maquiavelismo e as táticas de guerrilha que ela conhece muito bem por tê-las praticado em sua juventude.

Pode também ter sido a confissão de uma inesperada transformação. O certo é que, acossada por todos os lados, com uma popularidade pífia, falou claramente, sem rodeios, algo que não costuma ser seu forte. “Quando digo não, não há outra opção, é não e acabou”, disse aos jornalistas ao afirmar que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, não só continua em seu governo como confiou a ele a política econômica do mesmo. “Se ele continua é porque nós concordamos com essa política”.

Pela primeira vez e com todas as letras, respondendo a uma declaração do presidente do PT, Rui Falcão, que pedia uma mudança da política econômica e indiretamente a saída de Levy, Dilma respondeu, quase como um desafio, que essa não será sua política. “O presidente do PT pode ter a opinião que quiser. Sua opinião não é a do Governo”. E explica que respeita suas opiniões, porque o PT “integra a base aliada” e é o partido mais importante da mesma, mas acrescenta algo de grande importância neste momento em que um de seus pontos fracos é a desagregação da base aliada que a levou ao poder. O fato do PT ser o partido mais importante da coalizão, diz Dilma, “não significa que sua opinião seja a do Governo”. Reivindica assim a força dos outros aliados.

Se o PT e os movimentos sociais até já se manifestaram nas ruas contra a política de ajustes fiscais e contra qualquer aumento de impostos, que é o ponto principal da política econômica defendida por Levy, Dilma foi de novo taxativa: defendeu a volta da odiada CPMF, o imposto sobre as transações bancárias como algo fundamental: “acreditamos que a CPMF é crucial para que o país volte a crescer”, um mantra que até o momento somente Levy havia dito.

Se existe uma notícia que esteve em todos os jornais na semana passada foi o fato de Lula pedir à Presidenta diretamente a saída de Levy do governo. Também aqui, Dilma foi taxativa, dura: “Nunca me pediu nada”. E acrescentou: Quando o Presidente Lula quer alguma coisa não tem o menor constrangimento em fazê-lo”.

Indiretamente, com todos sabendo que tanto Lula como o PT gostariam da saída de Levy, após a defesa sem rodeios sobre ele feita por Dilma, ela disse que Lula não se furta a lhe pedir alguma coisa, mas ela também não tem problemas na hora de lhe dizer não.

E por último, a Presidenta até chegou a fazer na Suécia um mea culpa sobre um dos pontos importantes da fracassada política econômica de seu primeiro mandato, que agora decidiu corrigir. Uma confissão que até sábado ela se negava a fazer. A Presidenta admitiu que um dos fatores que levaram o país a esse momento de crise econômica foi “a diminuição de tributações para setores da economia”, que ela havia concedido generosamente em seu primeiro mandato.

O leitor poderá concluir que, das graves e importantes afirmações feitas por Dilma na Suécia, é possível dizer que ela agora admite que decidiu assumir a responsabilidade de exercer em seu segundo mandato uma política econômica de cunho mais liberal, de ajuste fiscal baseado mais no crescimento do que no consumo, que se parece mais com as propostas feitas pela oposição durante a última campanha eleitoral e que é o verdadeiro programa do banqueiro Levy.

É possível.

Dilma se transformou? Decidiu, em um jogo de vida e morte, seguir seu próprio caminho justo no momento em que é acusada de ter delegado seu mandato ao seu tutor, Lula, que está governando em seu lugar?

Mistérios da emaranhada e enigmática política da qual é preciso se desligar se quiser realmente que o Brasil volte a crescer.

Logo saberemos se Dilma deu, com suas afirmações, um xeque-mate na partida que dava por perdida, ou se foi somente um salto suicida no vazio.

Uma coisa é certa: a Presidenta nunca falou tão claro e sem usar seu linguajar característico, difícil de interpretar até mesmo para os especialistas em linguística.

“Quando digo não, não há outra opção, é não e acabou” mandou dizer a gregos e troianos. E isso até os mais analfabetos entendem.

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