DO PORTAL EUROPEU DE NOTÍCIAS TSF

Angus Deaton, 69 anos, professor de Economia e Assuntos Internacionais na Universidade de Princeton, recebeu o Nobel da Economia pela análise feita na área do consumo, da pobreza e do bem-estar.

O correspondente da TSF na Escandinávia, Helder Fernandes, ouviu os argumentos da Academia sueca.

Durante o anúncio oficial, o comitê do Nobel disse que Deaton ajudou a transformar os domínios da microeconomia, da macroeconomia e do desenvolvimento econômico. “Para conceber políticas econômicas que promovam o bem-estar e reduzam a pobreza, temos, antes de mais, de perceber as escolhas individuais dos consumidores. Mais do que ninguém, Angus Deaton melhorou esse entendimento”, realçou o comitê do Nobel.

Em causa está, pricipalmente, a medição da forma como os comportamentos dos consumidores mudam se, por exemplo, o governo aumentar o IVA sobre a comida.

O professor de economia da Universidade Nova de Lisboa, Pedro Pita Barros, explica que uma das contribuições mais antigas de Angus Deaton tem a ver com o estudo dos hábitos dos consumidores e a sua ligação à economia.

O mais recente diz respeito à pobreza e a níveis de vida, em várias vertentes, incluindo a Saúde,. Deaton procura uma aplicação prática da teoria.

Angus Deaton, macroeconomista, de nacionalidade britânica e americana, tem sido apontado com frequência como candidato ao Nobel e é conhecido pelo chamado Paradoxo de Deaton, que explica como o consumo varia de forma gradual, apesar de variações acentuadas no rendimento das famílias.


“Cápsula do Tempo” da JAC: presepada
em Camaçari deu em nada

DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

O legado “cadavérico” da JAC

Anunciada em 2011, a construção da fábrica da JAC Motors na Bahia foi, enfim, descartada pela empresa, que vinha ensaiando isso há muito tempo e agora aproveitou a “crise”.

Resta saber o que vai ser feito com o veículo enterrado em novembro de 2012 no terreno de Camaçari, com o nome de “Cápsula do Tempo”, para ser aberto 20 anos depois.

Guarda mensagens diversos, produtos da atualidade, certamente edições de jornais, para que a Bahia “do futuro” veja quanto éramos progressistas.

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BAHIA EM PAUTA COMENTA:

R.I.P. para a JAC Motors na Bahia. Só queremos assinalar que o laudo cadavérico do engodo chinês de inaugurar um novo parque construtor de automóveis em Camaçari é divulgado quando dois de seus principais artífices e propagandistas estão fora do estado: O ex-governador Jaques Wagner (das “viagens de negociações” a Pequim) pilota agora , em Brasília, a Casa Civil do governo petista de Dilma.

O governador Rui Costa anda atualmente em périplo europeu, “cavando” novos investimentos estrangeiros “que irão garantir progresso, modernidade e futuros empregos para os baianos”, segundo os marqueteiros do seu governo.

Cansados de enganos, os baianos esperam que não sejam mais promessas vãs, do tipo da JAC.
A conferir.

(Vitor Hugo Soares)

“Minha santinha morena, alegremente de louvo, alegremente de louvo. Cubra de graças meu povo, cubra de graças meu povo, Padroeira do Brasil”.

BOM DIA! SALVE A PADROEIRA DO BRASIL CATÓLICO!

(Vitor Hugo Soares)


Waldir Maranhão preside sessão da Câmara.
/ L. Macedo (Ag. Câmara)

DO EL PAIS

Gil Alessi

De São Paulo

O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) vive um momento delicado na Câmara. Nesta quinta-feira a Procuradoria Geral da República recebeu uma remessa de documentos enviados pela Justiça da Suíça que atestam que o presidente da Câmara é titular de contas secretas no país e nesta sexta foi a vez de detalhar o caminho do dinheiro. A suspeita é que os milhões de dólares depositados no exterior por empresas off shore – sediadas em paraísos fiscais – em nome do parlamentar e familiares tenham sido fruto de pagamento de propina envolvendo o caso de corrupção na Petrobras, investigado pela Lava Jato. Entre os deputados existe quase uma unanimidade de que caso a informação se comprove, a situação de Cunha se tornará insustentável, e ele pode até perder o mandato por ter mentido à CPI da Petrobras, onde ele negou ter contas no exterior.

A questão é que os deputados da mesa diretora que estão na linha sucessória de Cunha também enfrentam problemas: oito dos 11 integrantes respondem a processos ou têm condenações na Justiça. Caso ocorra o afastamento do peemedebista da presidência da Casa, o 1o vice-presidente, Waldir Maranhão (PP-MA) assume interinamente o cargo, com a missão de convocar novas eleições no prazo de cinco sessões. O parlamentar é um dos 32 deputados do PP investigados na Lava Jato. Ele foi citado pelo doleiro e delator do esquema Alberto Youssef como sendo o receptor de pagamentos mensais que variavam de 30.000 a 50.000 reais. Além disso, ele também responde a dois outros processos no Supremo Tribunal Federal, por lavagem de dinheiro ou ocultação de bens. Procurado pela reportagem, ele não quis se manifestar sobre o assunto.

Os problemas da mesa diretora não param aí. O segundo na linha de sucessão de Eduardo Cunha, caso ele seja afastado e Maranhão não possa assumir, é Fernando Giacobo (PR-PR). Atualmente um inquérito contra ele por crimes contra a ordem tributária tramita no Supremo Tribunal Federal, e ele já se livrou de outras ações penais que incluem crimes como sequestro e cárcere privado. Uma das acusações, pelo crime de falsidade ideológica e formação de quadrilha, prescreveu em 2011, o que motivou a absolvição. Em 2010, outro processo teve um fim inusitado. Acusado de crime contra a administração pública, Giacobo foi beneficiado por uma manobra da corte: havia maioria de votos para sua condenação e a absolvição de um suposto cúmplice. Mas sua defesa postergou a sessão final para dali a uma semana, quando o crime já estaria prescrito.

A assessoria do deputado afirmou que a situação da empresa de Giacobo que é alvo de inquérito já foi regularizada na Receita Federal, e disse não saber o motivo do procedimento ainda não ter sido arquivado no Supremo. A reportagem recebeu uma cópia de certidão negativa da Giacobo & Cia, atestando que não existem mais débitos pendentes com a Fazenda.

O primeiro na linha sucessória é investigado pela Lava Jato: ele foi citado na delação do doleiro e colaborador Alberto Youssef

Continuando na hierarquia da mesa, caso o presidente seja afastado e nenhum de seus dois vices possam assumir, a responsabilidade recai sobre o 1o secretário, Beto Mansur (PRB-SP). Ele é um veterano em ações no Supremo: já se livrou de mais de uma dezena de acusações nos últimos anos. Em novembro de 2012 o grupo móvel de fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego encontrou 22 trabalhadores em condições análogas à escravidão em uma propriedade do deputado no interior de Goiás. Lá os funcionários faziam jornadas de até 24 horas nas lavouras. No STF ele foi absolvido após a corte deliberar que já havia uma investigação criminal sobre o assunto, arquivada por falta de evidências. Em 2014 o Tribunal Superior do Trabalho o condenou a pagar indenização de 200.000 reais por dano moral coletivo a trabalhadores rurais enfrentavam condições degradantes nas fazendas de Mansur. Atualmente, o parlamentar ainda é alvo de três processos no Supremo por crimes contra a administração pública, crimes de responsabilidade fiscal e trabalho escravo.

De acordo com Mansur, sua fazenda “é uma fazenda modelo”, e os processos que sofre por trabalho escravo dizem respeito a fatos ocorridos “lá atrás, quando tinha gente fazendo um trabalho sem registro [profissional], o que gerou tudo isso”. Ainda segundo o deputado, a ação originária se encerrou, mas ela subiu ao Supremo quando ele foi eleito e passou a ter foro privilegiado. “As outras [ações no Supremo] foram em decorrência de contratações para um evento filantrópico quando fui prefeito em Santos”, afirmou. Ele alega que desavenças com políticos do PT motivaram algumas das ações contra ele.

O 2o secretário da mesa e quarto na linha de sucessão de Cunha é o deputado Felipe Bornier (PSD-RJ). Ele é acusado em processo que corre no Tribunal Regional Eleitoral do Rio por uso indevido de meio de comunicação social nas eleições do ano passado. Em nota, o parlamentar afirmou “não ter controle sobre quaisquer publicações dos jornais Dia a Dia e ABC Diário, citados no processo em questão”. De acordo com a assessoria de Bornier, “o deputado tem votação em 91 dos 92 municípios fluminenses, não tendo controle sobre a divulgação de sua atuação parlamentar pelos veículos de comunicação do Estado”.

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Posted on 12-10-2015
Filed Under (Artigos) by vitor on 12-10-2015


Mariano, no portal de humor gráfico A Charge Online

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

A agenda do impeachment

Dilma ia passar o feriadão em Porto Alegre com o neto, mas mudou de ideia e voltou mais cedo para Brasília. Ela aproveitou para estragar também o feriado de Ricardo Berzoini e Aldo Rebelo, convocando ambos para uma reunião no Palácio da Alvorada.

O tema foi um só: impeachment, impeachment, impeachment. A petista já nem dorme mais.

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